Notas iniciais
Bem,essa é a primeira Original que eu publico e uma das minhas únicas histórias que eu realmente estou levando a sério.Não estou certa se ela é boa,então estou completamente aberta a críticas e sugestões.Não precisam pegar leve.Boa leitura.

Foi então que Alessio se meteu na frente dos dois, com Jacob segurando Allan e Fernando segurando David.

Cieli! Vocês acham que aqui é um bordel ou coisa assim? Nada de brigas dentro da escola!

– Foi ele quem começou a me bater do nada! – David gritou. Graças a Deus, ele já estava se controlando.

– O que?! É você que está me provocando há muito tempo, putain de! – Allan ainda estava nervoso e tentou se soltar uma ou duas vezes, porém Jacob era mais forte que ele.

– Não quero saber quem começou! Os dois vão parar com essa palhaçada agora, ou o diretor vai saber do que acabou de acontecer aqui.

Alessio estava tenso. Ele não sabia se os dois iriam ouvi-lo ou se continuariam a se bater. Eu estava na mesma situação. Ainda bem que pelo menos um dos dois ali tinha alguma coisa parecida com bom senso.

– Hmp. Que seja! Cansei dessa porra.

David balançou os braços e Fernando largou-o, ele pegou sua mochila do chão e saiu andando pra fora do corredor, muito provavelmente indo para o jardim de pedras de sempre. Eu olhei nos olhos de Allan, que me encaravam. Logo eu, escondida entre a porta da sala de italiano e a multidão que se aglomerou ali. Eu balancei minha cabeça negativamente para ele e corri atrás de David, que já saia do prédio. Quando o alcancei, segurei em seu braço como sempre fazia e sorria para ele quando este me olhou, logo depois prestando atenção no caminho a sua frente. Olhei para trás em tempo de ver Allan andando para o lado da piscina e Odette andando rapidamente atrás dele com ambas as mochilas. Coitada, ela vai precisar de muita paciência para lidar com ele.

Eu e David caminhamos em silêncio, e por mais que ele não tenha olhado para mim nem ao menos uma vez, eu sabia o estado dele só pela força em que ele apertava nossos braços.

Quando passamos pelo ginásio de lutas, eu ouvi um suspiro. Baixo, longo. Como que me avisando que ele não saberia como começar a conversa. Sentamos na pedra debaixo da cerejeira e eu tomei seu rosto em mãos, analisando os estragos.

– Estou muito ruim? – A pergunta veio com um sorriso de escarnio, que eu interpretei como se ele estivesse me falando que ele não era de porcelana.

– Bem, você vai sobreviver. – Meu sorriso foi na mesma moeda, mas este não ficou muito no meu rosto. Encarei-o séria, e esperei que ele fizesse o mesmo, o que não demorou. – Me deixou preocupada.

Então ele me abraçou terno. Meio que me dizendo que já estava tudo bem, meio que buscando apoio em meus braços. Ele deve ter ficado assustado com uma briga começando do nada.

E naquele momento eu só conseguia me perguntar como chegamos aquele ponto, onde tudo estava começando a ruir aos poucos, porem rápido demais para eu conseguir me acostumar.

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Notas finais
Não prometo dia certo pra postar o primeiro capítulo,mas vai demorar menos de dois meses.Eu acho...Espero que tenham gostado.Beijos de trufa,Tchau.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.