A vida pelo o Amor
6 Seis
Notas iniciais
Segui o conselho de L, e me troquei no quarto do Near. O quarto dele parecia uma loja de brinquedos, haviam vários deles, e só de pensar que ele estaria chegando com mais brinquedos. O estranho, é que a maioria de seus brinquedos eram de pura logica. Near tem vários quebra-cabeças, não deixei de notar, que um dos quebra-cabeças tinha a letra L. Me troquei em menos de quinze minutos. Quando sai do banheiro levando minha mala junto a mim, L ainda estava no banho, deu para perceber pelo o barulho do chuveiro, que vinha de seu quarto. Me joguei na mesma poltrona, não me senti muito a vontade para poder ligar a TV. Girei a poltrona, para poder olhar para um pequeno jardim somente de flores, que havia perto de sua piscina. Quando resolvi olhar para dentro novamente, me deparo com o L na porta da geladeira, somente com a toalha enrolada, em volta de sua cintura. Seu corpo parecia ser o de um rapaz de dezenove anos, L tinha massa muscular o suficiente para definir o corpo de um rapaz normal, devido as roupas que usa, seu corpo não fica tanto a mostra. Com as roupas ele aparenta ser mais magro, fica com a aparência de um rapaz magro e idiota, mas quando esta sem elas, ele fica com a aparência de um jovem deus grego, que acaba de entrar para a posição de guerreiro. Quando notei que eu estava ficando envergonhada olhei para o lado fingindo não ter visto nada.
-Ah, me desculpe. Acabei me esquecendo que você estava aqui. Quer alguma coisa? –perguntou L olhando para mim e segurando um prato de doces.
-Você...deveria...vestir alguma coisa não acha? –falei gaguejando.
-Porque eu deveria? Estou no meu apartamento, lembra? –como era de se esperar, ele foi grosseiro.
-Esta bem, vou esperar lá fora. –disse me levantando da poltrona e indo em direção a porta.
-Não. Eu estava brincando. Pode ficar. –disse vindo atrás de mim, e puxando meu braço. –Vou me trocar. Ao menos que você não queira isso.
-Ahn? Ryu...zaki...
-Shhh, não precisa dizer nada. –disse se aproximando de mim.
-O que...-fiquei sem palavras. Ele estava mais próximo de mim, comecei a corar ao sentir o ar quente vindo de seu corpo.
-Esta nervosa? –perguntou chegando cada vez mais perto.
-Não. –eu fiquei ainda mais envergonhada.
-Relaxa, não vou forçar você a fazer algo que não queira. Ao menos que...
-Tadaima! –gritou alguém na porta.
-O que estão fazendo? –perguntou Mello.
-Não é da sua conta. –disse L se afastando de mim.
-Ryuzaki, vocês não iam...
-Não íamos fazer nada. Vou me trocar. –L interrompeu o Near.
-Exatamente. Não íamos fazer nada. –falei completamente sem graça. –Vocês iram manter segredo sobre isso certo? Hehe.
-Seu eu não vi nada eu não irei contar nada. –disse Near, indo pra seu quarto, com uma caixa escrito seu nome.
-Não irei prometer nada. –disse Mello. Indo atrás de Near, com outra caixa, que também estava escrito Near.
-Tadaima, Ryuzaki. –disse um jovem rapaz de uns vinte e poucos anos. Cabelos pretos e um pouco compridos. –Quem é você? E o que faz no apartamento de Ryuzaki?
-Eu sou...
-Esta é a Baby. –falou L, vindo no corredor. Ele estava com uma calça Jeans normal e uma camisa da moda, branca, um pouco colada e com a gola formato de V.
-Baby? É sua namorada Ryuzaki? Ela é muito bonita.
-Não é minha namorada. É a filha do Fujioka Shiryu. –disse pegando um doce no prato, qu havia deixado na mesa, tempo atrás.
-Então você é a Misaki Mei. Prazer em conhece-la sou o Matsui Tarō. –falou enquanto me cumprimentava.
-Seu nome verdadeiro é Matsuda Tota, estou certa?
-Sim. –respondeu animado. –Ryuzaki, porque a chama de Baby?
-Porque ainda não escolhi um nome falso para ela.
-Ryuzaki, mas Baby parece um apelido muito carinhos, para alguém que você acaba de conhecer.
-Pode até ser. Mas combina com ela. E enquanto eu não encontrar um nome falso que combine com ela, vocês iram chama-la de.... –L colocou o dedo na boca e parou para pensar.
-O que ele esta fazendo? –perguntei a Matsui.
-Ele pensa deste jeito.
-Vocês iram chama-la de Fujioka Saya. –disse L.
-Fujioka Saya? –perguntei.
-Sim.
-Mas porque Saya?
-Porque você será sempre minha.
-O que quer dizer com isso Ryuzaki? –perguntou Matsui.
-Quero dizer, que como ela a pessoa que contarei tudo, principalmente coisas que vocês não sabem sobre o caso Kira. Ela será sempre minha. Precisa de mais explicações? –falou grosseiramente e frio.
-Não. Mas devemos descer. Estão todos nos esperando.
-Esta pronta Baby?
-Sim. Se você já me deu um nome falso. Então porque continua me chamando de Baby?
-Somente eles iram te chamar de Saya. Eu a chamarei de Baby. Alias, no colégio te chamaram de Misaki. E meus irmão também. –entramos todos no elevador. E fomos conversando sobre os doces que L estava comendo no elevador.
-Tadaima. –disse Matsui.
-Okaeri. –responderam os outros.
-Esta como vocês já sabem é a filha do Fujioka. Fujioka Saya.
-Ahn? Mas este é o nome falso que deu a ela Ryuzaki? –perguntou meu Otou-san.
-Sim. O nome dela mesmo é Misaki Mei. Mas eu a chamo de Baby e vocês a chamaram de Saya.
-Baby? Ryuzaki porque...
-Fujioka, eu sei que é errado dizer isso mas peguei os dois sozinhos no nosso apartamento. E o Ryuzaki estava somente de toalha. –disse Mello vindo logo atrás de nós com o Near e um de seus brinquedos.
-O que?
-Ele esta mentindo. Sempre faz estas coisas. –disse Near.
-Não estou mentindo. –Mello deu um peteleco na cabeça de Near.
-Ei. Ryuzaki. Mello fez de novo. –falou Near desapontado.
-Mello, me faz um favor?
-O que?
-Me de seus chocolates.
-Ahn? Porque?
-O único que pode dar petelecos no Near sou eu. Anda me de os chocolates. –disse L estendendo uma das mãos.
-Não –gritou Mello, saindo correndo.
-Mello. –Ryuzaki saiu correndo atrás dele pelo o QG.
-Eu sou Aizawa Shuichi, meu nome falso é Aihara. –Se apresentou um homem com um black. Parecia ser bem mais velho que o Matsui.
-Prazer. Quem são estes? –olhei na camera. Havia um rapaz de cabelos ruivos escuros, amarrado com as mãos para trás e um em outra cela que estava sentado de cabeça baixa.
-Este rapaz é o Yagami Raito. O outro é o Chefe Yagami Soichiro.
-fiquei surpresa.
-Ryuzaki, você não disse nada sobre isso. –falei.
-Claro que sim. Não se lembra? –disse L com o chocolate de Mello na mão. –Mogi, tranque Mello no quarto sem chocolates. Ele esta de castigo. Near vai brincar, e lembre-se, não alimente o Mello com chocolates.
-Me sentei na cadeira ao lado de Ryuzaki, e fiquei olhando para as câmeras no monitor.
-Porque tirou os chocolates de Mello?
-É o castigo dele. Ficar trancado no quarto sem chocolate.
-Porque?
-Quando ele me desobedece ou faz coisa errada, coloco ele de castigo. –disse L, sem tirar os olhos do monitor das câmeras.
-Então você é realmente como o pai deles?
-Sim. –fiquei calada observando as câmeras por um longo tempo.
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