Notas iniciais
Bem eu devia ter postado esse capítulo 7 dias atrás, mas minha internet recentemente está uma droga, não está entrando em quase nada (sem jogos online TT-TT), fiquei com vontade de jogar meu notebook na rua e pedir um trator passar em cima seis vezes até sumir da minha vista, mas eu não podia fazer isso - infelizmente -, mas se a internet continuar com a palhaçada eu vou jogar o notebook no rio, e tó falando sério isso já está me irritando u.u Bem sem mais enrolação de como eu estou com raiva da internet e antes que o sinal suma (de novo ¬¬) vamos ao capítulo

– Muito bem cambada, levantando – disse a diretora entrando na sala de treinamento superior

Todos estavam jogados no chão exaustos, haviam realmente treinado quase a noite inteira e as quatro horas da madrugada todos desmaiaram ao mesmo tempo, conseguindo finalmente dormir. May Belle resmungou algo e abriu os olhos, levantou a cabeça vendo a diretora parada na entrada da porta

– O que essa velha está fazendo aqui? – pensou alto May Belle, se levantando de Boo – já é sete da manhã?

– Quem é velha, May Belle-san? – perguntou a diretora olhando a May Belle com o olhar ameaçador

– Ahn... Muito bem vocês ai no chão, levantando já é hora de ir – mandou May Belle, sendo ignorada – LEVANTEM LOGO!!

Todos acordaram com o grito, levantando desesperados. Era notável a olheira em baixo dos olhos, quase nem se matinham em pé.

– O único jeito de irem para essa cidade, vila, comunidade, seja lá o que for, é indo de trem, por isso eu já comprei as passagens e tomei a liberdade de entrar em seus quartos e arrumar as coisas de vocês – disse a diretora jogando as bolsas na cara de cada um, os derrubando no chão.

– Bem, eu acho que é hora de nos separarmos, Hime-sama – falou o Jorge Boo, voltando a sua forma original, triste.

– Não Boo você pode se transformar num colar, assim você pode ir comigo – disse a morena se levantando,

– Que boa ideia Hime-sama, eu ficarei dormindo e quando precisar de mim me chame – ele se transformou num colar e apareceu no pescoço da morena.

Não acredito que ela fez amizade com um fantasma – pensou a diretora com uma gota na cabeça – bem o que estão esperando? Vão logo, o trem vai partir em meia hora.

– Hai – disseram as pessoas sonolentas e doloridas, se levantando.

Que nem zumbis eles subiram a escadaria, se encontraram com a ruiva que, percebendo que iam demorar um século para chegar a estação, foi os arrastando até lá e finalmente entraram no trem . O grupo estava pronto, chegando no limite da cidade, foram três horas de viajem e soneca quando finalmente chegaram a cidade que mais parecia abandonada, os sonolentos já se mostravam mais ativos.

– Que lugar sinistro — falou May Belle olhando para o local.

– Será que tem alguma alma viva aqui? — perguntou Shiro esfregando o olho.

– Quem são vocês? — indagou uma mulher. Ela tinha longos cabelos azuis e olhos celestes, suas roupas eram velhas e um pouco rasgadas. Tinha uma besta em mãos.

– Calma somos amigos — informou Chris

– Como posso acreditar nisso? Vocês podem ser demônios — ela falou preparando a flecha.

– Estamos aqui para investigar a causa do aparecimento desses demônios — mentiu a Amy ruiva e todos olharam para ela.

– Se é assim — abaixou a arma — bem vindos, meu nome é Miyu e vocês?

– Meu nome é May Belle, esses são Yuki, Shiro, Luke, Scarlet, Amy criança, Amy mal-humorada, Konoha e Chris — responde apontando pra cada.

– Vamos para minha casa e eu explicarei tudo, mas eu digo que se tentarem fazer alguma coisa suspeita se considerem mortos — ela começou a guia-los.

– Amy que historia é essa de investigar, não tinha outra desculpa melhor não? — sussurrou May Belle chegando mais perto da Amy ruiva

– Era a única forma dela não atirar na gente, não tenho culpa. Se bem que agora somos obrigados a lutar contra esses demônios, droga o que eu fiz? — bateu na própria testa, indignada.

– Posso saber o que estão cochichando? — perguntou Miyu apontando a besta para elas.

– Nada não — disseram ambas.

Eles andaram mais um pouco, sendo observados a todo momento pelas pessoas da vila, mas que pararam de olhar quando a Miyu fez um sinal. Caminham mais um pouco até chegarem a uma casa. Quando a Miyu abriu a porta uma criança pulou em seus braços.

– Onee-chan você voltou! Encontrou alguma coisa?

– Coisa não, mas sim pessoas que irão nos ajudar — respondeu dando espaço para os adolescentes entrarem — por favor sentem-se, Annie pegue alguma coisa para eles beberem.

– Hai — disse a garotinha, que saiu correndo.

– Eu ouvi disser que essa cidade ganhou recentemente um legado ruim, é por causa desses demônios? — perguntou Amy ruiva

– Não é exatamente por causa deles — ela levantou a manga da blusa revelando um braço escamoso. Isso assustou a todos — mas sim uma maldição que está arredor dessa vila.

– Como isso aconteceu? — perguntou Shiro

– Nossa vila era conhecida pelo o nosso Shi sensível, conseguimos sentir os Shi’s de outras pessoas e até mesmo o Shi natural do ar. Recentemente começamos a sentir uma energia maligna tomar os céus, fazendo aparecer os demônios que são apenas lendas para a atualidade, vocês deviam está sofrendo essa maldição agora, mas — ela apontou para o colar no pescoço da pequena Amy — esse colar está emitindo um Shi protetor que está repelindo a energia maligna e...

– Cheguei, Onee-chan — falou Annie chegando com uma caixa.

– Não foi isso que te pedi Annie.

– Mas a Deusa me pediu isso — disse, inocente.

– Deusa? — perguntou Amy rosada, curiosa.

– Sim, a Tsuki-hime, ela me pediu para trazer a caixa para vocês — exclamou feliz, dando a caixa para a rosada meio ruiva.

– Não liguem para Annie, ela sempre fala sobre essa tal de Tsuki-hime — pediu Miyu com um pouco de vergonha com as atitudes da irmã.

"Tsuki-hime"? Aquela tal de Madeleine tinha falado sobre isso– pensou May Belle

– Ela existe ,Onee-san! E está me protegendo da maldição — estufou as bochechas e cruzou os braços.

– Eu também acredito que ela exista, Annie-chan — falou Amy rosada, sorrindo.

– Quem é Tsuki-hime, Amy-chan? — perguntou Shiro curioso — Ela é uma garota peituda? — levou um soco da Scarlet

– Que coisa de se perguntar? Seu pervertido — disse a ruiva, zangada.

– Mas eu só quero saber — se defendeu com a mão no local atingido.

– Bem... Eu li isso num livro... Só não me lembro direito da historia.

– Pare de enrolar e fale logo o que sabe — disse a Amy ruiva, fazendo a outra estufar as bochechas.

– Muito tempo atrás onde só existia areia, uma garota apareceu, seu nome era Tsuki. Com seu poder, ela deu vida para aquele mundo de areia, criou a terra, o fogo, as águas cristalinas, os ventos e por fim os seres dotados de Shi, a fauna e a flora. Só isso que me lembro, tinha uma coisa a mais no livro, mas a baka da Madeleine o queimou.

– Tsuki-hime não existe, e não a indícios que ela um dia existiu.

– Isso é mentira e você sabe disso, como toda essa vila, só por causa dessa maldição vocês param de acreditar, mas eu ainda acredito e vou acreditar para sempre — ela saiu correndo.

– ANNIE — gritou a irmã, mas ela nem fez questão de se levantar — Ela precisa crescer.

– Isso é verdade, digo, sobre a Tsuki? — perguntou Luke, interessado.

– Sim, Tsuki-hime era a nossa Deusa protetora, mas depois do que aconteceu ninguém acredita que ela exista, somente a Annie. Por favor, abre essa caixa.

– Hai — a menina abriu a caixa e dentro dele tinha uma balança.

– Uma balança — disse Yuki observando o objeto.

– Esse é o terceiro artefato, o do equilíbrio. Ele era o símbolo da Tsuki, mas ele parou de brilhar bem perto da data do festival da lua — ela suspirou — é lamentável.

A Amy mais nova olhava atentamente o objeto que escorregou de suas mãos e caiu no chão se quebrando, todos olharam para a mais nova que estava paralizada.

– G-Gomen nasai – pediu a menina

– Não se preocupe, ele é falso — Yuki pegou uma parte do objeto — Mesmo parando de brilhar ele não quebraria tão fácil e provavelmente teria reagido com o colar.

– E também se ele fosse verdadeiro, vocês teriam sentido a energia dele, mesmo que seja um pequeno rastro de Shi — disse Chris

– Ou seja, alguém pode ter pegado o artefato original e trocado por um falso e eu acho que é o mesmo responsável por essa maldição — deduziu May Belle.

– Será... — Miyu pensou na possibilidade — Se isso estiver certo, acho que sei pra onde vocês devem seguir.

– Então nos diga Miyu-san, que iremos imediatamente para lá — disse a morena

– Não é muito longe daqui, mas é meio perigoso. É chamado de Floresta dos Pesadelos.

– Esse nominho não assusta ninguém, damos conta do recado — disse May Belle

– Só uma pergunta, por que você está liderando? — perguntou Amy Ruiva

– Não vamos continuar com essa questão de novo.

– Por que você é a líder? — provocou Shiro

– Porque eu quero — pronunciou May Belle firme — Agora chega de enrolação e vamos em direção à Floresta dos Pesadelos

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.