Academy of Heroes!

1 Prólogo - O Melhor Colégio de Todos os Tempos!


Notas iniciais
Sejam Bem-Vindos a minha primeira fic nessa conta, a Academy of Heroes! Eu sei que o nome soa bem clichê, mas não é isso que eu quero passar sobre a história, pois ela é a mais original possível.

Essa história nasceu em uma pequena roda de RPG onde eu "mestrava" e meus amigos jogavam. Os personagens são os mesmos do RPG e a história também seguirá a mesma.

Bom, chega de papo! Vamos ao capítulo~

Prólogo

O Melhor Colégio de Todos os Tempos!

Não é de hoje que magia é um assunto falado no mundo todo, ainda mais no reino de Belfort.

Belfort sempre foi a capital da magia, pois é lá que se encontra a maior instituição de ensino sobre a área no mundo – A Academia Universal de Magia, também chamada de AUM. Nela estão os melhor professores sobre todas as artes da magia, e todos eles são heróis.

Para se entrar na AUM primeiro haviam uma lista de testes e provas para se cumprir, e com cerca de cem mil participantes anualmente, certa de cem a duzentos passam em todos os testes e são admitidos na Academia.

Não seria diferente para Damon, porém ele não estava nem ai para a prova.

– Damon! – Disse uma voz feminina... Ou era masculina? – Acorde já! Faltam só duas horas para os testes começarem!

Como de costume, Damon continuou dormindo, fingindo que não estava ouvindo. Dava para perceber que tratava de sua mãe.

– Eu não vou dizer de novo! – Disse novamente, em um tom mais agressivo.

– Só mais cinco minutinhos... – Ele virava de costas para ela.

Aquilo foi a gota d'água para a mãe de Damon. Ela simplesmente pegou por debaixo da cama do garoto e com uma força de cem homens, jogou a cama para cima, fazendo ela bater no teto e descer novamente, com Damon ainda deitado nela.

– Nhgg... – Disse Damon, ainda deitado. Ele não ligava de ter pedaços de teto sobre a sua cama e seu corpo. – Ainda não se passaram cinco minutos...

Foi então que os olhos dela ficaram como a mais ardente chama. Sem exitar, ela pegou na gola do pijama do garoto, o levantando acima de sua cabeça – e olha que ela tinha um metro e oitenta, e o jogou pela janela. Alguns segundos depois não dava mais para ver alguma forma de vida no céu.

•••

Poucos quilômetros a frente da casa de Damon, morava Hide. Um garoto totalmente neutro e longe de todos os problemas que ele poderia ter.

– Estou saindo! – Falou, em cima de sua bicicleta e com uma torrada na boca.

– Tome cuidado, irmão!

Havia um garotinho na frente da porta de onde Hide havia acabado de sair. Ele acenava com um rosto esperançoso e feliz, parecia acreditar no irmão.

– Tome conta da casa enquanto eu estiver fora, ok? – Hide esboçava um sorriso em seu rosto.

– Tá!

Foi nessa deixa que Hide começou a pedalar em direção à Academia. Mesmo sabendo que o número de participantes era atropelador e ele era apenas um garoto como qualquer outro, mantinha suas esperanças a frente de qualquer outra coisa.

Olhando para o céu e pensando sobre seu futuro, Hide depara com algo que seria uma estrela cadente voando muito rápido perto das nuvens.

– Uma estrela cadente? – Resmungou. – Que estranho...

Mal sabia ele que estrelas cadentes não vestiam pijamas...

•••

– Esse ônibus não chega nunca?! Damas como eu não podem ficar no sol por muito tempo...

Reclamando de tudo como sempre, Alice esperava o ônibus da Academia que levava todos de uma cidade mais distante até o colégio com segurança. Estava ela é mais algumas dezenas de pessoas esperando.

Subitamente ao seu lado surge uma garotinha que parecia não ter idade para fazer o teste da Academia. Ela tinha orelhas de gato e uma cauda felpuda. Era Izuna.

– Moça peituda... – Disse Izuna. – Você sabe se é aqui que pega o ônibus pra Academia Universal de Magia?

Moça peituda.

De todas as coisas para chamar Alice, Izuna escolheu a mais vulgar possível. Alice apenas se virou para a garota, com as mãos na cintura.

– É aqui sim, garotinha. – Respondeu. – Mas porque quer saber? Nem idade o suficiente para fazer o teste você deve ter...

Izuna deu um passo a frente, observando que uma horda de ônibus que pareciam flutuar chegando perto do ponto onde eles estavam.

– Não existe limite de idade para o conhecimento.

Alice colocou a mão na frente da boca para esconder a risada, mas não se aguentou e foi-se a rir. Os ônibus pararam todos em fileiras, anunciando que os concorrentes podiam entrar.

Todos os concorrentes que tiverem como destino a Academia Universal de Magia. – Disse os megafones. – Favor embarcar no setor principal, a partida irá ocorrer em dez minutos.

Foi então que formaram fileiras de acordo com os ônibus, Izuna ficou logo atrás de Alice. Entrando e sentando em seus assentos, ambas ficaram com a janela e, alguns minutos depois, o ônibus começou a se movimentar.

– Academia Universal... – Sussurrou Alice. – Ai vou eu!

•••

– Ali! Eu já posso ver!

Hide pedalava com todas as suas forças em direção a Academia, que já podia ser vista de longe pelo seu tamanho.

Também podia observar que muitas pessoas e automóveis estavam indo na mesma direção que ele. Isso o preocupava ainda mais. Porém, sua esperança ainda era maior do que tudo que estava enfrentando naquele momento.

Olhando em direção a Academia novamente, viu um imenso holograma surgir do prédio principal da escola. Uma mulher com roupas sociais e cabelo curto apareceu, ela parecia algum tipo de secretária.

Concorrentes para o teste na Academia Universal de Magia. – Falou, e mesmo estando longe Hide podia escutar. – Os testes para admissão irão começar em menos de uma hora.

Depois do anúncio ela desapareceu repentinamente. Mas Hide não desanimava, aquilo apenas fez ele começar a pedalar mais rápido.

•••

Dentro do segundo ônibus em direção para a AUM, Alice observava a paisagem urbana pela janela. Izuna, por sua vez, mexia e remexia tudo que havia na sua pequena bolsa que levava consigo.

Atenção todos os passageiros, favor começar a se preparar para desembarcar. – Disse o piloto pelos auto-falantes. – Já estamos chegando ao nosso destino.

– Finalmente... – Disse Alice, pegando suas coisas que estavam no guarda volumes acima de sua cabeça. – Não aguento mais ficar dentro desse forno.

Izuna apenas se levantou e começou a andar em direção a saída, mesmo não parecendo ansiosa foi a primeira a sair do ônibus. Alice ficou olhando aquilo sem entender, mas logo desembarcou também.

– Ar puro... – Sussurrou Izuna. – É tão bom.

Alice logo se moveu para frente da Academia, vendo o quão grande ela era quando vista de perto. Izuna não parecia impressionada.

– Então essa é a cultuada Academia Universal de Magia? – Perguntou Alice, já sabendo que ninguém responderia. – Realmente... Ela é enorme!

Foi quando subitamente pode se escutar um grito vindo de trás delas duas. Um grito tão alto que não dava para não se ouvir.

– Waaah! – Um garoto descia a ladeira atrás delas em alta velocidade e parecia não conseguir parar. Era Hide. – Licença, estou sem freio!

Com rapidez, Alice e Izuna conseguiram se esquivar do garoto, que bateu com tudo em um dos muros de entrada da Academia, destruindo sua bicicleta.

– Hey, pivete! – Gritou Alice. – Olha por onde anda!

Hide, se levantando, parecia não estar muito ferido. Lamentava mais por sua bicicleta.

– Me desculpe... O freio estava falhando.

Foi então que Izuna foi para perto do garoto e ficou de frente para ele, olhando seu rosto. Hide, como não entendia o que estava acontecendo, apenas ficava parado.

– Você está bem? – Perguntou Izuna.

O garoto coçou a bochecha direita, meio sem jeito.

– Estou sim... – Respondeu. – Obrigado por pergunt-...

Foi quando um super estrondo vindo de cima da cabeça de todos cortou a frase de Hide. Izuna conseguiu se safar, jogando seu corpo para trás; e Alice como estava longe não foi atingida.

Quando a fumaça se dissipou era possível ver claramente o que estava acontecendo ali, era Damon. Ele veio praticamente voando de sua casa até a Academia e caiu em cima de Hide.

– Ops... – Disse, deitado em cima do garoto com o chão abaixo deles completamente destruído. – Me desculpem, minha mãe não é muito convidativa.

Hide estendeu sua mão, levantando o dedo indicador.

– Respondendo de novo sua pergunta... – Disse. – E-Eu não estou bem...

E capotou novamente.

Notas finais
Bem, eu sei que ficou num tanto "non sense" essa parte final, mas como eu disse irei fazer exatamente o que aconteceu no RPG.

Espero que tenham gostado do primeiro capítulo, se tiverem alguma crítica, sugestão ou afim, só falar!

Obrigado e até mais!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.