A pequena Dragneel

1 Capítulo 1: A história de Nashi Dragneel


Notas iniciais
Tudo o que eu queria dizer estava lá nas notas da história. Então, boa leitura!

Narradora: Nashi Dragneel

Minha vida começou nove meses antes de eu ter nascido. Segundo meus pais, quando eu nasci, foi o dia mais alegre da vida deles. Quem são meus pais? Qual é a minha história? Bom, deixe eu começar deis de o início. Desde o casamento deles.

Flashback on...

Meu pai estava do lado de fora da sala de parto do hospital, somente esperando as notícias do médico sobre como havia sido a operação. Sua esposa estava grávida de nove meses e estava para ter sua linda, perfeita e maravilhosa filha (modéstia a parte mas, sou eu!). De repente, um homem sai da sala e vai em direção à sala de espera. Já o reconhecendo, meu pai se levanta.

-Então, como foi, doutor?- perguntou ele, preocupado com a resposta do médico.

-Deu tudo certo.- respondeu ele.- Sua esposa e sua filha estão bem e saudáveis.

-Que bom.- disse ele aliviado.- Posso ir vê-las?

-Vim te chamar para isso.- ele estava tirando as luvas e seguiu o caminho para a sala onde estaria a mulher.- Siga-me.

Os dois homens foram andando pelos corredores do hospital, até que chegaram na porta na qual estava minha mãe (e, eu!). Meu pai abriu a porta devagar evitando fazer barulho, mas ao ouvir o ruído, minha mamãe, que estava dormindo, abriu os olhos e abriu um enorme sorriso ao ver meu pai.

-Natsu!- ela disse feliz por agora serem pais.

-Lucy!- ele respondeu no mesmo tom.

E esses são meus pais, Lucy e Natsu Dragneel. Um casal que morava na antiga mansão de minha mãe e, que agora, terá outro quarto ocupado, o meu! O rosado de meu pai foi de abraços abertos abraçar minha mãe e lhe dar beijos de parabéns. Atrapalhando o abraço deles, a enfermeira aparece me carregando. Eu estava enrolada em um pano cor de rosa e estava dormindo. A mulher me entregou nos braços da minha mãe. Meu pai chegou mais perto para poder me ver melhor. Eu tinha os cabelos rosas do meu pai e o rosto igual ao da minha mãe. Eu comecei a bocejar e, ao acordar, abri meus olhos. Eles eram verdes. A expressão que meus pais tiveram ao vê-los foi de surpresa, pois nenhum deles tinha os olhos esverdeados, mas me acharam linda mesmo assim.

Flashback off...

Ao passar dos anos, fui treinando com ambos os dois, pois eu tinha a magia de uma Dragon Slayer Celestial. Uma magia muito rara, mas não impossível. À cada aniversário que fazia, minha mãe me dava uma de suas chaves celestiais e o meu pai as cobria delicadamente com seu fogo. Não importava quantas vezes eu via, era sempre maravilhoso.

Eu já estava para fazer sete anos. Faltavam dois dias para meu aniversário. Só que desta vez, seria uma festa à fantasia! E eu estaria vestida de princesa. Enquanto a fantasia não chegava, fiquei escrevendo no meu caderno de histórias (outra mania que peguei da minha mãe: ser um autora). Por causa disso, já ganhei muitos prêmios na escola por causa de eu escrever os melhores textos, mas o meu único problema era a minha timidez.

Algumas horas depois, minha fantasia cor de rosa havia chegado no correio de casa. Eu a vesti e ao perceber, já era a hora da festa. Dancei, comemorei e cantei no karaôke que meus pais haviam encomendado.

Eu estava tão cansada que depois que todos os convidados foram embora, deitei na cama e dormi até amanhecer. No dia seguinte, havia um embrulho em cima da minha escrivaninha. Levantei e vi que tinha um bilhete em cima do presente, que dizia:

"Oi filha! Bom dia e feliz aniversário! Este é o presente meu e do seu pai de parabéns. Espero que goste e sempre o use. Beijos e aproveite!

Com amor: Mamãe e papai."

Desembrulhei e ao abrir, imaginei que ia ser outra chave de fogo mas, era outra coisa. Um cachecol igualzinho ao do meu pai. Achei ele lindo. E por conhecer as habilidades da minha mãe, havia sido ela que o havia costurado. O abracei e o enrolei em meu pescoço. Tão quentinho!

Desci as escadas e fui para a mesa de almoço. Meus pais estavam sentados um do lado do outro enquanto tomavam café da manhã.

-Bom dia!- eu disse enquanto os beijava.

-Bom dia filha!- disse minha mãe.- Curtiu o presente ou esperava outra chave?

-Ele é perfeito mãe! Eu adorei!

-Que bom filha.- disse meu pai.- Mas, você não esqueceu de nada não?- ele abaixou a cabeça na minha direção e eu a beijei.

-Agora não mais, pai!- eu estava toda sorridente, parecia o Coringa (não sou exagerada). -Hoje nós vamos fazer algum trabalho?

-Sim.- disse a mamãe se levantando e pegando a minha mão direita.

-E qual vai ser?- perguntei com aquele hábito curioso que puxei do meu pai.

-Esse é seu outro presente.- ele se levantou e pegou minha mão esquerda.- Você é quem irá escolher.

Meus olhos brilhavam! Eu nunca havia escolhido um trabalho antes. De mãos dadas, saímos da mansão e fomos para a Fairy Tail, onde os sonhos se realizam. O meu pelo menos foi.

Notas finais
Eu sei que a primeira temporada deve ter ficado melhor, mas você tem que admitir que essa ficou fofa! Não acham? E, comentários?*-*
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!