Notas iniciais
Ketelly?

No momento em que eu lhe cuspi, ele me deu um tapa que chegou a virar o rosto!
–Oquê você fez?- Não sei de onde tirei forças, mas arrebentei as cordas da perna direita e lhe dei um chute que chegou a sangrar o nariz, ele botou a mão no rosto e então disse:
–Você não vai querer por bem? Então vai por mal. Me aguarde.-Ele se vira e saí, até fiquei com medo, e isso é bem difícil! Mas que droga! Onde estão aqueles idiotas? Eu quero sair daquiiiiieeee!

Daryl Narrando

Mas que droga! Quando eu achar aquele idiota daquele governador, aaargh... Como assim ele bate no meu saco de pancadas? Como ele bate na minha louca? E... como assim eu falei minha? Ela não... não é minha. E... Aff to indo procurar ela. Só eu posso xingá-la, só eu posso brigar com ela e só eu e mais ninguém. Será que ela está bem? Será que estão batendo nela? Será que estão machucando minha pequena? Será que... estão tentando algo a mais? EU VOU MATÁ-LO!
–E nós vamos amanhã procura-lá, tudo bem pra você Daryl?
–NÃO! É A MINHA PEQUENA QUE ESTÁ LÁ! EU VOU BUSCÁ-LA! NÃO VOU DEIXAR QUE TOQUEM NELA!-Saí batendo a grade da cela. Como assim ele quer buscá-la amanhã? E se for tarde demais? Nunca me perdoarei...

Bem, já estava no meio da floresta quando um troço, mais precisamente uma pessoa me atinge e minha linda moto vai em frente enquanto eu rolo morro abaixo. Nesse tempo eu só penso se ela está bem.
–Mas que droga! Fernanda, eu estou indoooooo...-Gritei o mais alto e o mais forte que pude.
–Cala a sua boca! Vai atrair zumbis!-Falou uma voz um pouco fraca, feminina. Me virei e vi uma garota um pouco baixinha, olhos cor de mel, cabelos castanhos que da metade pra baixo eram loiros.
–Cala a boca você! Minha pequena está lá com sequestradores e eu tenho que salvá-la!-Falei lacrimejando um pouco.
–Nossa cara, foi mal. Quer ajuda? Eu destruí sua moto mesmo. Vou te ajudar a resgatá-la.
–Tudo bem. Obrigada. e... qual seu nome?
–É Ketelly. E o seu?
–Daryl, mas porque você se jogou contra mim?
–Ah! Porque eu...
Enquanto Ketelly contava sua história, eles subiam o barranco.
Fernanda narrando

Quando eles chegarão? Será que desistiram de mim? Será que acham que eu não valho a pena? Será que... se cansaram de mim? Será que vão me abandonar aqui? Não, eu não posso chorar. Não posso, não vou. Eu sou forte. Eu..."Fernanda então chora, chora pensando em Daryl, se ele desistiu dela. E pensa se nunca poderá dizer que toda a provocação, todos os socos, os chutes, as brigas, eram porque ela não podia abraçá-lo, beijá-lo ou então simplesmente dizer: gosto de você. Chora muito, até que adormece, e sonha com o mundo em que poderá amar Daryl e que ele amará ela do mesmo jeito, que poderá ter paz, que poderá andar livre"

Notas finais
Dramático, porque estou sofrendo e quero drama.