Acaso Do Destino

16 Resistindo a você


Notas iniciais
Na boa, quase 250 reviews... Nossa, nossa!!! Voces tem noção de ocmo estou soltando fogos?? kk' Mais duas recomedações ><'. Gabillinda e Amanda Melquiades, voces são tão fofas, lindas e meigas ><'
Muito obrigada, amei e fiquei emocionada com cada uma!

Então, eu disse que se tivesse 245 reviews eu postaria, né? Pois bem, eu ia postar mais cedo só que teve um porem... Ontem eu quebrei meu oculos '-'. Sim, eu tenho lentes, mas não é a mesma coisa. Fico com dor de cabeça quando a uso e vou para o PC. Então voces imaginam como eu estou agora né?

Bom, uma ótima leitura a todas!

POV Alice.

Ver Bella saindo de casa logo após me entregar nossa aliança e pedindo um tempo com certeza acabou comigo. Cai de joelhos no chão e comecei a soluçar.

– Alice. – Emm se abaixou e me abraçou forte. –Venha, não fique ai. – Eu me recusava a sair do chão. Pegou-me no colo e se sentou no sofá junto comigo. Acolheu-me em seus braços e acariciou minhas costas dizendo palavras de conforto.

– Não diga isso a ela, Emmett! – Rose repreendeu seu marido e olhou dura para mim. – Como você teve coragem de fazer isso? – Rose perguntou nervosa.

– Rose... – Eu solucei mais ainda.

– Rosalie, Alice já está sofrendo, não a julgue mais. – Emm implorou a esposa.

– Não estou a julgando, longe disso. Só estou querendo saber como ela teve coragem de fazer isso! Bella... Bella... Eu nunca vi minha irmã chorar! Os 18 anos que ficamos juntas em nenhum momento eu tive que ampara-la! Claro, tirando a morte do papai. – Respirou fundo e encarou-me. – Alice, você tinha uma mulher que era louca por você, sabia? – Assenti. – Bella estava trabalhando duro, mas te amava.

– Eu a amo. – sussurrei.

– Não parece! Você não demonstra isso! – jogou na minha cara. – A confiança de Bella é uma coisa fácil de conquistar, sabe por quê? – neguei. – Por que ela tem um bom coração, por que ela acha que todos são bons! – sentou no outro sofá e continuou a falar. – Mas tudo que vem fácil vai embora fácil, sabia? – Respirei fundo e me encolhi mais no colo do meu irmão. – Alice, se Bella perdeu a confiança que tinha em você... – respirou fundo e completou. – Vocês realmente não têm mais volta!

– Não diga isso, Rose, por favor! – Implore.

– Digo isso e muito mais, e...

– E nada, Rosalie se controle, Alice está se acabando em lágrimas. – Esme repreendeu sua filha e veio até mim.

– Me perdoe Esme, eu não... – Colocou um dedo em meus lábios e sorriu carinhosamente.

– Não é a mim que você deve perdão, e a única pessoa que você devia não quer muito saber de você. – Concordei. – Bella é minha filha, mas esses anos que passei separada dela me fez ver como não a conheço direito. – Ajoelhou-se e falou olhando em meus olhos. – Isabella nunca foi de expor seus sentimentos, puxou muito ao pai nesse quesito, e pelo simples fato de ter chorado por você na nossa frente mostra que o que ela sente por você é algo muito grande, que chega ser maior do que qualquer mágoa que ela esteja sentindo agora. – Sorri.

– Você acha que ela vai me perdoar? – Um fio de esperança começou a nascer de uma forma tão intensa que pensei ser irreal.

– Sim, creio que vocês ainda voltaram a ficar juntas. – beijou minha mão e acariciou meu rosto.

– Rose está certa, você quebrou a confiança dela, e para você ter isso de volta... – Assenti.

– Eu farei de tudo para ter minha Bella de volta! – Falei decidida!

– Então que tal começar isso agora? Tipo, Bella é uma gata e o que não falta é pretendente, e para completar ela é Tenente! E que Tenente! – Jess falou entrando na casa da minha irmã.

– O que faz aqui? – Me assustei com ela.

– Uai, eu sabia que deveria vir conversar com você, somos amigas, certo? – Sorri para ela concordando. – Então, na sua casa tinha ninguém e como já passou da hora de você sair da loja, vim para o lugar mais óbvio. – Veio até mim. – Com licença. – Ajoelhou-se do lado da minha mãe. – Vai mesmo ficar ai chorando sobre o leite derramado ou vai dar um jeito de voltar a ter à gostosa lá dividindo a cama com você? – perguntou sorrindo sapeca.

Levantei-me e sequei o máximo que pude as minhas lágrimas.

– Você está certa. – Peguei minha bolsa. – Eu preciso ter o que é meu de volta o mais rápido possível! – Sorriu.

– Enquanto você vai a luta por esse sonho americano, – rimos. – Me deixe em casa, vim de busu e você sabe como eu detesto pegar essa joça! — Abracei minha amiga fortemente. – Por favor, sem melação!

– Você realmente é uma amiga verdadeira, Jess. – Beijei sue rosto.

– Apenas acho que você e a gostosona lá fazem um ótimo casal, só por isso. – Não quis dar o braço a torcer e dizer que me amava também, Jessica realmente era uma figura. – Mas ir para casa não vai adiantar nada. Vi Bella passando de carro por mim indo em direção ao centro.

– Ela deve ter voltado para delegacia. – Rose comentou.

– Eu vou para casa e vou tentar preparar algo para ela comer. Farei um jantar para nós duas! – Sorri.

– Ótimo, eu te ajudo. – Jess me puxou. – Tchau Rose, Emm Tia Esme. – Minha mãe riu e se despediu.

– Alice. – Rose me chamou e virei-me para ela. – Se minha irmã chorar de novo por você eu pego a arma dela e te mato! – Falou raivosa.

– Eu vou lhe implorar por isso! – Sorri. Entrei no carro e Jess no lado do carona. – Então, o que faremos para ela?

– Que tal uma bela macarronada? – Ri quando lambeu os lábios. – Bella é Italiano, não? Então, perfeito!

– Jess... – neguei e segui para minha casa e da Bella.

Estacionei o carro e quando abri a porta fui recebida por um lindo lobinho.

– Jazz, meu lindo. – Me abaixei e recebi várias lambidas. – Bella está ai? – Latiu e sentou-se ficando quietinho. – Acho que não heim. – acariciei sua cabeça. – Jess, dá uma volta com ele? Acho que ele precisa de ar, está muito tempo aqui dentro de casa.

– Claro, vem cá seu lindão! – minha amiga com certeza era sem noção! Jazz latiu e Jessica deu um passo para trás. – Calma ai garoto, eu sou do bem, ok?

– Calma ai Jazz, ela é minha amiga, vai te levar para passear. – Ri dele e coloquei sua coleira. – Segura firme, ele costuma puxar. – Me olhou desconfiada. Pegou na alça da coleira e deu um nó no pulso.

– Fugir de mim tu não vai! – Ri quando se aqueceu e saiu sendo arrastada pelo Jazz.

– Ok, se ele voltar vivo está valendo.

Entrei em casa, tomei um banho e fui direto para cozinha. Hoje eu faria uma comida especial, algo que com certeza agradaria a minha Bella!

“- Acho que um tempo é exatamente aquilo que estamos precisando. — Beijou minha testa. – Quem sabe com ele eu possa voltar a ter um pouco de confiança em você?”

– Não, Bella, eu não preciso de um tempo para pensar, eu quero você! – Falei decidida e comecei a preparar o seu prato predileto, Lasanha! – E eu vou conquistar sua confiança, eu vou!

POV. Bella.

Assim que sai da casa da minha irmã eu dirigi pela idade, queria relaxar um pouco. Quando olhei para o bairro em que eu estava me assustei, era aqui que Jake morava!

– Que tal uma visita surpresa ao meu afilhado? – Sorri e comecei a dirigir em direção a sua casa. Eu precisava me distrair, o que melhor que ver meu amado afilhado?

– Quem é? – Leah perguntou assim que bati na sua porta.

– A pessoa mais gata do mundo. – Abriu a porta e sorriu.

– Bella! – Nos abraçamos e logo me soltou. – Quanto tempo! – Assenti. – Entra, venha, acho que Tyler ainda está acordado.

– Recebi um ultimato do Jake, eu realmente sou uma madrinha muito da irresponsável. – Rimos e logo vi um vulto correndo e pulando em meu colo. – TYLER! – Gritei assustada e rindo. – Tudo bem, garoto? – beijei seu rosto e fui sufocada em um abraço mega apertado.

– DINDA! QUE SAUDADES! – Me apertou.

– Desculpa à dinda, meu anjo, ela é uma enrolada. – rimos. – Você está bem?

– MELHOR AGORA! – Ri dele e beijei sua testa.

– A dinda não trouxe nada para você, me desculpa? – pedi a ele.

– A senhora ta aqui, tem presente maior? – Me emocionei com isso. Me abaixei e o abracei ainda mais forte e apertado.

– Você é muito perfeito, sabia? – Assentiu. – E convencido que nem o pai. – Leah riu e concordou. – Cadê o Jake? – Questionei.

– Na delegacia, havia esquecido uns arquivos, ele teria que fazer alguma coisa...

– Relatórios, meu amor. – Jake entrou e sorriu ao me ver. – Pelo visto você lembrou do seu afilhado.

– Depois da dura que recebi ao ser expulsa da minha sala, nem tinha como não lembrar. – Rimos e me abraçou.

– É bom vê-la aqui, já jantou? – Neguei. – Ótimo. Leah coloque mais agua no feijão. – Rimos e ela andou até a cozinha. – Então, como você está? – Quando eu ia responder um garotinho, dois anos mais novo que o Tyler, veio correndo e pulou em mim.

– JOE! – Ri ao cair no chão com ele em cima de mim.

– TIA Bella! — Eu realmente estava há muito tempo sem ver esses dois. Como eu sou uma péssima tia!

– Meu anjo, como você cresceu!

– Não repararia nisso se parece de sumir. – Leah me repreendeu.

– Tapa na cara da Bella. – riu. – Eu sei que estou sumida, mas dá um desconto? – riu.

– Venham, meninos vão lavar as mãos e você também. – aprontou para mim. – Jake, preciso que compre refrigerante. Panquecas sem algo para beber não dá! – sorri.

– Eu compro, bora Jake, onde vende por aqui?

– Vou com você. – Beijou sua mulher. –Mais alguma coisa, amor?

– Hum... Mais um beijo. – Sorri olhando para eles. Faziam um casal tão lindo.

– Ok, até dois! – Jake acariciou seu rosto e a beijo com carinho e amor. Fechei os olhos e olhei para fora.

– Estou indo na frente. – Me levantei e beijei Joe. Sai da casa e logo Jake veio atrás de mim.

– O que foi Bells? – Me abraçou de lado e andamos assim. – Será que agora você vai confiar em mim e me dizer por que estava daquele jeito? – Encostei minha cabeça em seu ombro e neguei.

– Coisas tristes merecem ser esquecidas! – beijou minha testa e sorriu.

– Bom, o que quer que seja vai passar, o tempo cura tudo. – sorriu.

– Tomara. – Respirei fundo.

Realmente a noite na casa do Jake foi bem animado, um jantar repleto de brincadeiras e muita palhaçada.

– Quando sua tia era mais nova eu tinha uma pequena quedinha por ela, até namoramos, mas depois eu realmente pude operar minhas vistas e vi com quem eu estava. – Olhei chocada para o Jake e dei um soco no seu braço. – HEY!

– Hey nada, isso é coisa que se fala? – jogou um travesseiro em mim.

– Você já teve filhos com a titia? – Joe perguntou. Gargalhei MUITO alto.

– Não meu querido, não MESMO! – Olhei para Leah. – Isso ai eu deixei para sua mãe. – Pisquei e ela riu.

– Você gostava da dinda como gostava da mamãe? – Tyler perguntou no meu colo.

– No começo eu acho que sim, adolescente acha tudo tão lindo e se apaixona fácil. – Concordei.

– Mas Jake era mais meu amigo do que namorado. Vimos que nossa relação era de irmãos e não de casal. – Beijei sua testa. – Nos separamos e logo depois Leah apareceu na vida do seu pai, devo dizer que foi a melhor coisa que aconteceu para ele? Preciso mesmo?

– Por quê? – Ele perguntou e Leah sorriu no colo do marido e abraçada ao Joe.

– Olha que dois moleques lindos que nasceram! – ele se virou e me abraçou. – Que abraço gostoso! – Retribui.

– Meninos já passaram da hora de vocês dormirem! – Leah se levantou e os dois fizeram bicos.

– Não, deixa a gente ficar mais um pouco com a tia Bella. – Joe pediu.

– Outro dia ela vem aqui, não é Bella? – Assenti.

– Juro, juradinho! – Beijei meus dedos e Tyler se levantou e me deu um beijo na bochecha.

– Dinda, vem comigo? Me coloca pra dormir? – Pediu Fazendo uma cara irresistível.

– Claro meu anjo. – Me levantei e o peguei. – E você moleque, quer também? – Sorriu e veio até mim. Abaixei-me e o peguei. Os dois eram leves. – Estou me sentindo a MULHER MARAVILHA!

– Menos Bella, BEM menos. – Jake pediu. – Vem, vou mostrar o...

– Eu me lembro ainda, seu idiota. – Chutei sua canela e subi as escadas com os dois no colo.

– Dinda, conta uma história para gente? – Tyler pediu manhoso quando chegamos ao quarto deles.

– Contar história? Mas eu não sei fazer isso! – confessei e fiz bico. – Posso tocar uma musica para vocês, o que acham? – Perguntei.

– EBA! – Sorri e os coloquei no chão. Arrumei Joe na caminha dele e dei um beijo em sua testa. Fiz a mesma coisa com o Tyler.

– Onde está o violão? – Perguntei.

– Opa, Tenente Swan tocando para nós! – Jake entrou no quarto com sua mulher. Foi até o guarda roupa e pegou o violão. – Aqui.

– Valeu. O que querem ouvir? – Me sentei próximo a eles e posicionei o violão.

– Que tal uma musica animada? – Tyler pediu. – Call me Maybe! – Sorri.

– Ok, só vou tocar e vocês cantam! – Assentiram. Comecei a tocar as notas e os meninos a cantarem animadamente. Até Jake e Leah entraram na alegria. No refrão ninguém se segurou, todos cantaram.

Hey, I just met you,
And this is crazy,
But here's my number,
So call me, maybe?

It's hard to look right,
At you baaaabeh,
But here's my number,
So call me, maybe?”

– Ok! – Quando parei de tocar todos já estavam rindo e se divertindo. – Isso deveria ser pra vocês dormirem e não ficarem mais acordados! – Repreendi rindo.

– Ok, chega de musica por hoje! – Jake pediu e os meninos lamentaram.

– Só mais uma, papai! – imploraram.

– Bella, uma bem calminha, POR FAVOR. – ri dele e assenti. Jake sentou com Tyler e Leah com Joe. Pensei numa musica calma e bem tranquila. Ou melhor, uma melodia calma.

Eu comecei a passar meus dedos pelas cordas e a melodia invadiu o quarto, minha voz não era a melhor do mundo, mas era razoável. Cantava baixo e lentamente. A musica era brasileira e por isso os meninos não prestavam muito a atenção na letra, mas ela tinha um significado para mim, a letra dela me definia em algumas estrofes.

“O suor e o cansaço fazem parte dos meus passos,
o que nunca esqueci é de onde vim,
e o que tem por dentro, ninguém pode roubar.

Descanso agora, pois os dias ruins, todo mundo tem,
já jurei pra mim, não desanimar.
E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar,
o mundo vai girar, e eu espero a minha vez.”

Eu fechei os olhos ao cantar essa parte, assim que terminei a letra e finalizei no violão abri meus olhos e vi duas lindas crianças dormindo profundamente e dois adultos me olhando sorrindo.

Eles se levantaram, ajeitaram os filhos na cama e eu aproveitei para guardar o violão. Dei um beijo em cada um dos meninos e descemos para a sala.

– Você canta muito bem, Bella. – Leah me elogiou.

– Obrigada. – Ri. – Bom acho melhor ir. – Olhei no relógio e vi que já passavam de meia noite.

– É, meio tarde. – Jake sorriu. – Quer que eu lhe deixe em casa?

– Não precisa, estou de carro. – Dei um abraço na Leah e outro no Jake. – Te vejo amanhã, policial. – riu e concordou.

Sai da casa e entrei no carro. Agora era ir para minha linda residência...

As ruas de NY estavam bem animadas para uma madrugada de terça feira. Cheguei em casa eram quase 1h da manhã. Estacionei o carro e entrei trancando o porta.

Mas o que vi me surpreendeu e de certa forma me fez sorrir. Alice estava deitada no sofá, linda. De vestido e maquiada. Uma verdadeira princesa.

Andei até ela e vi que tinha um celular em suas mãos e meu numero estava digitado nele, mas parece que não teve coragem de me ligar. Ela estava deitada toda torta e com certeza teria uma bela dor no corpo quando acordasse.

Andei até a cozinha e me surpreendia ainda mais ao ver a mesa arrumada para um jantar a dois, tinha até velas!

Abri a geladeira e vi um vinho pela metade e mousse de maracujá intocável. Peguei uma taça e peguei uma boa quantia. E devo confessar Alice cozinha MUITO bem! Abri o forno e vi que havia uma lasanha ali. Acho que isso tudo era para mim, Alice queria me fazer uma surpresa...

Suspirei e terminei de comer o mousse. Guardei a taça e voltei para sala. Reparei bem nela, linda e encantadora. Perfeita, uma verdadeira deusa. Admirar ela era uma coisa que eu nunca cansaria de fazer, nunca pararia de fazer!

– É impossível ficar tão distante e ao mesmo tempo tão perto de você, Alice. – meus lábios sorriam, mas meus olhos só havia tristeza.

Subi e tomei um banho rápido e logo em seguida colocando uma roupa confortável. Voltei para sala, fui até ela e a peguei com cuidado, não queria que acordasse dolorida ou algo do tipo, apesar de tudo eu me preocupo com ela, impossível não me preocupar.

Subi com ela em meu colo e a vi abrir os olhos lentamente.

– Minha Bella. – Sua voz estava alterada, agora eu sei como que aquele vinho foi parar na metade da garrafa... – Eu fiz um jantarrrr bem gostosooo para nós. – Agarrou meu pescoço e descansou sua cabeça em meu peito. – Mas você não apareceu, meu amor. – Lamentou. – Fiquei te esperando até agora... – Fez biquinho e eu ri. Alice estava bêbada. – Não ri meu amor, é sério! – Entrei no quarto e a coloquei na cama. Retirei seu vestido e tive que respirar fundo. Alice estava com um lindo conjunto vermelho. Realmente ela tinha planos para nós hoje. Com certeza se eu tivesse vindo para casa nosso destino final seria a cama...

Eu não... Eu não tenho forças para ficar longe dela, mas também não tenho cabeça para ficar ao seu lado. Respirei fundo, mais uma vez, e a ajeitei na cama.

– Vem cá meu amor! – Me puxou pelo pescoço. Como eu estava sem minha perna de apoio, cai em cima dela. – Me dá um beijo? – Pediu fazendo biquinho.

– Alice, você não está em sã. – Soltei suas mãos do meu pescoço e ela enlaçou minha cintura com sua perna, fazendo sua intimidade ficar bem em cima do meu ventre. Meu coração acelerou. Esse grande traidor!

– Estou sim, meu amor. – abraçou meu pescoço novamente e me puxou novamente. Beijou meu pescoço e fiquei completamente arrepiada. – Eu te desejando tanto, te quero tanto! Minha Tenente gostosa. – Sorri e mordeu minha orelha. Mordi meus lábios para conter um gemido.

– Alice. – Suspirei. – Me solta. – Retirei novamente seus braços de mim. Aproveitei e tirei também suas pernas. – É melhor você dormir. – Pedi.

– Não! Eu quero você! Quero provar você e sentir seus dedos em mim! – Me jogou na cama e deitou em cima de mim.

– Alice, Não! – Tentei ser dura, mas Alice estava tão embriagada que acabei rindo. – Vem Alice, durma. – A deitei na cama e se agarrou no meu pescoço e jogou uma perna em cima de mim.

– Dormi comigo então? – fez manha. – Você é tão cheirosa, sabia? – cheirou meu ombro e ri.

– Alice, você está muito bêbada. – riu alto.

–Bêbada de amor! – Encarei seus olhos e ela retribuiu meu olhar. Sorriu e começou a brincar com uma mecha do meu cabelo.

– Sabe, meu amor... Eu realmente nunca havia ficado com nenhuma garota antes de você, todos os rapazes com quem transei foram ótimos, mas você com certeza passa deles, facin facin. – Hora das revelações. Segurei minha gargalhada ao ouvi-la dizer o resto. – Lembra-se do James? Então, ele tinha pau pequeno, um horror né? – concordei com ela. – Bom, teve o Pinto... – A olhei entranha. – PIETRO. – se corrigiu e gargalhou. – Ele era grande, mas era mais fino que seu dedo, amor. – beijou minha mão. – Você é tão perfeita... – Mudou de assunto.

– Alice, acho melhor você dormir.

– Só durmo se você me perdoar! – fez bico e se aproximou dos meus lábios. – Eu não sei viver sem você, meu amor. Eu beijei a Ângela sim! Ela tinha uns lábios bons, mas os seus são maravilhosos, os seus são perfeitos, só os seus me fazem ficar completamente molhada quando encostam nos meus. – me deu um selinho. Pegou minha mão e colocou na sua intimidade. Não tive tempo de reagir, foi muito rápido.

Alice estava extremamente molhada. Ela viu minha cara de prazer e esfregou meus dedos ali e gemeu baixinho no meu ouvido.

– Enfia ele, vai. – pediu tentando ser sensual.

– Alice... – Arfei e retirei meus dedos de lá. — É melhor você dormir. – quando ia me levantar ela me prendeu novamente e me abraçou colocando sua cabeça no meu peito.

– Não, quero dormir abraçadinha a você. – pediu fechando os olhos.

– Acho melhor...

– Shiii. – mandou. – Fica quietinha e vamos dormir. – Ri dela. Alice quando está alterada tem uma incrível capacidade de mudar de assunto. Para quem queria transar agora pouco, acabou dormindo no meu peito. – Te amo, amor. – Foi a ultima coisa que falou antes de realmente cair no mundo dos sonhos.

– Alice... Como você consegue isso? – Perguntei ainda ofegante. – Eu estou com muita raiva de você, mas não consigo me afastar! – bufei e joguei minha cabeça para trás. – Você com certeza e dona do meu coração, você com certeza é meu grande amor, mas eu não consigo... – Eu ia me levanta, mas Alice me apertou ainda mais em seus braços e acabei desistindo.

Relaxei na cama e a senti sorrir. Observei-a dormindo e acariciei suas costas. Um anjo, um anjo tão lindo que eu não saberia viver sem...

“– Ela não beijou sozinha, sabe que sem uma conversar você está deixando o caminho livre para a outra. – Arfei. – Se você não quer a menina, a dispense logo, mas terá que aceitar e conviver com ela beijando e dormindo com outra, aquela que fez de tudo para separa-las. – Fiquei rígida. – Está vendo? Você consegue se imaginar sozinha e a vendo feliz com outro? – Neguei. – Então por que você não para, a chame para conversar, e resolva essa situação? – alisou mais meu cabelo.”

Mari estava certa, eu não consigo imaginar meu futuro sem ela. Alisei o rosto de Alice.

– Só me dê um tempo, Alice, deixe minhas desconfianças irem ir embora, depois vamos resolver nossas vidas... – Beijei sua cabeça. – Se você conseguir esperar...- Fechei os olhos e acabei dormindo abraçada a ela.

Notas finais
Eai, comentarios? Recomendações?

Ficou muito ruim? Deixem a opinião de voces!

Bsus, Lary ><"