Absinto
1 Prólogo - Parte 1
Candle City era uma cidade dividida. Era uma enorme, iluminada,com seus shoppings, prédios, e arranha céus. É uma cidade dividida. E transparente. Como toda cidade inglesa, ela tinha porte e graça. E pessoas. Boas e ruins. Educadas e grossas. Ricas e pobres. Aparentemente era uma simples cidade localizada no norte da inglaterra, com um clima que variava em neblinas, chuvas e ventanias. Raramente se fazia calor. Quase não havia flores — tirando as flores de inverno, na sua maioria vermelhas, brancas ou azuis -,e árvores, que se agrupavam em gigantescos bosques que rodeavam a cidade. Todos tinha nomes. Melhor quase todos. Mas entrarei nesse assunto daqui a pouco.
Holdling Street, era uma bairro, enorme, do tamanho de um grande centro de Londres. Um bairro constituido de apenas 3 casas. Motivo? Simples. Porque só as 3 casas cabiam naquele enorme espaço. E depois disso, já posso passar para um dos principais assunto dessa história. Caprock House. Era a casa avermelhada, com um muro alto, e duas torres. Das 3 casas era a maior, mais sofisticada e a mais antiga. As outras duas talvez nos interessem em determinado momento ( como eu digo talvez, depende do rumo dessa narração).
Em Caprock, morava além de 12 empregados, um casal e uma menina de 16 anos. O casal era Herick Rolland e Brunna ( com dois ns mesmo) Rolland, e a menina era: Alice Hillebran.Um nó concerteza deve estar se formando na sua cabecinha, o qual eu desatarei daqui a um segundo.
Alice Hillebrand, não era filha do casal. Mas nao posso dizer que eles nao eram pais dela. Vinda de uma cidade da Italia chama Castelle Pontilha, veio morar com seus tios, afim de realizar um desejo dos seus pais. De acordo com ela a cidade deles nao a dariam uma vida felizes. E ela sempre pensava de como eles estavam enganados.
Alice tinha um coração partido. Correção: tem. Mas nao falarei muito desse assunto, porque tenho certeza que a própria Alice não gostaria de menciona-lo. E ela tem motivos para isso.
Estamos em 4 de Abril, um vento gélido lambia a cidade. Era pleno sabado. Na casa, Alice fez o que toda menina de 16 anos faz. Leu, assistiu Tv, ligou para sua amiga ( digo amiga no singular pelo motivo dela não ter outra ) sua best Joana Joinener. Alice não era uma menina popular, nao era a mais bonita, a mais inteligente, era apenas Alice. E ela não gostava de ser apenas a Alice. Todo mundo " brinca" com Alice, na escola. Ninguém respeita a "Alice". Ela já se magoou muito com as brincadeiras dos seus " amiguinhos", ela teve o coração partido por causa de um menino. Ela chora lagrimas de sangue até hoje. Mas de um jeito ou de outro ela é apenas Alice. A pobre e estranha Alice. a culpada pela própria vida não valer a pena. E isso o que eu falo, são palavras ditas pela própria boca dela. Palavras soltas no ar, enquanto ela chora, por estar sozinha, se debatendo na parede do banheiro. Mas por favor isso fica apenas entre nós Alice, não gosta de falar muito dela. Mas ela que nos perdoe, porque para nós, pelo menos nessa história, ela não é só Alice.
Como eu estava narrando, era um dia aparentemente normal para ela. Não tinha aula. Então era um dia particurlamente feliz. Estava pensando em sair. com Joana e Kathe ( uma segunda amiga, nao muitoo amiga, mas ainda assim amiga). Queria sair por ai se divertir. Mas nós sabemos muito bem, o que ela pretendia mesmo. Equele objetivo de mulher ( não menina, porque no fundo ela já havia deixado de ser), apaixonada.
Agorá que já sabemos um pouco sobre a realidade de Alice. Apezar de ser um objeto muito importante para nossa narração, a outro que não posso deixar de citar, pelo menos nesse cápitulo.
Vamos dar um pulinho na área norte da cidade. Imagine um bairro grande, mas dessa vez.... não com apenas 3 casas. Mas sim umas cem, ou mais. Cheio de prostitutas, lixo, drogas. O bairro era tão horrivel, que nem nome tinha. Não havia nenhum bosque perto. Nem postes de luz eletrica. Havia ratos mortos de fome, pessoas mortas de fome ( alguns matando a fome com oa ratos que tinham fome), doenças, e outras coisas que esses bairros tem. A única coisa que parecia " funcionar", era um bar — espelunca chamado " O Palhaço Roy". Ele não era localizado no bairro sem nome propriamente tido, mas ficava a um quarteirão de distancia mais ou menos, sem comentar os atalhos que podiam ser pegos. ( alguns davam pra dentro do próprio bar). E no meio dessa confusão toda havia um menino de 25 anos.( eu o chamo de menino, porque apesar de ser maduro, ele tinha um quê de menino), chamado Ronald Simon. Ele trabalhava do bar-espelunca do O Palhaço Roy,limpando copos, lavando o chão, servindo as bebidas ( todas parecendo mais água poluida, que nem ele bebia, porque não era burro, só pobre). Ronald não tinha mãe, apenas um irmão de 9 anos chamado Jason Simon. Ronald ficava varias horas no O Palhaço Roy, e além de seus afazeres normais ele tinha um outro, o qual o seu patrão Aldbert Kristers,( um velho barbudo que eu nem sei como um cara daquele tinha nome quanto mais sobrenome) amava. Guereda de Braco ( luta de braço), um esporte bem popular naquela região digo bairro. Toda noite Ronald, disputava com algum cara gigante metido a machão. Toda noite Ronald ganhava. E Aldbert tbm. Dinheiro.
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