A voz
2 Cap 2
Notas iniciais
Ela só podia ser mas um daqueles fantasmas que vem me assombrar.
Eu vivo me mudando por causa disso,eles vivem aparecendo e quando eu nego a ajuda eles ficam me seguindo e dizendo "é a sua obrigação". Se eu acabo cedendo acontece coisas horríveis como por exemplo,eu tentando explicar para a polícia e os meus parentes que eu não sou louca.
Por causa disso meu tio Carter me fez ir a grupos de viciados em drogas.
Toda vez que ia lá inventava uma droga diferente que eu era "viciada",era bem melhor do que eu dizer "oi eu sou Emile Taylor tenho 18 anos e vejo fantasmas desde o acidente de carro que matou minha família,por isso meu tio pensa que sou uma drogada".
A ultima coisa que eu lembro é de estar nevando e ouvir o som do caminhão batendo na gente,depois tudo ficou escuro e frio.
3 meses de pois eu acordei no hospital e recebia a pior notícia da minha vida,a única coisa que eu consegui fazer foi chorar até eu ver minha mãe,Dora,meu pai Julian e minha irmã Geovana dando tchau para mim atravessando as paredes do quarto de hospital e indo embora.
Desde então eu vejo fantasma e tento ajudar a resolver seus "assuntos pendentes" (hahaha ).
Pela grande experiencia de dois anos eu tenho com isso,a com isso a voz desesperada no meu telefone é um fantasma com assuntos inacabados e está me assustando para me obrigar a resolve -los ,mas dessa vez e não vou ajudar por (n )motivos :
1 — Prometi a meu tio Carter
2 — Minha tia Hemogine morreu não entrou em contato comigo e isso é muito estranho
3 — quero ter uma vida normal.
Nunca tive amigos vivos muito menos mortos e sinto que aqui nessa cidade no meio de lugar nenhum posso recomeçar,dessa vez vai ser diferente.Depois de colocar meu pijama preto, desempacotei as coisas e fui dormir.
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