A new adventure, a new history-Interativa

2 Don't be afraid, The night it's just a dream


Notas iniciais
Quais os sentimentos que a noite desperta em vocês? Quais os desejos mais profundos que somente a beleza da luz e da escuridão unidas os provocam?

.Com os olhos, com um fervor olhando cada gole de sangue derramado no chão, com o coração congelado, olhares mais determinados que pareciam estar encarando a morte, com as mãos de lado a lado com o metal frio, e a madeira lisa e afiada, levantou uma das mãos e logo gritou para o homem apontado com um pequeno porém mortal arco, segurando em suas mão com uma flecha precisa , logo gritou:

—Está noite companheiro, banharemos os chãos vivos milagrosos da natureza com o sangue dos mortos, ao abaixar está espada quero que mire no, pequeno olhos de carne viva, que está flutuando, ao atirar, quero que começa a disparar em cada um dos olhos até a morte não poder nós observar mais.

.O homem virou o arco para a criatura que somente de se olhar, já podia ver que alma nem bondade reinavam naquela mizera criatura que derramava seus restos de sangue fresco no chão.

.A tropa de seres vinha chegando cada vez mais perto, e o dessespero no coração do homem batia cada vez mais.

—Devo atirar agora!Iremos morrer se eles se aprocimarem mais!-dizia o sábio e humilde homem de coração aflito, e com a mente agitada e com seus olhos trémulos e focados em algo que a qualquer instante poderia encaminha-lo para sua devida e cruel morte.

.O garoto respirou fundo, como se ao seu redor a noite era sua mãe ou até mesmo sua criadora, ele encarava a lua com olhos apaixonados e inquietos, ele soprou suas simples e machucadas mãos, com o ar gelido de seu coração, apartir do momento em que a luz da lua relou delicadamente em sua espada, ele a abaixou.

.Deixando naquele momento, um zumbido feroz e rápido passando pelo seu lado e ecoando ao redor da quieta noite, ao momento que a primeira alma condenada caiu, ele somente correu em direção aos monstros, pensando em mais nada além de um mar de sangue.

.A luta era algo inacreditável, o garoto cravava sua espada ao redor do toráx do inimigo e logo após tira-la, ele a jogava acertando a cabeça de outra criatura que naquele momento abraçou a morte pela segunda e última vez, o garoto gravando as espadas ferozes e ensanguentadas nas memórias de cada ser ali presente na noite, enquanto o humilde homem derrubava o sangue das criaturas as levando a encontro da morte de maneira rápida e simplesmente fatal, atingindo os seres com aquele fino cabo de madeira com uma lasca de pedra afiada em sua ponta.

.E no momento em que o garoto encontrou-se logo ao redor de uma piscina de sangue, ele ajoelhou-se perante a lua e recitou a seguinte poesia:

"Perante a Lua nada temo

Guardiã dos amores secretos

Feroz como o mais bruto dragão

Ela que de todo o mal me livra

E ilumina a esperança

Que há em meu humilde coração"

.O garoto levantava e olhava ao pico do mais algo morro, e encarava duas figuras cabreiras, com olhos que pareciam dançar um sinfonia do mais habilidoso compositor, contendo em suas mão serradas dois cajados de madeira tortos, com detalhes azuis cor dos céus, e com um musgo verde em sua curva, parecendo até que virá da natureza como um protetor da mais pura inocência de uma pequena criança.

.O garoto olha para o chão, vendo que seus pés estavam presos por um tipo de gosma, ele olha os seres e sorri para eles, e naquele momento ele fala.

—Nada tema Steve, entre em casa e durma a noite agora é minha.-Dizia o garoto decidido, com a melodia tocada pelos ventos, e seu cabelo brilhando com o luar, as mãos possuídas pelo sangue antes derramado de uma cruel batalha entre a morte e a vida, ao abaixa o seu arco o homem encara o garoto pela janela como se fosse a última vez que viria alguém como ele, entra em casa, um silêncio domina o ambiente.

.Ao momento em que as duas figuras desceram, ele somente as olhou, calmo como as ondas do mar, ele encarava as duas figuras encapuzadas, sem medo algum até uma delas inciar a conversa.

—Nobre, com coração gelido e calmo, amante do luar e amigo do Sol, de alma brava, e mãos prontas para lutar em nome dos que devem, a vida o presenteou com o poder dos mais belos e brilhantes raios de Sol, você com a alma do guerreiro da vida guiará os fracos e trará justiça ao enviados da morte-dizia uma voz de rapaz,que no pleno vento fazia sua voz ecoar perante o vento.

—Ei o guerreiro da estrela, de olhos que bebem da beleza das fadas, coração digno de rei, gosto refinado por donzelas, e coração que já antes fora dono da natureza, e filho da estrela mias brilhante ao raiar, salda os vivos com coração de piedoso, não abomina a nada, porém como descendente da natureza, é o guardião mais puro dos vivos.-Dizia o outro garoto

—Com o poder das quatro fontes da vida derrubaremos o mal que vive no coração de todos e na vida, eis então guerreiro que tenho a honra de me aliar a você-as duas figuras se ajoelhavam

—Nada de formalidades, pois nada mais sou que um humilde guerreiro que procura a vida e sua razão de estar servindo a um ser divino.

.As figuras se levantavam e abaixaram seus capuzes no momento, as duas gosmas se separaram formando dois slimes, o garoto assoviava e logo após desciam mais dois guerreiros.

—Ei que lhe apresento teu irmão do Sol, e a princesa da essência, a rainha das almas a servidora da lua.

—Bem eu que lhes devo a honra-dizia o garoto se ajoelhando-Me chamo Joni e sou o guerreiro do Sol, de cabelos pretos e olhos laranjas, vestimentas precárias somente um short e camisa, mas a quem devo a honra afinal

—Me chamo Zekkye, estes são meus companheiros, Estefani, Peter, E Miss.

—Prazer, minha casa é simples, mas porém pretendo avança-la logo ao primeiro raio de Sol que surgir no horizonte, mas é um prazer jovens guerreiros

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.