Notas iniciais
Oi oi gente! Tenho avisos importantes nas notas finais então não deixem de ler, ok? Boa leitura!

– Cheguei – Charlie entrou no quarto com dois lanches do McDonalds em saquinhos para a viagem.

– Aleluia! – Emily comemorou e Charlie riu sentando ao lado dela.

– Desculpa, a fila estava grande – ele beijou a testa dela entregando um dos lanches para ela.

– Tudo bem – ela abriu o pacote e franziu o cenho ao ver um McLanche Feliz.

– McLanche Feliz?

– Desculpa – ele pegou o saco – esse é o meu – ele passou o outro para ela vendo Emily rir.

– Você ainda come McLanche Feliz?

– Eu gosto do brinquedo – ele fez um bico meio emburrado.

Ela riu mais um pouco tirando o brinquedo do pacote, um carrinho azul.

– Um carrinho?

– Eu faço coleção de carrinhos, ok?

– Ai criançinha.

– Não, criançinhas não fazem o que eu faço.

– Como...?

Ele sorriu.

– Sexo.

Emily riu revirando os olhos.

– Ah, talvez né, hoje em dia tudo é possível.

Eles comeram fazendo bagunça, jogando batatas fritas um na boca do outro, Charlie derrubou ketchup no pescoço dela por ter espirrado pro lado errado na hora de colocar no hambúrguer e depois lambeu tudo dando uma mordida depois.

– Já são quase onze horas, acho melhor eu ir – ele se levantou.

– Não – ela ergueu as sobrancelhas – dorme aqui comigo, por favor.

Ele sorriu de lado.

– E a Sarah? – agora ele que ergueu as sobrancelhas.

– Eu expulso ela pro seu quarto e o do Nick – ela sorriu – me empresta seu celular?

– Por quê?

– Porque o meu novo só chega semana que vem.

Ele tirou seu celular do bolso e deu para ela.

– Não vai perguntar a senha? – ele sorriu.

– Não precisa – ela disse – deixa eu adivinhar... seu aniversário?

– Não.

– Meu aniversário?

– Também não.

– Hum... 6969?

Ele arregalou os olhos surpreso e ela riu.

– Tarado até na senha – ela negou com a cabeça digitando a senha, e era mesmo 6969.

Discou o número de Sarah rapidamente e colocou o celular no ouvido.

– Charlie? O que aconteceu? A Emy ta bem?

– Calma Sarah, sou eu – ela disse.

– Ah. O que foi?

– Você se importaria de dormir com o Nick hoje?

– E precisa perguntar? Mas por quê?

– Porque eu queria a assistência e disponibilidade do Charlie aos meus caprichos aqui.

Sarah riu.

– Como se eu não levantasse de madrugada para fazer chá pra você.

– Eu sei, eu sei. Estou te fazendo um favor, então não reclame. Então, não se importa?

– Claro que não, só vou passar em casa depois para pegar a roupa, então estejam vestidos, por favor.

– Ok, valeu.

– Eu que agradeço, enferma.

Ela desligou o celular e sorriu para Charlie.

– Prontinho.

– Então me quer aqui pela minha "disponibilidade a seus caprichos", não pela minha presença?

Ela sorriu revirando os olhos.

– Depois que digo que é sentimental você não acredita – ela o puxou para mais perto – eu me sinto bem com você, durmo melhor quando estou com você e amo o seu cheiro e o jeito que me abraça a noite – ela sorriu – era isso que queria ouvir?

– Uhum – ele sorriu segurando a mão dela – também me sinto bem com você, durmo como um bebê sentindo você me abraçar como um ursinho de pelúcia, adoro o cheiro do seu cabelo e o jeito que fala enquanto dorme.

– Eu não falo dormindo.

– Ah fala – ele sorriu.

– E posso saber o que eu falo?

– Depende, a maioria das vezes são coisas aleatórias que não da pra entender, mas... as vezes você fala meu nome, bem baixinho e me abraça mais forte.

As bochechas dela avermelharam, Charlie sorriu.

– Também amo quando fica vermelha – ele fez voz de criança apertando o nariz dela.

– Para! – ela deu com o travesseiro na cara dele que riu do bico dela.

– Vai dormir baixinha.

– Eu não sou baixinha – ela cruzou os braços.

– É sim – ele sorriu – um pigmeuzinho loiro.

– Chato – ela disse se deitando.

– Eu sei que me ama – ele sorriu metido deitando ao lado dela.

– Infelizmente nós dois sabemos – ela disse ainda séria.

Ela virou de costas para ele que sorriu beijando o ombro dela, depois o pescoço e terminando na bochecha, ele não viu, mas ela sorriu.

– Te amo, minha linda.

– Que droga, da pra parar de ser tão fofo um pouco? – ela se virou para ele que sorriu de lado, um sorriso pequeno e meigo.

Devagarzinho ela acariciou o cabelo dele que fechou os olhos apenas apreciando o carinho.

Ele a abraçou devagarzinho como uma criança pedindo colo da mãe e ela intensificou o carinho.

– É pedir demais querer dormir assim todos os dias pelo resto da minha vida?

– Não... agora faz massagem – ela se deitou de bruços e ele riu.

– Faço pelo resto da noite, se você ficar só de lingerie pra mim.

– Você é muito tarado menino.

– É claro – ele sorriu apertando a bunda dela.

Ela sorriu segurando a camiseta para tirá-la quando a porta se abriu e Sarah entrou.

– Eu falei para não transarem! – ela riu pegando rapidamente uma roupa – não quebrem o quarto e fiquem longe da minha cama – e assim ela saiu.

Os dois se olharam e riram como idiotas.

. . .

Charlie abriu os olhos já bocejando olhou para o lado e levou um susto ao ver a hora.

Tirou cuidadosamente a linda loira encaixada em seu peito e se levantou apressado colocando o tênis e tirando sua camisa de dentro de sua mala.

– Charlie? – Emily abriu os olhos devagar.

– Oi Emy, desculpa, eu to atrasado.

– Nós dois estamos, eu vou hoje – ela tirou o cobertor de cima de seu corpo.

– Não Emy, você ainda não está bem.

– Eu to dizendo que vou hoje, então eu vou – ela se levantou devagarzinho indo procurar uma roupa, calça de preferência para não mostrar seus machucados nas pernas.

– Tem certeza?

– Absoluta.

– Minha menininha forte – ele a beijou rapidamente, mas Emily o puxou aproveitando que o mesmo estava sem camisa para passar a mão no corpo quentinho dele.

O beijo foi se aprofundando e Charlie com custo se separou dela.

– Estamos atrasados – ele sorriu.

– Ah, claro.

Eles se trocaram rapidinho e saíram no carro de Charlie e mesmo estando 15 minutos atrasados Charlie abriu a porta com a maior naturalidade como se estivessem na hora certa.

– Desculpa o atraso, professora – Charlie sorriu para Nicole.

– Tudo bem já que você trouxe nossa desaparecida!

E foi ai que o questionário começou em Emily que sorriu ao ver que pelo menos alguns se preocupavam com ela inclusive a professora.

. . .

Emily estava na enfermaria trocando os curativos e Charlie como um bom namorado coruja, extremamente preocupado e presente estava do lado de fora esperando para ajudar Emily a ir para o refeitório para o almoço, afinal, ela ainda estava com dificuldades de andar.

Ele olhou para a frente e depois para os lados esperando o tempo passar até que viu uma prateleira cheia de... troféus? Sim, troféus.

Olhou para a porta da enfermaria e se levantou indo para a prateleira.

Analisou cada um dos troféus e medalhas ali existentes, e eram muitos...

Havia várias fotos penduradas atrás dos troféus com datas e áreas em baixo "Cantores de 1987". Foi olhando foto em foto não sabendo ao certo o que queria, porém quando viu uma linda mulher, cabelos escuros e olhos verdes de 22 anos em uma das fotos... ele não pôde evitar um sorriso.

Olhou bem para sua mãe... ele realmente havia puxado a beleza dela, sua mãe era um bela gata para falar pouco, não é pra menos que seu pai havia se apaixonado por ela... mas ela ter se apaixonado por seu pai era algo que Charlie nunca entenderia, as vezes ele tinha a impressão de que Jack... seu pai, não gostava dele, talvez por Charlie ter nascido em uma hora ruim, no começo da carreira de seus pais... mas bem, isso não era culpa dele, foram eles que fizeram coisinhas sem se cuidar, não ele.

Sorriu, naquele ano ela estava prestes a fazer 23, provavelmente Charlie já existisse naquela foto, mas nem ele nem sua mãe sabiam disso ainda.

Pela carreira de Florence estar no começo ela não podia se dar ao luxo de recusar trabalhos que estavam sendo oferecidos aos montes a ela graças a apresentação final aberta a todos os gerentes artísticos que quisessem ter o privilégio de revelar um grande talento, e bem, não foi apenas um gerente que gostou de Florence, foram todos eles praticamente e com isso literalmente choveu trabalhos pra iniciante para ela, e aos poucos ela foi provando seu valor virando a grande atriz que era hoje.

E bem, Charlie veio ao mundo exatamente nessa época, foi criado por babás por esse motivo, mas mesmo de certa forma distante sua mãe sempre foi muito presente e quando Charlie começou a entender tudo passou a admirar mais ainda sua mãe que mesmo com tantos compromissos ainda sim era uma mãe para ele, sempre foi e sempre será.

Emily saiu da enfermaria meio mancando e franziu o cenho procurando Charlie, andou mais um pouco e o viu, parado com as mãos nos bolsos da blusa olhando para algo na estante sorrindo abertamente, ela sorriu ao vê-lo sorrir e foi até ele.

– O que está te fazendo sorrir tanto? – ela envolveu a cintura dele se apoiando.

– Minha mãe.

Ela procurou na estante e sorriu ao ver a mãe de Charlie.

– Isso é muito sinistro.

– O quê? – ele perguntou.

– Você é a versão masculina dela – ela olhou para Charlie e depois para a foto.

– Obrigado – ele sorriu agradecido.

A menina analisou o resto da foto e arregalou os olhos franzindo o cenho.

– O que foi? – Charlie estranhou o rosto assustado dela.

– É-é o meu... ah meu deus – ela disse colando a testa no vidro.

– O que? É quem? – Charlie estava ligeiramente assustado.

– Meu pai!

Charlie olhou para ela, para a foto e novamente para ela. Havia realmente um homem que lembrava Emily naquela foto. O menino piscou bem rápido, olhou para a foto de novo e depois para a namorada.

– É o seu... pai?

Ela assentiu ainda com os olhos arregalados.

– Ele estudou aqui? Porque parece tão surpresa?

– Porque eu não sabia disso – ela disse ainda chocada.

– Ele era ator também – Charlie disse.

– Pelo jeito... – ela ainda estava inconformada – isso explica porque ele meio que travou quando disse que tentaria uma vaga aqui.

– Mas gente... que mundo pequeno – Charlie coçou a cabeça e ela assentiu.

– Espera – ela travou pro um momento – a menina que meu pai namorou... ele disse que foi antes da faculdade e por isso fez direito – ela pensou em voz alta – ah meu deus, a menina estudava aqui com ele!

Charlie olhou para Emily.

– Oh senhor – ele coçou a cabeça de volta.

– Ah não, ele vai me explicar isso depois – agora ela parecia indignada.

– Certo, depois você interroga o sogrinho, agora vamos comer antes que você tenha um enfarto.

Ela assentiu muda.

– Eu estou com tanta preguiça de andar – ela gemeu em protesto suspirando.

Charlie sorriu.

– No problem – ele disse de surpresa a pegando no colo como um bebê e andando com ela até o refeitório.

– Ai, se eu soubesse que você me carregaria não teria andado nenhum desses dias.

Charlie riu.

– Faço tudo para que fique bem pigmeu – ele beijou a testa dela enquanto a mesma envolvia o pescoço dele pousando a cabeça em seu ombro.

– É bom saber – ela sorriu de olhos fechados e Charlie sorriu.

– E você é levinha, então não é problema.

Ela riu.

– Me chamar de magra não vai me fazer gostar mais de você.

Ele fez um bico triste.

– Porque é impossível eu gostar mais de você – ela de leve beijou o pescoço dele.

E sorrindo satisfatoriamente orgulhoso ele cruzou a escola com sua loira nos braços.

Notas finais
Então povo lindo, eu odeio ter que fazer isso mas eu vou ter que começar a postar uma vez por semana a partir da semana que vem, ou seja, sexta vai ter cap mas semana que vem eu só vou postar sábado. Quero deixar claro que isso não é um simples capricho meu, é que estou tendo muitas rovas, seminários e trabalhos para fazer ultimamente, minha equipe da escola são um bando de nulos da vida e acaba sobrando para mim porque eu quero ganhar nota e sendo uma bendita Nerd que só quer tirar E (Excelente pra quem não sabe) eu tenho que estudar, então me desculpem, mas vai ser assim porque se não minhas notas vão cair porque não estou conseguindo estudar muito bem, e não queremos isso nao é? Espero que não fiquem bravos e comentem para me animar para tirar meu sábado para escrever, ok? Espero vocês e as maratonas ainda estão no jogo só pra saberem, então comentem!