A vida pelo o Amor
40 Final
Notas iniciais
*Misaki*
Os dias foram se passando, o inverno foi chegando e com ele o Natal e várias outras surpresas. Mello e Izumi por incrível que apreça começaram a namorar, Matt foi para uma universidade fora da cidade mas esta sempre mantendo noticias, Near esta morando com minha mãe e esta parecendo o meu irmão mais novo, o quarto que antes era meu se tornou o dele e claro... Esta lotado por brinquedos em toda parte. L e eu, pois é, estamos bem casados, agora que vivemos juntos no apartamento dele, tornamos o quarto do Near os dos bebes, apesar que ainda não o reformamos, e isto o que estamos fazendo, reformando o quarto dos bebes.
O quarto é em um tom de perola na parte de cima, a uma faixa cheio de desenhinhos escolhido devidamente por Near, a parte de baixo é um tom de neve. O quarto esta cheio de caixas, moveis e brinquedos espalhados pelo os cantos. Há um abajur em formato de bola bem no meio do quarto, a um guarda-roupa no canto esquerdo, a duas poltronas beges bem ao lado do mesmo, a uma estante com livros infantis, os berços estão ao centro do quarto, um na frente do outro em uma distancia o suficiente para dar espaço para caber um criado-mudo no meio delas. Cada berço tem um tom de amarelinho claro. O quarto esta quase pronto, cheio d enfeites criados por Near e Mello em todo o canto, coisas como, ursinhos de pelúcia, casinha de bonecas, carrinhos e muitas outras coisas infantis. Vocês devem estar se perguntando como esta a minha gravidez... ótima, em parte. Tive alguns problemas durante a mesma mas logo passaram. Como o L agiu? Surtou, a cada dor que eu sentia ele arregalava os olhos e ficava me fitando tentando descobrir como parar aquilo, eu apenas ria de si, mesmo sendo pai L ainda mantinha seu jeito seco, frio e estranho.
–O Misaki, pare de ficar viajando ai sentada na cadeira e me ajude com isso aqui. gritou Mello. Olhei para ele e o mesmo estava em cima de uma cadeira tentando pendurar a cortina.
–Não posso fazer esforço, mas eu ajudo. e foi o que fiz, o ajudei com a cortina.
–Ave... ainda bem que terminamos. desceu da cadeira e se-sentou na mesma. Quando essas crianças vão nascer? Quero saber com quem se parecem.
–Acho que serão a cara do Near. disse passando uma das mãos na barriga enorme.
–Hm... Se puxarem o Ryuzaki serão feios.
–Haha. ri.
–Já escolheu os nomes?
–Isso é uma coisa que eu ainda não resolvi. era realmente algo que eu tinha duvidas. Lembram da senhora que iria me doar os olhos dela? Pois então, antes deu completar quatro meses de gravidez ela me dou os olhos e agora posso enxergar perfeitamente, mas eu não contava com ela falecer duas semanas depois. E eu adoraria colocar o nome dela em uma das crianças, só que L vivia me dizendo que ficava inventando o nome dela, pois não queriam dizer o real, e por fim... Ela também não chegou a me dizer. Queria muito que fosse o nome daquela senhora.
–Não, não. L entrou no quarto carregando um pedaço de bolo e uma xicará de café.
–Os bebes terão diabetes. disse Mello caçoando do outro.
–Eles serão saudáveis. E, eu já pensei em um nome para eles, o que acha de Hana para a menina e Jun?
–Jun? Esta dizendo que seu filho será arteiro?
–Não, mas eu gostei da combinação de Hana com Jun.
–Eu gosto de Riki. Near entrou no quarto com uma bola. Veja o que ganhei hoje. Misaki não sei como você não é mimada, seus pais me dão presentes todos os dias.
–Eu era, quando era pequena. Acho que é porque eles sempre quiseram um filho homem.
–Ah sim.
–Riki, Hana e Riki. Gostei. é isso mesmo população? Estou vendo um sorriso no rosto de L.
–Eu adorei. sorri.
–Mello, parece nome de cachorros, mas são bonitos. se levantou. Se me permitem, eu tenho que sair hoje, até mais.
–Juizo rapaz.
–Ryuzaki, pare de agir como meu pai.
Passamos o resto da tarde jogando com Near no mais novo jogo dele. Mello saiu com Izumi, L estava no QG e eu, eu e Near estávamos dobrando algumas roupinhas no quarto.
–Misaki, como acha que será os bebes?
–Engraçado, Mello me fez a mesma pergunta.
–É porque temos um pressentimento de que eles serão parecidos com o L, eles serão feinhos coitados.
–Near.
–O que?
–Não... senti uma dor estranha. Ai.
–O que foi? Misaki? a dor fora aumentando e para minha surpresa, ao olhar para baixo vi que minha bolsa havia estourado.
–Ah, meu deus o que eu faço? Misaki, os bebes vão nascer, o que devo fazer?
–Chame... Minha mãe.
–Esta bem.
Foi o tempo de Near descer e chamar minha mãe. Eu sentia contrações a cada dois ou três minutos. Chegamos no hospital e encontramos com Izumi, Mello e L já na sala de espera. Não consegui ver como estava o estado de L pois as dores estavam piorando e eles rapidamente me levaram para a sala de parto.
*Quatro anos depois*
Esses foram os quatro anos mais maravilhosos de minha vida, dois filhos, um marido, uma casa... Só que eu não imaginava que Izumi e Mello nos dariam essa noticia.
–Casar? L estava surpreso. Como assim casar? Você é uma criança.
–L eu não sou mais uma criança.
–Ah, mas que saco. Estou me sentindo velho.
–Deveria mesmo, tem dois filhos e o seu irmão vai se casar, e o Near... Ah o Near, esse dai cresceu e esta quase arranjando uma namorada.
–Eu achei essa noticia excelente.
É isso mesmo, Near cresceu não só na aparência, agora com dezessete anos Near esta mais popular do que nunca, vive rodiado de meninas por ser fofo. A vocês devem estar se perguntando como estão os bebes? Exatamente como Mello havia dito, Rikki é uma criança pentelha, e Hana, a coisa mais delicada do mundo.
Os dois possuem cabelos negros, porem a uma diferença entre eles... Hana tem olhos verdes e Jun tem olhos negros e profundos, isso porque são gêmeos. Mas não me importo. Mello dizia que Jun seria feio porque é a cara do L, mas quando o viu após passar dois anos fora do pais, disse que ele é a coisa mais fofa depois de Near. E como eu havia dito, os dois parecem muito com Near e L.
Rikki corri apela casa atrás do cachorrinho que Mello o havia dado de presente, Hana estava brincando de boneca no jardim da casa. Casa? Pois é, estamos passando o verão em uma casa no interior de algum lugar. A arvores, jardim, quintal e uma casinha na arvore. As crianças brincam por lá o dia todo.
–Rikki, Hana, hora de comer. gritei esperando os jovens pequenos.
–Agora não, mamãe.
–Rikki, não esta querendo me ver é isso? disse Near aparecendo na porta. Ele acabará de chegar.
–Tio Near. os dois correram para pular em seus braços e lhe dar um braço.
Near era do tipo que vivia grudado nas crianças, os dois acabaram por se apegar a ele. Assim como Mello, que mesmo dizendo que não gosta de crianças, acaba passando a noite lendo historinhas para eles.
Passamos o jantar todo falando sobre o que ocorreu de novo, relembramos algumas coisas quer houveram no passado, e mais uma vez Near tentava entender o porque L e Mello não tinham diabetes. Os dois nunc aparavam de comer. Para minha tristeza, Jana e Rikki herdaram essa capacidade de comer doce vinte e quatro horas por dia.
–Essas crianças vão ficar diabéticas.
–Vão nada, eu e Mello não morremos ainda.
–Isso não quer dizer nada. Misaki, não deixem eles assim. Hana, sabia que se você comer muito vai ficar gordinha.
–Ai eu serei mais fofa do que nunca. brincou.
–Se você usar a cabeça, não ira engordar. é incrível a capacidade e a inteligência que os dois herdaram dos meninos. A cada dez minuto me surpreendo com algo que Rikki diz, parecem até que eles serão o novo L.
O dia passou rapidamente e chegou a hora de colocar as crianças na cama, como sempre foi aquela bagunça. Rikki tentando me convencer do cachorro dormir na cama, Hana fazendo escândalo porque Rikki não a deixa dormir, Mello tentando ler uma história para eles, L tentando colocar Rikki para dormir e Near deitado ao lado de Hana.
Por fim, conseguimos colocar todos para dormir. Quando eu digo todos, são todos mesmo. Near capotou no sofá, como sempre, Mello e Izumi foram para seu quarto, as crianças dormiram e eu e L, mais uma vez estamos deitados em nossa cama analisando todas as coisas boas que aconteceram em nossas vidas.
–Eu deveria ser o melhor pai do mundo. Até porque, tenho pic de ficar acordado por uma semana.
–Todo o açúcar que come o deixa acordado. Agora eu, me canso facinho. estávamos abraçados olhando para ao teto.
–Misaki, obrigado.
–Por?
–Me fazer um homem feliz.
–Obrigada digo eu, além de me dar uma família incrível, também é o melhor marido do mundo.
–Mentira, ainda discutimos de vez em quando.
–Isso é normal de todo casal. lhe dei um selinho e me ajeitei na cama. Boa noite L.
–Boa noite.
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