Notas iniciais
OLA PESSOAL eu disse q iria recompensá-los, n? pois bem, esse capitulo ta enorme :D EEEE ainda tem um link da roupa (alias, acho q vou fazer isso a partir d agora) e a primeira cena hot da fic alias, estava querendo q essa cena acontecesse desde o inicio a fic e finalmente tenho oportunidade d coloca-la :D bom, aproveitem

Quando abri os olhos, de cara, já sabia que estava num ambiente estranho. A começar pela luminosidade. Diferente da “caixa” onde vivia, agora estava num quarto bem iluminado. Mexi-me e percebi que estava deitada num lugar bem confortável. Depois de tempos usando um pano como cama, demorei a perceber que estava encima de um colchão bem macio e já havia esquecido o quanto era gostosa essa sensação. Sorri.

Passado um tempo, meus olhos se acostumaram e eu pude dar uma olhada no lugar. A cama onde eu estava era forrada com um lençol branco e cheiroso, havia um travesseiro branco com babados rosa claro e uma coberta rosa claro cheia de margaridas.

Lembrei-me de algumas coisas que poderiam ser sonhos ou momentos que se passavam entre desmaios. Chuva fria caindo em mim, algemas igualmente frias, intermináveis escadas, mãos passando por meu corpo... O que havia acontecido?

O quarto era pequeno e quadrado com paredes brancas e chão de madeira escura. A cama era encostada na parede e era feita de madeira, do lado havia uma cabeceira. Na parede à frente da cama havia uma porta sem maçaneta e do lado uma mesa com uma cadeira na frente. Na parede ao lado havia uma porta aberta. Toda a mobília era feita de madeira branca.

Tirei a coberta que me cobria e encarei meu corpo. Não estava mais usando minhas roupas, o que eu vestia era algo que eu, com certeza, jamais usaria na minha vida. Consistia em uma calcinha rosa claro e uma babydoll da mesma cor, com um decote em V cheio de babados brancos e rosas e um laço branco no meio. O tema de babados se repetia na barra da babydoll que era meio transparente que terminava logo abaixo da linha da calcinha (link nas notas finais)... Por que eu estava vestindo aquilo?

Eu continuava com aquela tornozeleira pesada e aquela corrente. As duas eram prateadas e brilhantes e olhando de perto percebi que estava gravado o meu nome no metal em letras cursivas e delicadas. Aquele idiota me acorrentava como a um animal!

Peguei a coberta da cama e me enrolei nela, sentia-me desconfortável com o corpo tão exposto. Percebi que ainda estava com dor de cabeça, mas a febre já havia baixado um pouco. Levantei da cama. Estava fraca, mas consegui dar alguns passos.

A porta aberta não era exatamente uma porta, era mais um buraco na parede em forma retangular. Levava a um simples banheiro de azulejos brancos. Havia uma pia, do lado algumas prateleiras vazias, um vaso sanitário e um boxe com chuveiro.

Voltei ao quarto onde estava e tentei empurrar a porta fechada. Nada. Esmurrei-a e bati com toda a força que consegui acumular, mas a porta não se mexeu um centímetro. Exclamei um palavrão e apoiei minha cabeça na madeira.

Havia saído de uma jaula para entrar em outra.

Virei o corpo e percebi um copo de água de plástico na cabeceira. Corri até lá e me sentei na cama bem do lado. Do lado do copo, haviam dois comprimidos diferentes ainda guardados nas embalagens e uma folha de papel com o meu nome escrito.

Peguei o papel e descobri que era um bilhete. Resolvi lê-lo.

Querida Emily

Sou eu, seu amado Charlie.

Revirei os olhos para essa frase.

Como pode ver, melhorei as suas acomodações. Esse quarto é seu a partir de agora. Considere como o seu lar, seu mundo. Trouxe você aqui quando desmaiou. Dei-lhe um banho e troquei suas roupas, pois estavam imundas. Aliás, o que achou do novo vestuário?

Grandessíssimo filho da puta.

Na cabeceira você vai encontrar uma aspirina e um benegripe. Acho que você está gripada. Não beba a água toda antes de tomar os remédios.

Sinta-se a vontade para tomar outro banho, levarei roupas novas da próxima vez que for te ver. Eu decidi manter você acorrentada dessa forma.

Um charme, não concorda? A corrente estica o suficiente apenas para que você percorra o quarto.

Aproveite o novo quarto.

Com todo carinho, Charlie.

Aquele idiota continua me controlando. Mais abaixo havia uma nota de rodapé.

PS: não faça nenhuma besteira enquanto eu não aparecer. Não sei se percebeu, mas eu estou filmando você e há um sistema de microfones no quarto então também posso ouvi-la.

— Você está me filmando e pode me ouvir?! Pois ouça isso então! Eu te odeio seu desgraçado filho da puta e espero que você morra devagar e dolorosamente! Não, melhor! Eu mesma quero ter o prazer de te matar seu idiota desprezível!

Eu gritei para o vazio. Depois rasguei o bilhete em milhões de pedaços e joguei todos no chão. Aquele miserável acha que vai ser fácil? Que vai conseguir me controlar num passe de mágica? Pois ele estava muito enganado e eu ia mostrar isso para ele.

Observei o quarto de forma mais atenta, tentando procurar algo que pudesse me ajudar a fugir. Percebi que nos quatro cantos da cama, haviam argolas grandes de metal. No teto, havia uma pequena corrente de uns cinco elos e uma espécie de guincho no final. A corrente que me prendia se juntava na parede ao lado da cabeceira, perto do chão.

Na parede atrás de mim havia, no canto superior esquerdo, um pequeno buraco quadrado com uma grade e uma espécie de ventilador atrás. Devia ser por onde estava entrando o ar.

Fiquei em pé em cima da cama e gritei na direção da saída de ventilação:

— Tem alguém ai?! Socorro! Alguém me tira daqui! Eu fui sequestrada por um lunático!

Mas ninguém parecia me ouvir. Eu já imaginava que Charlie não seria tão burro...

Por falar nele. E quanto às câmeras que ele havia falado?

Comecei a olhar para o teto e localizei uma câmera em cima da porta sem maçaneta. Na hora, desci da cama e corri para o banheiro. Pensei em ficar lá onde ele não poderia me ver, mas havia outra câmera no banheiro também... Então foi por isso que aquele idiota queria que eu tomasse um banho.

Olhei para o boxe, ri e disse alto:

— Era isso que você queria, não é? Um showzinho particular. Bem, vai ser difícil conseguir isso!

Voltei para o quarto batendo os pés de raiva e sentei na cama bufando. Resolvi tomar os remédios, pois aquela altura sentia que milhões de pessoinhas invisíveis estavam martelando minha cabeça.

Deitei na cama e logo dormi.

[...]

Um dos problemas da “caixa” era porque era sempre escuro... Pois aqui era sempre claro. Havia lâmpadas (daquelas compridas que tinham na minha escola) no teto e elas ficavam sempre acesas. Já estava começando a entender que Charlie não queria que eu soubesse quanto tempo havia se passado, nem se era dia ou noite... Uma das táticas de controle. Bom, não ia dar certo.

Eu também não sabia quanto tempo havia se passado desde que acordei no novo quarto. Os remédios me fizeram melhorar consideravelmente e eu passei a beber a água da torneira que parecia bem limpa para mim, então estava mais disposta... Mas a fome ainda era um inimigo constante. Então, eu passava a maior parte do tempo deitada, para poupar energia.

Um dia, enquanto tomava um cochilo pude ouvir alguns cliques e logo depois, a porta foi aberta, revelando Charlie. Ele tinha aquele cheiro habitual delicioso, levemente amadeirado e vestia uma calça caqui e uma camisa de botões e colarinho azul clara. Parecia um daqueles ricaços mimados. Seu rosto carregava um sorriso grande e radiante.

Faisquei sua figura com os olhos.

Ele carregava uma bandeja com comida e um pequeno vaso com uma rosa vermelha solitária. O cheiro delicioso se espalhou pelo cômodo, mas eu me mantive firme, apesar de ouvir meu estomago roncar insistentemente.

Ele disse com sua voz convencida:

— Bom dia meu amor. Sente-se melhor?

— Meu amor?

Eu disse com a voz carregada de escárnio. Claro que Charlie não se abalou e continuou:

— Sim. Gostou do apelido? Achei bastante apropriado.

— Nem um pouco.

Ele apenas abriu mais o sorriso e caminhou na minha direção. Colocou a bandeja a minha frente e ficou em pé ao lado da cama me encarando.

O cheiro ficou mais forte, respirei fundo e me contive. Na bandeja, havia um prato com ovos mexidos bem amarelos misturados a presunto tomates e orégano, outro prato com duas torradas com manteiga que pareciam bem crocantes e outro com uma maça e kiwis. No canto havia um copo cheio com um suco que deveria ser de laranja e uma xícara de café fumegante.

Meu estomago roncou alto. Bom... Uma torradinha não faria mal, certo?

Foi ai que ouvi a voz de Charlie:

— Feliz natal.

Travei. Minha mão esticada no ar, parada acima do prato com torradas... O que ele havia dito? Minha voz saiu fraca e vacilante ao dizer:

— V-você disse f-fe-feliz n-natal?

— Disse. Algum problema?

Se havia algum problema? Minhas mãos começaram a tremer e eu disse, mais baixo ainda:

— E-eu fugi de casa dia... Dez.

— Sim, eu sei. E hoje é manhã de natal. Surpresa!

Ele colocou a mão no topo da minha cabeça e começou a acariciá-la. Meus olhos se encheram de lágrimas e elas começaram a escorrer pelo meu rosto. Olhei para ele chorosa e disse:

— Você me manteve aqui durante todo esse tempo?

Charlie apenas deu um sorriso de canto, se aproximou mais e pegou meio queixo, obrigando-me a olhar diretamente para ele enquanto dizia:

— E isso vai continuar. Para. Sempre.

Ele deleitava-se com cada palavra saída da sua boca. De repente, toda tristeza foi embora e eu só conseguia sentir raiva. Trinquei os dentes e espreitei os olhos. Reuni forças e empurrei Charlie para longe de mim. Ele deu uns passos para trás e sorriu, achando aquilo tudo uma grande piada.

Eu praticamente gritei com ele:

— Não vou mais seguir suas ordens!

Olhei para a bandeja de comida com ódio e com um movimento joguei tudo no chão. Gritei mais uma vez:

— Não quero a sua comida também!

Achei que Charlie ficaria com tanta raiva quanto eu, que ele me espacaria, me estupraria e me colocaria de volta naquela caixa... Qualquer coisa!... Mas ele fez a melhor cara de cachorro abandonado possível e disse:

— Tudo bem então. Ainda bem que mantenho algum material de limpeza por aqui.

Ele foi até a porta sem maçaneta e tirou uma vassoura de algum lugar do lado de fora. Pegou a bandeja e começou a varrer a comida e os cacos de vidro para fora do quarto. Fiquei encarando-o assombrada. Enquanto trabalhava Charlie ia dizendo:

— Sabe Emily, você já foi mais inteligente. Achei que depois dos tempos horríveis que passou, seria mais fácil isso. Mas pelo visto você ainda não precisa de comida tanto assim. Acho melhor te deixar algum tempo sozinha de novo.

— E-espera.

Ele terminou de varrer as coisas e as jogou para o lado de fora. Olhou para mim com um olhar malicioso e disse:

— Acho que a sua ficha ainda não caiu. Ta vendo esse cubículo, querida? É aqui que você vai passar o resto da sua vida. E ta vendo aquilo lá em cima? — ele apontou para o buraco com grade no canto da parede — É a saída de ar. Isso impede que você não morra sufocada. Apenas com o apertar de um botão, eu posso fechar aquela saída de ar e você fica sem oxigênio aqui dentro. E morre. Devagar. Sozinha. Sufocando. Não parece uma morte muito feliz concorda? A mim também não.

“E quanto à comida, que você faz questão de menosprezar. Eu sou a única pessoa que pode trazê-la para você. Sem a minha paciência e a minha boa vontade, você morre de fome. E essa morte também não me parece muito feliz.

Sabe, querida Emily, há crianças na África morrendo de fome e você desperdiçando um café da manhã completo e delicioso em plena manhã de natal. Realmente, é muito feio.”

Com seus olhos brilhantes, maliciosos e cruéis, ele começou a se aproximar de mim e imediatamente eu comecei a escorregar no cochão, tentando me afastar dele. Continuou dizendo:

— E por último. Olhe para o seu tornozelo. Vê o que tem ai? Pois bem, eu achei mais original que uma coleira.

Um de seus joelhos estava na cama agora e seu corpo se inclinava na minha direção. Eu não chorava mais. Meus olhos estavam arregalados de pavor.

— Sabe o que isso significa?

Ele se aproximou de mim e me agarrou pelos braços, encarando-me bem de perto. Charlie continuou dizendo, dessa vez conseguia sentir seu halito de menta:

— Significa que você não é mais uma pirralhinha livre e saltitante. Agora você é minha propriedade, entendeu?

Charlie foi para a outra ponta da cama e me puxou pelo pé, fazendo-me ficar totalmente deitada. Ele engatinhou para cima de mim. Prendeu minhas pernas com seus joelhos e prendeu meus pulsos acima da minha cabeça com as mãos. Percebi o que ele ia fazer e, em pânico, disse:

— Não Charlie. Espera, não faça isso.

Ele riu e disse:

— Se não o que?

— E-e-eu vou gritar.

— Ah é? Pois grite, Emily. Grite bem alto. Chame pela mamãe como da ultima vez. Ou por sua irmã Eglantine, Franklin ou até mesmo Héctor. Ninguém. Virá. Te. Salvar.

Ele tirou as algemas que havia usado da última vez do bolso e, num rápido movimento, prendeu meu pulso com elas. Debati-me e tentei chutá-lo e socá-lo, mas parecia impossível!

Charlie levantou da cama e agarrou-me pelos cabelos. Eu gritei e comecei a chorar de novo. Lembrei-me da vez em que ele fez a mesma coisa no meu quarto... Bati a cabeça no chão quando cai da cama e seti-a latejar mais uma vez. Ele me levou até o centro do quarto e me agarrou pela liga das algemas.

Fazendo força, puxou-me para cima e prendeu-me no gancho que havia no teto. Naquela posição, apenas meus dedos do pé tocavam o chão e logo senti meus braços começarem a doer por terem de sustentar todo o meu peso.

Remexia-me tentando me livrar daquele gancho, mas não conseguia. Tentei chutar Charlie, mas não tinha força o suficiente para levantar as pernas... Naquela hora, me amaldiçoei por não ter entrado na academia e ter mais músculos.

Charlie percorreu meu corpo com uma das mãos e deu uma volta ao redor de mim enquanto me encarava e passava a mão na minha cintura. Seus olhos cintilavam e ele lambeu os lábios. Depois disse:

— Essa babydoll lhe caiu tão bem. Você está uma delícia Emily.

— Não faça isso de novo. Por favor.

— Xiiiii. Só fique parada e aproveite.

Ele se inclinou e me beijou. Uma de suas mãos agarrava minha nuca com força e a outra apertava minha bunda. Sua língua me invadiu com luxúria e começou a se mexer rapidamente dentro da minha boca. Senti asco e vontade de vomitar, então o mordi com força.

Charlie se afastou rapidamente e lançou-me um olhar raivoso. Inflei o peito e mantive o meu orgulho, encarando-o da mesma forma. Sem mudar a Expressão, meu agressor me deu um forte tapa do lado esquerdo do rosto. Fiquei uns 3 segundos sentindo a dor e a ardência quando recebi outro tapa, dessa vez do lado direito. Depois ele disse:

— Nunca mais faça isso. Ouviu Emily?

Fiquei calada. Não queria responde-lo. Charlie aproximou-se de mim e com as duas mãos, segurou meu pescoço, apertando e sufocando-me. Ele inclinou-se e sussurrou:

— Responda-me.

Com um fio de voz, respondi:

— S-sim.

— “Sim senhor”.

— N-nunca.

Ele apertou meu pescoço mais ainda. Não conseguia puxar o ar para meus pulmões. Gemi de dor e disse:

— S-sim... Se-senhor.

Na hora ele me soltou e sorriu enquanto falava:

— Boa garota.

Ele inclinou-se na minha direção mais uma vez, mas seu destino agora era meu pescoço. Começou a beijar minha nuca e a lambê-la. Era bom... De um jeito apavorante. As vezes ele sugava tão forte que chegava a doer e eu não conseguia conter um gemido de dor.

Sua mão subiu pela minha cocha e chegou a barra da minha calcinha. Eu me debati e comecei a gritar:

— Não! Me larga! Para Charlie! Para com isso agora!

Mas ele me ignorava e parecia até que gostava de ouvir meus gritos de súplica. Uma de suas mãos acariciavam meus seios por cima da babydoll e a outra serpenteou até embaixo da minha calcinha e atingiu minha intimidade. Dei um gemido baixo e, para mim, vergonhoso. Ele sorriu contra o meu pescoço e disse:

— Você está molhadinha aqui em baixo.

— Me larga seu cretino!

— Ah quer que eu te largue?

Seus dedos começaram a brincar com meu clitóris. Aquela sensação horrível de prazer, que a muito não sentia, voltou e atingiu-me em cheio. Gemi mais alto dessa vez, mas travei os dentes com força. Charlie sorriu mais uma vez e disse:

— Seu corpo diz o contrário.

Sua mão continuou brincando com minha vagina. O dedão esfregava e apertava meu clitóris enquanto o dedo indicador e o médio brincavam com meus lábios e entravam dentro de mim. Primeiro um, logo dois e de repente havia três dedos entrando e saindo dentro de mim rápido e forte. Eu gemia baixinho. Não conseguia me conter, mas não queria que ele ouvisse de jeito nenhum.

Ele sussurrou:

— Você voltou a ser apertadinha.

De repente Charlie parou. Levou seus dedos a boca e os lambeu. Logo depois ofereceu-os a mim dizendo:

— Prove o seu gosto.

Eu virei a cabeça enojada, mas ele agarrou a minha mandíbula e enfiou os dedos pela minha goela abaixo. Era salgado e até gostoso, pelo menos mais que o sêmen nojento dele.

Charlie tirou os dedos da minha boca e percorreu meus braços com as duas mãos até os ombros, me provocando calafrios. Quando chegou aos ombros ele pegou as alças da babydoll e a puxou para baixo revelando os meus seios. O tecido escorregou até meus pés.

O cretino soltou uma exclamação de adoração e, logo depois, agarrou meus seios. Suas mãos começaram a massagea-los e a brincar com meus mamilos duros. Eu me remexi mais e disse:

— Pare com isso. Deixe-me em paz.

Ele inclinou-se e começou a lamber e chupar o seio direito. Charlie mordeu meu mamilo com força e me fez gritar de dor e suplicá-lo para parar mais uma vez. Logo ele repetiu o processo com o outro e depois afastou-se e observou meus seios com os mamilos duros e sobressalentes, avermelhados e brilhando com sua saliva. Ele disse:

— Eu já lhe disse o quanto amo seus seios?

Seu olhar abaixou e chegou até minha calcinha. Ele lambeu os lábios. Eu supliquei:

— Não Charlie. Já chega. Por favor. Não faça isso de novo. Por favor!

— Cale a boca.

Ele pegou minha calcinha pelas laterais e a puxou deixando que rolasse até o chão e se juntasse a babydoll. Afastou-se e me observou completamente nua durante um tempo. Os olhos brilhando, a boca aberta, o membro duro visível pela calça.

Encolhi-me e tentei me afastar de seu olhar, mas não tive muito sucesso.

Charlie pegou um pacote de camisinha no bolso traseiro da calça, depois abriu-a e deixou que escorregasse até os pés, chutando-a para longe depois. Ele usava uma coeca boxer branca, mas tratou de retirá-la também.

Seu membro grande e duro latejava, implorando por atenção e eu recomecei a chorar. Não queria aquilo. Não queria que ele me machucasse daquela forma de novo. Será que nunca seria o suficiente para ele?

Ele abriu o pacote laminado e deslizou a camisinha por seu pênis com facilidade. Depois começou a se aproximar devagar com os olhos fixos em mim. Comecei a me debater na corrente e gritei:

— Não! Fique longe de mim! Pare Charlie! É serio! Pare!

Ele colocou um dedo nos meus lábios e disse:

— Xiiiii. Vai ficar tudo bem. — Uma de suas mãos enlaçou minha cocha esquerda e a puxou para cima fazendo-a ficar na altura de sua cintura — Você só precisa — Ele enlaçou a outra cocha colocou-a na mesma posição — Relaxar.

Com um único movimento, Charlie enfiou todo o seu pênis dentro de mim. Fazia tanto tempo que eu não fazia aquilo que a dor foi quase igual a da primeira vez. Eu gritei e implorei que ele parasse, mas Charlie não me dava ouvidos!

Meu carcereiro começou a movimentar-se. Conseguia sentir seu membro entrando e saindo dentro de mim. As mãos na minha cocha ditavam os movimentos me puxando para cima e para baixo. Meus seios pulavam a minha frente e sentia uma ligeira dor neles.

Charlie gemia baixo em meu ouvido e, às vezes, beijava e lambia meu pescoço como estava fazendo. Eu continuava a gritar alto para que ele parasse e, às vezes, soluçava em meio ao meu choro:

— Ah! Não, pare! Solte-me! Isso dói!

Raras vezes, um gemido de prazer escapava dos meus lábios e eu me amaldiçoava por isso.

O tempo passou como uma eternidade para mim, mas depois de milhares de estocadas fortes e duras, Charlie afundou-se completamente dentro de mim e deu um gemido mais alto que os outros.

Eu sabia, por experiência, que ele havia gozado.

Apesar disso, não se moveu e não se retirou de dentro de mim. Pude sentir seu pênis murchar e perder a rigidez. Suas mãos subiram das minhas cochas e foram para as minhas costas, abraçando-me. Ele me apertava forte e respirava ofegante no meu ouvido. Eu fazia o mesmo no ouvido dele, a diferença era que minhas lágrimas escorriam e caiam no seu ombro, molhando sua camisa que ele ainda estava usando.

Outra eternidade se passou antes que ele se cansasse e saísse de dentro de mim.

Calmamente, Charlie retirou a camisinha suja de sêmen e foi até o banheiro, provavelmente para descartá-la. Depois, colocou a calça e me olhou de cima a baixo. Suspirou e colocou as mãos na cintura. Ele disse, com a voz tão normal como se estivesse falando do clima:

— Você fica tão bonita assim. Queria que pudesse deixá-la desse jeito pendurada nua no meu quarto o tempo todo.

Eu fiquei calada quanto aquilo. Charlie continuou me encarando com seu olhar sádico e doentio. Eu estava desconfortável e tentei me mexer, mas sentia câimbras nos braços e os músculos estavam duros e travados. Minha voz saiu fraca e rouca quando eu disse:

— Meus braços doem.

Ele pareceu despertar de um transe quando ouviu minha voz e então correu até mim. Retirou do gancho e me abaixou até que eu estivesse sentada no chão em cima de minhas roupas. Charlie soltou as algemas e guardou-as no bolso da calça. Massageei meus pulsos, pois estavam feridos e doloridos.

Depois ele beijou o topo da minha cabeça e disse:

— Bom trabalho garota.

Então foi embora. Pude ouvir cliques na porta depois, imagino que as trancas que me mantinham presa aqui. Encolhi o máximo que pude e abracei meus joelhos. Comecei a chorar...

Notas finais
http://76.my/Malaysia/sexy-cute-pink-deep-v-neck-princess-babydolllingerie-s8887pk-yeng1489-1410-31-yeng1489@12.jpg é isso ai pessoal 3783 fucking words, 158 paragrafos e 354 linhas!!!! e escrevi tudo d uma vez na madrugada d hj comentem XD