Notas iniciais
Está história eu mudei algumas coisa na personalidade dos personagens, inclusive os personagens de Another. Contém coisas impróprias. Alguns personagens mostrados aparecem apenas algumas vez e depois não aparecem mais. Alguns personagens que estão na história não aparece no perfile da história. Eu não estarei sempre escrevendo. Muita coisa da história real eu irei mudar. Principalmente em Another, e em Death Note mudarei bastante coisa, mas nem tanto, se não estraga.

Prólogo


Estou ficando cansada de ver as coisas do mesmo jeito. Não quero mais isso! Quero minha antiga vida de volta, pelo menos parte dela. Quero ver as coisas como elas eram antes. Se não fosse por ele, minha vida seria a mesma coisa de sempre. Ele me fez esquecer tudo de ruim que aconteceu comigo, cada momento, cada sentimento, cada dor, tudo o que ele me causou de algum modo me fez bem. Mas agora eu não tenho mais isso, somente as lembranças, se estou sofrendo sabendo que ele esta vivo imagine se não tivesse. Farei o que for preciso para não vê-lo morrer. O que ele esta fazendo é perigoso, ele corre risco de vida, e todo esse sofrimento para manter a justiça e a paz nesse mundo que não considera seu trabalho. Porque ele me quer longe? Para m proteger? Sem chances, eu não desistirei de morrer por ele. Quero acabar com este sofrimento de uma só vez. Eu sinto muito! Preciso fazer isso por ele. L se estiver lendo isso, é porque não estou mais aqui para lhe dizer pessoalmente, EU TE AMO é por você que desistirei de toda a minha vida! Só para vê-lo bem!


Misaki



Um


A cada dia que me olho no espelho, me sinto uma aberração. Eu era uma garota normal. Fios de cabelos pretos, olhos vermelhos, pele branquinha, todos diziam que eu parecia uma boneca, é por isso que eu admirava tanto as pessoas, mas hoje em dia eu me arrependo de tê-las admirado. Eu fiz uma escolha errada, ele me ofereceu duas opções, e como sempre, fiz uma escolha que mudou minha vida. Hoje em dia tudo o que vejo...de certa forma é ruim, pelo menos para mim. Não gosto do que vejo.

Mais um ano se passou, e mais uma vez, quando começo a me acostumar com as pessoas, minha família resolve se mudar. Desta vez vamos para o Japão, a terra natal do meu pai. Espero que as coisas corram bem por lá, ou terei que me mudar novamente.

–Misaki-chan. Hora de levantar. –gritou Oka-san. Me levantei depressa, mas ainda assim estava indisposta. Me troquei em menos de vinte minutos. Fico feliz que não tenha que usar minhas roupas, graças ao uniforme, que é lindinho. Desci as escadas quase parando. – Ohayōgozaimasu Misaki-chan.

– Ohayō Oka-san. –falei, completamente desanimada enquanto me sentava na mesa. –Oka...-san...café da manhã americano no Japão?

–Sim. Não sei fazer comidas japonesas. Isso apenas seu pai sabe. Mas ele cozinha um pouco mal. –deu uma risada presa. –Ao menos que uma de nós faça o jantar a partir de hoje.

–Mas porque?

–Com o meu novo cargo de gerente da loja Mei’s, chegarei em casa a partir das vinte e duas, então você ficará em carregada de preparar o seu jantar.

–O Otou-san não pode contratar uma empregada? Ele tem dinheiro o suficiente para vinte delas. –oka-san riu novamente.

–No, no, no. Não confio em qualquer uma que entre nesta casa. Alias você tem que passar mais tempo com as tarefas já que a partir de hoje, também iremos aumentar a sua mesada.

–Esta bem. –falei, enchendo a boca com uma garfada de panquecas. –Onde esta o Otou-san?

–No trabalho, saiu cedinho hoje. Ansiosa para escola? –perguntou alegremente. Balancei a cabeça negativamente. –Mas porque? Ira conhecer novos amigos, meninos lindos.....-riu.

–A senhora se esqueceu de que uso um tapa-olho? Terei que enfrentar olhares tortos novamente. –disse um pouco nervosa.

–Isso não é nada. Pare de se preocupar com seu olho, ele é lindo e combina perfeitamente com você.

–Oka –san, diz isso porque é minha mãe. Mas se não fosse, pensaria de outra forma....-coloquei mais uma garfada na boca. –eu não quero um namorado. Então não adianta se preocupar com isso.

–Me preocupar? –riu. –Imagina, é o que eu mais quero para você....

–Oka-san. –interrompi. –Não me deixe sem graça, assim fico mais desanimada do que já estou.

–Tudo bem. Mas trate de se animar, as pessoas adoram ver um lindo rosto com um lindo sorriso. Então me deixe feliz e vá para a escola sorrindo. –peguei minhas coisas.

–Fazer o que. Itekimassu. –disse enquanto abria a porta.

– Iterashai! -Sai de casa com um sorriso no rosto, mas ao passar a esquina voltei ao normal.

Será um longo dia. Cheguei ao colégio e nem se quer notei o nome, mas não me importava com isso. Ao passar o portão do colégio, notei que quase ninguém notou o meu tapa olho, acho que era devido ao meu cabelo caindo um pouco no meu lado esquerdo do rosto.– Ohayōgozaimasu. –uma garota de olhos vermelhos, cabelos vermelhos e compridos amarrados em duas maria chiquinha, veio em minha direção e me cumprimentou. –Sou Akazawa Izumi, a chefe do grêmio estudantil do colégio. Você deve ser Misaki Mei. Seja bem vinda. Irei lhe apresentar todo o colégio.

–Prazer. –Akazawa me arrastou pelo o braço.

–Me chame de Izumi. Como devo chama-la? –perguntou me levando a um corredor enorme.

–Misaki. A onde você esta me levando? –disse enquanto ela ainda me puxava.

–Já disse irei te mostrar o colégio. Veremos nossos amigos na sala, estamos um pouco atrasadas. Então te mostrarei o colégio depois. Vamos rápido, temos aula do Kubodera-san . –Izumi falava muito rápido e parecia estar muito feliz com a minha presença, tenho certeza de que ela não reparou o meu tapa-olho, e se reparou não quis saber o porque eu usava aquilo. –Pessoal esta é a Mei Misaki.

–Ohayō. – eu não esperava que todos gritassem, ou que estivessem felizes com minha chegada.

–Seja bem vinda Misaki Mei, eu sou Teshigawara Naoya, mas me chame de Sakaki. –Sakaki veio correndo em minha direção, tinha cabelos castanhos, seus olhos eram só um pouco mais escuros que seu cabelo, quase da mesma cor.

–Ela prefere ser chamada de Misaki... apenas. –disse Izumi.

–Sou Kazami Tomohiko um dos representantes da sala. É um prazer tê-la conos...

–Ele é meu melhor amigo desde que éramos pequenos. –interrompeu Sakaki. –Ele gosta de ser chamado de Hiko. –Hiko usava óculos tinha cabelos pretos e olhos pretos, parecia ser bem inteligente e intelectual.

–Misaki este é Mochizuki Yūya. –Izumi me apresentou um garoto de olhos verdes, cabelos castanhos e me parecia ser tímido.

–É um...prazer tê-la conosco..Misaki . Me chame de Zuki...

–É como todos nós o chamamos. Ele é muito tímido.

–Deixe que eu mesma me apresente. Sou Sakuragi Yukari a outra representante da sala. –Yukari era loira e assim como Hiko usava óculos.

–Bem eu sou o Sr. Kubodera, o professor responsável por esta sala. Seja bem vinda Misaki Mei.

–Muito obrigada. –agradeci, depois de ficar o tempo todo calada.

–Muito bem, todos em seus lugares. Misaki você irá se sentar ao lado de Akazawa.

–Ele é muito sério, então se acostume. Vamos. –me puxou mais uma vez. Me sentei ao lado dela e notei que havia uma carteira vazia em minha frente.

–Quem senta aqui? –perguntei a Izumi.

–Ryuzaki. –respondeu olhando para frente.

–Quem?

–Ryuzaki. Um aluno que foi transferido da Inglaterra, ele é um dos filhos adotivos do diretor Watari.

–Ele não tem o nome inteiro?

–Claro que sim. Mas nenhum de nós sabemos qual é. Veja é ele. –olhei para onde Izumi apontava, Ryuzaki era um garoto estranho, alto, com cabelo bagunçado e um pouco arrepiado e com fios bem pretos, anda um pouco curvado, e não estava de uniforme. Ryuzaki estava acompanhado com mais dois meninos, um era mais ou menos da mesma altura que eu, tinha o cabelo também bagunçado e cinza, os olhos eram escuros igual aos de Ryuzaki, e também se vestia igual a ele, blusa de manga cumprida branca e uma calça larga, azul e de algodão, mas a roupa do menino de cabelo cinza era branca. O outro garoto estava todo de preto, com uma regata e calça larga, tinha o cabelo um pouco mais curto que o meu, que ficam um pouco a cima dos ombros, mas o dele era loiro.

–Porque eles não usam uniforme?

–Eles são os queridinhos da escola e do diretor. Os três são filhos adotivos de Watari. E todos os três são um gênio, a maioria das pessoas desta escola se sentem constrangidos perto deles.

–Estranho estarem os três na mesma sala. O de cabelo cinza me parece ser bem mais novo que nós.

–Ele é o Near. O mais novo deles tem apenas quinze anos. –me surpreendi.

–Porque esta em nossa classe?

–Porque é um gênio e pulou um ano. O loiro é o Mello, na verdade esses são apelidos deles, não sabemos os nomes verdadeiros. Mello e Ryuzaki são da nossa idade. Mello é viciado em barras de chocolate, esta sempre comendo uma. Ryuzaki é viciado em doces, esta sempre comendo e se senta de uma maneira estranha. O Near adora brinquedos que mechem com a cabeça, ele sempre consegue monta-los.

–Eles devem ser surpreendentes.

–E são. Ryuzaki é um dos dois melhores alunos do Japão, sem contar que ele é o mais inteligente dos três.

–Um dos mais inteligentes do Japão? Como assim?

–Isso mesmo que você escutou. O outro também estuda neste colégio, mas é de outra sala, o nome dele é Yagami Raito. No seu país Raito é conhecido como Light, então o chame como quiser. Yagami é filho do chefe de policia Yagami.

–Nossa eles...-parei de falar quando um dos meninos sentou em minha frente, era Ryuzaki, se sentou de forma estranha na cadeira, com os pés na cadeira e se apoiando apenas nas pernas. Os outros dois sentaram logo ao lado dele.

–Mello e Near não se dão muito bem. Mas Near admira o Ryuzaki e é muito apegado a ele, Mello nem tanto. –sussurrou Izumi. –Eles junto ao Yagami são os mais populares da escola, e no pais também. Esqueci de dizer, Ryuzaki não liga muito para as pessoas, somente para os meninos. Near é igual a ele, mas Mello adora ser o centro das atenções.

–Porque ele se senta assim? –sussurrei.

–Ninguém sabe. Mas....

–Silêncio vocês duas ai atrás. –interrompeu Ryuzaki. –Você deve ser a garota transferida. Misaki. Mei, Soube que também veio da Inglaterra. Com certeza deve ter ouvido falar de mim. Não é Izumi?

–Ahn? Si..Sim. –gaguejou.

–Ótimo. Agora fiquem quietas. –Ryuzaki é um pouco grosseiro e frio com suas palavras, mas eu tinha certeza de que ali dentro havia um coração gentil e carinhoso.

–Como você...

–Baby, já disse, quieta. –me interrompeu. Fiquem sem o que falar depois que ele me chamou de “Baby”. Confesso que fiquei sem graça.

Notas finais
Eu gostei bastante deste capitulo, apesar de as coisas estarem começando a ocorrer rápido de mais. Espero que tenham gostado, por favor comentem, e acompanhem quem gostou da história. Quando eu demorar a postar é porque estou sem ideias.