A vida pelo o Amor

34 Trinta e Quatro


Notas iniciais
Boa leitura...

Trinta e Quatro

Versão Misaki

-Misaki? –ele me ligou? Que saudades do som da voz dele. Eu fiquei feliz e triste ao mesmo tempo.

Passamos a noite toda conversando, L me pediu desculpas várias vezes durante a conversa, rimos algumas vezes. Fiquei feliz em poder falar com ele, depois da conversa que tive com a Yue, pude entender tudo o que ele fez por mim, acho que agora estamos bem.

Assim que L desligou o telefone eu fui dormir com um grande sorriso no rosto. Foi muito bom poder conversar com ele, falamos sobre tudo o que aconteceu nesses últimos dias. Ele ficou impressionado com o que a Yue me disse. Não deixei de comentar que o pessoal estão completamente desapontados com a viagem deles, eles estão acreditando de verdade.

Meu sonho foi um tanto estranho, mais uma vez sonhei que estava sentada na varanda de uma cassa com o L, desta vez os meninos não estavam escutando a nossa conversa, mas estavam sentados em baixo de uma arvore com o um garoto ruivo que usa um óculos estranho, parece óculos de ski. Ele estava jogando em um PSP. Mello como sempre estava com uma barra de chocolate e Near com um de seus brinquedos estranhos. Acordei com alguém batendo em minha porta.

-Misaki. –Oka-san entrou no meu quarto e tirou a coberta de cima de mim.

-Oka...-san. O que foi?

-Eu irei sair e seu pai irá trabalhar.

-Me acordou só para avisar?

-Não. Uma pessoa veio te buscar para ir conhecer a nova casa deles. –dei um pulo da cama, quem seria essa pessoa.

-Acho bom você levantar logo. Ou então ele irá acabar com os doces que preparei ontem.

-Doces? Oka-san quem esta aqui?

-Quem você acha que seria capaz de acabar com os meus doces em um dia. O ryuzaki, claro! –o L aqui? Levantei correndo e fui me trocar. Assim que cheguei na cozinha notei que meus pais já haviam saído. L estava comendo todo o bolo que a minha Oka-san preparou na noite passada.

-Ryuzaki. –me contive para não correr diretamente para seus braços. –O que faz aqui? É muito perigoso.

-Fique calma, não a ninguém no prédio. O Raito não usa mais esse prédio se esqueceu?

-Não.

-Então, eu vim de escolta com alguns amigos estranhos do Mello. –olhei para a porta e estavam dois caras enormes parados.

-São assustadores.

-Eu sei. Então, pronta para conhecer o Matt?

-Quem?

-O Matt, amigo do Mello.

-Há...agora?

-Claro, quanto mais rápido nos irmos para o meu apartamento melhor.

Entramos em um carro estranho, nunca o tinha visto antes. Chegamos em um prédio um pouco longe da cidade. L disse que era um antigo prédio deles, só eles ficam lá de vez em quando.

-É aqui? Parece velho.

-Mas é velho. Fazia dois anos que estava fechado.

-Você não esta feliz em me ver?

-Claro que estou, mas ainda estou me escondendo lembra? Não posso ficar te agarrando no meio da rua ou em qualquer lugar. Vão desconfiar.

-Entendi. Agora estou lembrando, meu pai te trouxe aqui.

-Você nem se quer tinha reparado? Tem certeza de que me ama?

-Tenho! Eu estava brava.

-Você sempre esta. Anda logo. –reclamou entrando no prédio.

-Nossa, achei que aqui dentro também era velho. –olhei ao redor e notei que estava tudo lindo e impecável.

-Mantenho a reforma todos os anos. Estou sempre mandando alguém verificar as condições do prédio a cada 12 meses.

-Porque deixa ele assim do lado de fora?

-Para não chamar a atenção.

-Pelo o jeito, até aqui o Mello da palpites.

-Percebeu isso por causa dos detalhes luxuosos?

-Sim.

-Tem razão, ele da palpite em tudo. –entramos no apartamento e fomos para o ultimo andar.

-Esse elevador é de vidro?

-Sim.

-Mas que frescura.

-Eu sei. Reclama com o Mello.

-O que são todas aquelas portas de vidro?

-Sala de jogos, academia, cozinha do prédio, essas coisas.

-Então isso aqui é como se fosse um hotel?

-Isso. Depois te trago para conhecer a sala de jogos.

-Legal. –nossa, eu estava tão feliz. Pelo o jeito o L também.

-Chegamos. –o apartamento parece um apartamento de um prédio normal. Mas também parece um hotel de cinco estrelas.

-Misaki. –Near veio correndo em minha direção e me deu um abraço. –Que saudades. Fico feliz que esteja bem.

-É muito bom saber que você esta bem.

-Viu a reportagem?

-Não estou assistindo muito a televisão esses dias. O pessoal fica indo lá em casa eme chamando para sair quase todos os dias.

-Como esta o colégio?

-Normal, porém, chato como sempre.

-Sentem a nossa falta?

-Todos acham que vocês foram passar alguns dias longe.

-Nossa. Deve estar tudo diferente. Assim esta melhor, pelo menos acham que estamos viajando.

-Será que eles viram a reportagem desses dias? –perguntou Near.

-Não, estamos passando todos os dias juntos. Eles acham que estou sentindo a falta do Ryuzaki.

-E não está?

-Claro que estou! Mas fazer o que.

-N, onde estão os meninos?

-No quarto, vou chama-los. –Near saiu e nos deixou sozinhos na sala.

-Venha vou te mostrar o meu quarto. –L me arrastou pelo um corredor grande. –Este é o meu quarto e aquele é o do Near. O do Mello e do Matt ficam do outro lado do apartamento.

-É lindo.

-Eu sei. Não queira saber como são os outros quartos. São todos iguais.

-Ei, Lawliet onde está a jovem? –gritou um dos rapazes. Imagino que seja esse tal de Matt.

-Aqui.

-Nossa, ela é linda mesmo. –quando o rapaz apareceu eu fiquei de queixo caído. Ele era exatamente igual ao menino do meu sonho, ruivo, com aqueles óculos estranho e estava com algum tipo de jogo no bolso. –Eu sou o Matt, é um prazer conhece-la Mei.

-Igualmente.

-O que foi Misaki? –perguntou L.

-Nada, eu sonhei com vocês novamente. Mas...o Matt estava no meu sonho.

-Eu? O que eu fazia no seu sonho? Eu nunca te vi antes.

-Adoraria saber.

-Baby, que bom que esta aqui. –disse Mello vindo no corredor.

-Ainda me chamando de baby?

-Brincadeira.

-Mello, pela a foto que você e o Near tinham me mostrado dos dois juntos...olhando bem...ela parece mesmo com a Saya e com a mãe de vocês.

-Matt, cale a boca.

-Desculpa.

-Não tem problema, eu também achei isso.

-Como assim? –perguntou L.

-A Yue me mostrou a foto onde estão os pais de vocês e os pais do Mello. Eu realmente notei que tenho algumas semelhanças com a sua mãe. Talvez a cor dos olhos.

-Já viu o vídeo de como ela era quando eles eram pequenos?

-Vídeo, não eu nunca vi.

-Eu vou mostrar, eu sei onde eles escondem. Acho que sempre ficou nesse apartamento.

-Vocês sempre vem aqui?

-Direto. –Matt saiu do quarto e foi para a sala. –Deve estar aqui.

-Não acredito que ele vai mostrar o vídeo. Matt. –gritou Mello indo atrás dele.

-O que o Matt vai fazer? –escutei Near perguntando do quarto.

-Mostrar o vídeo de nossa família para a Misaki.

-Que legal, eu sei onde esta, eu pego. –olhei para L e ele estava um pouco desapontado.

-Tudo bem para você?

-Eu não me importo, Matt adora ver esses vídeos.

-São vários?

-Sim, um do Near pequeno, um dos meus pais com os pais do Mello e outro um mês depois que o Near nasceu.

-Nossa. Você não se importa?

-Não, alias, os pais do Matt também estão nos vídeos. Esqueci de dizer que ele também era da família. O pai dele era irmão da mãe do Mello.

-Então sua família e formada por amigos de infância?

-Exatamente. –ele não estava sorrindo, apesar de parecer feliz.

-Ryuzaki, tem certeza de quer ver esses vídeo s novamente?

-Não me importo, sempre a algumas cenas que me fazem rir. O Matt sempre acha um jeito de brincar com a gente. Alias, também temos um vídeo de quando a Saya nasceu até os seus cinco anos.

-Vocês adoram filmar?

-O Matt sempre esteve conosco, o pai dele adorava filmadoras. Ele estava fazendo faculdade de cinema quando faleceu. Então ele que sempre filmava as cenas, as vezes era o meu pai ou o pai do Mello.

-Já sei, o Matt puxou isso do pai dele. Paixão por tecnologia.

-Verdade, eu não tinha reparado nisso até você dizer. Ele que filma as cenas da Saya.

-Lawliet, você escondeu a caixa com os vídeos?

-Não, deve estar no armário.

-Achei! –gritou Near no corredor carregando uma caixa escrito Vídeos.

-Vamos, você vai me adorar, eu era muito lindo. –fomos para a sala e Matt já estava olhando a caixa.

-Agora que eu reparei quantos vídeos tem nessa caixa?

-Um monte.

-Mas, nós só vimos cinco. De onde surgiu esses outros, dez?

-Eu achei quando estava limpando o apartamento a um mês atrás. –responde L.

-Você limpa o apartamento? –perguntei.

-Pelo menos o meu quarto e o dos meninos.

-Esta bem, já sabemos que quando vocês casarem, quem vai arrumar a casa é a Misaki.

-Vamos casar? –perguntamos ao mesmo tempo, L e eu. Os meninos começaram a rir.

-Capaz. Hora do vídeo. –disse Matt. –Vamos ver um pro um.

-Minha nossa. Vou pegar algum doce.

-L, pega o meu chocolate ai em cima por favor.

-Esta bem.

Sentamos no sofá e Near apareceu com um carrinho de brinquedo e uma bacia de pipoca.

-É pipoca doce?

-Sim.

-Near, quando você aprendeu a fazer pipoca? –perguntei. –Sabe cozinhar?

-Sempre soube. –sorri para ele. Peguei uma pipoca da bacia, estava uma delicia.

-Adorei!

-A pipoca dele é uma delicia.

-A primeira coisa que o Near aprendeu a fazer foi pipoca doce. Ele adora fazer doces. E eu adoro comer.

-Gente olha o vídeo, vai começar. –reclamou Matt.

O vídeo apareceu um casal que eu não reconheci. Uma mulher de cabelos cumpridos e ruivos, de olhos verdes. O homem era bem mais alto que ela, com cabelos castanhos e os olhos dele também eram verdes.

-Esses são os meu pais. Minha mãe era muito linda. –disse Matt. Reparei bem no vídeo e notei que ele é a cara do pai dele, só muda que é ruivo.

-Matt, você parece com o seu pai.

-Eu sei, a noite sou mais parecido, meu cabelo fica um pouco castanho no escuro.

Logo depois apareceram os outros casais, a mãe do Mello estava com o cabelo preso em um coque. O pai dele era bem engraçado. Ao lado da mãe do Mello estava a mãe do Near e do L, linda e radiante como sempre, olhos pretos e profundos, cabelos cinzas e cumpridos. Estava com o cabelo preso com um rabo de cavalo, o lacinho dela era uma pequeno arranjo de flores coloridas.

-A mamãe era muito linda. –disse Near sorrindo. Olhei para o L e os olhos dele estavam brilhando, não me lembro quando foi a ultima vez que vi aqueles lindos olhos brilharem.

-Near, você continua a cara dela. –disse Mello.

-Não reclame, você também é a cara da sua mãe, até o cumprimento do cabelo. –Matt disparou a rir.

-Agora, sempre que eu olhar pro Mello verei a mãe dele. –continuou rindo.

O vídeo estava se passando na praia, o Matt não parava de brincar com o pai dele e os pais dos meninos. O vídeo acabou mostrando todos eles sentados na beira da praia.

-Onde estava a câmera? –perguntou Near tentando imaginar. ]

-Na areia. Eu acho.

-Próximo vídeo será o dia do nosso aniversário de um ano.

-Todos vocês fazem aniversário no mesmo dia?

-Não, mas o Matt e o Mello fazem duas semanas depois do L.

-Digamos que eu faço aniversario dois dias depois do Mello. –responde Matt.

-Isso é muito legal.

-Não muito, nossos pais sempre faziam nosso aniversário no mesmo dia. Passava uma semana depois do meu aniversario eles faziam festa, assim estaria faltando uma semana para o aniversário do Mello e do Matt. –L respirou fundo.

-Veja, o vídeo mal começa e já aparece o L. –o L era muito lindo, parecia um bonequinho de olhos pretos e o cabelo preto e arrepiado como sempre.

-Que Kawaii. –falei olhando admirado com ele.

-Veja agora sou eu. –disse Matt. Ele também era muito lindo com aqueles cabelinhos ruivos e os olhos grandes e verdes.

-Você era uma gracinha. –do nada passou um bebe correndo pela a casa atrás de um cachorrinho. Matt começou a rir. –Já sei, esse é o Mello.

-Eu era o mais lindo. –Mello tinha o cabelo curto, loiro e os olhinhos azuis muito fofo.

-Todos você eram lindos.

-Sei, você só fala isso porque é gentil. –reclamou L.

-Não seja cruel com os meninos.

No vídeo apareceu os três sentados nas cadeirinhas e ao redor do bolo. Os pais deles estavam atrás deles insistindo para que o L assoprasse as velhinhas do bolo. Os únicos que assospram era o Matt e o Mello.

-Vocês tinham um bolo para cada um.

-Sim, por causa das velas.

-Isso é muito legal. –o vídeo durou pouco tempo, só passou durante a festa deles.

-Veja agora vamos para o vídeo das nossas férias.

Esse foi o vídeo mais engraçado, começamos a rir sem parar, o Matt ficava o tempo todo correndo no parquinho ou pela a praia. O Mello era o mais comportado, ficava olhando o Matt e o L brigarem pelo o carrinho enquanto brincava com um castelinho de areia. L pelo o jeito era uma peste, vivia brigando com os meninos, fazendo birra e levando broncas.

-L como você era uma peste.

-Não enche.

-Viu Misaki, ele vivia levando broncas. –disse Mello.

Agora o Mello colocou o vídeo do nascimento do Near. O vídeo apareceu com a mãe dele sentada ao lendo uma história para o Mello e o L dormirem. Ela estava tão linda gravida. Deveria estar de uns oito meses ou até mais.

-Que lindo vocês dois dormindo.

-Eu era lindo.

Depois de alguns minutos de vídeo passou a mãe do Near já no hospital dando de mama para o Near. Ele foi um bebe tão lindo. Logo eles apareceram em casa, e era o aniversário de um ano do Near. Ele tinha o cabelo curto e cinza, ele era muito fofo. L, Mello e Matt estavam ao lado dele tentando fazer ele colocar a mão no bolo.

-Retiro o que eu disse. O Near era o mais lindo de todos.

-Assim não vale.

Fiquei aguentando os meninos brigarem comigo por achar o Near o mais lindo de todos eles. Depois paramos de ver os vídeos para pode comer a comida que preparei para eles. Jantamos e foi um jantar muito engraçado, L ficava tão diferente perto deles, estava feliz, parecia uma criança. Adorei esse lado do L, espero que ele não mude.

Voltamos a ver os vídeos e o primeiro foi diretamente o nascimento da Saya. Fiquei surpresa, ela era igualzinha a mim quando pequena. Os olhos verdes e muito branquinha. Depois nos assistimos o vídeo de aniversário de um ano dela, o cabelo dela estava começando a crescer.

-Que linda. –falei, olhei para os meninos e a aparência deles mudaram. O olhar de saudade era muito grande. Near deitou em meu colo e ficou olhando para o carrinho que estava segurando. L estava diferente, um olhar bonito, de carinho...o mesmo jeito que notei quando ele olha para os meninos. Um olhar de irmão.

Confesso que me senti um pouco mal ao olhar para eles e para a Saya, eu quase chorei, notei que o Matt sempre estavam com eles. Mesmo quando os pais do Mello e os pais do L morreram, os pais do Matt nunca deixaram de ficar com eles. Percebi que os vídeos da Saya eram sempre nos fins de semana. Finalmente chegou o ultimo vídeo, a Saya agora já estava com cinco anos. A cada vídeo dela eu notei que quando eu era pequena eu era igualzinha a ela. Eu mesma percebi que tenho muita coisa haver com a mãe dele e a Saya. Quando chegou o momento em que apareceu o vídeo dela dormindo no colo do L, junto ao Near, meu coração ficou apertado. Eu vi os olhos dos meninos se encherem de lagrima, os três. Uma cena que me deixou muito ablada foi quando apareceu os quatro brincando com a Saya no parquinho, e logo depois, os quatro dormindo em um colchão no chão. L deitado com a Saya deitada com a cabeça sobre a barriga dele, Mello deitado no meio do Matt e do L e Near deitado abraçado no Matt. Foi uma cena muito linda, eu não aguentei, senti as lagrimas escorrerem em meus olhos. Comecei a lembrar de todas as cenas lindas dos vídeos. O impressionante e saber que todos perderam seus pais e foram criados no orfanato. Pelo o que o L me contou, durante o vídeo do nascimento do Near. O pai de Matt morreu um anos após a morte da Saya, e a mãe do Matt morreu a um ano e meio.

Olhei para o lado e tentei segurar um pouco mais as lagrimas, me levantei e sai da sala, me sentei na varanda. Já estava a noite, a lua estava linda, a varanda tinha alguns vasos de flores. Alguns segundos depois L apareceu na varanda atrás de mim.

-Você esta bem? –perguntou.

-Ela era um anjinho. Percebi que tenho mesmo muito em comum com a sua mãe e...a Saya...se parece muito comigo quando era pequena. –comecei a chorar disparadamente.

-Amor...Você é muito mais do que ela. Eu achava que te amava porque você estava ocupando o lugar delas, mas...-L se sentou ao meu lado. –Eu notei que você não é tão parecida com elas, você é diferente delas, você é você. Eu aprendi a te amar pelo o que eu conheci de novo em você. Sua personalidade é fantástica, eu amo o fato de você se preocupar comigo. Você adora crianças, achei que eu e os meninos íamos chorar muito, mas você ficou muito emocionada.

-A cena de você com os meninos e a Saya deitados na sala, foi linda. Isso me machucou. Senti a falta dela só pelo o que eu vi no vídeo. Agora imagino vocês que viveram aquilo, a saudade é enorme.

-Eu sei, mas graças a você a conversa que tivemos nos deixou mais aliviados. Matt não é muito sentimental, mas ele sente muito a falta dela. Acho que ele não sentiu tanto porque ele desabafa com as brincadeiras o tempo todo. Isso o faz se sentir bem. –L se levantou e se sentou atrás de mim, me colocando entre suas pernas e me confortando em seus braços. –Assim você ira se sentir melhor.

-Obrigada.

Notas finais
Pessoal espero que tenham gostado, esse capitulo é especial e me deu uma ideia para o final, mas acho que não irei usar.