Notas iniciais
Por favor comentem, não deixem de dar sua opinião, e deem ideias também.

Quando eu era pequeno e tinha uns... 10 anos eu fiz uma promessa a mim mesmo, que eu nunca me apaixonaria, e que o amor era uma droga, é claro que eu não cumpri a promessa... quer dizer, de alguma forma eu cumpri, mas não do jeito que eu esperava, porque eu esperava me trancar no mundo dos meninos e... bom, esquecer as meninas, mas quando você faz 14 anos isso... se torna impossível, em fim eu posso dizer que nunca mais me apaixonei, mas que me tranquei no mundo dos meninos? Isso eu não fiz!

-Fala ai cara!

Esse é o Max, o Max é... um amigo da infância, ele meio que veio lá de quando eu fiz aquela promessa, e ele meio que me ajuda a relembrar dela, as vezes ele relembra até de mais.

-Eai Max

-Bora pra quadra, vai ta todo mundo lá, a gente vai jogar!

-Eu não vo poder ir não, foi mal, tenho que sair com meu pai.

-Oque? Mais chutes?

-Não, dessa vez é sério, agente vai escolher o meu presente!

-Ai, o moleque se deu bem! Agente se ve amanha!

-Amanha!

É, quando eu era pequeno eu e meu pai costumávamos ir ao parque e treinar, eu queria ser jogador de futebol americano, na verdade, eu acho que ele queria mais que eu, mas as coisas mudaram, assim que meu irmão nasceu, eu pude passar essa função pra ele, e eu fui perdendo a vontade depois que comecei a fazer caratê. Em fim hoje nós íamos escolher um carro, sabe eu ia fazer 17 anos e tirando o Max e alguns outros garotos, só eu que ainda não tinha um carro!

-E ai filhão, ta pronto?

-Pode crer!

-Então ta, dessa vez você que vai dirigindo!

-Por que?

-Porque assim da tempo de eu me arrepender, antes da gente comprar o carro!

-Pai!

-É só brincadeira! Vai entra ai!

Sabe, meus pais sempre foram meio complicados quando se tratava de comprar alguma coisa, era sempre: “Quanto custa?”, “Ah é muito caro” ou “por que que eu vou gastar dinheiro com isso se agente pode fazer de graça?”, por isso minha mãe quase sempre cortou o meu cabelo, até que eu decidi que isso nunca mais ia acontecer, bem agora isso é problema do meu irmãozinho, porque hoje eu estava indo comprar o meu...

-Pronto chegamos

-Pai isso não é uma loja de carros

-Não, é bem melhor, tem carros em perfeita qualidade- disse isso tocando em um carro que logo se desmontou- e ainda estão em conta, não é ótimo?

-Ham... pai você não acha que deveríamos...

Não pude terminar a frase porque fui interrompido por um... “vendedor”.

-Olá, oque procuram?

-Ham, um carro?

-Ah sim! Um carro! Pode dar uma olhada garoto!

Sabe eu passei muito tempo procurando naquele lugar! Mas eu finalmente achei um carro lindo, e estava em um bom estado!

-Perfeito! Vamos levar esse!

Eu estava muito feliz, eu já tinha meu carro, nada poderia dar errado! Voltei para casa dirigindo, eu estava tão feliz...

-Filho! Esse é seu carro? Amor tem certeza que é seguro? –disse isso se dirigindo ao meu pai.

-Mais é claro querida, eu não compraria um carro que não fosse seguro para o nosso filho!

-Dependendo do preço, compraria sim...

Meu pai quase surtou ali, ele e minha mãe ficaram discutindo por um bom tempo, sobre quem é o mais pão duro! Sinceramente se tivesse uma competição para isso, acho que eles ficariam empatados. Eu lembro de uma vez em que eu tinha uns 12 anos e meu dentista disse que eu precisava de usar aparelho, e que ia custar 4.000 dólares, e sabe oque meus pai fizeram? Colocaram um pedaço de metal nos meus dentes, que me causou um problema maior ainda, eu tive que passar um bom tempo com um outro aparelho de 9.000 dólares que não me deixava nem falar para consertar o estrago. É meus pais já me causaram muitos problemas, com essa historia, de “Não gaste, se podemos fazer melhor sem pagar”! Mas em fim eu estava muito feliz naquele dia, que resolvi dar uma volta no Central Park.

Sabe eu costumava ir no Central Park aos 10 anos, na verdade vou lá dês dos meus 10 anos, eu sempre fui lá para pensar e relembrar. Nossa eu tive bons momentos lá... teve aquela vez que... eu fui cruelmente interrompido dos meus pensamentos porque uma garota me derrubou!

-Ei olha por onde anda!

-Desculpa, eu não te vi!

-Tu... tudo bem- Nossa! Como ela era linda, ela com certeza era familiar, eu conhecia ela de algum lugar!

-Desculpa mesmo... é eu te conheço? Porque você não me é estranho!

-É você também me lembra alguém!- E como lembrava, e eu tinha uma impressão muito boa daquela garota, se ela me lembrava alguém, eu deveria gostar muito dessa pessoa.

–É... qual o seu nome?

-Meu nome? Rose, e o seu?

-Ah, eu sou o Gabriel...

-Hum... Gabriel, não, eu não conheço ninguém com esse nome. Acho que a gente não se conhece mesmo.

-É tem razão também não conheço nenhuma Rose...

É claro que não era bem assim, a única Rose que eu conhecia, não era bem Rose, era Rosemary, mas ela foi embora da cidade a 7 anos atrás... e acho que quando eu falasse meu nome para ela, ela se lembraria... a menos que, ela não soubesse meu nome! Quer dizer, todos da minha infância me conheciam como Gabe, e não como Gabriel... ai meu deus, e se a Rosemary tivesse voltado, assim que me dei conta eu corri atrás daquela mulher e quase a derrubei de novo!

-Por acaso, o seu nome não é Rosemary né?

-É esse é meu nome... mas ninguém me chama assim dês da infância e...

-Da infância é?

-É! Han... por que você ta me olhando desse jeito?

-Rosemary!!

Eu nem me toquei, mas quando eu percebi eu já estava abraçando ela, e com certeza ela não estava entendendo nada!

-Rosemary, sou eu o Gabe!

-Gabe!

Quando ela percebeu ela retribuiu o abraço...

-Caramba, Gabe! É você mesmo? Como você mudou...

-Você também, quase não te reconheci! Onde você esteve esse tempo todo?

-Em Paris!

-Paris?

-É meus pais tiveram que mudar pra lá, para fazer um filme. E eu fui junto! Eu voltei ontem, pretendo terminar meu ultimo ano aqui!

Ultimo ano... eu quase esqueci que a Rosemary era um ano mais velha...

-Rose... temos que ir... ham... perdi alguma coisa?- disse uma menininha que parecia ter uns 12 anos que veio de uma barraquinha de sorvete, com dois sorvetes na mão, e deu um a Rosemary.

-Ah, Gabe, essa é...

-Sua irmã... eu lembro dela

-Ótimo, mas eu não lembro de você!

Quando ela disse isso todos nós começamos a rir, mas Rosemary ficou um pouco constrangida.

-É... maninha... esse é... foi...

-Um amigo- eu interrompi novamente.

-é... um amigo

-ata, então diz tchau pro seu amigo e vamos.

-Tchau Gabe! Ah, toma, se quiser pode... me ligar!

-Pode deixar, tchau!

Eu juro que naquele momento eu só pensava em Rosemary, que quase me esqueci... do resto. A questão é eu tinha seguido em frente, mas e se Rosemary não seguiu, como eu vou contar para ela da... da... da Kelly?

-Então ela te deu o telefone?

-Foi...

-Cara! Não é obvio, ela quer que você ligue!

-Não me diga!

-Ta então qual é problema?

-Qual o problema? Eu vou dizer qual é o problema, ele tem 5 letras e começa com K e termina com y!

-Ham...

-Kelly! Olha a sete anos atrás eu fui a um casamento para falar para uma menina que ia embora para sempre que a amava, e sabe oque ela respondeu?

-Sei!

-que não me amava, porque era muito nova para se apaixonar, agora adivinha, ela voltou 7 anos depois, em uma idade que já pode se apaixonar, e me deu seu telefone dizendo para eu ligar, só que oque ela não sabe é que eu tenho uma namorada!

-Uma muito chata por sinal, olha cara se você gosta dessa tal de Rosemary, você tem que terminar com a Kelly, e além do mais, ela só te deu o numero dela, ela não disse que te ama, ou que quer namorar e...

Nesse momento ele foi interrompido.

-Amorzinho...

-A não- Max disse virando os olhos

-Oi, meu bebe, do que os dois estão falando?

-De nada que te interesse

-Amor! Não pode deixar o seu... amiguinho me tratar assim!

-Agente tava falando de... de...

-do jogo! Que vai ter na sexta!

Sabe, eu devo tudo ao Max, ele sempre me encobria e me ajudava, por mais que ele fosse contra, ele sempre me ajudou.

-Ah, no jogo! Eu posso ir?

-Não! Quer... quer dizer...

-É um jogo fechado, só para os jogadores.

-Ham...

-Kelly eu tenho que ir agora agente se fala depois! Vem Max.

-Tchau Amorizinho!

-Cara! Eu não sei como você aguenta! –Ele disse abrindo a porta do carro e entrando.

-É nem eu, nem eu!

Naquele momento eu tirei o numero da Rose, do bolso, eu queria ligar pra ela, eu sabia que eu queria.

Quando eu era pequeno e tinha uns... 10 anos eu fiz uma promessa a mim mesmo, que eu nunca me apaixonaria, e que o amor era uma droga, é claro que eu não cumpri a promessa... quer dizer, de alguma forma eu cumpri, mas não do jeito que eu esperava, porque eu esperava me trancar no mundo dos meninos e... bom, esquecer as meninas, mas quando você faz 14 anos isso... se torna impossível, em fim eu posso dizer que nunca mais me apaixonei, mas que me tranquei no mundo dos meninos? Isso eu não fiz!

-Fala ai cara!

Esse é o Max, o Max é... um amigo da infância, ele meio que veio lá de quando eu fiz aquela promessa, e ele meio que me ajuda a relembrar dela, as vezes ele relembra até de mais.

-Eai Max

-Bora pra quadra, vai ta todo mundo lá, a gente vai jogar!

-Eu não vo poder ir não, foi mal, tenho que sair com meu pai.

-Oque? Mais chutes?

-Não, dessa vez é sério, agente vai escolher o meu presente!

-Ai, o moleque se deu bem! Agente se ve amanha!

-Amanha!

É, quando eu era pequeno eu e meu pai costumávamos ir ao parque e treinar, eu queria ser jogador de futebol americano, na verdade, eu acho que ele queria mais que eu, mas as coisas mudaram, assim que meu irmão nasceu, eu pude passar essa função pra ele, e eu fui perdendo a vontade depois que comecei a fazer caratê. Em fim hoje nós íamos escolher um carro, sabe eu ia fazer 17 anos e tirando o Max e alguns outros garotos, só eu que ainda não tinha um carro!

-E ai filhão, ta pronto?

-Pode crer!

-Então ta, dessa vez você que vai dirigindo!

-Por que?

-Porque assim da tempo de eu me arrepender, antes da gente comprar o carro!

-Pai!

-É só brincadeira! Vai entra ai!

Sabe, meus pais sempre foram meio complicados quando se tratava de comprar alguma coisa, era sempre: “Quanto custa?”, “Ah é muito caro” ou “por que que eu vou gastar dinheiro com isso se agente pode fazer de graça?”, por isso minha mãe quase sempre cortou o meu cabelo, até que eu decidi que isso nunca mais ia acontecer, bem agora isso é problema do meu irmãozinho, porque hoje eu estava indo comprar o meu...

-Pronto chegamos

-Pai isso não é uma loja de carros

-Não, é bem melhor, tem carros em perfeita qualidade- disse isso tocando em um carro que logo se desmontou- e ainda estão em conta, não é ótimo?

-Ham... pai você não acha que deveríamos...

Não pude terminar a frase porque fui interrompido por um... “vendedor”.

-Olá, oque procuram?

-Ham, um carro?

-Ah sim! Um carro! Pode dar uma olhada garoto!

Sabe eu passei muito tempo procurando naquele lugar! Mas eu finalmente achei um carro lindo, e estava em um bom estado!

-Perfeito! Vamos levar esse!

Eu estava muito feliz, eu já tinha meu carro, nada poderia dar errado! Voltei para casa dirigindo, eu estava tão feliz...

-Filho! Esse é seu carro? Amor tem certeza que é seguro? –disse isso se dirigindo ao meu pai.

-Mais é claro querida, eu não compraria um carro que não fosse seguro para o nosso filho!

-Dependendo do preço, compraria sim...

Meu pai quase surtou ali, ele e minha mãe ficaram discutindo por um bom tempo, sobre quem é o mais pão duro! Sinceramente se tivesse uma competição para isso, acho que eles ficariam empatados. Eu lembro de uma vez em que eu tinha uns 12 anos e meu dentista disse que eu precisava de usar aparelho, e que ia custar 4.000 dólares, e sabe oque meus pai fizeram? Colocaram um pedaço de metal nos meus dentes, que me causou um problema maior ainda, eu tive que passar um bom tempo com um outro aparelho de 9.000 dólares que não me deixava nem falar para consertar o estrago. É meus pais já me causaram muitos problemas, com essa historia, de “Não gaste, se podemos fazer melhor sem pagar”! Mas em fim eu estava muito feliz naquele dia, que resolvi dar uma volta no Central Park.

Sabe eu costumava ir no Central Park aos 10 anos, na verdade vou lá dês dos meus 10 anos, eu sempre fui lá para pensar e relembrar. Nossa eu tive bons momentos lá... teve aquela vez que... eu fui cruelmente interrompido dos meus pensamentos porque uma garota me derrubou!

-Ei olha por onde anda!

-Desculpa, eu não te vi!

-Tu... tudo bem- Nossa! Como ela era linda, ela com certeza era familiar, eu conhecia ela de algum lugar!

-Desculpa mesmo... é eu te conheço? Porque você não me é estranho!

-É você também me lembra alguém!- E como lembrava, e eu tinha uma impressão muito boa daquela garota, se ela me lembrava alguém, eu deveria gostar muito dessa pessoa.

–É... qual o seu nome?

-Meu nome? Rose, e o seu?

-Ah, eu sou o Gabriel...

-Hum... Gabriel, não, eu não conheço ninguém com esse nome. Acho que a gente não se conhece mesmo.

-É tem razão também não conheço nenhuma Rose...

É claro que não era bem assim, a única Rose que eu conhecia, não era bem Rose, era Rosemary, mas ela foi embora da cidade a 7 anos atrás... e acho que quando eu falasse meu nome para ela, ela se lembraria... a menos que, ela não soubesse meu nome! Quer dizer, todos da minha infância me conheciam como Gabe, e não como Gabriel... ai meu deus, e se a Rosemary tivesse voltado, assim que me dei conta eu corri atrás daquela mulher e quase a derrubei de novo!

-Por acaso, o seu nome não é Rosemary né?

-É esse é meu nome... mas ninguém me chama assim dês da infância e...

-Da infância é?

-É! Han... por que você ta me olhando desse jeito?

-Rosemary!!

Eu nem me toquei, mas quando eu percebi eu já estava abraçando ela, e com certeza ela não estava entendendo nada!

-Rosemary, sou eu o Gabe!

-Gabe!

Quando ela percebeu ela retribuiu o abraço...

-Caramba, Gabe! É você mesmo? Como você mudou...

-Você também, quase não te reconheci! Onde você esteve esse tempo todo?

-Em Paris!

-Paris?

-É meus pais tiveram que mudar pra lá, para fazer um filme. E eu fui junto! Eu voltei ontem, pretendo terminar meu ultimo ano aqui!

Ultimo ano... eu quase esqueci que a Rosemary era um ano mais velha...

-Rose... temos que ir... ham... perdi alguma coisa?- disse uma menininha que parecia ter uns 12 anos que veio de uma barraquinha de sorvete, com dois sorvetes na mão, e deu um a Rosemary.

-Ah, Gabe, essa é...

-Sua irmã... eu lembro dela

-Ótimo, mas eu não lembro de você!

Quando ela disse isso todos nós começamos a rir, mas Rosemary ficou um pouco constrangida.

-É... maninha... esse é... foi...

-Um amigo- eu interrompi novamente.

-é... um amigo

-ata, então diz tchau pro seu amigo e vamos.

-Tchau Gabe! Ah, toma, se quiser pode... me ligar!

-Pode deixar, tchau!

Eu juro que naquele momento eu só pensava em Rosemary, que quase me esqueci... do resto. A questão é eu tinha seguido em frente, mas e se Rosemary não seguiu, como eu vou contar para ela da... da... da Kelly?

-Então ela te deu o telefone?

-Foi...

-Cara! Não é obvio, ela quer que você ligue!

-Não me diga!

-Ta então qual é problema?

-Qual o problema? Eu vou dizer qual é o problema, ele tem 5 letras e começa com K e termina com y!

-Ham...

-Kelly! Olha a sete anos atrás eu fui a um casamento para falar para uma menina que ia embora para sempre que a amava, e sabe oque ela respondeu?

-Sei!

-que não me amava, porque era muito nova para se apaixonar, agora adivinha, ela voltou 7 anos depois, em uma idade que já pode se apaixonar, e me deu seu telefone dizendo para eu ligar, só que oque ela não sabe é que eu tenho uma namorada!

-Uma muito chata por sinal, olha cara se você gosta dessa tal de Rosemary, você tem que terminar com a Kelly, e além do mais, ela só te deu o numero dela, ela não disse que te ama, ou que quer namorar e...

Nesse momento ele foi interrompido.

-Amorzinho...

-A não- Max disse virando os olhos

-Oi, meu bebe, do que os dois estão falando?

-De nada que te interesse

-Amor! Não pode deixar o seu... amiguinho me tratar assim!

-Agente tava falando de... de...

-do jogo! Que vai ter na sexta!

Sabe, eu devo tudo ao Max, ele sempre me encobria e me ajudava, por mais que ele fosse contra, ele sempre me ajudou.

-Ah, no jogo! Eu posso ir?

-Não! Quer... quer dizer...

-É um jogo fechado, só para os jogadores.

-Ham...

-Kelly eu tenho que ir agora agente se fala depois! Vem Max.

-Tchau Amorizinho!

-Cara! Eu não sei como você aguenta! –Ele disse abrindo a porta do carro e entrando.

-É nem eu, nem eu!

Naquele momento eu tirei o numero da Rose, do bolso, eu queria ligar pra ela, eu sabia que eu queria.

Notas finais
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