Notas iniciais
Este é meu primeiro poema e balada que tento fazer. Agradeço desde já.

Aos meus amigos e inimigos.

De vida regada a morte e culpa.

O grande rubro observa vossas almas.

Ali mesmo onde ninguém passa de uma penumbra.

diz ele a todas elas — bem-vindos onde não há salmas.

Paz? Amor? Não há, não aqui e nem lá.

Apenas o inferno onde ferro canta o eterno dos culpados.

Sua vida sempre foi julgar.

Desde do nada ao tudo.

Nascido para julgar e condenar, nem mais e nem menos — apenas o grande Rubro.

Da vida regada um dia ele se cansou — e assim ele amou.

Uma jovem inocente, pura e de doce alma.

Infeliz grande Rubro — para sempre condenado.

Condenado por amar, por querer ser um bom almado.

Por ela negou, por ela ele renunciou.

“Se é assim que deve ser, aos meus irmãos o meu mais sincero adeus”

Tolo seria por resolver amar.

Sua vida sempre foi para desprezar.

Após muito lutar, à tirania ele entregou seu lar.

Fogo, ferro e sangue transbordaram de lá.

Tudo pelo amor que jurou desbravar.

Essa é a história da pequena garota e do grande Rubro.

Por ela jurou pecar, matar e destroçar.

Isso era mesmo amor?

Não.

Ele só conhecia a desgraça.

De uma brisa veio seu furacão.

Tudo desmoronou, seus irmãos o abandonaram.

Inclusive a doce alma havia lhe abandonado.

Quem sou eu? O que sou eu? — pergunta para sua mãe.

minha fúria e nada mais.

Sua vida sempre foi digna de chorar.

Notas finais
Obrigado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!