Aceite Novamente O Meu Amor

24 2 Fase - Capítulo 24 - Liberte-se


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeey galera! olha so quem ta de volta!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mil perdões pela demora!! eu sei que estou demorando para caramba, mais vou tentar melhorar! desculpem! esse capitulo é dedicado a Denise LG
Gabriella Alv Malfoy e a Claire pelas recomendações e a Denise sabe pq ganhou essa dedicatoria! Bjjjs a vcs amo muito!!
Desculpem tmb se houver muitos erros nesse capitulo ~não tive tempo de betar
Bom é isso ai! espero que gostem... BOA LEITURA e BEM-VINDOS A SEGUNDA TEMPORADA DE A.N.M.A

* * *

Quando voltei a acordar Damon não estava mais no quarto, o céu continuava claro.

Embora o sol discreto entre as nuvens denunciasse a tarde chuvosa em Gramado, eu ainda continuava com preguiça de me levantar, me revirei na cama algumas vezes até desistir de voltar a dormir.

Uma hora eu teria que levantar e encarar as pessoas lá em baixo certo?

Bufei audivelmente e joguei as cobertas de lado me virando e pondo meus pés no tapete, fiquei um momento encarando os fios creme sob meus dedos antes de me finalmente me levantar e caminhar em direção ao banheiro.

Tomei uma ducha demorada e quente, e sai do banheiro uns 30 minutos depois de ter entrado.

Vesti o roupão de Damon sem paciência de procurar o meu e caminhei em direção ao closet, pegando uma camiseta de algodão branca com mangas, e uma calça de moletom cinza.

Prendi meus cabelos em um coque mau feito e pus as mechas ruivas que caíram dele atrás da minha orelha, por fim coloquei um perfume e calcei minhas pantufas.

Acredite, num período chuvoso o piso queimava os pés de tão frio que ficava.

Avistei meu celular no criado mudo e o peguei vendo que havia 1 mensagem não by Text-Enhance\">lida de Damon.

"Eu mesmo busco Emily no colégio no fim da tarde, aproveite o tempo para descansar, você precisa. Ah, eu dei um jeito de deixar a casa vazia, acredito que há assuntos não resolvidos entre você e o Potter, e por mais que isso não me agrade nada, nada, eu não quero nada mau resolvido entre nós.

Espero que as coisas se ajeitem, e aproposito, Eu amo você."

By — Damon

From — Gina


Certo, eu não sabia se sentia vontade de soca-lo ou de abraça-lo.

Com certeza conversaríamos quando ele voltasse.

Respirei fundo umas 200 vezes antes de ficar em frente a porta, sempre hesitando antes de tocar a maçaneta.

So havíamos eu e Harry naquela casa, e se antes com todos era difícil uma convivência, imagine agora so nós dois.

Definitivamente Damon perdeu parte do Cérebro na sua transformação.

– Vamos lá Gina, não seja uma completa covarde! — sussurro e com isso eu finalmente abro a porta.

Já eram 15:16, me pergunto o que Harry ficou fazendo nesse meio tempo.

Desci as escadas hesitante, o nervosismo revirava meu estomago e eu tinha vontade de matar aquele vampiro desgraçado do qual eu chamava de marido.

Desistindo de procurar Harry eu fui quase feliz em direção a cozinha, acreditando que ou ele houvesse saído, ou ele estaria dormindo, não me importei em qual opção escolher, as duas eram incrivelmente aceita veis.

Mais qual foi meu susto ao encontrar com Harry na minha cozinha?

Ele estava em frente a geladeira aberta tirando algo de dentro, mais para ao me ver entrar.

Fico sem reação por um momento e ele parecia na mesma situação.

– Hã... Bom dia Gina. — Harry foi o primeiro a quebrar o silencio e da um pequeno sorriso.

– B-Bom dia. — respondo dando-lhe também um pequeno sorriso amarelo.

Tá bom, eu descobri toda a verdade na noite passada, todos colocamos tudo em pratos limpos e hoje de manhã por um momento eu acreditei que as coisas poderiam ficar minimamente melhores.

Mais o constrangimento ainda estava ali.

Agora eu entendia que não so eu havia saído machucada daquela casa a 6 anos atrás.

Harry também foi uma vitima, e por mais que eu odiasses pensar assim, eu temia ter sido completamente injusta com ele.

Eu plantei em minha cabeça a imagem de um homem sem caráter, que não respeitava meus sentimentos e não dava a minima para ele, por 6 anos foi assim.

Mais agora... Agora eu conseguia ver que ele era apenas o menino pelo qual eu me apaixonei.

Mais homem? Sim. Mais alto? Sim. Mais serio? Sim.

Mais ainda assim era aquele garoto que salvou minha vida varias vezes, aquele garoto que não so me salvou mais salvou toda uma nação bruxa, até mesmo pessoas que não acreditavam nele.

O pequeno menino desengonçado e tímido ainda estava vivo, ali... Na minha frente, escondido atrás do rosto de um homem adulto.

E então eu senti que as cicatrizes e as dores dentro do meu coração começavam a ter a esperança de que poderiam deixar de viver tão doloridamente.

Era so... Deixar ir.

Caminhei até Harry com passos calmos, e sem reservas eu o abracei.

Coisa que eu jamais pensei ser capaz de fazer novamente, mais que chegou a ser tão reconfortante que lagrimas se formaram em meus olhos e eu as deixei transbordarem sem timidez alguma.

Ele me abraçou de volta, prendendo seus braços ao meu redor como vigas de aço, enterrando o rosto em meu pescoço e deixando assim como eu as lagrimas caírem.

Talvez fosse egoísta da minha parte abraça-lo.

Eu sabia que ele me amava... Quero dizer, para valer.

E eu? Bom... A essa altura eu não sabia de nada, não conseguia dizer nada, ou definir nada.

Tudo o que eu sabia era que eu havia construído uma vida com os Salvatore, e não estava disposta a acabar com ela.

Havia Emily, havia Damon... E ele também me amava! E sem duvida eu o amava também, não foi um blefe o que eu havia dito mais cedo.

E isso so complicava tudo ainda mais.

Harry foi o garoto que desde muito pequena eu amei, e ao longo da minha vida foi assim, mais Damon foi o homem que colou os pedaços partidos do meu coração, e que ficou ao meu lado todos esses anos me fazendo sorrir quando eu tinha vontade de chorar.

Como eu poderia escolher?

Eu não queria escolher!

Mais também não queria virar um tipo de Katherine III na vida de Damon.

Eu não ficaria com dois homens, eu não daria so uma metade de mim para os dois.

Não queria magoar ninguém por um simples capricho, eu tinha caráter.

E se fosse para ficar confusa para sempre eu não queria nenhum dos dois.

Por ora eu não pensaria muito nisso, eu so queria... Deixar passar.

Me afastei um pouco de Harry e olhei em seus olhos, soltando uma risada em seguida, e ele — mesmo não sabendo por que eu ri — também deu uma risada.

Risadas puras, sem um sofrimento esquecido por trás delas.

Sequei minhas lagrimas e ele fez o mesmo ainda rindo.

Eu me sentia tão... Incrivelmente mais leve!

– Oi. — finalmente digo a Harry ainda olhando em seus olhos.

– Olá! — responde em seguida e ri mais uma vez.

Poderia parecer estranho, mais era simplesmente perfeito para mim.

– É bom ver você outra vez. — continua ele e me abraça de novo.

– Quanto tempo. — brinco também e nos rimos outra vez.

Deixe-me explicar... A pequena "brincadeira" em pauta era simples, como se estivéssemos nos revendo, como se ainda fossemos os antigos Harry e Gina de Hogworts, sem magoas, sem complicações, sem lembranças dolorosas.

Apenas... Nós.

– Ah Potter! Não me faça chorar, francamente! — digo me soltando dele e voltando a secar as lagrimas que caiam.

– Você também tem culpa no cartório Weasley. — retruca rindo.

Dou um pequeno soco em seu ombro e mais uma vez seco as minhas lagrimas.

– Mais e então? — ele indaga de repente, e eu fico seria em seguida.

– Eu... É complicado Harry, mais eu quero que entenda que... So quero que as coisas resolvam-se pelo menos minimamente, que tau... Amigos? — proponho e estendo minha mão em sua direção com um pequeno sorriso em meus lábios.

Harry abre um sorriso de canto e aceita meu comprimento.

– Amigos. — diz.

Eu dou-le um grande sorriso e olho ao redor em seguida.

– Então... Amigo, faz um bom tempo desde que eu comi, e eu estou morrendo de fome, me ajuda a fazer a fazer uma boquinha? — falo.

– Eu que o diga, você me flagrou roubando sua geladeira. — retruca e eu rio em seguida.

– Mãos a obra então, por que a Elena me ensinou um musse que é uma delicia! -

E assim foi o final da tarde.

Em parte eu estava feliz por ele não ter questionado coisa alguma, mais eu via em seus olhos um pouco de tristeza, me perguntei o por que enquanto ele me ajudava a fazer o musse, e tirei a conclusão de que foi porque eu escolhi que fossemos amigos, e não uma coisa além.

Sua tristeza era por ter finalmente entendido que eu também amava Damon Salvatore.

* * *

No final Harry não só me ajudou a fazer o musse como também o jantar, eu sabia que mamãe ficaria furiosa por não ter feito o jantar, e o comentário foi motivo de risos entre mim e Harry.

– Quero so ver a cara dela quando chegar. — diz ele mexendo na panela que eu havia pedido.

– Ah, ela supera, não tinha nada para fazer mesmo. — retruco dando de ombros.

De repente ouço as risadas de Emily e a voz de Damon, acompanhados de outras, que provavelmente seriam a do resto do povo que agora deu para morar na minha casa.

– Mamãe?! — Emily chama ainda rindo de algo.

– Aqui na cozinha! — respondo.

– Qual delas? — Ela e Damon perguntam e riem em seguida enquanto eu reviro os olhos.

– Na minha oras. -

Logo Damon e Emily passam pela porta da cozinha, Damon brincando com Emily que a proposito estava em seu pescoço.

– Ei que é isso? Tá doido! Vai que você a derruba! — ralho me aproximando.

– Até parece que eu iria deixar isso aconteceu. — diz ele revirando os olhos.

– Por via das duvidas. — digo e estendo meus braços a Emily que pula nele em seguida. — Como foi a sua tarde? — pergunto.

– Foi muito legal! Papai me buscou na escola com o vovô e a vovó, e depois levou agente para tomar sorvete, e depois a Tia Elena e o Tio Stefan chegaram para tomar café e agente ficou conversando, eu ganhei chocolate quente do homem do balcão. — diz ela de uma vez só de modo incrivelmente rápido e eu sei que provavelmente foi mais de um chocolate quente.

Olhei para Damon e cerrei meus olhos, ele sabia que açúcar deixava Emily assim e provavelmente seria uma luta para faze-la dormir, em resposta ele apenas sorri e da de ombros.

– Nossa, como o papai estava disposto hoje. — comento com um sorriso e ponho Emily no balcão da cozinha.

Procurei não olhar para Harry, era meio constrangedor estar nesse momento "família" com ele observando tudo, eu sabia que era complicado.

Damon também estava desconfiado, olhava de Harry para mim a cada minuto, mais também procurei ignorar isso.

– Estava mesmo! Viu como as luzes da cidade estão lindas? O primeiro dia do Natal Luz é amanhã, nos vamos não é? — diz Emily daquele jeito engraçadamente elétrico.

– Ah mais eu tava pensando em ir depois de amanhã, no dia 23. — digo e ela faz um beicinho. — Eu fiquei sabendo pela tia Elena que eles vão soltar neve do alto em um Helicóptero quando o desfile estiver no final da rua. — completo e ela abre um enorme sorriso.

– Mesmo? Então agente so vai no dia 23 mesmo! — diz batendo palmas.

Elena estava com Stefan na porta logo em frente a mamãe e papai, e eles sorriam para a cena como se já soubessem que as coisas estavam minimamente calmas.

– Ei, cade a Mione e o Ron? — pergunto de repente.

– Eles foram até Londres para pedir ferias por 2 meses, ainda hoje voltam. — mamãe responde. — Ah, e George ficou na cidade, conheceu uma garota. — completa com uma careta que me fez rir.

– Hum... Mais e a senhorita? Que tau um banho? Você sujou sua blusa de chocolate. — digo para Emily descendo-a do balcão em seguida.

– Tudo bem, já vou indo. — responde e sai correndo da cozinha.

Olho para Elena em seguida com um pedido silencioso em meus olhos.

– Okay, Okay, é melhor irmos com ela, do jeito que esta é capaz de encher a casa com água e espuma da banheira. — diz e sai puxando Stefan pela mão.

– Ei, vocês fizeram o jantar? — mamãe indaga.

Olho para Harry e ele sorri como se dissesse "É agora!"

– É... Então... Já estamos terminando. — explico.

– Ginevra Molly Weasley! — reclama.

– Ai que nome bonito! — Damon zomba fusando algo dentro da geladeira.

– E o seu? Demônio! — retruco soltando uma risada de volta.

– Pelo menos o meu é mais charmoso! — fala com um sorriso malicioso.

– Charmoso o caramba! O padre quase te descomungou quando viu que esse era o teu nome. — replico.

– Mesmo? — mamãe indaga em choque.

– Mesmo, foi um sacrifício convence-la de que a mãe dele foi uma mulher religiosa. — digo. — Os filmes "Criança do Mau" e "A Coisa" sempre me fazem refletir do por que ele ter esse nome. — completo.

– Há Há, que engraçado. — Damon fala revirando os olhos e se aproxima.

– Vai tomar banho que você ta fedendo. — minto.

– Mentirosa, eu sei que você adora o meu cheiro. — sussurra em meu ouvido e eu me arrepio o empurrando logo em seguida sem querer constranger Harry com a cena. — Vou subir. — avisa antes de sair e eu observo com os olhos ele sair da cozinha.

Depois disso Harry também subiu e restou a mim e a mamãe terminamos o resto do jantar.

* * *

O jantar foi consideravelmente normal, Emily foi a que mais falou, e em consequência do seu excesso de açúcar eu fiz um suco de maracujá, para ver se ela se acalmava um pouco.

Harry se sentou na ponta da mesa enquanto Damon permaneceu na outra, preferi ficar ao lado de Emily e em frente a Elena, as duas sem duvida conseguiram me distrair.

Mione e Ron chegaram algum tempo depois, normalmente Ron comeu todo o resto da comida, conversamos mais um pouco antes de cada um se retirar.

Damon levou uma Emily — surpreendentemente — sonolenta para cima, pelo visto a estrategia do suco forte funcionou.

Deu um beijo de boa noite em todos, exceto Harry é claro, mais para ele eu deu um sorriso e desejei boa noite subindo logo em seguida.

Fui ao quarto de Emily e fiquei parada na porta observando Damon ao lado dela enquanto ela já dormia.

Me aproximei devagar e toquei seus ombros, deslizando minhas mãos pelo seus braços e abrancado-o olhando Emily adormecer também.

Damon permaneceu quieto e eu estranhei isso, porem antes que eu pudesse falar algo ele tirou meus braços dele e saio silenciosamente do quarto logo apos beijar a testa de Emily.

Suspirei me perguntando do por que de tau reação.

Dei um beijo em Emily e também sai.

Abri a porta do meu quarto e Damon tirava sua jaqueta de couro de costas para mim, silenciosamente eu solto meus cabelos não sabendo bem como começar uma conversa.

Quando ele vai em direção ao banheiro ainda sem olhar para mim eu finalmente tomo uma decisão, caminhando rapidamente até ele e segurando seus ombros.

– Tudo bem... Pode me dizer o que esta havendo? — indago.

– Não é nada. — diz tentando voltar a entrar no banheiro, mais eu fico em sua frente impendido sua entrada.

E finalmente ele me olha nos olhos.

– É claro que tem alguma coisa, você não falou o jantar inteiro, subiu em silencio, e não me dirígio a palavra. — falo angustiada.

– Você esta sendo paranoica. — diz soltando minhas mãos dele e empurrando-me delicadamente para o lado.

– Não estou não e você sabe disso! — digo impaciente. — Para de fugir como um idiota e me diga logo o que esta acontecendo. — completo.

– A mesma coisa de novo! É isso que esta acontecendo! — ele diz mais alto se virando para mim.

– O que de novo?! -

– Eu sendo a segunda opção! — grita se aproximando. — Você acha que eu não sei? Sempre sou isso para vocês, sempre o segundo, sempre o premio de consolo! — continua e eu me choco com sua fúria repentina.

– Cala a boca! Você não faz ideia do que esta dizendo! — digo em resposta empurrando seu peito.

– É claro que sei! Você não é diferente delas no final das contas, nem de Elena e muito menos de Katherine! -

Certo, aquilo sem duvida foi a minha gota D'água.

Meus olhos se enchem de lagrimas e eu mordo meu lábio inferior para segurar o grito que eu queria dar.

Então era isso?!

– Então eu sou a vadia caprichosa da vez?! É isso que você pensa de mim afinal?! — falo em um tom baixo porem cortante.

Ele se da conta do que diz e tenta dizer algo, mais eu estou cheia de ouvir suas palavras.

Por isso me viro pronta a rumar em direção ao meu velho quarto.

Mais ele puxa meu braço sem delicadeza e me beija sem aviso prévio.

Eu tento empurra-lo, soco seu peito com força, e solto grunhidos em seus lábios.

Mais ele empurra meu corpo para trás e de repente algo macio estava a minhas costas.

Minha cama.

– Me desculpe... Desculpe. — sussurra entre um beijo e outro, e isso vai me acalmando.

Seus lábios em meu rosto, lábios e pescoço, e o que me resta é fechar os olhos e apreciar o carinho.

– Disse coisas idiotas, eu sou um idiota, Desculpe. — repente e sobe o rosto para me olhar.

– Foi mesmo. — concordo. — Que parte do "Eu também te amo" você não entendeu dessa manhã? — continuo.

– Sou um idiota, me decepcionei outras vezes e acabei ficando paranoico. — confessa em tom baixo ainda olhando-me.

– Eu não quero machucar você Damon, nunca. Eu amo você e não é minha segunda opção. — digo acariciando seu rosto. — Você deveria saber. -

– Eu não queria ter te comparado a Katherine, ela não tem nem 1/3 do seu caráter, Me perdoe — fala convicto.

– So... Não repita isso outra vez, ou eu vou encontrar a minha varinha e vou te azarar! — aviso ameaçadora.

Ele sorri e me beija.

– Não vou repetir. — promete e eu sorrio antes de puxa-lo para mais um beijo.

Ele segura minhas coxas com a mão e abre minhas pernas, aconchegando-se entre elas, me permitindo sentir que ele já estava animado. Puxo a barra de sua camisa com força e rapidez e logo ela esta no chão enquanto voltávamos a nos beijar.

– Você foi um menino muito malvado. — sussurro quando ele beija meu pescoço. — Eu deveria me levantar e sair, deixando você se virar sozinho com suas mãozinhas, sorte a sua que eu também estou morrendo de tesão. — completo e com minha perna entrelaçada ao seu quadril eu o puxo para mais perto, pressionando nossos sexos com força, fazendo ambos gemermos baixinho. Damon leva suas mãos até minha calça de moletom e a puxa para baixo, tirando-a rapidamente e jogando-a no chão logo em seguida.

– Quer dizer que eu te deixo com tesão? — ele indaga inclinando o rosto em direção ao meu, para logo em seguida pressionar seu sexo no meu, agora sem a calça de moletom e apenas uma calcinha o contato ficava ainda mais delicioso, mordi meu lábio para não gemer e ele percebeu, repetindo o movimento mais uma vez, so que mais forte, e mais uma vez, e outra, e outra... Sempre aumentando a força que exercia, causando uma fricção tão deliciosa que eu não era capaz de conter meus baixos gemidos.

– Deixa. — finalmente respondo sua pergunta. Levo minhas mãos tremulas ao seu cinto e desafivelo, abri o zíper de sua calça e abri o botão de modo desengonçado puxando sua calça e box para baixo e livrando-me dela com os pés.Ele também se livra da minha blusa e sutiã sem pena alguma de rasga-lo, abocanhando meus seios em seguida de modo feroz, me fazendo agarrar seus cabelos negros e gemer. Reclamei baixinho quando ele parou com a caricia, mais logo parei por que ele continuou a descer com a boca pela minha bariga, ventre e logo estava entre as minhas pernas, beijando-me com intensidade.

Beijando, mordiscando... Me dando o prazer que eu sempre ansiava.

Minhas mãos foram novamente para seus cabelos, enquanto seus olhos continuavam nos meus, com um brilho de malicia estampada, apreciando o efeito que causava, Ele continuou com a caricia apreciando os meus gemidos e investido com a linguá cada vez mais rápido. Não sei quanto tempo fui estimulada a liberar toda a tesão que acumulava-se segundo por segundo, logo eu estava gritando seu nome e liberando-me.

Devo ter desmaiado ou coisa do tipo, minha visão ficou negra de repente, provavelmente foram apenas poucos segundos, mais no momento seguinte eu apenas vi Damon voltando a ficar rente ao meu corpo, beijando meus lábios dormentes pelas mordidas que eu lhe dava, antes que eu pudesse tentar falar algo ou raciocinar direito ele me penetra com impeto, e toda a confusão de vai, dando lugar ao prazer puro e intenso mais uma vez, um gemido irreconhecível saio dos meus lábios, de um jeito tão erótico quanto eu nunca havia visto. Me perguntei se alguém ouviu, mais provavelmente apenas Elena e Stefan foram capazes. Não me importei com isso por muito tempo, logo Damon saio quase completamente de mim e voltou com mais força, chocando seu quadris com o meu, imprensando-me na cama sem pena, minha cabeça jogada para trás na cama sem vergonha ou restrição, ele investia com violência, como se quisesse me marcar... Sim, era aquilo, ele queria me marcar como dele, me deixar estragada para qualquer homem, mostrar que só ele poderia me dar tau prazer. Eu gostaria de ter dito algo, mais apenas gemidos saiam da minha boca.

– Minha... Você é minha... Ouviu bem? MINHA! — ele fala enquanto investe com mais força. Desesperada por mais contato e selvageria eu ponho minha perna sobre o interior da sua coxa e esfrego-a toda vez que ele investe. Damon põe a mão nessa mesma perna e a puxa mais para cima, de um jeito que surpreendentemente me deu ainda mais prazer.Ele investia com tau força que meu corpo deslizava pela cama em direção a cabeceira da mesma. Sim, eu era dele, toda dele e somente dele. E eu digo isso, sussurro em seu ouvido e ele geme em resposta.Minhas unhas descem aranhando suas costas sem dó algum e ele geme mais alto enterrando o rosto em meu pescoço e segurando o travesseiro atrás de mim com força quase rasgando-o. O apertei mais contra mim e contrai meus músculos internos, ele soltou um grunhido tão quente que me fez gemer por si só. E como se para desesperado nos libertar ele morde meu pescoço, cravando os dentes em minha pele, para logo em seguida a dor virar ainda mais prazer, a cada sugada e investida eu me sentia ainda mais próxima ao ápice, e pelos seus gemidos sabia que para ele a sensação era a mesma. Logo eu senti o clímax chegando com violência, de um jeito tão intenso que lagrimas saltaram dos meus olhos, gritei o nome dele e mordi seu ombro.Logo ele também chegou ao seu ponto máximo e gemeu alto o meu nome.

Espasmos percorriam meu corpo, sacudindo-o com violência, enquanto dos meus lábios saiam palavras desconexas.

Demoraram alguns minutos até que os espasmos passarem, voltei a abrir meus olhos e Damon me observava com um sorriso de canto, o meu sorriso de canto.

Sorrio de volta e levo minha mão com extrema dificuldade graças ao cansaço dos meus músculos até seu rosto e o acaricio.

– Eu amo você. — digo baixinho com a voz rouca.

Ele sorri um pouco mais abertamente e me da um selinho demorado.

– Eu também te amo ruiva — retruca para logo em seguida sair de mim e desabar ao meu lado, puxando as cobertas ao nosso redor e puxando meu corpo cansado e mole para sobre seu peito.

Fechei meus olhos quase que instantaneamente e adormeci, suada, dolorida, com um lábio cortado e feliz.

O segredo era deixar as coisas irem, tire o peso das suas costas, fique leve primeiro para depois pensar no que fazer daqui para frente.

Eu faria isso.

Estava feliz por ora nos braços do meu malvado favorito, depois, se ainda houvessem problemas, eu pararia para pensar neles.

Por enquanto...

Eu só desejava a paz.


Notas finais
eeeeeeeeeeeeeeeeeita Damon e Gina safadinhos!! kkkkkkkkkkkkkkk espero que vcs tenham gostado!!
Quero REVIEWS e RECOMENDAÇÕES!!!
Bjoker e até o proximo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.