A vida vale mais do que você imagina

2 Nós começamos a frequentar um grupo de música.


Notas iniciais
Neste capitulo eles vão frequentar um grupo.

Quando eu subi as escadas, ele veio correndo, pegou meu carrinho e meu cilindo e fomos até meu quarto, quando cheguei, ele havia colocado as malas numa espécie de mesa. O quarto estava todo decorado com umas fitas escrito: "Bem vinda Sam!". Que eu achei meio estranho, mas foi legal.

Nós ficamos a tarde inteira conversando, ele me disse que estava começando a frequentar um grupo de música, fazendo shows beneficentes para arrecadar grana para instituições de combate ao câncer, o que eu achei bem legal. Então ele me perguntou:

- Sam, o que você acha de fazer parte do grupo? Eu sei que você não pode se esforçar por causa do ar, mas você poderia escrever as músicas, sei lá...

- Ah, obrigada, eu gostaria sim, mas não tenho muita criatividade... Vou tentar, eu prometo.

Ele teve a ideia de irmos ao cinema ver nossos filmes de ficsão, e eu topei, pois não queria ficar em casa.

Nós fomos ao cinema, comemos lanche e tomamos sorvete. Quando chegamos em casa, a mãe de Charlie estava preparando aqueles cookies da receita que ela havia me falado, o ar estava com um cheiro muito agradável, o que me fez ficar com vontade de comer aquelas delícias...

Eu e Charlie ficamos esperando os cookies ficarem prontos, enquanto isso, nós mexíamos no computador dele, ele tinha baixado um jogo muito legal, eu gostei.

Os cookies ficaram prontos, nós comemos com leite enquanto a gente conversava com a mãe dele, que era muito legal. Nós terminamos e fomos dormir, eu me troquei e deitei, então Charlie bateu na porta para ver se eu precisava de alguma coisa, mas eu disse que não.

- Qualquer coisa é só gritar. — Disse ele. — Vou estar no quarto ao lado e meus pais no da frente. Se não tiver com sono, pode ir ao meu quarto e me acordar, para nós jogarmos aquele jogo que você gostou. Boa noite Sam.

- Boa noite Charlie, obrigada.

Eu dormi que nem uma criança que acabou de passar o dia inteiro brincando.

Quando amanheceu, ele bateu na minha porta:

- Sam, hora de acordar, temos um dia inteiro pela frente! Posso entrar?

- S-sim — Eu respondi com uma voz de zumbi.

Ele entrou e abriu as janelas, o que me deixou quase cega. Eu levantei e me arrumei enquanto ele em esperava na mesa de café da manhã lá na cozinha.

Notas finais
Eles vão passear
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.