Abstract Nonsense

1 Capítulo 1 - Mortes em massa


Notas iniciais
Espero que gostem!

Suposições imprudentes fazemmeu cérebrodesmoronar

Planosfuturos giram em torno de uma fantasiacontrovérsia...



Ouço elasfalarem, essas garotas são irritantes e cruéis -como uma moscainconveniente.

Ah, como eu queriamatá-las!

Enterra-las sob a luz da inocenteLua!

Manchar minhas roupas!

Seu sangue escorre por minhasmãos! Isso é nojento, você deixou seusangue impuro sendo quemés!

Uma faca em seu coração, sua vida seesvai!

Como és fraca!


Ah, como estoucansada...

Vocês continuam a falar? Oras,há um jeito fácil de fazê-lascessar!

Minha cópia está ao meu lado, rindo semparar.



Vejo o medo em seus olhos, sinto seu cheiro.

Boamenina.

Seu sangue impuro manchará minhas mãos,nossas mãos. Mas ao menos não te ouvireimais.

- Vamos, Rei! Vamos regar as rosas com o sangue dessas vadias!- exclamei, rindo


Seus gritos só aumentam a nossavontade e o prazer proporcionado pelo seumedo.

- Lembram-se de nós? Vocês nos mataram!Vocês mataram nosso amor! — meu espelho, Rei, falou. Suarisada igual à minha.


E deu o último nó nacorda.

Ah, como eu estoucansada!


Ele pegou sua vítima.É a menina de cabelos róseos. Eram tãobelos, uma pena...

Sua vida se esvai, nosso riso éinevitável.

A de cabelos azuis me olha.Sorrio.

Rei prepara a outra corda, que brincadeiralegal!

A menina treme ao pensar em ter a morte como a da malditaamiga — sem oxigênio, se contorcendo, à menos dedois centímetros de tocar seus pés nochão.

Tortura psicológica étão legal!

Rei sobe na pequena escada, e meolha.

Levanto o revólver. Negro, comnumeração raspada. Era de papai, ele erapolicial.

Um tiro. A menina morre, seu sangue imundomanchando o chão.

Um último sorriso dosgêmeos.

Na mesma hora que Rei pula, sufocando-se nacorda, um barulho surdo indica a balaperfurando meusmiolos.

Os gêmeos estão no chão, osangue dela parece ser de ambos. A corda cedeu um minuto apósa morte do garoto.


~*~

Nós nos encontramos na cena denossabrincadeira.


Somos almas? Sim, somos.
Novamente.

De repente, um clarão. As portas damorte.

Adeus, Mundo cruel! Ó malvado planeta,até a próxima vida, ou seja, em poucos instantes.
Obrigada pelos belos por-do-Sol laranjas ao lado deRei!

Agora estávamos em um lugarbranco, as nuvens se transformam em sólidas em nossos
pés.



-Agora somos... — comecei

- Só nós dois... -Rei terminou

-A mesma escuridão que antes nos matou,é a que, agora, nos dá vida. — dissemos emuníssono. Era sempre assim, as mesmas frases, no fim de cadauma de nossas quatorze vidas.

- Eu te amo, Rui. Aquele mundonão estava preparado para o nosso amor em taiscircunstâncias... Filhos de um policial? Juntos? Hilário! — ele disse, mebeijando

- Mas nós sempre seremos irmãos, nestemundo. Por que não tentamos outro? — perguntei,
chorosa

- Você sabe, pode ser que nossas almas sedesencontrem no caminho... Bem, ficaremos aqui, agora já seionde nos aceitarão. SeremosVOCALOIDS.

Era uma ótima ideia. Iriam nosaceitar, quem não gosta de Twincest comfamosos?

-Eu te amo, Rui

-Também te amo, Rei. Vamos, é a nossa décima quinta vida começando,seremos Vocaloids!


Nisso, nos beijamos. O computador apareceu ao nosso lado.Como sempre, a gente decide nossapróxima vida e já nos mandam acondução.

Eu e Rei tocamos nele, ainda seminterromper o beijo. Senti nossas almas se alastrando por ele, e apago.
Como sempre.

~*~

Quando acordei estava em uma salaamarela. Havia um homem na minha frente, de jaleco e óculosquadrados.- Ah, vocês acordaram!Bem vindos ao mundo, meus belos loirinhos! — ele disse, sorrindo. Erabastante simpático — Eu sou Kyoteru, também souVocaloid!Escolham seusnomes!

- Kagamine... Rin e Len — Rei disse. Ops,Rin.

- Olá, Rin, toda aprogramação foi aceita? — Kyoteru pergunta parameu irmão, agora loiro, mas mantendo o rabo-de-cavalo em seucabelo.

- Eu sou Len, ela éRin. — ele diz, irritado. Ops, é oLen

- Gostei do nome... — falei, impressionando-me comminha voz fina.

- Ah, desculpe... Mas e a programação?

- Perfeita — dissemos emuníssono.

- Ok, vou avisar aosoutros.

- Avise também que,além de gêmeos, somos namorados. — Lendisse.

- O-ok... Um pouco estranho, masnada anormal — ele disse, mantendo osorriso.


Ele sai, deixando-me asós com meuirmão/namorado.
-Nós... conseguimos.Ah, estou cansada! — digo,rindo.

- Que risada doce, minha Princesa! Eu teamo!

- Eu também te amo, Re...Len!



E demos nosso primeiro beijo como nossa nova vida -
Vocaloids!

Notas finais
Bastante espaçado pois é mais teatral, obrigada por lerem!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!