Orochimaru sempre dizia que era a última vez.

Mas, ali estava ele debaixo da chuva, tentando convencer Tsunade abrir a porta. Mas, ela havia colocado um clone mal encarado na porta, e ele não queria voar para longe novamente. Tudo porque Yachiru fez a gentileza de levar alguns documentos que ele havia esquecido na sua casa.

A moça estava muito bem arrumada e ele fez um elogio e para sua falta de sorte, Tsunade escutou e fez tempestade em copo d’água.

“Tsunade vou ficar aqui mais três minutos. Se você não abrir a porta, é você quem vai ter que ir atrás de mim, um homem tem seu ORGULHO”.

Orochimaru disse usando o máximo tom de ameaça que conseguiu. Estava tão chateado que nem o seu jutsu impermeável ele estava conseguindo fazer direito.

Logo ele estava todo molhado, seu cabelo bagunçado e desse jeito Tsunade ficaria ainda mais emburrada, já que ela amava seus cabelos negros e escorridos (e bem no fundo tinha inveja).

Quando viu a maçaneta girar, tentou ajeitar avidamente suas madeixas na esperança de que suas palavras duras tenham “feito efeito”. Mas, para sua decepção, ela só empurrou uma pequena mala com suas coisas e Brigite? Pelo jeito a gatinha continuou ignorando Tsunade... O que fez com que Orochimaru lembrasse do conselho de sua velha avozinha: nunca case com uma mulher orgulhosa.