Acaso Do Destino
11 Bônus: Feliz aniversário, meu amor!
Notas iniciais
Um OBRIGADERRIMA a Joice e Vicky_Stewart, amei a recomendação das duas, muito obrigada mesmo!
Enfim, Eu disse que teria um hot especial das meninas, não é? Pois bem, ele era para ter sido postado antes do POV Jane, mas como não havia conseguido terminar-lo, mas o outro sim, acabei fazendo essa troca.
Amanda, feliz níver, que tenha muita paz, saúde e muitos anos de vida - que usará para me atormentar, tenho certeza ¬¬ kk'. - Espero que goste do capitulo, presentinho pra ti ;)
Bom, Boa leitura, espero que todos gostem, sugestão da Sarasilva, DEMOREI MAIS ATENDI! kkk
POV. Alice.
– Sexta é o aniversário da Bella. – Rose comentava enquanto dava de mamar para o seu pequeno.
– SEXTA AGORA? – Perguntei assustada.
– Sim... Esqueceu-se do aniversário da sua namorada? – Sorriu irônica.
– Ela nunca me contou, apenas isso! – Revirei os olhos.
– E o que você pretende dar para ela? – Perguntou naturalmente. – Ir adiantando que Bella, se continuar do mesmo jeito eu era antes, odeia coisas caras e chamativas.
– Isso eu já percebi. – Ri. Da ultima vez que tentei dar um presentinho para minha amada, a mesma quase me espancou por ter gasto tanto com ela. – Bella às vezes é muito simples e sem malicia. Repare que falei ÀS VEZES. – Gargalhou.
Guardou o peito e colocou Charlie no berço carinhosamente, deu um beijo na sua bochecha e me chamou para sair do quarto.
– Então, já que ela é simples e sem malicia... – sorriu irônica. – Dê algo que ela vá aproveitar muito. Algo que talvez vocês duas possam aproveitar.
– Vamos ao shopping comigo? Lá você me ajuda a escolher. – Assentiu.
– Emmett. – Chamou meu irmão. – Você cuida das crianças? Vou ao Shopping com Alice comprar alguma coisa para Bella.
– Claro, vai lá amor. – beijou seus lábios levemente e veio até mim. – Se comporta baixinha. – Dei língua para ele e saímos rumo ao Shopping.
– Ok, roupas? – Perguntei indecisa.
– Bella tem o estilo dela, nem tente dar roupas chiques que ela só vai aceitar por educação. – Ri e assenti.
– Ahn... Uma joia? Um brinco, cordão, anel... – sugeri.
– Bella trabalha como Tenente, não pode usar esse tipo de coisa lá, e como aquela coisa só vive na delegacia... – Bufei frustrada.
Andamos pelo Shopping e vimos uma loja de Lingeries.
– Eu preciso comprar alguns conjuntos para mim, vamos? – Rose me puxou pela mão e logo entrou na loja.
– Olá, boa tarde. – Fomos atendidas.
– Olá, gostaria de... – Não prestei atenção no que a Rose dizia, pois acho que encontrei o presente perfeito para minha amada.
Um sorriso nada angelical surgiu em meu rosto e vi Rose me olhar e seguir ele. Cutucou-me e devolveu o mesmo sorriso que eu.
– Você não está pensando em... – Assenti.
– Vamos entrar lá. – Andamos em direção ao pequeno sex shop que havia dentro da loja.
– Boa tarde, meninas. – Fomos atendidas por outra mulher. – Vejo que querem apimentar a relação de vocês! – Sorriu.
– NÃO! – Rose tratou logo de falar. – ELA quer apimentar a relação dela, eu só estou aqui de acompanhante. – Se fez de santa e ri disso.
– Até o final das compras você estará levando alguma coisa para você e o Emm. – Riu.
– Pois bem, do que a senhorita gostaria? – Perguntou educadamente.
– Me mostre tudo, quero ter muitas opções... – Assentiu e saiu de trás do balcão e começou a mostrar os produtos...
– Também temos fantasias, o que acha de realizar a do seu namorado? – Perguntou sorrindo safada.
– Apimentar mais o relacionamento dessa ai... Senhor, tenho dó dos vizinhos. – Rimos.
– Eu e minha namorada não temos nenhuma fantasia, pelo menos ela ainda não me contou qual é a dela. – A vendedora me olhou ainda mais maliciosa.
– Então você é Lésbica, tenho uma sessão especial para você. – Me arrastou para o outro mini setor e falou. – Já pensou em apagar o fogo da sua mulher? – Apontou-me uma fantasia de bombeiro.
– Tenho certeza que nada apaga aquilo lá... – Rose resmungou e a cutuquei.
– Então que tal... – A vendedora riu e me mostrou outra peça. – Ensinar bons modos a sua paixão? – Uma professora bem sexy... Só que não, né? Neguei. – Temos também a de médica, cuidar um pouco dela, hãm? – Aquela fantasia era muito... Excitante, mas não era aquilo que eu fantasiava e tenho certeza que Bella também não.
– Você é chata em, Alice. – Rose resmungou. Revirei os olhos e comecei a olhar os outros modelos até vê um conjunto de policial. Um sorriso escapou e a vendedora logo sacou.
– Sua mulher é uma infratora? Não obedece a suas ordens e anda sendo uma menina má? – Perguntou sorrindo. – Tenho certeza que essa é a ideal.
– Oh se tenho. – Uma coisa começou a surgir na minha mente e Rose logo percebeu.
– Ok, uma policial dando cabo de uma Tenente... Vamos ver no que isso vai dá. – Escolhi aquele conjunto e mais alguns brinquedinhos.
– Pelo visto a madrugada de sexta feira será animada. – Assenti rindo.
– Bella que me aguarde, vou dar um pequeno presentinho para ela...
POV. Bella.
Cheguei em casa um pouco cansada, hoje o dia na delegacia foi um pouco agitado. Já eram quase 9h da noite quando enfim puder sair daquele lugar.
Entrei em casa e fui direto para o banho e coloquei uma roupa mais confortável. Sai do banheiro e entrei no meu quarto, mas o que encontrei me deixou com a boca aberta e com um sorriso enorme nos lábios.
– Você só pode estar brincando comigo! – Sorri maliciosa ao ver Alice entrar no quarto com aquela roupa.
Ela estava com um colam de renda preto, completamente transparente, com bojo e uma pequena calcinha tampando as áreas intima. Em sua cabeça havia uma boina que a deixava extremamente sexy, e em suas mãos havia um cassetete. Em sua cintura estava um cinto com algemas, um rádio comunicador e mais algumas coisas que eu realmente não estava nem ai. Estava usando botas pretas e longas. Ela usava uma maquiagem escura, dando um ar mais selvagem. Em seus lábios um batom vermelho sangue. Eu estava babando na minha namorada, ela estava realmente uma gata!
– Eu brincando? Eu tenho cara de quem brinca? – Perguntou séria e rodeando aquele cassetete nas mãos.
– Claro que não. – Sorri de lado e ela andou até mim. – O que significa isso, Alice? – Perguntei quando se aproximou e colocou o cassetete em meu peito o impulsionando me jogando na cama. – Alice? – Perguntei sem entender, mas com um sorriso enorme no rosto.
– Tira esse sorriso da cara. – mandou e não obedeci. – Querendo dar uma de infratora? Desobedecendo a um oficial? – Assenti para ver o no que dava. – Isso é uma falta grave, terá punição. — Recebi uma cacetada no abdômen.
– Alice. – Gemi de dor e ela aumentou o sorriso.
– Eu falei que haveria punição. – Andou lentamente até onde eu estava e passou sua mão vagarosamente envolta dos círculos da algema. – É policial Cullen, Srta. Swan. – Aquela voz dura e firme que usava me deixou excitada de uma forma tão intensa que gemi. — Você é uma menina má, Isabella. – Sorri de lado. Subiu na cama e colocou uma perna de cada lado em meu colo. – E merece pagar muito caro por isso. – sussurrou em meu ouvido e lambeu meu pescoço.
– Ahn... – Gemi com os olhos fechados. – Estou sendo presa? – perguntei.
– Hurum, em nome da Lei. – Pegou suas algemas e saiu do meu colo. Gemi de frustação.
Pegou uma coleira que havia em cima do criado mudo e prendeu em meu pescoço.
– Delinquentes como você eu trato assim, como se fosse um animal. – apertou bem forte e me puxou pela corrente.
– Alice... – Recebi outra cacetada no ombro e logo me corrigi. – Policial Cullen, o que pretende fazer comigo? – Ela sorriu de canto, aquele sorriso que sempre acabava comigo, e respondeu.
– Fazer você se arrepender por ter me desrespeitado. – Me jogou na parede e algemou uma das minhas mãos e a prendeu no suporte da toalha, fez a mesma coisa com a outra. – Abra as pernas. – ordenou e eu logo obedeci. – Boa menina. – Sussurro em meu ouvido. – Vamos verificar se não tem nada escondido por aqui. – Passou sua mão sensualmente em meu pescoço e desceu para os meus peitos, lugar onde deu um forte aperto e brincou um pouco com os bicos deles.
– Ahn... – Gemi.
– Calada! – Bateu o cassetete na minha bunda e continuou sua revista. Desceu suas mãos possessivas pelo meu corpo. Minha barriga, minha cintura... Minhas coxas... – Suas coxas são maravilhosas, sabia? – Assenti concordando e recebi uma mordida no pescoço. Mordi meus lábios inferiores para abafar um gemido.
Alice desceu alisando cada milímetro das minhas pernas e subiu fazendo o mesmo processo... Ela era tão perfeita que minha calcinha já estava inteiramente molhada.
Quando estava subindo ela fez questão de parar em minha bunda e a apertar forte, me fazendo quase rasgar minha boca com meus dentes.
– Vira, vadia. – Ordenou. Virei meu corpo e minhas mãos ficaram cruzadas. Alice revistou a frente com tanta maestria quanto a parte de trás.
Apertou meus seios novamente e prensou seu corpo ao meu, fazendo minha intimidade pegar ainda mais fogo.
– Ahn... – acabei não conseguindo segurar meu gemido quando sua coxa foi para o meio das minhas pernas.
– Acho que mandei você não falar nada, não é? – assenti já esperando pelo meu castigo, mas o que ganhei foi algo muito prazeroso. Alice desceu sua mão e apertou minha intimidade com força, fazendo-me perder completamente minha linha de raciocínio e me deixando mais louca do que já estava.
– Alice... – Joguei a cabeça para trás e ela não perdeu tempo, lambeu toda a extensão do meu pescoço e o mordeu logo em seguida.
– Sua puta. – Desceu sua mão e começou a descer minha calça.
Abaixou-se junto com ela e retirou-a por completo, me deixando apenas de blusa e calcinha.
– Maravilha, sua calcinha está completamente encharcada. – Soprou na minha intimidade e aquele ventinho fez meu corpo se arrepiar por inteiro.
Passou seu dedo indicador por de cima dela e sorriu maliciosa ao constatar com as próprias mãos os efeitos que causara em mim.
– Molhadinha, completamente molhada para mim. – Retirou minha calcinha e começou a brincar com meu clitóris.
– Ahn... Alice... – Tentei reprimir meu gemido, mas foi impossível.
– Silencio, não quero ouvir você falando, muito menos gemendo. – Mordeu os lábios inferiores da minha intimidade, me dando um tesão enorme. Eu tinha certeza que já estava escorrendo. Eu começava a sentir um liquido escorrer por entre minhas coxas. – Hum... Você está escorrendo... – Passou sua mão ali e a levou até os lábios. – Hum... Bom. – Revirei os olhos e trinquei os dentes.
Alice pegou o cassetete e me olhou com malicia.
– O que você... – bateu o cassetete na minha intimidade.
– Calada! – Esfregou aquele negocio me levando a loucura.
– Hummm. Hunm... – Não consegui segurar, era mais forte que eu.
Alice sorriu ainda mais e começou a esfregar mais forte, fazendo a ponta do cassetete chegar bem próxima a minha intimidade.
– Ahnnn, Ahnnn. – aumentei meus gemidos.
Alice mantinha um sorriso maravilhosamente malicioso nos lábios enquanto esfregava e o levava cada vez para mais perto da minha entrada. De repente ela parou e retirou-o de lá.
– O que... – Gemi frustrada e Alice riu.
– Calma, muita calma. – sussurrou em meu ouvido e pegou um vidrinho de lubrificante. – Picante e sabor morango... Vamos testar para ver se é bom, certo? – Sorriu sacana e passou por boa parte do cassetete.
– Você não vai... – Arregalei os olhos. Ela não pretendia enfiar aquilo...
– Ahram... – Assentiu e voltou a sua posição inicial. – Empina a bundinha, vai. – fiz o que me pediu e voltou com aquilo para minha intimidade.
Ao sentir ele se aproximar, meu tesão aumentou de uma forma que pensei ser impossível. Minha intimidade por inteira já estava quente.
– Vamos enfiar isso aqui lentamente... – chegou à minha entrada e forçou o cassetete na minha fenda.
– OHHH, CÉUS... Alice... – fechei os olhos e gritei de dor e tesão ao mesmo tenso. O cassetete era grosso e grande, Alice o rodava para entrar em mim e sempre que podia abaixava e chupava meu clitóris. – ALICE. – Gritei mais alto ainda quando a pontinha entrou de vez e ela empurrou o restante para dentro de mim.
– Eu já falei que é policial Cullen, sua delinquente. – Subiu e mordeu meu ombro com força e chupou meu pescoço com veemência, com certeza deixando uma bela marca ali.
Revirei os olhos à medida que ia entrando mais em mim. Sentia minha intimidade completamente acabada, ela ardia e doía muito, mas o prazer estava sendo intenso e maravilhoso.
– Hunm... – Mordi os lábios quando apertou meu seio com uma mão e começou um vai e vem lento e torturante.
– Vadia como você merece uma penetração firme e forte, mas como eu estou boazinha hoje... – mordeu minha orelha e apertou meu peito ainda mais forte. – Vou fazer ainda pior. – Fechei os olhos para quando começou a acelerar os movimentos, retirando totalmente de dentro de mim e enfiando mais lentamente ainda.
– Alice... – Eu gemia seu nome a toda hora, aquilo já estava me levando ao meu limite, eu não aquentava mais aquela tortura.
– Cala a sua boca, vadia. – Bateu em minha bunda e fez questão de acelerar os movimentos, entrando e saindo rapidamente, não dando tempo nem de respirar direito.
– ALICEEEEE. – Gritei quando enfiou praticamente tudo em mim. Gozei fortemente naquele cassetete.
– Hum... A vadia já gozou... – Alice falou retirando-o de dentro de mim e me virando para ela. – Agora vai engolir tudinho. – Colocou na minha boca e começou a fazer um vai e vem nela, me fazendo engolir meu próprio gozo. – Isso, quero esse cassetete limpinho...
Eu gemia enquanto tentava lamber e engolir aquilo, mas era muito grosso e mal cabia na minha boca.
– Por que a vadia não limpou tudo? – Estava séria.
– É muito... – Não me deixou terminar de falar, me deu um tampa na cara.
– Me desobedeceu novamente, terei que aplicar outro castigo em você. – minha respiração estava ofegante, quando a ouvi falar aquilo ficou ainda mais. Mais tortura? Eu não sei se meu corpo aguentaria tanto prazer assim...
Ela voltou até o criado mudo e pegou a chaves da algema. Tirou-as de mim e me puxou pela coleira me jogando na cama.
– De quatro, vadia. – Eu nunca pensei que um dia eu ficaria tão submissa, principalmente para Alice, mas obedeci a suas ordens e fiquei de quatro com a bunda praticamente na sua cara. – Isso... – A alisou e começou a beija-la. Fechei os olhos e apreciei aquilo. – Você está tão arrombada, queridinha, igualmente uma vadia tem que ser.- colocou seus três dedos em mim e começou a me chupar.
– Alice, OHHH... Isso vai. – Fechei os olhos e fui do inferno ao paraíso. Alice entrava firme em mim ao mesmo tempo em que brincava com meu clitóris. Sua língua fazia questão de molhar cada parte seca da minha intimidade enquanto seus dentes me davam um prazer imensurável. – Alice... – Eu gemia seu nome a toda hora, impossível segura-los.
– Shiii. – Bateu em minha bunda e beliscou meu clitóris, me deixando sem ar. – Cala a boca e goza, agora EU quero provar você, sua puta. – Alice xingando dessa formava me deixava excitada. Na verdade hoje tudo o que ela fazia me deixava assim, completamente a sua mercê.
Com mais algumas estocadas Alice me levou ao céu... Gozei mais uma vez, só que dessa vez em seus dedos e língua. Fez questão de me sugar por inteiro e raspar seus dentes por onde sua boca passava.
– Ao menos essa puta é gostosa. – Falou maliciosa e sorrindo.
Eu caí exausta na cama e com minha respiração muito ofegante.
– Você acabou comigo, Alice. – fechei os olhos, eu estava muito cansada, não tinha mais forças para nada.
– Eu estou apenas começando... – Abri os olhos e olhei nos seus . Neles havia luxuria e muita malicia.
– Você só pode estar brincando. – Perguntei incrédula. Alice negou e subiu em cima de mim, rebolou na minha intimidade e tive que revirar os olhos. Agarrei sua cintura e nos virei na cama ficando por cima dela. – A policial Cullen está dispensada, a Tenente Swan vai assumir o posto agora. – Ela sorriu mais ainda. Retirei sua boina a jogando do outro lado do quarto e comecei a deslizar as alças do seu colam.
Um a um eu as retirei e as puxei para baixo revelando aqueles seios maravilhosos, aqueles que minha boca salivava para tê-los para ela. Acariciei-os delicadamente e Alice fechou os olhos apreciando aquilo.
– Hoje VOCÊ foi uma policial muito má, sabia? – Perguntei me abaixando e mordendo o bico do seu peito.
– Eu não fui, Srta. Swan, eu não terminei ainda. – abriu os olhos e ficou por cima de mim. – Você merece muito castigo ainda, me desobedeceu duas vezes. – gemi quando rebolou no meu colo.
– Alice... Isso é bom. – sorriu safada e se levantou do meu colo. – Não... – Bufei irritada, mas logo abri minha boca completamente besta com o Striper que ela estava fazendo. Terminou de descer seu colam, rebolando lentamente, e o jogou na minha cara. Logo em seguida retirou as botas e as atacou em um canto do quarto.
Cheirei seu colam de olhos fechados e pude apreciar o seu cheiro.
– Você também está molhadinha, ham. – gemi quando colocou seu pé na minha intimidade e me estimulou com o dedão. – Alice... – Suspirei.
– Shii. – Mandou me calar. Sentou novamente em meu colo e deitou em cima de mim. – Eu quero você quietinha, ouviu bem?- Assenti.
Ela pegou as algemas novamente e me prendeu na cabeceira da cama. Ainda sentada em meu colo, se esticou até o criado mudo e...
– Você só pode estar brincando MESMO! – Sorri maliciosa ao ver seu brinquedinho. Um Consolo com cinta.
– Eu falei que não havia terminado. – Mordeu meu pescoço e se levantou.
Colou o consolo na cintura e ficou acariciando ele igualmente fez com o cassetete.
– Alice... – gemi com aquela visão. – Assim você me mata! – rosnei quando passou a mão por toda a extensão dele, não era pequeno, e entornou o lubrificante. – Hum... – gemi mais quando voltou a me estimular com o dedão.
Sentou-se na minha barriga e esfregou aquele pau de borracha entre meus seios.
– Hoje eu vou te foder todinha. – falou maliciosa e esfregando mais em mim.
– Ahn... Alice... Ahn. – Gemi. Alice abaixou-se e lambei meu seio todo, chupou com força e vontade.
– Gostosa. – mordeu meu seio e o apertou forte. Deslizou para a minha intimidade e a chupou forte, me deixando tonta de tesão. – Nem parece que gozou duas vezes hoje, já está toda molhadinha. – Arfei.
– Você está acabado comigo, Alice. – A ansiedade para ver o que ela faria com aquele consolo estava me levando à loucura.
– Mandei você falar alguma coisa? – Me bateu com o consolo na minha intimidade.
– Hum... – Mordi meus lábios com força e neguei.
– Bom saber. – Esfregou mais a mão nele e olhou maliciosa para mim. – Vamos testar meu brinquedinho novo? – perguntou. A olhei nos olhos, com certeza já escuros de excitação, e não disse nada.
Alice colocou a pontinha dele na minha fenda e forçou sua entrada.
– Huuuuummm. – Arfei e gemi com meus dentes quase rascando meus lábios.
– Hum... Isso deve estar bom, né? – Apoiou-se nas minhas pernas e enfiou mais um pouco.
Minha intimidade foi se acostumando com ele e Alice colocou o resto.
– Ahn... – Gemi jogando minha cabeça para trás.
Alice começou a se movimentar lentamente dentro de mim, estocando bem fundo. Inconscientemente eu rebolei em seu colo e ela bateu em minha bunda.
– A vadia está gostando, é? – Perguntou deitando em cima de mim e voltando a sugar meus seios.
– Ahn... Bom... Muito bom. – Revirei os olhos. Alice começou a estocar mais forte e a estimular meu clitóris. – Mais forte. – Implorei e ela acelerou seus movimentos. Ficou ajoelhada e impulsionou para frente, entrando o mais fundo que podia.
– Rebola vai, anda! – Ordenou e foi exatamente o que fiz.
Alice entrava e saia de dentro de mim com velocidade e força, me levando ao delírio a cada vez que voltava a entrar em mim.
– De quatro, anda. – Mandou.
– Mas as algemas... – Lamentei.
– Foda-se, mandei ficar de quatro. – Virei na cama e, com certa dificuldade, consegui fazer o que mandou. Meus braços firam cruzados, igualmente quando estava em pé na parede. – Isso... Agora abre bem a perninha. – Mandou e logo entrou em mim novamente.
– Ahn... Isso... Alice... Mais. – Implorei.
Alice deitou seu corpo nas minhas costas, ainda estocando forte em mim, e apertou meus seios com força e mordeu meu ombro.
– A vadia está gostando, né? – Assenti. Estava muito ofegante para dizer qualquer coisa.
Alice desceu a mão e começou a me estimular novamente. Apertou meu clitóris e começou a brincar com ele. Parou de me estocar, retirou o consolo de dentro e abaixou-se para começar a me chupar.
– Hum...Ahn... Alice. – revirei os olhos. Sua língua era a melhor coisa do mundo. Enfiou dentro em mim e logo retirou voltando com o consolo. Tirando tudo e colocando só a pontinha. – Ahn... – Arfei.
Alice ria maliciosa e enfiou tudo de uma vez, eu realmente não aguentava mais, quando apertou meu clitóris, pela segunda vez, acabei gozando. Mas não foi um gozo qualquer, foi intenso e maravilhoso.
– Hum... A vadia gozou novamente... – Tirou o consolo e bateu com ele na minha intimidade. – Gostou, Srta. Swan? – Assenti ofegante e completamente atirada na cama.
Levantou da cama e retirou minhas algemas. Virei-me e a fitei profundamente, olhando seu corpo nu por completo e salivando.
– O que foi? – Perguntou maliciosa.
– Você acabou comigo, deixe-me retribuir um pouco. – Pedi. Fez cara de pensativa para logo em seguida vir até meu rosto, retirar o cinto e sentar nele.
– Chupa direitinho. – Ordenou segurando na cabeceira da cama.
– Claro, com a policial gosta.
Passei minha língua por toda sua extensão e vi como estava completamente molhada. Seu clitóris estava inchado de tesão.
– Hum... Vejo que alguém aqui se segurou muito para não gozar. – passei a ponta do meu dedo na sua fenda e ela arfou.
– Mandei você me chupar. – falou firme e dura.
Voltei a passar minha língua nela e a recolher todo aquele mel maravilhoso que estava lá. Suguei sua intimidade e mordi seu clitóris. Alice arfava toda vez que meu dente passava ali e ia à loucura quando enfiava minha língua nela. Aproveitei que estava assim e coloquei meus dois dedos dentro dela.
– BELLA! – Gritou surpresa e rebolou em meus dedos. Eu não queria brincar com ela, queria devolver o prazer que me dera. – Isso... – Falou rouca quando apertei seu clitóris, entrava fundo nela e voltava a suga-la.
Meus movimentos, firmes e fortes, eram feitos rapidamente, eu ansiava por seu gozo em minha boca, eu queria prova-la!
– Goza para mim, por favor. – Implorei mordendo sua intimidade.
– Ahn... Bells... – Gemeu meu nome. A deitei na cama e fiquei por cima dela entrando mais rápido que podia. – Isso... Mais... – Implorou. Olhei para o lado e vi o consolo jogava bem próxima a mim. Sorri com isso e o peguei. – AAAAAAAAAAHHH. – Gritou quando enfiei nela. – Bells... Céus! ISSO É BOM. – Rebolou e forçou mais a entrada do consolo nela.
Acelerei bem e voltei a chupa-la.
– Eu não vou aguentar... – Falou arfando e gemendo.
– Então goza, meu amor, goza bem gostoso. – Ela intensificou as reboladas e logo em seguida caiu exaustada na cama. Havia gozado. – Hum... – Retirei o consolo e suguei todo seu gozo. – Maravilhosa. – Subi e beijei seus lábios fortemente.
– Uau. – falou com um sorriso no rosto.
– Acho que isso quem tem que dizer sou eu! – Cai deitada ao seu lado e respirando um pouco ofegante. Olhou para o lado, criado mudo, e virou sorrindo
– Feliz aniversário amor. – Vi que já passavam das 2h da amanhã. 13 de Setembro....
– Aniversário? Sério que você lembrou? – A puxei para o meu peito e beijei sua boca.
– E tem como esquecer? – Riu e descansou sua cabeça no vão do meu pescoço. – Espero que tenha gostado do presentinho.
– Eu amei, pode ter certeza... Policial Cullen. – Riu.
– A Tenente Swan me contrataria? – brincou.
– Te contratar? Você é minha, queridinha. – gargalhou. – Você realmente acabou comigo... O que foi aquilo com o Cassetete? – Riu e sorriu maliciosa.
– Eu quis inovar um pouco... – A olhei incrédula. – Vai me dizer que não gostou!
– Você me deixou arrombada, isso sim. – riu alto. – Isso vai ter volta, ok? – Se aconchegou em meu peito e suspirou fechando os olhos.
– Espero por isso. – beijei sua testa e o cansaço começou a me atingir.
– Vamos dormir, eu não tenho forças para mais nada. – comentei.
– Boa noite, amor. – bocejou e me abraçou.
– Boa... – e o cansaço me engoliu por completo.
Devo dizer, nunca tive um presente tão bom!
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