Notas iniciais
Enfim, FELIZ DIA DAS CRIANÇAS para quem já passou da idade, mas que ainda carrega aquele espírito sonhador e criativo de uma pequena e inocente criança ><'

Espero que curtam o meu pequeno presentinho - aos 45 do segundo tempo. - mas que ainda sim chegou a tempo ;)

Laura, voce é linda, ok? ;) Obrigada por sempre Betar os capitulos, sem voce tudo sairia com virgulas fora do lugar u.u - ta bom? kk'

Enfim, boa leitura ;)

POV. Bella.

Eu realmente não conseguia parar de pensar em maneiras de matar aquele infeliz do Masen. Ele tentou mesmo fazer aquilo? Logo com o meu sobrinho?! Aquele idiota filho de uma puta vai me pagar muito caro.

Eu dirigia em alta velocidade para a delegacia, precisava pegar Jane e os rapazes o mais rápido possível. Eu queria a cabeça de Edward Masen!

Assim que cheguei próximo à delegacia, estacionei meu carro de qualquer maneira e entrei quase quebrando a porta e assustando a todos que estavam ali. Mas me surpreendi ao ver Alice e Carlisle junto com Esme e Rose ali.

– O que fazem aqui? – Perguntei controlando minha raiva e enquanto era abraçada por Alice. Deixei ela me envolver com seus braços num abraço cheio de amor. Suspirei pesadamente e relaxei com seus beijos carinhosos em meu pescoço.

– Eu sabia que você estaria estressada. – sussurrou em meu ouvido. – Tem que ter cabeça fria para fazer isso. Assim, estressada e nervosa, pode fazer coisas das quais se arrependerá futuramente. – Falou acariciando meu rosto para depois me beijar levemente.

– Alice, sabe que não perdoarei o Masen por ter chegado perto do meu sobrinho e atirado no meu cunhado, certo? – Falei realmente irada. Ela sorriu de lado e voltou a acariciar meu rosto com calma.

– Meu amor, o Emmett já está medicado e em casa com os meninos. Charlie não sofreu nenhum arranhão e deve estar dormindo nos braços do pai a essa hora. Por favor, não se exalte. – Pediu ainda me abraçando. Retribui seu abraço e descansei a cabeça na curva do seu pescoço. – Relaxa, meu amor.

– Jane disse que vocês estavam assustadas. – A olhei desconfia me afastando levemente. Ela respirou fundo e eu olhei em seus olhos. Alice tinha mentido em relação a tudo que me disse, queria apenas me ver calma. Sorri de lado e beijei seus lábios levemente. – Eu vou pegar aquele infeliz, você pode ter certeza. – Negou. – Não adianta falar nada, Alice. Eu não vou deixar aquele drogado delinquente solto!

– Olha como fala do meu filho! – O Sr. Masen falou atrás de mim nervoso, entrando na delegacia. Virei-me e o encarei séria ainda abraçada a Alice. – Meu filho pode ter perdido a razão, mas continua sendo o meu Edward. – Tentou defende-lo.

– Sr. Masen, não era bem o senhor que eu gostaria de ver agora. – O olhei com um pouco de tranquilidade. Afinal, eu não tinha nada contra sua família, apenas contra Edward. – Seu filho está sendo procurado pela policia por conta da participação dele em trafico de drogas. Você sabe que ele é um fugitivo da polícia. – Assentiu sentando-se numa cadeira. – Agora também será acusado de invasão e tentativa de sequestro. – Ele suspirou e se lamentou.

– Não sei o que está acontecendo com meu filho, Bella. Ele sempre foi um bom garoto, nunca nos deu trabalho. – Colocou a mão na cabeça e foi amparado por Carlisle.

– Calma meu amigo, você criou bem seu filho, eu sei bem disso. – Aperto sua mão fortemente. Suspirei e peguei os documentos que Clara havia me dado. Soltei-me de Alice, que me olhou estranho, e andei até Brian.

– Anexe esses arquivos à pasta de Edward Masen. Há uma caixa em meu carro também. Vá até lá, a pegue e faça o mesmo. – O orientei dando-lhe as chaves do carro.

– E que documentos são esses? – Questionou.

– Mais provas. O cerco de Edward já se fechou. – Assentiu e ouvi um soluço abafado. Sabia de quem era, mas não poderia ligar para isso. Edward fez por merecer e sem pensar na dor que causaria a sua família.

– Bella... – Ouvi alguém me chamar e olhei para o canto da sala. Era a Rose. Andei até ela e peguei em suas mãos. – Estou com medo de que ele volte e tente matar meu marido e meus filhos. – Tremeu e eu a puxei para um abraço.

– Ele não fará isso. Pode ter certeza, minha irmã. – Beijei seu ombro enquanto ela chorava no meu. – Calma, nada vai acontecer a vocês, ok? – Assentiu. – Minha irmã. – Ergui seu rosto e sorri para ela. – Eu vou prendê-lo, o matarei se preciso for, mas não deixarei que ameace sua família, meus sobrinhos, novamente. – Me apertou forte e agradeceu.

– Bella, acabamos de receber uma denuncia anônima. – Jane falou. Separei-me de Rose e a olhei um pouco confusa. – Alguém viu os cartazes de Edward e viu um rapaz com as mesmas descrições dele. – Sorri.

– Onde? – Questionei.

– Num bar perto da faculdade de Alice. – Respirei fundo. – Ele estava bebendo, segundo a testemunha. Está embriagado e provavelmente armado. – Assenti e me soltei da minha irmã.

– Brian e Jacob, vocês vem comigo. Creio que não precisarei do Ferraz. – Sorri ao pegar minha arma e conferir se estava carregada. – Vamos? – Assentiram. Coloquei a arma na cintura e vi minha mãe tremer. – Fique calma, ok? – Ela assentiu e respirou fundo. – Eu só vou prendê-lo, creio que não haverá nada de mais. – Veio até mim, abraçou-me forte e beijou minha testa. – Sra. Cullen, eu não vou morrer, ok? – Sorri e ela não falou nada. – Calma mãe. – Fiquei preocupada com ela.

– Eu fico preocupada com você, sabe que essa profissão é perigosa e mesmo assim... – A calei com um dedo.

– E mesmo assim estou aqui para dar minha vida para salvar minha família ou deixá-la protegida. Mesmo assim estou aqui para manter meu juramento de honrar pela segurança de todos dessa cidade. – Concordou. – Eu vou voltar para o jantar mãe, não se preocupe à-toa. – Beijei sua testa e fui até Jane. – Vamos? – Assentiu. – Sr. Masen, devo lhe informar que seu filho será preso, caso queira tentar a sorte e arrumar um advogado para ele...

– Ele é meu filho. Eu o criei para o mundo e ele sabe muito bem as consequências que suas atitudes têm. Estava aqui porque gostaria de conversar com você. Mas posso aguardar. – Assenti.

– Então está bem. Vamos pessoal. – Todos estavam com coletes e armas, claro, todos menos...

– Isabella, ao menos se arrume adequadamente. – Alice me repreendeu ao ver o mesmo que eu.

– Não se preocupe, ok? – Pisquei e beijei sua boca com volúpia, pouco me importante com quem estava vendo ou deixando de ver. Segurei sua nuca com força e esmaguei seus lábios com os meus de uma forma agressiva. Minha língua estava faminta pela sua, logo a encontrou e entrou num movimento só delas, um jeito de disputar o espaço que somente elas tinham. Sorri em meu ao beijo quando Alice mordeu meus lábios e me fez segurar um gemido de prazer.

– Ok, que tal pararem? Precisamos ir. – Jane implicou. Separei-me quase sem fôlego da minha noiva e depositei um leve beijo em seus lábios. Meu sorriso era malicioso e sussurrei em seu ouvido.

– Quero ficar sozinha com você hoje à noite. – Alice arrepiou-se completamente e sussurrou um “Para quê?”. – Quero te fazer minha. Já estou com saudades do seu corpo. – Gemeu levemente em meu ouvido e mordi o lóbulo de sua orelha. Afastei-me dela e me juntei aos meus amigos indo para o carro. Mas não sem antes olhar para trás e a ver com um lindo e perverso sorriso nos lábios.

– Ok, chega, vamos. – Jane riu e me puxou com ela me jogando na viatura. – Você é pior do que eu. – Implicou.

– Hein? – Perguntei voltando a prestar atenção nela. Estava pensando em coisas que poderia fazer com a minha noiva hoje à noite.

– Estava em que mundo, Isabella? – Jacob implicou.

– Mundo Alice Cullen. – Brian respondeu com uma voz melosa que me nos fez rir.

– Seus idiotas. Me deixem em paz. – Revirei os olhos. – Jane e Jake são casados, Brian é noivo há 500 anos, deixem-me curtir meu momento. – Eles concordaram entre risos e mais implicâncias. – Ok, chega, sabe ir para a faculdade de Alice, Jane? – Questionei ficando séria.

– Sim, claro. – Acelerou o carro em direção ao centro de New York.

– O que faremos quando o pegarmos? Estamos sem o mandato. – Jake lembrou.

– Foda-se esse mandato. Quero ele atrás das grades. Já que não é possível debaixo da terra... – pensei alto e Jane riu. Estacionou o carro próximo ao local que nos foi dado e logo descemos. Andamos alguns metros e vi Edward todo sujo, sentado numa mesa com uma garrafa de cerveja em mãos.

– Ele está acabado. – Jake comentou.

– Ficará pior quando o jogar naquela cela e o bater. – sorri um pouco maligna.

– Bells, profissionalismo, ok? – Jane me cutucou e revirei os olhos andado até aquele infeliz.

– Ora, ora, ora. Se não é minha policial predileta. – Edward falou ao me ver. Sorri meio sarcástica e o respondi.

– Se não é o delinquente mais idiota que conheço. – Rosnou e levantou-se da cadeira nervosinho.

– Então a putinha ai resolveu vir até mim para ser comida de verdade? Cansou de comer bucetas por ai e ser penetrada por dedos? – Ele estava mesmo falando aquilo? Estava mesmo me provocando de tal maneira?

– Calma, Bella. – Jane pediu a me ver tremer. – Ele está bêbado.

– Não são os bêbados que dizem as maiores verdades? – Perguntei rosnando. – Eu vou matar esse desgraçado se fizer mais uma gracinha!

– Bellinha, minha pequena, vem cá me chupar, juro que te faço gozar gostoso, vem. – Me chamou com um dedo e rosnei para ele. Coloquei a mão em minha arma, mas Jane segurou-a antes que a pegasse e atirasse nele.

– Seu idiota. Vou te levar para delegacia agora mesmo. Edward Masen, você está preso. – Riu alto e chamou ainda mais atenção de todos.

– Vai me prender por falar a verdade? Por dizer que você merece ser fodida de verdade e não por uma mulherzinha? Se bem que você não sabe dar direito... Francamente, nunca tive uma foda tão mal comida quanto a que eu tinha com você. – Respirei fundo, eu não poderia matá-lo, não com tantas testemunhas.

– Edward, coloque suas mãos na mesa, você está preso. Estou falando sério. — Jacob tentou falar mais calmamente, ele sabia o quão nervosa eu estava.

– Mas por quê? O que foi que eu fiz? – Perguntou inocentemente.

– O prendam, não quero ver esse idiota aqui. Não quero ele na minha frente, na verdade. – bufei e fechei os olhos com força.

– Então vem cá, vadia, me prende. – Me estressei e antei até ele com algemas em mãos. Mas o infeliz apontou uma arma, que juro que não sei de onde ele tirou, e destravou. – É hoje que eu te mato, sua sapatona nojenta! – Todos que estavam perto correram assustados como a cena. Mas Edward pegou uma senhora que estava próxima a ele e a usou como escudo. Olhei para ele com a máxima frieza que eu conseguia.

– Me matar? Você não mata nem uma barata, Edward. – Zombei e ele atirou em minha direção, no meu pé na verdade. – Vai mesmo querer brincar, Edward? – Perguntei quando dei um pulo para trás para não ser atingida. Minha preocupação não era comigo, mas sim com a senhora. Ela estava tremula.

– Meu jovem, por favor, me solte. – Implorou. Mas Edward estava muito alterado, não duvido que estivesse drogado, e não a escutou e ainda por cima me retrucou.

– Eu não quero brincar, quero te matar! Você estragou os meus planos! Eu ia ficar rico, mais rico do que a família Cullen! Ia comandar o trafico de drogas da cidade e ser venerado por muitos! Mas você tinha que aparecer prender Felix? Tinha mesmo que ir atrás e matar o Pierre? Você é uma vadia! – Atirou novamente, só que dessa fez acertou meu ombro. Cai de joelhos no chão gemendo de dor.

– Seu filho da puta! – gritei de dor e vi Jake e Brian apontando uma arma para ele.

– Edward, ou você solta essa arma e libera a senhora ou eu atiro. – Jacob falou sério e nervoso. Mas seus olhos se alternavam entre Edward, a senhora e eu. Estava preocupado.

– Se eu morrer eu levo a vadia comigo! – Sorriu e preparou a arma para atirar novamente. Mas seu disparo não me pegou por pouco, o pouco passo que dei para trás me salvou de um tiro no abdómen.

– Seu covarde, solte a senhora e me encare como um homem! – Gritei, mas sorri de lado provocante depois. – Ah é, esqueci que você não passa de um moleque! – Sua cara se distorceu em fúria. Soltou a senhora e correu em minha direção. Jacob iria atirar, mas ordenei que não o fizesse. Queria eu mesmo acabar com aquele idiota.

Vi de relance Jane socorrer a pobre senhora no mesmo estante em que Edward se preparava para me dar um soco. Mas creio que ele não esperava pelo meu canivete sendo cravado em sua barriga.

Seus olhos ficaram fixos nos meus e vi o ódio que havia neles se esvaindo e perdendo a intensidade à medida que a lâmina da minha arma ia entrando nele. Um sorriso brotou em meus lábios e a cor do rosto dele se perdendo. Nos virei na calçada e retirei o canivete de seu abdómen. Meu sangue se misturava ao do Masen, mas a minha dor não era nada comparada com a que eu o faria sentir. Estava preste a matá-lo com uma tacado no peito quando Jane segurou em minha mão e negou.

– Não, não desça ao nível dele. – Respirei fundo e só ali percebi o que estava fazendo. Eu estava mesmo preste a matar aquele idiota? A sujar minhas mãos mais uma vez por pouca coisa?

Livrei-me completamente de seu corpo em cima de mim, levantei-me com dificuldades e cambaleei até a mesa mais próxima, sentando-me na cadeira.

– Bella, você está ferida. – Jacob olhou assustado o ferimento em meu ombro. – Já chamei uma ambulância, logo vão tratar disso para você, ok? – Assenti meio no automático. Ele se afastou para verificar como Edward estava e eu fiquei ali, olhando para o nada.

– Bella! Está bem? – Jane perguntou pegando com cuidado em meu braço me fazendo dar um leve gemido de dor.

– Sim, estou bem. – Ela não acreditou e ficou me fitando. – Jane, eu queria matar Edward, mesmo já o tendo ferido e a minha “mercê”... O que está acontecendo comigo? – Perguntei em choque.

– Ele mexeu como sua família. Lembra quando Pierre mexeu com Alice como você ficou? Você o matou a sangue frio também. – Tremi. – Bella, o que está acontecendo com você? – ela acariciou meu rosto.

– Eu estou virando uma assassina. – lamentei.

– Não, você está virando uma heroína, é diferente. – beijou minha testa e sorriu. – Pierre nunca mais vai roubar ou desviar dinheiro público, Felix está preso e Edward vai se juntar a ele. Você que fez isso tudo, se não fosse por você...

– Se não fosse por mim minhas mãos não estariam manchadas de sangue. – Olhei para elas. – E não é o meu.

– Você está mesmo se culpando por matar um idiota que já fez muita injustiça e crueldade na vida? – Me olhou incrédula. – Isabella, quantas vidas você já salvou? Quantas oportunidades você já criou, quantas esperanças você renovou. Por favor, não se culpe por fazer o bem. – Secou minhas lágrimas e sorriu ao ver a ambulância chegando. – Vamos, vou com você na ambulância enquanto os meninos se encarregam do idiota. – Sorri de lado e fui praticamente carregada por ela até a ambulância.

Lá eu recebi os primeiros socorros, onde estacaram o sangue que escorria por meu ombro e me levaram para o hospital.

– Obrigada Jane. – Agradeci quando estava sendo sedada, quase perdendo a consciência.

– Pelo quê? – Perguntou sem entender.

– Obrigada por sempre estar ao meu lado e saber o que dizer. – Apertei sua mão com delicadeza e ela sorriu.

– Descanse pequena, sabe que será muito paparicada quando acordar da cirurgia. – Sorri de lado e senti minhas pálpebras pesarem e a inconsciência me tomar.

[...]

A cirurgia não tinha sido longa. Em menos de 20 horas eu já estava ciente de tudo que acontecia ao meu redor e não era medicada com tanta frequência devido as dores. Minha mãe quase surtou ao saber do incidente e Alice não saiu do meu lado um segundo sequer desde que a cirurgia acabou e liberaram para alguém ficar comigo. Foi preciso Carlisle intervir e retirar Alice e Esme do hospital. Elas estavam quase fazendo um acampamento aqui.

– Oi, meu amor. – Alice me deu um leve selinho quando me viu abrir os olhos lentamente. Sorri para ela e respondi um oi rouco. Eu ainda estava um pouco abatida, mas logo, logo me recuperava totalmente. – Como está se sentindo? – Perguntou acariciando minha mão.

– Bem, e você? – Falei baixo.

– Extremamente preocupada. – Confessou. Essa era a nossa primeira conversa depois que acordei e Alice foi liberada para me ver. Antes passei por uma bateria de exames e consultas.

– Por quê? – A olhei preocupada.

– Você me deu um susto! – Sorri de lado. – Não faça essa cara, não sabe como eu e sua mãe ficamos ao saber do tiro! – Me olhou acusadoramente. – Se estivesse com o colete...

– Alice, o colete protege a frente, não os ombros... Quer dizer, não onde eu levei o tiro. – Comentei tentando explicá-la. – Mas se eu estivesse com o colete talvez tivesse evitado uma tragédia maior. – Suspirei.

– O que foi? – Acariciou meu rosto.

– Como Edward está? – Perguntei.

– O ferimento não foi grave, ele já está na cela. – Suspirei um pouco aliviada. – Por que se preocupou com ele agora? – Questionou.

– Eu não sei o que aconteceu comigo, mas me sentia culpada pela morte de Pierre. Amor, eu queria matar Edward, ele já estava quase desmaiando em meus braços e eu queria enfiar o canivete em seu peito e... – Me calou com um beijo.

– Não se culpe por isso. Pierre era um bandido que havia me sequestrado, você estava com a cabeça quente e nervosa. Mas fez o certo. Edward mexeu com sua família, você queria apenas protege-la. – Falou quase que o mesmo que Jane. Sorri para ela e assenti.

– Quando vou sair daqui? – Questionei.

– Até o final de semana, Bella. – Carlisle disse entrando no quarto e sorriu. – Por favor, você e Alice gostam tanto assim de Hospital? – Sorrimos sem graça. – Que seja a última vez, ok? – Ri.

– A próxima se eu escapar do necrotério está valendo. – Alice me olhou chocada. – Calma amor, estou brincando. – Bateu em meu braço.

– Não brinque com isso. – Assenti.

– Carlisle, terei alta em três dias? Somente em três dias? – Perguntei assustada. Não queria ficar tanto tempo assim.

– Para quem ficou dois dias sedadas, três dias esperando o resultado sair não é nada. – Revirei os olhos e assenti. – Mas creio que não terá nenhuma alteração nos exames e poderá até mesmo voltar a trabalhar quando sair daqui. – Assenti novamente.

– Mas pai, você não consegue um atestado para ela? – Alice implorou.

– Amor, eu estou bem, ok? – E ela não acreditou. – Para de ser super protetora, por favor. – Rimos. – Esse papel é meu! – ela beijou meus lábios e sussurrou.

– Eu tenho que cuidar do que é meu, apenas isso. – Sorri de lado e beijei seus lábios mais uma vez.

– Ok, já estou saindo. – Carlisle saiu e não ligamos para o que disse, apenas voltamos a nos beijar.

– Eu te amo, meu amor. – mordi seus lábios.

– Eu te amo mais, e por favor, não me assuste assim novamente. – pediu suspirando. Concordou e aprofundei nosso pequeno selinho em um beijo um pouco mais selvagem.

Notas finais
Enfim. Curtiram? Creio que voces queriam a morte do Edward, mas a nossa Bella é boa, o peso na conciencia falou mais alto... Enfim, ansiosos para os capitulos finais? u.u

É isso ae... 16 reviews no capitulo anterior... Pode aumentar isso não gente? Por favor. 100 pessoas lendo e só 16 comentando? :/

Recomendações são bem vindas, ok? ;)