A viagem inesperada
8 Capítulo 8 - Eu só queria ter uma cama!
Notas iniciais
– ...Se não me engano, temos que ir para perto da África e cair o helicóptero bem na latitude 0 da longitude 0, o centro, tanto norte-sul quanto leste-oeste.
– E isso é muito difícil? — perguntou Carol.
– Um pouco, não podemos errar nem um grau da latitude, senão podemos morrer!
– Morrer?!
Em algum lugar do mundo...
Bia estava sentada, pensando na vida enquanto Samuca e alguns outros pensavam em o que iriam fazer. Ana passou por ali e resolveu ir falar com a garota.
– Bia! — chamou Ana, indo falar com a mesma.
– Que foi, pirra? — perguntou Bia.
– Você sabia que eu gostava do Binho! — gritou a garota.
– E daí? — perguntou Bia, não fazendo a menor ideia de onde Ana queria chegar.
– Todo mundo sabe que vocês são namorados agora! — disse Ana.
– Desculpa Ana, mas a gente se ama, eu não posso fazer nada... — disse Bia, logo percebeu que Ana ficou com uma expressão triste.
– Você não quer fazer nada! Você não vê que a sua melhor amiga está muito triste?! — berrava Ana — Eu nunca mais vou falar com você!
"Eu sei o que é ter 12 anos, você tem dessas às vezes. Logo a Ana vai estar falando comigo de novo, nem preciso me preocupar" pensou Bia.
Ali perto...
– A única maneira de sairmos dessa ilha é tentando, então é melhor irmos agora! — disse Samuca — Quanto mais rápido começarmos, mais rápido sairemos daqui.
– Pessoal, nós vamos seguir o mapa! Vamos lá, é agora ou nunca! — gritou Mosca para que os outros integrantes do grupo o ouvissem.
Assim todos começaram a seguir o mapa.
– Primeiro nós temos que ir para As Montanhas de Perryless, que estão à nossa direita! — ordenou Samuca — Temos que seguir por ali, e cruzar aquilo ali! — dizia, enquanto apontava para os lugares.
***
Todos chegaram à tal Montanha, mas já estava muito tarde, então teriam que arrumar um lugar para dormir.
– Mas onde nós vamos dormir? — perguntou Camila — E que seja um lugar decente!
– Nessas condições não tem como ser um lugar decente. — revelou Binho. — A gente vai ter que dormir aqui mesmo, eu acho.
Nesse momento, Camila saiu para procurar algum lugar melhor para dormir.
– Tchau, eu vou procurar algum lugar melhor! — gritou Camila, já saindo.
Ali perto...
– Aff, que saco, não tem nenhum lugar bom por aqui! — gritou Camila, pensando sozinha — Eu só queria ter uma cama! — gritou, mais alto ainda.
Então, um metro dela, surgiu uma cama, não era muito confortável, mas era boa para, pelo menos, passar aquela noite.
– Peraí, como assim? — perguntou Camila a si mesma. — Eu quero uma flor. — disse ela. Surgiu uma flor ao seu lado. — Puta que pariu, tudo o que eu desejo se realiza! Por isso que o nome é Isla Mágica! Putz, que zoeira...
Camila agora estava com o poder em suas mãos, poderia dizer qualquer coisa que acontecia, mas ninguém poderia saber daquilo, apenas ela senão todos poderiam usar para o seu próprio bem, mas apenas ela poderia usar para o seu próprio bem, de acordo com ela.
Fale com o autor