Minha cabeça estava um turbilhão, quebrei o espaço entre nós, meus sentimentos gritavam descontrolados. A beijei com todo o amor que tinha guardado durante o tempo todo que ficamos longe, a beijei com prazer, com saudade, com desejo. Finalmente posso tê-la em meus braços sem ninguém para impedir, beijei seu pescoço, descendo até a linha do seu decote. Passei a ponta dos dedos em seu rosto, desenhando a linha dos seus lábios com o polegar, senti seu cheiro doce, que me deixava louco. Coloquei a mão entre seus cabelos e a deitei devagar, ficando sobre ela, minhas mãos percorreram a linha do seu ombro, descendo até seu decote, ela usava uma blusa azul de botões. Hesitei antes de abrir, a olhei pedindo permissão.

— Posso? —

Ela assentiu e eu abri os botões devagar, deixando um pedaço do seu sutiã de renda rosa aparecer. Seus seios estavam excitados, me atrevi a abrir mais a blusa, deixando sua barriga exposta, beijei seu seio descendo até sua barriga, ela gemeu baixinho. Antes de continuar qualquer movimento, levantei correndo e tranquei a porta, não queria nenhuma interrupção, voltei para Emily que me olhava com desejo, seus cabelos ondulados se espalhavam pelo meu travesseiro, voltei a beijar sua barriga chegando ao limite da sua calça jeans. Abri o botão beijando seu quadril, puxei sua calça a deixando apenas de calcinha, ela colocou a mão no rosto envergonhada e eu sorri. Refiz o caminho voltando para o meio dos seus seios, tirei suas mãos do seu rosto e a beijei, ela sorria entre os beijos e estava vivendo um sonho.

— Quer mesmo fazer isso? — Perguntei e ela confirmou. — Então essa será nossa primeira vez. A primeira vez que vamos fazer algo, por vontade própria. —– Emily sorriu e eu continuei os beijos. Desci beijando seu seio, passando a língua pelo bico que estava duro pela excitação. Ela gemeu com o contato e eu desci para sua barriga indo até a virilha. Beijei até o limite de sua calcinha, a desci devagar, deixando sua intimidade exposta e passei a língua. Emily se contorceu soltando um gemido abafado pela timidez, continuei sugando e beijando. Meu membro pulsava dentro do short, parecia que ia explodir. Quando Emily estava bastante lubrificada, desci meu short, segurei meu membro, passando em sua intimidade, estava excitado, nervoso, ansiava por aquele momento, mas também estava com medo de fazer alguma coisa errada, de machuca-la, não sabia bem como agir. Nunca pensei que teria um momento assim, em que eu pudesse ter o prazer de fazer isso por vontade própria. Desci até a entrada da sua intimidade e pressionei um pouco, Emily fez uma careca e eu parei.

— Machuquei você? Quer que eu pare —– Emily sorriu corada.

— Não! Tudo bem, é normal doer. É só ir colocando devagar. —– Concordei com a cabeça e fiz como ela me disse. Quando finalmente meu membro estava todo dentro dela, sentia um prazer tão enlouquecedor que não sei explicar, a sessão era maravilhosa. Comecei a me movimentar devagar e Emily gemia baixinho, apenas para nós dois ouvirmos, conforme ia me movimentando não conseguia conter meus gemidos de prazer. Acelerei os movimentos um pouco mais e Emily me enlaçou com as pernas me fazendo ir mais fundo. Intercalei os movimentos indo devagar e mais rápido, ambos íamos nos ajustando um ao outro, nos adaptando, de repente Emily se contorceu embaixo de mim, senti sua intimidade se contrair em volta do meu membro e não consegui mais segurar chegando ao orgasmo depois dela.

Deitei em seu peito, ambos ofegantes e cansados. Se alguém entrasse naquele quarto pensaria que um furacão passou por ali. Nossas roupas espalhadas pelo chão, meu cobertor jogado em algum canto do quarto, o travesseiro sumiu e não faço a menor ideia de onde tinha ido parar. Ficamos em silêncio recuperando o fôlego, coloquei uma mão embaixo do queixo e observei Emily que respirava cansada, seu rosto vermelho pelo esforço, seus cabelos bagunçados, seus lábios vermelhos e volumosos me davam a visão perfeita da mais bela paisagem do mundo. Foi então que percebi que queria passar o resto da minha vida do lado dela e que se um dia as coisas começassem a dar errado, então faria de tudo para reconquista-la de novo.