A&a, Rockeiros Apaixonados

4 Capítulo 4- Allan, a fim de mim? Claro que não!


Notas iniciais
Cade os coment's , seus dlçs? u.u

Aline pov’s on:

Eu não me entendi, juro. Primeiro, fiquei com uma sensação estranha quando vi Brenda e Allan. Segundo, saí correndo só porque ele fez carinho no meu cabelo. WTF?

Bitch, please, você precisa de terapia!
Voltei para a sala, não encontrei Allan no caminho de volta.
Na sala, Bia estava discutindo com Maryá. Nem perguntei o porquê daquilo.

Horas de aula, Bia implicou comigo, do nada começamos a discutir também.

Bianca- você é uma burra que não percebe que Allan tá gostando de você. — OK planeta, pare de girar. Eu ouvi bem?

Aline- nada a ver hein!

Bianca- só você não vê isso. Quem diria tão esperta e tão desligada ao mesmo tempo. — parei de discutir, me virei para frente emburrada e afundei na cadeira, a turma toda me encarava boquiaberta, ela é tão indiscreta que me irrita!

Luciana- psiu! Ei! — ela me cutucou. – O que foi isso?

Aline- ele não é a fim de mim não Lu!

Luciana- você já perguntou?

Aline- aah, claro: ‘Oi, tá a fim de mim? Não? Legal, obrigada.’, obvio que não né?!

Luciana- investiga!

Aline- não sou CSI.

Luciana- ai, garota irônica!

Aline- eu? Imagina! — ela se virou para frente, dando a conversa como encerrada por enquanto.

Depois das aulas, estava indo embora com minha amiga, Leticia. Estava chovendo levemente, normal no mês de novembro!
Ela pegou meu celular e colocou November Rain para tocar, eu odeio que peguem meu celular, mas como está tocando Guns, não vou me importar! (olha eu rimando)
Peguei o celular de volta e mandei mensagem para Allan: ‘Ouvindo Guns com Leh!’. O que eu não tinha percebido era que ele estava só um pouco a nossa frente, do outro lado da rua, gelei por uns segundos, mas depois o chamei com a mão. Ele veio até nós e Leticia se despediu, estranho, parecia que queria nos deixar ‘sozinhos’.

Allan- nossa, ouvindo November Rain, em novembro enquanto chove. Você programou isso foi? — rimos e eu olhei meu celular porque senti vibrar, mas não, era só psicológico mesmo. – Passa a música para mim?

Aline- vamos fazer assim, amanhã eu te passo, vamos pegar um resfriado se ficarmos aqui nessa chuvinha. — ele assentiu e eu sorri, me virei para ir embora, mas ele segurou meu braço. – Sim?

Allan- me dá um abraço? — parei de respirar por uns instantes, sorrindo em seguida, me aproximei e o abracei. Ele pôs os braços fortes em volta do meu corpo, me apertando mais. Alguém pode fotografar isso? É cena de filme, chuva + música combinando com o ambiente + rua deserta + um casalzinho bonitinho junto = vocês não são um casal, Srta. Grigori! (e daí? Somos amigos e bonitinhos, bjão recalque!). Ambos ficamos vermelhos depois do abraço, ele disse ‘tchau’, e eu disse ‘tá’. Nos viramos e fomos embora.
Sabe, eu queria aquele abraço, e eu sabia disso, minha parte ‘melhor’ me avisava isso aqui dentro.

Grigori, não vá se apa... apai... Como é a palavra mesmo? Ah, dane-se. Não vá gostar dele assim! Lembre-se: ‘Amor e eu na mesma frase, só em redação.’
Você já se apaixonou antes e viu no que deu? Mas, só porque você pensa nele toda hora, tudo que escreve é pensando nele e a foto dele é seu papel de parede, não quer dizer que você esteja a fim dele, que isso, imagina!

Por que eu estou falando comigo mesma? Que coisa clichê, aff.

- ‘‘Está a fim dele!’’ — isso era uma vozinha no meu subconsciente.

Aline- cala a boca, parte ‘melhor’! — aff, legal, a merda da minha parte melhor está de zoeira comigo! Será que eu deveria ouvi-la?

- “Claro que não.” — outra vozinha no meu subconsciente.

Aline- ótima hora para vocês duas brigarem aí dentro, não? Cala a boca você também, ô parte ‘pior’. — cheguei em casa, me joguei na cama. Passei meus dedos por minha franja, fechei os olhos e suspirei.
Vou me afastar do Allan, não tem outro jeito!

Notas finais
kissus ;*