Acaso Do Destino
6 Surpresas e Encontros
Notas iniciais
Bom, eu fiquei mega feliz com os Reviews do capitulo passado, muito obrigada a todos voces! Principalmente pela força que recebi da maioria de voces! Muito obrigada pela atenção!
Então... Boa leitura!! ><'
POV Bella.
Alice realmente parecia nunca se saciar, mal acabava um orgasmo e logo vinha para cima de mim querendo mais! Não que eu esteja reclamando, longe disso, mas só que eu realmente estava exausta!
– Alice... Um tempo, por favor. – Pedi quando ela começou a passar a mão em meu pescoço. – Só me dê um segundo... – Implorei e ela riu.
– Ok, um segundo. – ri dela e a puxei para meu peito. Deitou sua cabeça ali e ficou fazendo carinho em meu braço. – Eu te amo. – Falou. Sorri de lado e a abracei mais forte.
– Também te amo, meu amor. – beijei sua testa. Eu ainda tentava controlar minha respiração.
– Eu estou acabando com você, né? – perguntou divertida.
– Está. – falei com dificuldade e ela beijou minha mão. – Alice... – fechei meus olhos enquanto sentia suas mãos subindo para o meu peito.
– Não vou fazer nada. – riu. – Vamos tomar um banho? – Perguntou.
– Vamos, preciso mesmo ir embora. – falei me sentando na cama e a levantando junto.
– Estava pensando em tomar banho, almoçar e voltar para cama. – Fala maliciosa e sentou em meu colo.
– Negativo mocinha. – respiro fundo e me levanto com ela em meu colo.
– Uauu, minha mulher é forte. – gargalhou enquanto a levava para o banheiro.
– Hurum, se não fosse não aguentaria uma hora com você. – brinquei.
– Com certeza não. – A coloquei no chão e me puxou pela mão para entrar no box.
Ligou o chuveiro e agarrou minha cintura.
– Me ensaboa? – pediu maliciosa.
– Alice... Sabe que isso vai dar merda. – Ela sorriu mais ainda e se virou roçando sua bunda em minha intimidade. Apertei sua cintura contra meu sexo e revirei os olhos. Quanto mais ela me provocava mais eu a queria. – Você gosta de me ver assim, vadia. – ela riu e rebolou em mim.
– Ammooo... – Falou arrastando a palavra. – Você quando perde o controle fica mais selvagem, amo isso em você. – a virei e colei nossos lábios em um beijo feroz e selvagem. – Vem... Ensaboa-me. – pediu colocando o sabão em minhas mãos. Sorri de canto e comecei a passa-lo por seu corpo lentamente.
– Assim? – Pergunto quando o passei pelo seu pescoço. Ela assentiu. Desço minha mão com o sabonete e vou para o seu colo. Sorri de lado e retirei o sabão de seu corpo e esfreguei em minhas mãos.
– Por que parou? – Perguntou.
– Espera. – Falei. Guardei o sabonete e desci minha mão completamente ensaboada para seus seios e os acariciei.
– AHHNNN. – gemeu quando os apertei.
– Vou te deixar limpinha, meu amor. – Sussurrei em seu ouvido e ela sorriu. Continuo a massagear seu peito enquanto desço a outra mão para sua intimidade. – Quer que eu lave aqui também? – Pergunto. Assentiu. – Hum...
Desço mais minha mão e paro em sua intimidade. Acaricio seu clitóris e o esfrego com meu polegar. – Bells... – Geme baixinho e jogou o pescoço para trás.
Continuo a lava-la até que ela perde o controle e me prensa na parede.
– Você me provocou. – fala entre dentes e sorri maliciosa.
– Só fiz o que me pediu. – Do de ombros. Ela liga o chuveiro e nos empurra para lá. Faz-me retirar todo o sabão de seu corpo e logo em seguida pega em minha mão. – O que você quer? – Pergunto já sabendo a resposta.
– Anda, me fode. – Abriu as pernas e colocou minha mão em cima de sua intimidade.
Coloquei meus três dedos de uma vez nela e tive o prazer de ouvi-la gemer alto.
– Bells... – Jogou seu corpo contra minha mão e rebolou.
– Vadia, seu fogo parece não acabar. – falo enquanto acelero meus movimentos.
– Eu quero ter tudo de você, tudo e mais um pouco! – seus olhos estavam fechados e sua expressão era de prazer.
– Você já tem tudo de mim, meu amor. – Coloco sua perna em cima do meu braço e com a outra mão continuo metendo nela. – Quer mais, sua vadia? – ela não responde, simplesmente acena com a cabeça. Coloco meus quatro dedos nela e começo a chupar seu peito.
– Annh... – Amava seus gemidos. Ela rebolou ainda mais em meus dedos quando comecei a apertar seu clitóris. – Bella... Eu não aguento... – abriu os olhos e puxou minha cabeça para seus lábios. – Me chupa, por favor. – Implorou quando desgrudou nossos lábios.
Retiro meus dedos dela e desço para seu sexo o abocanhando de uma só vez. – CÉUSSSSSSS. – Gritou ao sentir minha língua em sua fenda e não resistiu muito tempo depois que infiltrei minha língua para dentro dela.
– Bells... – Falou com dificuldade e começou a ficar mole e a deslizar pela parede. A segurei firme em meus braços, impedindo-a de cair. – Você que acaba comigo. – falou sorrindo.
– Vamos dizer que ambas somos culpadas. – beijei seu pescoço e liguei o chuveiro. – Vamos tomar um banho, estou com fome. – Ela sorri maliciosa. – De comida. – gargalhou e assentiu.
[...]
– Lauren... – Alice a chamou entrando na cozinha.
– Srta. Cullen. – Falou um pouco envergonhada e de cabeça baixa.
– Peço desculpas pela cena constrangedora de mais cedo. – Falei por mim e por Alice.
– Tudo bem. – Falou ainda de cabeça baixa. Olhei para trás e vi uma moça mais jovem, não passava dos seus 20 anos. Analisei-a melhor e pude ver que a conhecia de algum lugar.
– Quem é ela? – Pergunto para Alice.
– Irina. – Falou baixo. – Irina, quero que conheça Isabella Swan, filha de Esme e minha namorada. – falou sorrindo e a Irina levanta a cabeça sorrindo envergonhada.
– Irina, esse é seu nome?- pergunto e ela assentiu. – Quantos anos você tem?
– 19 anos, Srta. Swan – A analisei mais.
– O que foi Bella? – Alice pergunta um pouco enciumada com o jeito em que eu a olhava.
– Nada, amor. – beijo sua testa. – Você... Qual seu sobrenome? – Pergunto novamente e ela olha para mim sem entender.
– William, por que Srta.? – arregalei os olhos.
– Seu pai é policial? Chefe William? – Pergunto surpresa.
– Bom, ele costumava ser meu pai. – lamentou. – Se me dão licença. – Vira as costas. Me largo de Alice e vou até ela.
– Hey, calma ai mocinha. – A viro para mim e encaro seus olhos castanhos escuros, idênticos ao do Marcus. – Você tem noção de como sua irmã esta preocupada com você? – pergunto e ela arregala os olhos.
– Você conhece minha irmã? Kate ainda se lembra de mim? – perguntou confusa e emocionada ao mesmo tempo.
– Kate é noiva da minha melhor amiga. – Arregalou os olhos. – E ela te ama, por que não se lembraria? – pergunto sorrindo.
– Brigamos antes deu ser expulsa de casa pelo meu pai. – se lamentou.
– Ele também sente sua falta e muito arrependimento por tudo que lhe fez e disse. – acaricio seu rosto. – Você tem um pai que está louco de saudades de você, vá ao menos conversar com ele, por favor. – Implorei.
– Eu não sei... Não acho uma boa ideia... – Fala com medo e se solta delicadamente do meu aperto.
– Eu vou com você, que tal? – Pergunto sorrindo. – Tenho que passar na delegacia mesmo, aproveito e lhe dou uma carona. – A incentivo.
– Estou no meio do meu expediente, Srta. Swan, não posso sair. –Achou outra desculpa.
– Alice... – Viro para minha namorada e ela estava com a cara fechada. Ando até ela e abraço fortemente. – Eu te amo, sua boba, para de pensar asneiras! – ela relaxa um pouco. – Ela é filha do Marcus, meu superior e irmã mais nova da Kate, a namorada da Jane.
– Hum... – Me separei com um pequeno sorriso nos lábios.
– Hum... Está com ciúmes? – pergunto prendendo o riso e ela me bate. – Acabamos de sair de uma loucura de mais de três horas de sexo direto... Você esta mesmo com ciúmes? – ela gargalhou e me abraçou.
– Desculpa. – pediu. – Pode ir Irina, está liberada hoje. – sorri para ela.
– Obrigada Srta. Cullen, com licença. – Pede e vai para um quarto.
– Ela mora aqui? – pergunto.
– Sim, dorme nos quarto dos fundos. – Responde e puxa minha mão para sentarmos a mesa. Puxo uma cadeira para que ela se sentasse e recebo um selinho como agradecimento. – Muito cavalheira. – fala rindo. Ri dela. – Lauren, por favor, o que temos para o almoço? – Pergunta naturalmente.
– Nada muito especial, Srta., apenas uma lasanha e um strogonoff. – A olho espantada.
– Isso lá em casa é só em dia de domingo. – Lauren ri junto comigo.
– Poderia nos servi, Lauren? – Pergunta um pouco mesquinha.
– Pode deixar Lauren, nos viramos aqui, pode ir descansar um pouco. – Sorri amavelmente para mim. Lauren deveria ter um pouco mais de 50 anos, uma senhora muito simpática.
– Obrigada, criança. – retribuo seu sorriso e olho para Alice que estava com cara de quem comeu e não gostou.
– O que foi? – pergunto sem entender.
– Você liberou a Lauren? Você acha que vou levantar? – perguntou incrédula. Revirei os olhos e levante-me e a puxei comigo. – Bella! – reclamou.
– Para de bunda mole, você não disse que queria morar comigo? – Assentiu. – Pois bem, lá não tem empregada, sabia? – Ela ri e se rende.
– Ok... Vamos nos servir...
O nosso almoço foi bem agradável, algumas brincadeiras e MUITA provocação, Alice parecia que nunca se satisfazia. Assim que terminamos de almoçar eu me levantei e Alice veio logo junto comigo, andamos até a geladeira e ela pegou um sorvete de napolitano e duas colheres.
– Ao menos uma sobremesa, sim? – Perguntou com um sorriso angelical no rosto.
– Se eu não te conhecesse eu diria que você é uma anjinha. – Beijei seus lábios e recebo uma colherada no braço. – Ai... – Reclamei.
– Idiota. – Rimos enquanto tomávamos nosso sorvete.
– Srta. Swan, quando estiver terminado me chame, por favor. – Irina pediu entrando na cozinha.
– Já acabamos, estava mesmo era te esperando. – Me viro para ela e Alice me abraça por trás. – Já vou indo, meu amor. –pego em suas mãos e a rodo a trazendo para frente de mim. – Não se esqueça, hoje à noite... – Me calou com um beijo.
– Sim, o jantar... Eu vou estar lá. – piscou e chegou mais perto de mim. – E vou dormir lá, ok? – assenti sorrindo. – Até a noite. – me deu um beijo carinhoso e pegou em minha mão. – Vou te levar até a porta.
– Hum... Minha mulher vai me expulsar da casa dela pessoalmente, ter certeza que estou saindo. – Irina deu uma pequena risada e Alice me cutucou. Chegamos na porta e ela me abraçou. – Te amo. – beijei sua testa.
– Também te amo. – Sai da mansão e fui até o carro. – Vamos Irina? Tenho certeza que vou ganhar uma bela recompensa hoje. – Rimos enquanto eu acelerava o carro e dirigia até a delegacia.
[...]
– Bella, hoje não era seu dia de folga? – Jane perguntou sem entender.
– Sim, mas eu estava precisando falar umas coisas com o Chefe, sobre os testes. – Assentiu. – E achei uma pessoa que ele vai amar ver. – Ela me olhou sem entender.
– Quem? – Chamei Irina que entrou meio envergonhada. – Irina? – Perguntou assustada
– Sua cunhadinha. – Ri da expressão dela. – Vem Irina, depois você conversa com Jane. – Ela assentiu e cumprimentou Jane com um assento e aperto de mão.
– Entre. – Chefe William falou quando bati na porta. – Isabella. – Sorriu a me ver.
– Sr. William, tudo bem? – Perguntei sorrindo.
– Sim, e com você, criança? O que faz aqui hoje? Sua escala não é amanhã? – perguntou confuso.
– É que eu gostaria de lhe fazer umas perguntar sobre os testes, mas tenho algo mais importante para o senhor agora.
– Então diga. – falou sem entender.
– Vem, entra. – A chamei e entrou de cabeça baixa. – Marcus essa é Irina, Irina esse é Marcus. – brinquei e vi Sr. William arregalar os olhos.
– Filha. – Ele fala sem acreditar e levanta e vem até ela. – é você mesma? – Assentiu. – Deixe-me ver seus olhos, por favor. – Fala com a voz embargada de choro e deixa as lagrimas rolarem ao ver sua filha levantar o rosto. – Minha princesa! – A abraça forte.
Sorri vendo aquela cena e resolvi sair de lá e deixa-los a sós.
– Ok, como que você a achou? – Jane perguntou sem entender.
– Ela trabalha na casa dos Cullen, acredita? – Perguntei rindo.
– E o que você estava fazendo lá há essa hora? Quando eu te liguei estava no hospital. – Me olhou maliciosa. – Como é o quarto da Alice? – Ri dela.
– Juro que não sei. – pisquei e ela gargalhou.
– Que isso Bellinha... – me cutucou.
– Alice não me deu trégua um minuto, te juro que pensei que não sairia daquela cama hoje! – Rimos.
– Bom, você vai me ajudar no jantar, certo? – Perguntou e assenti. – ótimo, te espero lá em casa. – Nos abraçamos e peguei o carro e voltei para casa.
[...]
– Então, como você esta? – Perguntei a Rose. Já passavam das 16h quando resolvi ir ver minha irmã. Quando entrei no quarto a vi com Anne dormindo em seus braços.
– Bem, você me parece um pouco cansada. – Comentou.
– Sua irmã não me deixou descansar muito. – Ela segurou a gargalhada por conta da filha.
– Meu Deus do Céu. – mordeu os lábios para não rir.
– É, eu sei... Suas irmãs são fogo! – Ela assentiu. – Mas então, vai sair amanhã mesmo?
– Sim, antes do almoço eu já vou estar em casa. – beijei sua testa e acaricie a cabeça da sua pequena. – Você nunca sonhou em ter filhos, Bella? – Perguntou.
– Na verdade não, acho que não levo jeito para isso. – Ri.
– Você seria uma mãe perfeita, tenho certeza. – Beijei sua mão e neguei.
– Você nasceu para isso, eu apenas para ser a tia legal e predileta. – riu negando com a cabeça.
– Meu irmão não presta. – a olhei incrédula.
– Vai mesmo continuar com isso? – ela assentiu. – Se não fosse por Anne e você ter acabodo de ganhar Charlie... – A ameacei e ela riu alto.
– Hurum... Você não faria nada. – dei de ombros.
– Tenho que ir antes de Jane me mate, daqui a pouco é o jantar, ela esta ansiosa. – ela assentiu. Dei outro beijo em sua testa. – Te amo, mana.
– Também te amo, mano. – suspirei pesadamente e resolvi ignorar aquilo.
Sai do hospital e fui para casa.
[...]
– Bella... O que eu faço? – Jane perguntou um pouco nervosa. Eu havia chegado em casa a pouco mais de 10 segundos.
– Boa noite amada amiga, como é bom revê-la! Como estava sua irmã? E o filho dela é menino ou menina? – falei sarcasticamente.
– Me desculpa como foi lá? – perguntou mais tranquila.
– Bem, pude conversar com minha irmã e vi meu sobrinho. Charlie Swan Cullen. – sorri e ela também.
– Fico feliz por você, mas agora... PODE ME AJUDAR? – gritou e Jasper latiu para ela. – Me desculpa Jazz, mas estou estressada!
– Calma, seu pai só vai vir comer aqui...
– E conhecer minha noiva... – falou o óbvio.
– Mas ele já a conhecia, não é? – perguntei com duvida.
– A verdade? – neguei com a cabeça.
– Você não fez isso... – Assentiu. – Escondeu seu namoro até agora? – Sorriu amarelo. – Entendo o Sr. Volturi agora, eu mesma te daria uns cascudos! – abaixou a cabeça e sentou na cadeira perto do balcão da cozinha. – Vamos fazer um strogonoff de camarão, lasanha de frango e um mousse, ou prefere um bolo? – perguntei.
– Os dois, meu pai gosta de bolo, já Kate ama mousse. – sorri assentindo.
– Vá ao supermercado aqui perto e compre os ingredientes do bolo e mousse, camarão e... – Passei uma lista de ingredientes e ela saiu correndo. – Crianças. – Impliquei com ela.
[...]
– Pronto, agora vou tomar um banho porque eu tenho que ficar diva! – Jane falou ao terminar de arrumar a mesa.
– Vai lá, diva. – ri dela. – Eu vou seguir seu exemplo, Alice chega daqui a pouco. – Subi as escadas. Tomei um banho rápido e volte para o quarto, fiquei uns 10 minutos na frente do espelho, me analisando.
– Sério, eu não tenho peito, não tenho bunda, e minha beleza não é lá grandes coisas... Alice, o que você viu em mim? – perguntei a mim mesma.
– Você tem pegada, acho que ela viu isso. – Jane apareceu no meu quarto e abriu meu guarda roupa. – Que tal parar de ficar ai se auto criticando e terminar de se arrumar? Já são 19h20min... – Assenti. – E a proposito, você é linda. – piscou e sorri com isso.
Resolvi colocar um vestido hoje, queria inovar. Peguei um azul, que há algum tempo atrás ganhei de Jane. Passei pouca maquiagem e pronto. É, eu nunca vou conseguir me arrumar de mais, não mesmo...
TOC,TOC,TOC.
Na hora marcada alguém bateu na porta. Jane correu e quase caiu para trás quando a abriu. Era uma mulher linda, quase que não a reconheci. Seus olhos estavam com uma maquiagem escura, seus lábios bastante vermelhos, seu cabelo meio cacheado e um vestido, um pouco acima da coxa, vermelho sangue. Incrivelmente linda.
– Alice? – Jane perguntou sem voz. A morena sorriu e olhou para mim.
– Olá Jane, como vai? – perguntou educadamente e a cumprimentou com dois beijos.
– UAUUU, Está linda. – Elogiou e a deu passagem. – Entre, acho melhor ir buscar um lencinho para limpar a boca da babona ali. – Implicou comigo. Eu realmente estava de boca aberta. Ela estava esplendida!
– Está ruim? Você não gostou? – perguntou um pouco receosa.
Andei até ela e a puxei para mim. Acariciei seu rosto e sorri.
– Não, você está... Está... Linda, perfeita, magnifica! – sorriu e me deu um selinho.
– Que bom que gostou, é só para você. – e sussurrou em meu ouvido. – Uma produção fácil de tirar. – lembrou-se do que falei no dia anterior.
– Alice... – a puxei mais para mim e apertei sua bunda. – Não me provoque... Acho que já tivemos de mais para um dia, não? – eu quase gemi em seu ouvido quando lambeu minha orelha.
– Her... Cof, cof... – Alguém forçou uma tosse, uma tosse muito mal feita. – Crianças, ao menos esperem o jantar, depois libero o Play para vocês. – sorriu maliciosa e eu retribuí.
– Pode deixar, Jane, sei me comportar. – Peguei na mão de Alice e a puxei para sala. Nos sentemos no sofá e a puxei para meu peito. – Você esta realmente linda. – falei enquanto acariciava sua mão. – Perfeita.
– Obrigada. – agradeceu. – Fiz isso pensando em você... – passou a mão na parte exposta da minha coxa, me arrepiei todinha. – E você ficou encantadora nesse vestido. – sorri sem graça. – Muito linda. – se virou e aproximou-se de meus lábios. – E é fácil de tirar. – a peguei pela nuca e a puxei para meus lábios.
Um beijo selvagem e maravilhoso. Ele tinha um gosto perfeito, na verdade todos os beijos com Alice eram assim, saborosos e perfeitos.
– Uau, nunca pensei ver isso um dia. – Ouvi a voz da Kate. Separei-me meio ofegante e olhei para ela.
– Kate. – sorri e ela retribuiu. – Me desculpe por ver isso, mas eu realmente não resisti... – sorriu maliciosa. Amava Kate por isso, ela era tão perva quanto a Jane...
– Bom, eu te entendo perfeitamente. – Jane a agarrou por trás, e a pesar de ser quase 10 cm menor, Jane a beijou no pescoço e Kate fez uma cara maravilhosamente maliciosa. – Quando acaba o jantar? – perguntou se virando e encarando os olhos azuis da loira a sua frente.
– Crianças, se comportem. – Minha vez de implicar. – E Kate, acho que tem um paninho sobrando na cozinha, Jane esta precisando de um. – Kate riu e beijou os lábios de sua noiva.
– Te amo. – Jane sussurrou por cima dos lábios de Kate. Sorri com aquilo.
– Também te amo, meu amor. – acariciou seu rosto e deu-lhe outro selinho.
– Que coisa mais meiga. – me levantei e puxei Alice comigo. – Kate, quero lhe apresentar Mary Alice Cullen, minha mais nova namorada. – a apresentei e Alice sorriu um pouco constrangida. – Alice, essa é a noiva de Jane, Kate William.
– Kate William, a famosa filha do Chef William? – Perguntou sorrindo.
– Sim, essa mesma. – Falei rindo. – Jane catou a filha do Chef. – Rimos.
– Bom, um prazer em conhecê-la. – Alice foi educada.
– Igualmente. – respondeu sorrindo ainda abraçada a Jane. – Bella, como esta sua irmã?
– Bem, e é um menino. – Eu sabia que iria perguntar. – Charlie, em homenagem ao nosso pai. – Sorri com isso.
– Obrigada por tudo, eu ainda não a vi, mas meu pai me contou tudo e ela está lá em casa, amanhã vou vê-la. – falou se referindo a Irina.
– Não por isso. – sorrimos.
– Bella. – Jane me chamou e olhou-me rindo.
– O que?
– Sua boca esta... Só um pouquinho suja. – Olhei para Alice e vi que o seu batom tinha saído quase todo. Ela olhou para mim e reparou a minha boca, rimos juntas.
– Ok, vou me arrumar enquanto o Sr. Volturi não chega, vem Alice? – a chamei e peguei em sua mão subindo para meu quarto.
– Se eu entrar ai não saiu mais, você sabe disso. – Alice sussurrou maliciosa em meu ouvido e eu parei na entrada do meu quarto.
– Quem disse que precisamos entrar? – a puxei e prendi na parede. – Posso me satisfazer aqui mesmo... – beijei seu pescoço e ela segurou firme em minha nuca.
– Bella... Aro vem aqui e... CÉUS! – Quase gritou quando passei minha mão em sua bunda e a apertei forte. – Bella... Mais tarde, agora... Bella... – sussurrou fraco quando meus lábios foram para seu colo.
– Só um pouquinho... Vai. Cadê aquela Alice de mais cedo, hãm? – pedi carinhosamente subindo para seus lábios e o beijando ferozmente.
– Não, Bells... – perdeu a voz quando mordi seu pescoço.
– Eu te quero tanto... Tanto que chega a doer... – confessei enquanto descia meus lábios para o decote de seu vestido.
– Bella! – Ouvi a voz de Jane e me separei de Alice rapidamente. Mísseis e granadas eram disparadas pelo meu olhar. – Bem que desconfiei dessa demora. – Me repreendeu. – Vem, meu pai esta chegando. – falou apreensiva.
– Ok, vou limpar minha boca e estou descendo. – encostei na mão de Alice, mas Jane veio até nós e pegou-a em meu lugar. – Hey. – Exclamei e Alice riu.
– Alice, tenho um banheiro no meu quarto, acho melhor você ir nele. – a puxou e eu fiquei ali, com cara de taxo.
[...]
– Sr. Volturi, como vai? – perguntei assim que abri a porta, Jane ficou com um pouco de receio de abri-la e encara-lo logo de imediato.
– Isabella! Perfeitamente bem. – entrou e me abraçou. – Não tive a oportunidade de agradecê-la pelo que me fez.
– Não por isso. – Nos separei sorrindo e o guiei até a cozinha. – Bom, quero te apresentar Alice Cullen, acho que já a conhece. – assentiu.
– Filha de Carlisle. Como vai? – educado como sempre.
– Bem, e o Sr.?
– Bem, obrigado. – Sorriu.
– Ela é minha namorada. – assentiu.
– Bella é uma excelente pessoa, você tirou sorte grande. – Sorri com aquilo.
– Eu que tive sorte de encontra-la, sua frase esta ao contrario. – Rimos e ele olhou para a filha.
– Pai/Filha. – Os dois disseram juntos e riram.- Pode falar. Não, você primeiro. – Novamente...
– Jane, começa você! – Me estressei e todos riram. Alice me abraçou de lado e Jane começou a falar.
– Pai, her... Gostaria de pedir desculpas novamente, não só a você como a Kate também. – pediu envergonhada. Kate pegou sua mão e a acariciou. – Eu, eu gostaria de lhe apresentar a minha noiva, a mulher da minha vida. – Kate sorriu lindamente e Jane beijou sua mão. – É com ela que eu quero passar cada segundo da minha vida. – Jane romântica... Só com Kate mesmo!
– É um prazer conhece-la, Srta. William. – Aro se aproximou e vi Kate ficar um pouco tensa. – Espero que faça a minha filha feliz. – Quando ele sorriu ela suspirou um pouco aliviada.
– Imenso prazer em lhe conhecer, Sr. Volturi. Jane é a minha vida, mais que minha obrigação faze-la feliz. – Jane sorriu. – E além do mais, eu a amo muito, seria capaz de tudo por ela. – Jane apertou forte sua mão e Aro às olhou entrelaçada.
– Bom... Her... – Ele não estava confortável com aquilo tudo.
– Vamos jantar? – Falei ao perceber isso. – Com uma boa comida, feita por mim. – me gabei e Jane me atacou a bola do Jazz na cara. – Hey, estou falando sério! – riram. – e uma boa taça de vinho pode relaxar e conversar melhor. – Assentiram e fomos para a sala de jantar.
Puxei uma cadeira para Alice se sentar e Jane fez a mesma coisa. Sorrimos cumplices. Aro sentou na ponta da mesa.
– Vamos buscar as coisas, já voltamos. – Falei e puxei Jane comigo
– Espero que isso dê certo, sinto meu pai desconfortável com esse jantar- Jane falou.
– Eu percebi, mas você também não deu tempo para ele assimilar nada! – corou envergonhada. – Vem, vamos servir esse jantar e animar as coisas.
Pegamos os pratos e quando chegamos à sala...
– Sério, Jane é muito desorganizada. Quando criança ela... – vimos os três conversando animadamente.
– Oi? Perdi algo? – perguntei ao colocar a lasanha na mesa.
– Meninas, já estava ficando com fome. – Aro brincou e Alice e Kate riram. – Estavam contando para as meninas de como Jane era quando pequena.
– Corrigindo o Sr., quando ela era criança, porque pequena... – recebi um tapa na nuca. – Ai! – exclamei de dor.
– Idiota você né? – fiz careta e sentamos.
– Não havia me dito que seu pai era medico. – Kate falou com Jane. – e Diretor do hospital de New York! – bateu em seu braço.
– Ai! – fez cara feia. – E o que isso tem de mais? – perguntou.
– Acho que você se esqueceu, mas há quase um ano estou tentando entrar em contato com o diretor daquele hospital, esqueceu que estou precisando de um estágio? – Kate fazia medicina e faltavam menos de dois anos para o término da faculdade. Queria se especializar em neurologia.
– Ah... Desculpa-me eu... – pediu.
– Tudo bem. – Suspirou e colocou comida no prato
– Passe lá amanhã, conversaremos direito. – Aro sorriu para ela. – Mas saiba que mesmo sendo noiva da minha filha não será fácil se manter lá! – falou firme.
– Nunca esperei por isso. – sorriu lindamente.
– Acho que esta tudo indo bem... – comentei com Alice.
– Concordo. Vamos ficar até o final? – perguntou.
– Não, terminando o jantar vamos deixa-los a sós... Quer dizer, vamos ficar a sós. – beijei sua bochecha e ela sorriu de lado.
– Bom, muito bom. – Voltou a comer.
[...]
– Realmente, Bella, você cozinha divinalmente. – Aro me elogiou quando todos acabaram de comer.
– Obrigada. – Agradeci e pisquei para Jane.
– Idiota. – Rebateu.
– Bom, vou deixa-los a sós um pouco, acho que ainda tem o que conversarem! – Falei enquanto levantava e puxava Alice comigo. – Qualquer coisa, Jane, não me chame. – Ela riu e assentiu.
– Não sou doida nem de ligar. – Kate e Aro ficaram sem entender nada, mas Alice sim, essa ficou com vergonha e escondeu a cabeça em meu peito.
– Vamos? – praticamente implorou.
– Claro. – beijei sua cabeça. – Boa noite a todos. – Me despedi e subi as escadas com Alice atrás de mim. Abri a porta e a tranquei assim que ela passou.
– Nossa, você cozinha maravilhosamente bem, suas mãos são de fadas e... – A agarrei por trás e beijei seu pescoço. – Bella... – fechou os olhos e apreciou meu carinho.
– Minhas mãos são de fadas? Cozinham bem? – perguntei enquanto a levava para cama.
– Hurum, perfeitas... – me encarou quando a joguei na cama.
– Posso te mostrar que elas têm outras utilidades... – falei maliciosa
– A é? – assenti. – Qual? – provocou e eu sorri torto. Retirei meu vestido e fiquei de calcinha e sutiã na sua frente. – Bells... – Gemeu a me ver assim.
– Olha, sem tocar-lhe eu já a fiz gemer... Imagina com essas mãos de fadas? – ela abriu um sorriso enorme.
Subi na cama e engatinhei até ela e coloquei meu corpo sobre o seu. Cheirei seu pescoço e acariciei seu rosto.
– Tão linda...- sussurrei em seu ouvido.
– Tão perfeita. – respondeu no mesmo tom e me virou na cama, ficando por cima de mim.
– Perfeita? É? – ela sorriu e colocou suas mãos em cima do meu sutiã. – Não... – Falei quase gemendo. – Primeiro vamos igualar as coisas, você esta vestida de mais! – falei e assentiu.
– Se é isso que nos impedi... – Falou rindo. Me sentei na cama, com ela em meu colo, e abri seu zíper. Deslizei minha mão por seu corpo e parei em cima da sua coxa. – Ham... Bells... – fechou os olhos apreciando esse meu carinho.
Subi seu vestido e o retirei completamente, a deixando apenas de calcinha e sutiã, igualmente a mim.
Beijei seu pescoço e dei um chupão, que com certeza deixaria marca. – Ahnnn. – Gemeu baixinho em meu ouvido. Passeei minhas mãos livremente pelo seu corpo e só parei quando cheguei no fecho do seu sutiã.
– Você é perfeita, Alice. – sussurrei em seu ouvido após me livrar daquilo.
– E você é maravilhosa! – respondeu e me desgrudei dela para poder apreciar seu corpo por inteiro.
– Eu que pensei que nunca amaria novamente, que nunca seria feliz outra vez... Olha só que irônico, estou com o paraíso em minhas mãos e a felicidade em meu colo. – ela sorriu lindamente. – Eu te amo muito, Alice, você não imagina o quanto de amor que é dirigido a você está em meu peito. – peguei sua mão e coloquei-a em cima de meu coração. – Senti isso? – Ele estava acelerado.
– Sim, esta batendo forte. – Falou com um sorriso no rosto.
– Isso só acontece com ele quando está com você. – beijei sua mão e coloquei em meu rosto. – Olhe bem em meus olhos. – olhou. – Ele só tem uma única direção, e essa direção é você! – deu um pequeno sorriso. – Minh amente pensa em você quase que 24h, meu corpo clama pelo seu 48h por dia... Meu coração só bate por você e bate ainda mais ao saber que você retribui esse pequeno carinho que ele consegue transmitir para você. – ela deixa uma lágrima rolar por sua face e me beija.
– Eu te amo. – não era preciso dizer mais nada, essas simples três palavras fizeram meu coração se aquecer ainda mais e a beijei calma e apaixonadamente. – Te amo como minha vida.
Sorri e a deitei na cama, beijei seu corpo por inteiro e a amei o resto da noite...
Notas finais
Sei lá, uma recomendaçãozinha?? Ain... Estou me sentindo uma mendiga pedindo isso a voces... MAS QUAL AUTORA NÃO PODE?? kkkkkkk
Bom, até a próxima. E só lembrando, Sábado ultimo capitulo de Precisava Te Dizer!!
Bsus, Lary ><"
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