Acaso Do Destino

27 Plano em prática


Notas iniciais
Bom, tempão longe de voces, não? Perdão, mas espero que curtão esse cap ;)

Ahhh, é mais como um bonus para voces... um pouco de Hot para esquentar a noite de sábado de vcs ;)

Boa leitura

POV. Bella

Ao sair da casa de Jane e dirigir para a faculdade da Alice, a lembrança do nosso café da manhã me atingiu. Claro que veio também aquela parte maravilhosa a qual eu gozo intensamente, mas a que me fez sorrir maliciosa foi a da “sinto falta da sua pegada”. Bom, acho que estou devendo uma rodada de gozo a minha namorada, perdão, noiva, e claro, do jeito que costumávamos fazer.

Mudei a rota do meu caminho e dirigi rapidamente para casa, hora de colocar o que me veio em mente em pratica!

[...]

- JASPER! – Gritei pelo meu amigo assim que entrei em casa. Jazz veio correndo e pulou em cima de mim. –Calma ai rapaz, tudo bem com você? – Acariciei seu pelo e latiu abanando o rabo. – Bom... Eu estou com presa, mas juro que amanhã eu e Alice vamos sair com você, ok? – Beijei sua cabeça e subi as escadas correndo. – Uma surpresa completa para você, Alice. – Mordi meus lábios ao ver um lingerie que Jane havia me dado de presente há algum tempo e olhei para minha farda. – Perfeito!

Corri para o banheiro e tomei um rápido banho, me depilei completamente e passei um hidratante por todo meu corpo. Voltei para o quarto e coloquei minha roupa, mas antes de sair de lá vi uma coisa que me chamou bastante atenção, um consolo de cinta.

- Bom... Por que não pega-la de vez? – Sorri maliciosa mais uma vez e o peguei. – Vamos preparada logo, não? – Retirei minha roupa e coloquei a cinta, ajustei o consolo de forma que não me incomodasse e que ninguém percebesse. Levantei a calça e coloquei minha boina. Olhei-me no espelho e sorri. – Alice minha pequena, hoje você se arrependerá por ter dito que não tenho pegada... – Ri levemente e desci as escadas correndo. – Até mais Jazz, vou dar um trato na nossa Alice. – Latiu alto e ri.

[...]

Estacionei meu carro na faculdade de Alice e vi que ainda faltava uma hora para que saísse. UAU, Acho que sai cedo de mais da casa de Jane...

- Vamos lá garota, vamos colocar o plano em ação! – Sorri confiante e entrei na faculdade. Todos que passavam me encaravam com os olhos arregalados. Acho que por estar com farda, séria, e não falar com ninguém, foi um dos motivos para temerem-me...

Fui até a secretaria e uma Sra. já de idade me olhou assustada.

- Pois não policial? – perguntou educadamente.

- Boa tarde, gostaria de saber onde fica a sala da turma de moda. – Perguntei educadamente.

- O prédio de moda fica a duas quadras desse a sua esquerda. – Sorriu simpática. – Quem está procurando?

- Mary Alice Cullen. – Usei seu nome completo e vi um lindo sorriso brotar nos lábios da senhora.

- A menina Cullen, um doce de menina! – Me olhou atentamente e sorriu... Maliciosa? É isso mesmo? – Você deve ser a namorada dela, certo? A Tenente Swan? – A olhei assustada, como ela sabia? – Alice passa aqui todas as manhãs e me cumprimenta, fala do seu dia e da sua vida. Somos boas amigas. – Ri levemente. – Ela não fala em outra pessoa a não ser você, fico feliz que tenham voltado, ela estava acabada com a separação. – respirei fundo.

- Eu fiquei ainda mais, pode ter certeza. – Suspirei e sorri logo em seguida. – Mas poderia-me dizer onde é a sala dela? – Assentiu.

- Fica no segundo andar, ultima porta ao final do corredor a esquerda. – Assenti. – Quer que eu lhe leve? – Neguei.

- Eu acho, pode deixar. – Pisquei e me despedi. Sai de lá e fiz exatamente o caminho que me indicou.

- Turma, eu gostaria que vocês formassem duplas e começassem a esboçar algo novo, inovador... – Ao chegar perto da sala que me foi dita, ouvi a voz do professor orientando seus alunos. Cheguei à porta e bati levemente chamando a atenção de todos. Mas a minha Alice e a Jessica não se viraram, estavam concentradas em seu trabalho. – Pois não? – Me olhou com luxuria, sim, seus olhos transbordavam isso.

- Perdão por atrapalhar sua aula, mas poderia falar com uma aluna sua? – Pedi educadamente. Vi Alice ficando arrepiada e pela maneira que levantou os ombros, respirou bem fundo.

- Claro oficial, você pode tudo na minha sala. – Todos deram risinhos maliciosos, ele com certeza era um professor novo, já que todos naquela sala sabiam quem eu era. – Quem seria a meliante? – Tentou sorri sedutoramente. Vi Alice virar-se rapidamente e se levantar.

- Alice Cullen e... – Segurei o riso ao vê-la andar em nossa direção.

- Com licença, professor. — Alice pediu e me olhou séria e intensamente.

Ele a olhou e assentiu. Alice passou por ele e “sem querer” o empurrou para o lado e me agarrou beijando-me profundamente. Confesso que me assustei um pouco com isso, mas já esperava...

Sorri com sua atitude e retribuo na mesma intensidade. Aperto seu quadril contra minha intimidade e Alice arfa contra a minha boca, com certeza sentiu algo diferente.

- Mais o que! – Sorri e me separei de Alice, a abracei por trás e apertei mais minha intimidade com o consolo nela. Mordeu os lábios e respondi o professor.

- Alice Cullen é minha noiva, professor. Gostaria que a liberasse agora, preciso resolver uns assuntos com ela. – Alice ignorou minha fala, soltou-se de mim, pegou sua bolsa e despediu-se de Jessica vindo em minha direção e me puxando pela mão. – Calma. – Ri ao ser arrastada por ela.

- Calma? Nunca mais venha na minha sala, ou melhor, faculdade! Você viu como ele te olhou? CACHORRO! Não viu essa aliança no seu dedo não? – resmungou. – ELA É ENORME! – Exagerou e ri dela. – Está rindo de que, Isabella? – Parei de rir e fiquei séria. – E por que dessa farda? Que eu saiba você ainda não voltou para o serviço! – A parei bruscamente quando chegamos perto de uma salinha, logo vi que se tratava de um “laboratório de moda?”. Abri a porta e nos tranquei lá. – Isabella! – Me repreendeu. – Vamos sair daqui, é proibido a permanecia de alunos sem... Ahm! – Gemeu quando mordi seu pescoço.

- Cala a boca, amor. – Sugeria apertando seu corpo contra a parede e o meu contra o dela.

- Mas que porra é essa aqui? – Começou a descer a mão e a parei antes que descobrisse.

- Está gostando? – Pressiono mais e ela arfa.

- Mudança de sexo, é? – brinca e acabo rindo. Beijo seus lábios fortemente e sugo sua língua com possessão.

Pego sua perna e coloco em volta da minha cintura e ela automaticamente eleva a outra, me abraçando com elas. Passo minha mão livremente pelo seu corpo e aperto sua bunda. Alice geme em meus lábios e arfa quando aperto sua intimidade.

- Bells. Aqui não... – Mordeu os lábios para não gemer mais alto. – Eu posso levar uma advertência... – Sorri de lado e subi minha mão por dentro da sua blusa e apertei seu seio direito sobre o sutiã.

- Está com medo de levar ocorrência, Alice? Calma, seu pai não vai te colocar de castigo por causa disso. – Ironizo e passo a mão para trás dela, abrindo (com certa dificuldade) o fecho do sutiã e libero seus seios dele.

- Eu posso ser expulsa... Bells! – mordeu os lábios fortemente quando apertei ainda mais forte. Coloquei uma perna entre as suas e a apoiei ali, liberei minhas mãos e retirei sua blusa, deixando seus seios amostra.

- E isso não te excita? O perigo de ser pega e expulsa da faculdade? – Me olhou com luxuria e apertei seus dois seios de uma vez. – Confessa, você está tão louca para eu te foder aqui tanto quanto eu de te comer. – Calou minha boca com um beijo selvagem.

A peguei no colo e a levei para a mesa mais próxima que havia ali. Separei nossos lábios, um pouco ofegante, e abocanhei seu seio. Alice evitava gritar, mas em compensação me xingava por inteira. Quando me saciei com os dois resolvi que já era hora de dar um prazer a mais para ela.

Desci trilhando um caminho de beijos até o cós da sua calça, beijando-a calmamente e abri o botão logo em seguida descendo o zíper.

- Bells! – Arfou quando retirei sua calça e fiquei brincando com sua intimidade por cima da calcinha.

- Amor... Caladinha, você está falando de mais. – a repreendo e volto a brincar com sua intimidade. Sua calcinha já estava bem molhada e isso só fez o sorriso em meus lábios aumentar.

Alice rebolou em minha mão e sorri de lado. Livrei-me da sua calcinha e vi como estava meladinha. Passei meu dedo entre seus lábios e ela gemeu roucamente.

- Amor... Isso tudo para mim? – Questiono e ela geme meu nome baixinho à medida que meu dedo subia e descia. Enfio ele todinho e ela rosna entre dentes.

- Você é uma vadia... Me fode direito! – Implora rebolando.

Retiro meu dedo dela e o chupo fazendo uma cara de prazer. Ela me olha com luxuria e geme junto comigo. Começo a passar a mão no consolo dentro da minha calça e ela fica olhando sem entender nada. Desabotoou a calça e desço o zíper puxando o consolo para fora. Alice sorri maliciosa.

- Então era isso... – Retribui seu sorriso e me posicionei entre suas pernas forçando a entrado dele. – Amor! – Alice mordeu os lábios e me ajudou forçando para baixo, fazendo o consolo deslizar por ela com certa facilidade devido sua excitação. – hum, amor! – gemia controladamente, ou tentava, quando eu entrava e saia dela.

Meus movimentos eram fortes e fundos, Alice tinha dificuldades de controlar seus gemidos. Quando acelerei mais meus movimentos a calei com um beijo para abafar seus gritos. Nosso beijo era possessivo e selvagem. Sua língua explorava minha boca com tanta necessidade que gemi em seus lábios.

- Amor... – Ela sussurrou por cima dos meus lábios e rebolou mais. Sai de dentro dela e ouvi seus resmungos. Sorri de lado e ordenei.

- Empina a bundinha, anda! – arfou e saiu da mesa se apoiando nela. Empinou a bunda e passei o consolo bem perto da sua bunda e a ouvi gemer.

- Você não pensa em... – Congelou quando forcei um pouquinho. Sabia que estava tensa e não seria ali o lugar de fode-la desse jeito, deixaria para outra ocasião.

- Não amor, não ainda. – Arregalou os olhos e voltei a penetra-la com o consolo. A abracei por trás e apertei seus seios fortemente. Alice rebolou mais e gemeu.

- Amor... Eu não aguento! – estava ofegante. – Eu vou gozar! – avisou. Parei de penetra-la, a coloquei na mesa e retirei o consolo. Abri suas pernas e passei minha língua por toda sua extensão, sugando todo o seu pre gozo. – Hammmm. – fechou os olhos e jogou a cabeça para trás.

Minha língua sugava tudo o que encontrava e meus dedos logo procuraram por sua fenda. Enfiei três dedos de vez e mordi levemente seu clitóris, a fazendo se contorcer na mesa e gemer palavras incompreensivas. Não foi preciso muito para sentir seu gozo melar totalmente sua intimidade e meus dedos. Suguei seu gozo por completo e dei um tapa ali.

- Bells... – Ela estava ofegante. A virei e beijei seus lábios ferozmente, a fazendo sentir seu próprio gosto. – Uau! – Ainda estava ofegante.

- Ainda não acabei com você, Alice. – Me olhou ofegante e sem entender. – Você disse que eu não tinha mais pegada. – Sorriu de lado. – Vou te mostrar quem não tem pegada! – A puxei da mesa e a prensei na parede. – Que tal gozar mais um pouco? – Arfou e mordeu a mão para não gritar quando, de uma só vez, enfiei meus quatro dedos nela.

Dei um chupão em seu pescoço e acelerei meus movimentos nela, a fazendo quase arrancar a mão em uma mordida forte. Sorri com isso e resolvi brincar com seu clitóris enquanto apertava seu seio.

- Bells... – Arfou quando suguei o lobo da sua orelha e a mordi. Minha respiração também estava ofegante, e senti seu corpo se arrepiar. – Você é uma vadia! – Mordi seu pescoço e o lambi completamente.

Entre seus gemidos maravilhosos e palavras desconexas, ela acabou gozando em minha mão novamente.

- Veste sua roupa, vamos para casa, lá continuamos. – sussurrei em seu ouvido. Mas Alice estava mole. Sorri de lado e a peguei no colo colocando novamente em cima da mesa. Acariciei seu rosto e a beijei com carinho. Ela arfou e me abraçou pelo pescoço.

- Você ama acabar comigo, não é? – Ri irônica.

- Acho que sua frase está ao contraria, não? – pisquei e riu. Olhei em volta em busca de suas roupas e as vi num canto bem escondido, quase não a achei, mas quando eu fui pega-la, Alice rodeou suas pernas em minha cintura e me puxou para um beijo ardente. Sorri em meio ao beijo e a peguei no colo enfiando o consolo mais uma vez nela. Arfou com isso e gemeu em meus lábios.

Andei com ela em meus braços até um canto da sala, atrás da porta, e voltei a meter nela. Desci minha mão e brinquei com seu clitóris. Mas uma coisa me chamou a atenção. Parei de mexer dentro dela e resmungou. A calei com um dedo e prestei mais atenção. O barulho que ouvi era de passos, saltos na verdade, batendo no chão com força e vinha em nossa direção. Alice percebeu a mesma coisa que eu.

- Pode ser a expectora! – arfou. – Se ela nos pegar desse jeito... – apontou para ela em meu colo praticamente nua.

- Ok, calma. – Beijei sua testa e nos escondi mais atrás da porta, quando ela abriu a porta Alice perdeu o folego e a calei com um beijo. A expectora não adentrou na sala, apenas a olhou. Mas arfei ao ver o material de Alice no canto do outro lado dela, qualquer um conseguiria ver. Mas por sorte ou milagre ela não viu.

Um suspiro de alivio saiu do meu peito e acabei me mexendo um pouco, fazendo o consolo movimentar dentro de Alice e a mesma conter um gemido. A expectora saiu da sala e Alice me olho com cara feita. Mordi seus lábios e voltei a penetra-la.

- Bells... – Gemeu. – Para... Vamos... Casa! – Assenti e me retirei dela. A coloquei no chão.- Você quase me colocou numa enrascada! – Me bateu no ombro. Ri dela. Recolhi suas roupas e ela as vestiu.

- Mas você adorou, confessa. – a beijei no canto da boca.

- De certa forma... – Deu de ombro e se arrumou, ou tentou. – Estou cheirando a sexo. – cheirou seu braço.

- Um cheiro maravilhoso e que eu amo. – pisquei e riu.

Guardei o consolo dentro da minha calça, não estava a fim de retirar a roupa só para guarda-lo na bolsa, e Alice riu.

- Sério, isso me assustou e excitou na porta da sala. – Sorri para ela e a abracei.

- Vamos? Acho que eu ainda tenho que terminar de acabar com você em casa. – pisquei e ela gargalhou. Pegamos suas coisas e abrimos a porta. Olhei em volta e vi que não tinha ninguém. Saímos rapidamente e corremos para o estacionamento.

Abri a porta do carro para que entrasse e logo entrei dirigindo para casa.

- Da onde tirou essa ideia louca? Você veio literalmente para me pegar! – Sorri maliciosa.

- Sim, você citou do hospital, por que não batizar também sua faculdade? – Negou rindo e peguei em sua mão. – Eu te amo, pequena. – sorriu carinhosamente para mim.

- Eu também te amo, minha Tenente! – a puxei para o meu peito e ficamos assim o caminho todo.

[...]

– Eu ainda estou morta! – Ri dela ao entrarmos em casa. Ela correu de mim, foi para o sofá e se jogou nele. Jasper quando a viu ficou pertinho dela e ganhou um carinho especial. – Jazz, sua mãe é muito mal comigo! – A olhei incrédula.

- Bem eu, não? – Quando fui a sua direção o celular começou a tocar. O peguei e vi que era o Chefe William.

- Pois não, Chefe? – Perguntei formalmente.

- Isabella, eu preciso de você aqui! – Sua voz era alarmante.

- Do que se trata, senhor? – Perguntei confusa.

- Edward andou aprontando, passou dos limites e temos que pega-lo. – Eu sentia que tinha mais ai.

- E qual o motivo desse desespero todo, senhor?

- Edward, ele... Bom, Isabella, Edward está com ódio de você e Jane, não sabemos o que ele pode fazer!- Ri.

- Ódio? Edward com certeza deve estar tentando embarcar para a Europa... E se tentar me matar ele é baleado primeiro, e dessa vez o tiro não será no pé! – Rosnei levemente. Alice me olhou chocada e com medo ao mesmo tempo. Andei até ela e peguei em sua mão a beijando.

- Precisamos de você aqui de qualquer forma, a ex mulher do Felix está querendo conversar com você.

- Ok senhor, irei me arrumar e estarei ai em uma hora. Deixarei minha noiva na casa do irmão, não posso deixa-la sozinha.

Nos despedimos e desligou o telefone.

- O que aconteceu? – Tremeu, com certeza se lembrando do sequestro. A abracei forte e beijei sua cabeça.

- Edward arrumando problemas, apenas isso. – acariciei seu rosto. – Preciso conversar com a Ex mulher do Felix, ela precisa de mim ainda, tenho certeza. E Edward quer a cabeça de Jane e a minha. – Ri ironicamente. – Idiota, só está acabando com a vida dele. – Me levantei. – Vá tomar um banho no nosso quarto, vou para o banheiro e me arrumarei para o serviço. – Assentiu.

Subi as escadas pisando duro e bufando de raiva.

- Edward, você estragou o meu dia de sexo, você me paga! – Rosnei enquanto tomava meu banho.

[...]

- Emmett, se Edward aparecer aqui dê um jeito de me ligar, ordens de prisão para ele. – Comuniquei meu cunhado assim que deixei Alice em sua casa.

- O que ele aprontou dessa vez? E acho difícil vir aqui depois de tudo que fez! E se vier eu o mato! – rosnou estralando os dedos. Ri dele.

- Não faça nada, ele pode estar armado, apenas me ligue. Ok? – Assentiu e vi a pequena Anne correndo em minha direção. – Hey pequena! – A peguei no colo e dei um beijo em sua bochecha.

- Tia, a senhora vai lutar contra os bandidos hoje? – Perguntou quando me viu uniformizada. Ri dela.

- Não, hoje farei trabalhos burocráticos e visitarei uma pessoa que nos ajudou muito para prender um homem mal. – assentiu e fez careta. – Até que é legal, Anne, ficarei sem fazer nada.- pisquei e ela riu. Dei mais um beijo nela e a coloquei no chão. – Então é isso, me ligue caso algo acontece, Rose, fique esperta também! – Assentiu e sorriu para mim. – Amor, volto ainda hoje para te buscar, caso não dê eu ligo, mas não vá para casa sozinha. – Andou em minha direção e me beijou com carinho.

- Até mais tarde, volte logo! – sorri e assenti.

Sai de lá e entrei no meu carro seguindo para a delegacia.

Notas finais
Reviews? Recomendações?

Bsus, Lary ><'