A Única Esperança

11 Encontrando os Generais Parte II


Julian

Viajar pelo mar traz uma tranquilidade ao meu cosmo porque estou no meu habitat natural, felizmente isso também ocorre com os meus marinas e por causa disso ninguém sente enjoos durante a viagem.

Kasa é um rapaz muito ferido, é muito difícil conseguir me aproximar dele e o mesmo ocorre com a Thetis e o Sorento, precisamos termos muita paciência com ele, queria estar perto da Grécia porque poderia marcar uma consulta a um ótimo psicólogo, eu não sei tudo o que ele sofreu já que mal conversa conosco, mas eu sinto em seu cosmo todo o seu medo, toda a sua tristeza e não sei como posso lhe ajudar.

Como tenho muito tempo, tento ensinar algumas palavras gregas para o Kasa, mas sinto uma resistência tão grande de confiar em mim que ele ainda não conseguiu aprender nada.

Depois que saímos de Portugal, fizemos uma parada na Espanha para fazermos compras, não quis fazer isso em Portugal porque sei que seria o melhor para o meu novo marina, foi uma parada tranquila, além de alimentos compramos objetos pessoais e roupas para todos, depois disso continuamos a viajar pela costa da Europa e chegamos na Finlândia.

Finlândia

Em Helsínquia vivia uma família muito rica que tinha vários funcionários, as pessoas dessa família eram egoístas e tratavam mal os seus empregados por se acharem superiores aos seus empregados.

Eles tinham um casal de filhos, a mais velha tinha 14 anos, era uma menina muito mimada que ganhava tudo o que desejava, era antipática e arrogante, o menino tem doze anos, gosta de ficar em seu quarto lendo ou assistindo televisão, é um garoto calmo.

Em uma manhã Isaak levantou se sentindo esquisito, não entendia o motivo mas suas mãos estavam muito frias e tudo o que tocava ficava congelado, isso deixou o garoto assustado e deu um grito, seus pais entraram no seu quarto e viram que tudo estava congelado, aquilo lhes causou um pavor e ódio por não entender o que acontecia com o seu filho, por não o entenderem acabaram o expulsando de casa pois não queriam alguém em sua casa que a transformasse em gelo.

O garoto andou nas ruas sem saber o que fazer, tinha apenas uma mochila nas suas costas e dentro dela tinha algumas roupas e dinheiro, seu coração estava muito triste e seus olhos estavam cheios de lágrimas, não entendia o que era esse poder que saia de seu corpo, por causa da sua tristeza, suas lágrimas caiam no chão em forma de gelo e por ele andava ficava um rastro de gelo.

O seu cosmo frio atraiu o deus dos mares, que foi ao encontro daquele cosmo e ao encontrar o garoto lhe disse que não precisava chorar, pois ele não estava mais sozinho, o garoto estava tão triste que se jogou nos braços do loiro e imediatamente teve o abraço retribuído, por algum motivo que não entendia aquele abraço o fez se sentir mais calmo e suas lágrimas cessaram.