Notas iniciais
BUA NOITEEEEEEEEEE. Gente, hoje estou tão boa, mais tão boa, que resolvi postar ><'
Então, cap foi divido em dois, acho que sábado posto a segunda parte. Um pouco de tensão para voces, que tal?

É leve, mas tem u.u

Espero que gostem! Ahhh, leitores novos super bem vindos, ok?

Boa leitura ;)

Amanda, ta ai sua chata e não, eu não amo você u.u

POV. Bella.

Eu realmente estava um caco, os dias na delegacia nunca foram tão agitados como estão sendo de uns meses para cá. A cada semana eram no mínimo 10 chamadas por dia relacionado a homicídio e latrocínio. Eu me via tão cansada que nem cuidar da minha Alice eu estava podendo.

Ultimamente a vejo meio chateado comigo, sempre evitando meu olhar e às vezes até não dormindo ao meu lado, e preciso dizer que isso acabava comigo?

Não ter Alice todos os dias dividindo a cama comigo é torturante. Chegar em casa, cansada e estressada, não ter o calor do seu corpo, o perfume de sua pele e o gosto de seus lábios era uma coisa que estava realmente me torturando.

– Alice? – Cheguei em casa depois de mais um dia de trabalho e encontrei a casa com as luzes completamente apagadas, as janelas fechadas e Jasper deitado no tapete da casa. – Hey garoto. – O chamei e veio correndo em minha direção. – Você viu Alice? – Latiu e colocou o rabo entre as pernas. – Também sente falta dela, né? – Acariciei seu pelo e me sentei no chão, peguei meu telefone e disquei para o seu numero.

– Alô? – Alice atendeu ao terceiro toque, sua voz estava animada e parecia que estava numa festa.

– Alice? – Perguntei confusa.

– Bella. – Suspirou.

– Onde você está? Cheguei em casa e você não estava em lugar nenhum... Fiquei preocupada. – Suspirei.

– Hoje é o aniversário da Jess, ela me convidou para a festa dela, eu ia te chamar, mas você nunca está em casa, e quando está só sabe ir para cama, eu vim sozinha. – Fechei os olhos e respirei fundo.

– Sinto muito, meu amor, as coisas estão complicadas e... – me cortou.

– Eu realmente não quero saber disso por telefone, Bells, estou aqui para me divertir e não me chatear.

– Você está certa. – respirei fundo. – Quer que eu lhe busque quando a festa acabar? – perguntei.

– Bella, minha policial mais linda. – Sorri ao ouvir a voz da Jess.

– Jess, feliz aniversário. – Parabenizei-a.

– Obrigada, minha linda. – ela estava com a voz um pouco alterada, com certeza já havia bebido algumas.

– 23 anos? – Perguntei rindo.

– Sim, dois patinhos na lagoa. – fiquei confusa. – Ops, esse é para 22. – ri dela. – Vem me vêêê, Bellinha. – Pediu com manha.

– Eu não comprei seu presente, Jess. – Lamentei.

– Eu quero você aqui, não o presente. – falou firme. – Vem do jeito que você está, fardada e tudo mais, fica muito sexy assim. – gargalhei.

– Ok, irei ai lhe dar um abraço.

– Um abraço? Eu quero que você fiquei a festa toda aqui.

– Ok, já estou indo.

– Estou lhe esperando, beijos, gata. – balancei a cabeça e ouvi a voz da Alice.

– Pelo visto você vem. – falou sem emoção.

– Você prefere aproveitar sozinha? Eu me explico com Jessica depois.

– Não, vem logo. – desligou na minha cara.

Levantei-me do chão e peguei as chaves do meu carro, nem tirei minha roupa, fui desse jeito mesmo.

– Bella! – Vi uma Jessica completamente bêbada correndo em minha direção.

– Acho que você abusou do álcool, só um pouquinho, heim. – a abracei e o cheiro de cerveja veio com tudo. – Meus parabéns.

– Obrigada, gata. – me examinou e sorriu maliciosa. – Que tenente sexy, ai eu com uma dessas. – ri dela. – Alice que tem sorte por ter você, heim. – piscou.

– Ok, você está MUITO bêbada. – ri dela. – Você a viu? – Apontou para os fundos e segui naquela direção.

– Alice, será que você não vê que aquela mulher é um empecilho na sua vida? – Ouvi a voz da japinha. Cheguei mais perto e a vi sentada de frente para Alice.

– Bella não é um empecilho, apenas... – ficou sem fala.

– Alice, Isabella não te trata como era antes, isso eu tenho certeza. – Alice respirou fundo. – Tenho certeza que vocês não têm mais aquele fogo de antes, né? – assentiu. – Alice, Isabella não te amava e nunca te amou, isso eu tenho certeza.

Um ódio enorme começou a surgir em meu peito.

– Não era o que parecia. – Olhou para o anel de namoro.

– Alice, será que você não percebe que quem te ama de verdade sou eu? – Se declarou. EU SABIA, eu sabia que essa japinha idiota seria uma pedra no meu caminho.

– Ang, me desculpa, mas eu não sinto o mesmo por você. – sorri com isso.

– Eu posso te fazer sentir, eu posso lhe fazer me amar, me dê uma chance, apenas uma! – implorou segurando sem suas mãos.

– Eu e Bella estamos frias e distante, o amor não é mais o mesmo e eu estou começando a odiá-la, mas não vou trai-la. – se afastou dela e ficou em pé.

A japinha se levantou e a abraçou por trás. A vontade que eu tinha era de pegar minha arma e atirar naquela cabeça chata, mas respirei e deixei rolar, vamos ver até onde isso vai dar.

– Me deixe te fazer sorrir, te fazer feliz! – Implorou e a virou para ela. – Há quantos dias não te vejo sorrindo, Alice? Quantas vezes você não chegou atrasada na faculdade e com os olhos repletos de olheiras? – acariciou seu rosto. – Isabella está lhe dando trabalho e dor, o amor e fogo foi passageiro. – aproximou-se mais dela e falou. – Ela deveria estar aqui com você, não é? Mas cadê? – fez uma pergunta retórica. – Ela estava dentro de um escritório trabalhando direto e deixando você de lado. Lembra que te falei que ela era velha de mais para você? Então, vê como eu estava certa? – colou as testas e meu coração se apertou. Será que Alice teria coragem de...

– Bella realmente me deixou um pouco de lado, mas eu não tenho o direito de trai-la assim. Muito menos de trocar meses de alegrias por causa de dias de tristeza. – Sorri com isso.

– Você merece ser feliz, merece trocar a amargura por felicidade. – Colocou sua mão em sua nuca e completou. – E isso só uma pessoa pode dar... Eu. – e a beijou.

Lógico que a raiva subiu na minha cabeça, mas respirei fundo e aguardei a Alice a empurrar e lhe dar um tapa na cara... Mas infelizmente não foi isso que aconteceu. Para o meu desespero e tristeza total, Alice retribuiu o seu beijo de uma forma intensa, quase da mesma forma que fazia comigo.

Lágrimas começaram a rolar por meu rosto e meu coração a bater mais lentamente. Eu não tive coragem de ir lá e discutir com ela, de tirar aquilo a limpo e me estressar. Eu virei às costas e sai daquele local.

– Hey Bella, onde você vai? – Jessica perguntou um pouco confusa a me ver chorar.

– Para casa, já vi coisas de mais aqui hoje. – Suspirei e fui para o meu carro.

Dirigi o mais rápido que pude e entrei em casa, tomei um banho rápido e me joguei na cama me permitindo chorar mais.

POV. Alice

Bella e eu estávamos meio afastadas ultimamente, mas isso não me dava o direito de fazer o que estava fazendo, muito menos retribuir o beijo da Ângela.

– Não... – Me afastei dela e me virei. – Eu não deveria ter feito isso. – lamentei.

– Sabe que deveria. – falou feliz. – Eu amei esse beijo, Alice, não sabe há quantos anos eu espero por ele. – Confessou.

– Bella estava certa... – Tive que admitir.

– Em que? – perguntou confusa.

– Você me olhava com outros olhos, acho que todo mundo percebia isso, todos menos eu. – IDIOTA!

– Alice, eu te amo, será que isso não significa nada para você? – Perguntou me virando para ela. – Eu tenho a sua idade, estamos fazendo a mesma faculdade. Eu tenho uma carreira brilhante pela frente, você sabe o meu potencial. – se gabou. – Eu posso te dar uma vida confortável sem depender de ninguém. E aquela guardinha lá? Aposto que não ganha nem para o almoço de vocês! – fechei a cara e dei um tapa na sua.

– Não fale assim dela. Bella lutou para estar lá, ela teve raça, força de vontade e competência para chegar aonde chegou. Ela pode não ganhar muito, mas ganha o suficiente para sempre me mimar. Como se eu me importasse com isso, eu amo a Bella. – Suspirei. – Obrigada por me fazer entender que mesmo separadas eu continuo amando a minha mulher. – Me olhou chocada.

– Você prefere mesmo aquilo? – Não respondi e sai de lá. Caminhei pelo quintal da Jess e a encontrei sentada no meio fio.

– A festa não está boa não? – Impliquei.

– Só estou pensando. – A olhei sem entender. – Como você pôde ser tão idiota ao trocar Bella por Ângela? – E o peso na consciência veio com tudo.

– Foi um erro o que fiz aqui e pelo visto você viu. – lamentei.

– Se fosse só eu... – Me olhou profundamente.

– Não me diga que... – Não podia ser...

– Bella esteve aqui toda sorridente e saiu com lágrimas nos olhos. – Se levantou e bateu forte na minha cara. – Bella é a melhor mulher do mundo, ela fazia de tudo por você, não merecia isso.

Acariciei meu rosto e concordei com ela.

– Você está certa... – suspirei. – Me empresta seu carro? Eu preciso consertar um erro. – Me jogou as chaves.

– Se eu ver Bella chorando novamente eu arranco seu pau! – Me ameaçou.

Mesmo não tendo lógica essa ameaça, assenti e entrei no carro. Acelerei e estacionei somente em frente a nossa casa. Desci do carro e entrei subindo as escadas e indo para o nosso quarto.

Entrando lá vi minha linda namorada deitada de bruços na cama e com cara de quem havia chorado. Aproximei-me mais dela e me sentei na cama. Acaricie seu rosto e a vi abrindo os olhos lentamente.

– Eu te amo, eu te amo muito. – Me abaixei e a abracei forte. – Eu... Eu sei que você viu aquilo e... – se desvencilhou do meu abraço e viro suas costas. – Bella, por favor, olhe para mim, deixe-me explicar. – Implorei.

– Não preciso de explicação, como você mesma disse, eu vi tudo. – sua voz era fraca e rouca.

– Eu fiz aquilo sem pensar, me perdoa!

– Não pareceu. – sua voz ficou fria.

– Eu te amo, Bella. – deitei na cama e a abracei novamente.

– Vai ficar aqui? – Assenti me encolhendo ao seu lado. Ela se levantou e pegou o travessei e uma coberta. – Eu vou para sala.

– Não! – Me levantei junto com ela e segurei em sua mão. – Bella, vamos conversar. – Implorei.

– O que você quer conversar? AH JÁ SEI! Vamos discutir como foi bom beijar a boca de outra estando comprometida com uma otária! – Olhei triste para ela.

– Bella, se você deixasse eu ao menos me explicar... – Pedi de cabeça baixa.

– Traição não te explicação, Alice! – Falou dura comigo. – Agora, ou você sai do meu quarto ou saio eu. – neguei.

– Eu errei, eu admito, mas eu estava carente, Bella, há quantos dias não namoramos, no sentido literal da palavra. São apenas selinhos, coisas frias e sem emoção. Você chega tão tarde do serviço e tão cansada que nem me olhar com malicia quando coloco uma roupa mais audaciosa para você! – lamentei.

– Ai, por falta de sexo, você resolveu sair beijando todo mundo? – Perguntou irônica.

– Não é isso, Bella. – Veio até mim e beijou-me violentamente.

Seu beijo era selvagem e sem nenhum tipo de carinho, era bem agressivo e chegou a machucar minha boca. Gemi quando mordeu meus lábios e me jogou na cama.

– É de sexo que você precisava? Então está ótimo, é isso que vou te dar. – Deitou em cima de mim e praticamente rasgou minha calcinha e enfiou três dedos de vez dentro de mim.

– AHHHH. — gritei. Eu estava completamente seca, não estava preparada para aquilo.

– A vadia não queria ser comida? Ham? – Aumentou sua velocidade e ficou assim até eu começar a sentir prazer. – Anda sua vadia, vou te dar o que você quer! – Colocou seu quarto dedo e com o dedão ficou apertando meu clitóris.

– Céus... Bella! – Rebolei na sua mão e recebi um tapa na cara.

– Você é uma vadia! Uma puta! – Me xingou acelerando seus movimentos.

– Bells... – eu não aguentaria mais, aquela dor misturado ao tesão me levou a loucura rapidamente. Gozei em seus dedos e logo em seguida a senti retira-los de dentro de mim.

– Chupa. Anda. – Mandou colocando os dedos na minha boca. Suguei cada gozo que estava em seu dedo e sorri para ela.

– Uau. – arfei.

Bella pegou suas coisas e voltou a andar para fora do quarto.

– Amor, aonde você vai? – Perguntei preocupada.

– Para sala. Ou eu ou você aqui. – Bateu a porta e desceu as escadas.

Joguei-me na cama e comecei a chorar. Eu realmente sou uma idiota! Uma burra!

Notas finais
Comentários? Recomendações??
Me falem o que estão achando ae galerinha, preciso saber o que fazer para melhorar ;)

Bsus, Lary ><'