A verdade sobre o furia da noite
2 Acordada
Notas iniciais
Quanto mais eu adentrava mais escura a floresta se tornava, mais difícil era andar entre as árvores e mais fundo eu ficava na lama, até que achei um resto de árvores quebradas, porém quando me aproximei vi que tinha algo diferente, ali havia uma garota....
Era uma garota bonita, a pele branca como o dia, os cabelos negros como a noite, estava vestida com uma roupa estranha, usava um vestido totalmente branco e sobre ele havia uma coisa que parecia um casaco, cobrindo totalmente o seu corpo. Ela estava tão serena em meio a floresta que parecia um anjo, mas tem algo estranho no lugar onde ela estar, ela estar sobre uma poça de sangue, me aproximei e quando vi de onde vinha o sangue me surpreendi, era da perna dela que tinha um corte muito profundo e ela havia perdido muito sangue, pior ainda ela estava enrolada na minha boleadeira.
“será que eu fiz isso com ela? Eu tenho quase certeza de que aquilo não era, nem de longe, parecido com essa garota” preocupada mente eu pensei e agi rápido:
Peguei-a o mais rápido que pude, colocando-a com cuidado em meus braços e sai correndo, corri com uma velocidade e uma força que eu nem sabia que tinha, pulando entre as enormes poças que existem na floresta e para piorar minha situação começou uma forte chuva. O que poderia piorar a situação dessa menina que já estava muito debilitada?
Na minha pressa não percebi que estávamos sendo observados, até que um enorme machado passou a centímetros do meu rosto e resvalou numa arvore ao lado, olhei na direção de onde o machado tinha vindo e encontrei uma encharcada e furiosa astrid(n/s furiosa eu não sei por que mais tudo bem) e ela logo perguntou silabando cada palavra bem devagar enquanto alisava seu machado:
– Quem é essa garota, como você a conheceu e porque ela esta nos seus braços toda ensanguentada?
A minha mente estava a mil, se eu perdesse mais tempo a garota ia morrer, mas se não ficasse e explicasse nós dois íamos morrer, se ela morrer eu vou me culpar para sempre. Eu não podia contar a verdade à Astrid, ela iria fazer mais perguntas e acabaria contando para alguém quando descobrisse tudo. Pensei, pensei e penei, já sei!
“Astrid essa garota eu achei na praia depois da floresta, nos destroços de um barco, ela estava muito ferida, então eu queria leva- la à vila ”, falei de forma muito nervosa e infelizmente a Astrid suspeitou, porém eu não tinha tempo a perder e continuei correndo, antes que ela falasse alguma coisa.
Cheguei a Berk, em ótimo estado: sujo, ensanguentado, molhado, suado, e além de tudo, preocupado com a vida desta garota que estava em minhas mãos, como a vila era pequena e não tinha muitas pessoas vagando pelas ruas e fazendo perguntas (n/s o bom daqui e que todos cuidam de sua vida até certo ponto.), cheguei rápido à minha casa e subi como uma flecha para o meu quarto.
Mas se você acha que eu estava com sorte, você esta totalmente enganado, meu pai estava na cozinha e para minha surpresa e azar, ele estava querendo conversar, eu já estava subindo as escadas quando ele me chamou:
“soluço, venha aqui meu filho precisamos conversar”, ele falou calmamente da cozinha.
“pai será que nós poderíamos conversar depois, eu estou encharcado”, disse a ele muito preocupado de como iria explicar o estado daquela garota. Meu pai falou:
“tudo bem meu filho, nós conversamos depois” ele falou de forma triste. Percebi que até homens daquele porte tem sentimentos. O que eu estou fazendo?
Primeiro a astrid e agora o meu pai, mas agora eu tinha problemas maiores a resolver, como cuidar de uma garota com um corte profundo sozinho, sem a ajuda de ninguém e em absoluto segredo, pensei comigo mesmo.
Comecei a tratá-la, deixei ela em minha cama, peguei a um pouco de água, fui na cozinha e esquentei a mesma, precisava de algo para impedir qualquer infecção no ferimento, peguei uma agulha de costura, linha de pele de cordeiro e um pano para parar o sangramento e fazer a sutura, costurando a perna dela. Subi correndo para o quarto com todos os materiais em mãos e assim procedi: primeiro molhei o pano na agua morna e passei no local do ferimento, depois pressionei, com o sangramento parado eu comecei a ligar os pontos com muito cuidado, pois qualquer erro seria fatal, depois de um tempo finalmente eu havia terminado(eu já tive de cuidar de muitos cortes e queimaduras, por isso sei tanto). Eu tinha um grande problema: como eu iria dar banho nela, se ela permanecesse neste estado iria ficar doente, mas se eu a levasse para o banheiro de baixo o meu pai iria estranhar, já que ele não tinha visto ela ainda.
“Are, are, como eu vou fazer isso? O mais importantes como dar banho nela sem tirar suas roupas e sem ver nada?” Eu meditei nisso por algum tempo e vi que não tinha jeito de fazer isso sem ver nada, então vamos que vamos, eu tinha que tirar a roupa dela e comecei.
Tirei o casaco, que estava coberto de lama e sangue, a camisa dela estava toda encharcada de chuva, eu não percebi, mas os seios dela eram grandes e molhados ficaram incrivelmente sexys, tirei as calças dela.
“Mas como dar banho nela?” Eu pensei “já sei, posso dar banho nela no banheiro do quarto do meu pai” e foi isso que eu fiz, com um mínimo de barulho possível adentrei no quarto do meu pai, lá era um local bem simples, no chão tinha tapete de pele de dragão que meu pai adorava usar e pisar em cima, a parede da porta era repleta de cabeças de dragões, gronkels, nadders, pesadelos monstruosos e outros que eu nunca tinha visto, escudos espadas, lanças, maças e outras armas. Na parede à esquerda, na parte direita do quarto ficava uma mesinha cheia de documentos e livros, na parede da frente ficavam a lareira e um quadro enorme com a foto de uma mulher que eu nunca vi e a parte que me interessava a porta para o banheiro.
Entrei e comecei a dar banho naquela menina e enquanto fazia isso pude observar ela melhor, ela tinha belas curvas para uma garota que aparentava ter a mesma idade que a minha, tinha seios na medida certa e coxas grossas. Mesmo, muito machucada, ainda tinha a expressão angelical de quando a encontrei na floresta, quanto mais eu admirava ela, mais vontade tinha de tê-la para mim. Até que meu corpo começou a se mover e eu a beijei relutantemente, porém ao mesmo tempo, com muita vontade, um beijo simples, mas que causou um efeito inesperado, ela acordou e criou um efeito mais inesperado ainda, ela me deu um tapa tão forte quanto os socos do meu pai, que me jogou próximo a porta do banheiro, o que era incrível para uma garota, que parecia tão frágil e, me surpreendeu correndo semi nua em direção à floresta, eu sai correndo atrás dela, mas fui impedido por meu pai que já havia pegado seu machado. Cuidando dela, eu não percebi o tempo passar e já era noite aqui em Berk e o que isso significa todos vocês já sabem, mas uma noite batalhando loucamente contra dragões, porém antes de sair ele disse, em cólera.
“Quando eu chegar você terá muita coisa a explicar senhor soluço”, porém eu tinha problemas maiores para resolver, aquela menina poderia ser forte mais ainda estava muito debilitada e estava correndo perigo, ai pelo amor de Odin isso só acontece comigo..!
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