Acampamento Secreto Divino .

5 Arriscando-se mais uma vez por mim .


Notas iniciais
Podem me chamar de má MUAHAHAHAHAHAH
Capzinho curto gente, eu ia fazer bem maioor msm, mais foi pq a linda da Sadie (a leitora diva!) recomendou a fic *------------------*
Obg lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa s2
Ahh, e sim, eu sempre paro nos momentos mais dramáticos, pra vcs ficarem com gosto de quero mais u_ú
Kiss :3

Senti uma enorme dor de cabeça no começo, quando eu e Carter pulamos ao mesmo tempo, algo macio se mexia em baixo de mim.

- Arghhh! – gritou.

Me levantei e comecei a rir.

- Não tem graça! Você quase me matou! – Carter disse.

- Fala sério maninho, nem sou pesada! – berrei.

Ali estava escuro demais, até que tochas se acenderam, o fogo tinha a cor meio esverdeada..

Carter passou a mão na tocha, e depois no fogo.

- Tá maluco?? – gritei.

- Não sinto nada, acho que é só magia mesmo, não é fogo de verdade.

Nos viramos e tinha uma porta enorme, velha, só faltava cair aos pedaços.. Tentei abrir ela, mais não funcionou, então há-dizei aquela porta.

Entramos cautelosamente, tomando cuidado onde pisávamos, pois a madeira do chão, parecia muito acabada..

- Olha, as caixas. – Carter falou apontando para três mesas, cada uma delas tinha uma caixa, uma dourada, uma prateada, e uma de bronze.

- O que será que tem nelas? – falei tentando me aproximar, uma barreira transparente me impediu, talvez, só pudéssemos entrar ali, quando tivermos uma das chaves.

Cada caixa era linda, a dourada, totalmente feita de ouro e esmeralda, a prateada, era puro prata e diamantes decorativos, já a de bronze, era simples, não tinha nenhuma decoração, só algumas correntes de bronze que a decoravam..

- Será que devemos achar as chaves, e abrir todas elas? – Carter perguntou.

- Não sei.. Você ouviu o que aquela mulher disse: "Para a primeira chave achar, no piso falso você irá tropeçar.. Mas primeiro aqui você vai vir, com a compainha certa vai progredir.."

- Onde será que vamos ter que pisar, pro piso afundar, e achar uma chave velha? – Carter falou irônico.

- Você quer sair por ai pisando em tudo que é canto, com piso de madeira, pra ver se achamos a chave? – falei brincando.

- Pode ser.. – Carter disse.

- Sério? Avá! – falei.

- Mas teria que ser um piso velho.. E o todos os dormitórios e a casa grande, são pisos firmes. – ele completou.

- A não ser que não seja no acampamento, pode ser num lugar pela floresta.

Ficamos ali pensando por um tempo, até voltarmos o caminho todo e ir escalando o buraco, tentando subir, foi tudo em vão, pois realmente não dava, nos sentamos e começamos a descansar, quando nossos corpos flutuam do chão, sendo jogados para fora daquela espécie de “caverna submersa”.

- Nossa, podia ser menos agressivo! – falei tirando as folhas que tinham ficado presas no meu cabelo.

Eu e meu irmão voltamos, ele foi para o dormitório dos garotos e eu fui pro meu, entrei despercebida e fui pra cama, deitei a cabeça e dormi.

§

- Todos reunidos aqui. – Set falou fazendo com que todos do acampamento ficassem ao redor dele.

- Vamos fazer uma coisa para distrair vocês, uma atividade bem divertida pessoal! – Néftis, a esposa de Seth, falou.

- O que vai ser? – perguntamos todos.

- Bem, algo natural, um caça a bandeira, meninos vs meninas, quem vencer, venceu, quem perder, vai ficar um mês lavando toda a louça do almoço, todos os dias, sem exceções. – Seth falou.

Comemorei mentalmente, seria fácil demais..

- A bandeira foi escondida na floresta, quem achar primeiro, irá vencer. PODEM COMEÇAR! SE DIVIDAM LOGO! – Néftis anunciou.

Reuni todas as meninas, e fui dividindo elas em grupos, mandei 10 para o Oeste da floresta, e mais 10 para o Leste, algumas para o Sul, e outras foram comigo, para o Norte.

As que sobraram ficaram espalhadas, distraindo os meninos fazendo armadilhas.

- Vamos lá. – falei para Zia que tinha ficado comigo.

Todas demos as mãos e eu nos teletransportei para mais adentro da floresta.

Ficamos caminhando e observando cara canto, algumas subiam em arvores, para tentar ver algo.

- Sad! Sad! – uma garota veio correndo até mim.

- O que foi? – perguntei.

- Tem uma grande pedra a alguns metros, eu vi a bandeira, mais é difícil de escalar, é bem escorregadio, e tem varias pedras que machucam os pés ao redor dela, se alguém cair, vai ser machucar. – ela falou.

Começamos a correr na direção que ela nos guiava, ao chegar lá, vi que um grupo de garotos se aproximavam.

Fui em direção aquela pedra, ela devia ter uns três metros de altura no mínimo..

Anúbis veio correndo também, logo estava ao meu lado.

- Você não vai vencer. – falei.

Com cuidado, fui pisando nas pedras e indo agarrando a qualquer coisa para escalar, eu tinha chegado na metade, Anúbis levava vantagem, parecia que ele nem fazia esforço, meu pé escorregou, e minha mão quase soltava, continuei subindo, até chegar ao topo junto com ele.

Nós encaramos, quando fui dar um passo para frente e tentar pegar a bandeira, meu pé esquerdo escorregou, e eu cai para trás.

Fechei os olhos e esperei colidir logo com o chão. Meu único medo, era aquelas pedras meio pontiagudas lá em baixo.

Bati em algo extremamente forte, e ouvi um gemido vindo de baixo de mim, meu braço doía, pois tinha batido forte em uma pedra. Quando olhei para o que tinha em baixo de mim, vi Anúbis, com os olhos abertos, ele me encarava.

- Ai meu deus.. Como você fez isso.. – falei num tom baixo demais.

Algumas mulheres da enfermaria veio correndo até ele. Me levantei e fiquei sentada ao seu lado.

Ele tinha pulado daquela altura, tudo para que eu não colidisse nas pedras e não me ferisse, era a segunda vez que ele fazia esse tipo de coisa por mim, a primeira, foi a do ursinho, agora essa..

As mulheres levantaram ele e o levaram até a enfermaria. Uma delas veio até mim.

- Você está bem? – perguntou ela.

- Acho que meu braço quebrou.. – falei.

Eu só sentia a dor, meu irmão se aproximou correndo desesperado, ele me levantou e me colocou no colo, foi um ato gentil da parte dele.. Nos teletransportamos também para a enfermaria, deixando muitos campistas olhando para nós.

§

Abri os olhos, eu estava numa sala enorme, acho que era alguma ala da enfermaria, meu braço esquerdo estava engessado. Olhei para os lados, algo estava estranho , Anúbis era um deus, por que ele estaria ali? Todo enfaixado?

Seu tórax estava enfaixado, sua perna direita engessada e um pano úmido ficava em sua testa, acho que foi os lugares onde mais ele se machucou, principalmente as costas..

Ele estava só com uma bermuda, seus olhos estavam fechados, ele dormia..

- Por que se arisca tanto.. – falei sozinha.

Puxei uma cadeira e sentei do lado da cama dele, fiquei passando minhas delicadas mãos em seu cabelo (a outra mão, sem ser a do braço engessado).

- Já está melhor querida? – uma voz falou.

Dei um pulo ao ver minha mãe.

- Ah, oi mãe, estou sim. – falei indo a abraçar.

- É melhor ficar de repouso aqui, todos estão preocupados com você, Carter veio aqui 3 vezes seguidas! – Rubi, minha mãe, falou.

- Sério? – perguntei rindo.

- Sim. – riu também. – Seu pai não pode vir, pois ficou muito ocupado no Duat, mais mandou melhoras pra você.

- Ok mãe.

Ela me deu um beijo na testa e saiu.

Voltei para minha cama, e tentei dormi ali, mas não parava de pensar no que tinha acontecido hoje..

§

No dia seguinte, eu voltei a fazer minhas coisas normais, so precisava de ajuda na hora de tentar lutar, o que me proibiram, até eu tirar o gesso.

- Hey, teve mais algum sonho? – Carter perguntou vindo até mim.

- Sim.. – falei.

- Como? – perguntou.

- Eu estava sozinha em casa, e uma paçoca gigante e terrorista aparecia, e dizia que ia me matar, ai eu comia ela toda. – falei.

Ele arregalou os olhos.

- Que? – perguntei.

- Estou me referindo sobre aquela coisa.. – ele disse.

- Anúbis?

- As caixas. – falou.

- Não.

- Tenho que ir, vou ter aula de magia elemental agora. – Carter disse e sumiu em névoa.

Legal, vou tentar aprender isso ai..

Sentei num banco e fiquei olhando os outros treinarem arco e flecha.

[...]

- Vamos contar histórias gente! – Hator falou animada.

Todos fizemos um enorme: Ahhhhhhhhhhhhhh não.. Mas do mesmo jeito, ela começou a narrar uma lenda sobre essa floresta do acampamento.

- “... Dizem ainda, que tem uma cabana perdida nessa floresta, somente aquele com os olhos divinos irão enxergar ela, a pessoa que ter esse dom, seja um mortal ou maga, quer dizer que algum Deus deu sua benção dos olhos divinos, um símbolo que amor eterno.. Algo muito secreto foi escondido nessa cabana, dizem que á uma chave para abrir algo muito poderoso...”

Carter logo me encarou, começamos a prestas atenção em tudo o que ela dizia, talvez essa chave que ela falou, tivesse relação, sobre uma das caixas..