Era uma vez um mundo como o nosso. E neste mundo haviam industrias, tecnologias e governos, onde existiam humanos ou humanoides, que não somos nós...

Em um futuro próximo neste mundo. Aqueles seres, suas industrias e governos, acabaram por maltratarem tanto o seu próprio lar, seu planeta, que colocaram toda chance de viver ali a prova. Era evidente, precisavam de uma nova casa.

Durante muitos anos construíram uma morada provisória, uma base espacial itinerante, do tamanho da nossa lua, ou talvez maior, com uma enorme e singular diferença, esta base/estação é cúbica! Sim um cubo, um gigantesco Pixel negro na infinita tela estrelada do espaço, procurando por um novo lar, uma tentativa de recomeço e desta vez sem erros, talvez.

Eternidade! Nunca antes estes humanos, que não somos nós, haviam entendido tão profundamente esta palavra. Gerações e gerações se passaram, e tudo que encontraram foram alguns planetas mortos, estrelas diversas, luas e rochas. O colorido espaço sideral começa a ficar opaco e sem cor aos olhos destes homens e mulheres, que não são... Enfim... Os humanos começaram a se perguntar, se o Universo já estava morto, ou se eles haviam matado o Universo. Seria o fim para este povo, que não... Estes humanos, que não somos nós, ou talvez seja, será ou serão como nós.

Notas finais
Próximo capitulo - Terra à vista ¨Musica sugerida para o capítulo. ¨ Les Friction - Who Will Save You Now