A mocinha e o Rebelde.
6 Oficializado
Notas iniciais
Opening.
Logo chegou o dia seguinte, May já estava na escola conversando com Misty e Dawn.
Misty: (espirrando) só vim porque tem prova hoje.
Dawn: May você esta diferente parece mais feliz (a amiga dizia).
May: ah estou não sei...
Logo Ash chegou e foi até a garota.
Ash: May eu queria falar com você um minuto.
May: ok...
Assim eles andaram um pouco mais longe das meninas.
May: sim o que foi? (ela perguntava).
Ash: sabe é que vão uns parentes meus na casa da minha mãe e ela queria muito que eu fosse hoje à noite, só que eu só vou se você for (ele dizia).
May: não sei Ash tipo eu nem estou com uma roupa formal (a garota dizia).
Ash: vai com a roupa de escola, estará linda de qualquer forma (ele sorria acariciando o rosto dela).
May: (ficando corada) obrigada então (ela sorria meio sem graça).
Assim os dois voltaram para onde Dawn e Misty estavam.
Dawn: estão cheio de segredinhos não é...
Ash: é, pois é...
Logo Brock e Paul chegaram à escola e foram falar com eles.
Paul: e ai Ash o Brock me falou que fez a paz conosco isso inclui eu também?
Ash: claro cabelo de gelatina de uva (ele zoava o amigo).
Paul: fiquei sabendo que botou o Connor pra corre daqui da escola (Paul dizia).
Ash: botei pra correr como assim?
Brock: bom Ash ele ficou com medo de você e mudou de escola, todos estão comentando sobre isso...
Dawn: Ash botou o gostosão da escola pra correr que maldade (ela comentava).
Misty: aposto que o Ash brigou com ele visto que o Connor era o garoto mais popular, mais lindo da escola...
Ash: Misty, primeiro eu não brigaria por coisas fúteis assim, segundo eu sou popular e sou lindo e sexy (ele dizia se gabando).
Logo o sinal bateu e todos foram para as salas, à aula passou rapidamente logo chegou o final, Ash e May seguiram para casa da mãe de Ash.
Ash: May me conta mais sobre você, tipo desde o começo até agora (ele dizia caminhando ao lado da garota).
May: (dando uma curta risada) bom vejamos, eu nasci em Okinawa, minha infância foi uma boa fase da minha vida eu era uma criança extrovertida, animada e muito manhosa, eu sou alérgica a lagosta, odeio números impares, o começo da minha adolescência foi uma droga (Ash a interrompendo).
Ash: porque foi uma droga?
May: bom eu comecei a ficar bem rebelde e sair com companhias erradas, eu era péssima na escola, só queria matar aula com as minhas “amigas” elas faziam coisas erradas fumavam e até roubavam para poder comprar roupas de grife, na verdade não só elas eu também roubei umas três vezes, porém nunca cheguei a fumar, quando me dei conta do que tinha me tornado implorei para mudar de escola, depois melhores minhas notas e parei de fazer coisas erradas e fiquei na linha...
Ash: nossa eu jamais ia pensar que você tinha tido um passado assim...
May: é, sabe Ash não gosto de lembrar-se dessas coisas, me sinto mal com isso, meus pais até me levaram para uma psicóloga ela me disso que isso aconteceu pela minha mudança de fase, mas bom me conta sobre você (ela dizia).
Ash: bom, eu nasci aqui em Tokyo e fui uma criança um pouco carente de atenção, minha mãe largou do meu pai quando eu tinha uns nove meses ela disse que ele era um homem bom, porém não gostava mais dele, minha mãe me criou eu sempre odiei meu padrasto e o filho que ele teve com a minha mãe me odiava, até hoje não entendo o porquê ele tinha tudo, tinha todo carinho toda atenção todos os mimos tudo que eu queria ter...
May: Ash... Seu irmão morreu de que?
Ash: podemos não tocar nesse assunto agora (ela assentiu com cabeça) bom depois eu te conto, bem pulando essa parte eu fiquei rebelde e comecei a andar com um cara chamado Tomoe Nakamura (ela o interrompeu).
May: ele não é o filho do bandido mais perigoso Ozaki Nakamura? (ela perguntava).
Ash: sim, Tomoe era o líder de uma gangue conhecida como N.K eu fazia parte dela, brigávamos com outras gangues para conseguir mais território, bebíamos, fumávamos, infligíamos leis até que um dia os policias nos pegou, minha mãe teve que ir me tirar da prisão ela chorava descontroladamente nesse dia eu deixei a gangue Tomoe ficou com raiva e mim, porém eu nunca mais o vi novamente.
Logo eles chegaram à casa da mãe de Ash, eles entraram May ficou um pouco acanhada.
Ash: mãe essa é a May, May essa é minha mãe (ele as apresentava).
May: muito prazer senhora Ketchum (ela se curvava).
Ash: May minha mãe não é mais Ketchum, e sim Shikazu (ele meio que sussurrava).
May: ah sinto muito...
Delia: tudo bem querida é normal pensar que meu sobrenome seja igual ao de Ash (ela deu um sorriso para ela).
Assim eles foram para a cozinha estavam todos os parentes de Ash, o Tio Carlos, Nico e Roan, as mulheres deles Larissa, Ane e Cornélia.
Cornélia: só uma perguntinha (dizia a mulher partindo o filé de frango em seu prato) quem é essa menina?
Delia: É a amiga do Ash...
Cornélia era gorda bem gorda mesmo tinha seus 150 kg e sempre falava o que não devia e era um pouco ranzinza.
Cornélia: hum, no meu tempo usávamos saias com cinco dedos para baixo do joelho se minha filha usasse uma saia assim eu daria uns bons tapas nela (ela comentava sobre a saia do uniforme de May).
Roan: Cornélia meu amor não comesse com seus comentário indelicados...
Roan era o irmão mais velho de Delia e tinha o corpo digamos bem sarado para a idade dele.
Cornélia: não são indelicados meus comentários é uma realidade...
Ash estava aparentemente aborrecido com os comentários da sua tia ele percebia que May avia ficado bem desconfortável.
Delia: Cornélia esta deixando a menina sem jeito (ela dizia a cunhada).
Ash: bom eu acho melhor eu e a May sairmos (ele dizia se levantando).
Delia: Ash não, sua tia não vai dizer mais nada não é Cornélia?
Cornélia: ok não digo mais nada...
Assim eles terminaram de jantar, May ajudou Delia com a louça.
Delia: sinto muito pela Cornélia, ela não tem noção das coisas que fala (dizia a mulher lavando o prato).
May: tá tudo bem (ela sorria).
Delia: você o Ash estão saindo? (ela perguntava).
May: é estamos nos conhecendo melhor...
Ramon: é a pior coisa que você faz mocinha (ele dizia a May).
Delia: Ramon não diga isso, o Ash é rebelde, mas no fundo ele é bom...
Ramon: diz isso porque é seu filho...
Delia: Ramon termine a louça para mim, quero conversar com o Ash (ela dizia saindo do local).
On P.O. V de May.
Eu ajudava o padrasto de Ash com a louça, o padrasto de Ash era um pouco alto, tinha cabelos grisalhos até o ombro e tinha um bigode.
Ramon: o Ash não te merece...
Eu: porque o senhor diz isso? (eu perguntava enquanto secava os pratos).
Ramon: você é boa de mais para ele...
Aquilo me fez gelar por dentro, ele me disse e me olhou com um olhar, um olhar muito nojento, olhava com malicia.
Eu: o que o senhor quer dizer com isso? (droga porque estou perguntando).
Ramon: quero dizer que ele é sortudo demais, você é muita areia para o caminhãozinho dele (ele me olhava com mais malicia ainda).
Nesse momento sequei o prato e sai daquela cozinha, que nojo que homem nojento, como podia dizer aquelas coisas sem nem uma vergonha, voltei até a sala de jantar, logo Ash desceu e veio falar comigo.
Ash: então quer ficar mais um pouco ou quer que eu te leve para casa? (ele me perguntava).
Eu: quero ir pra casa sabe já esta bem tarde (eu dizia).
Ash: ok então vamos...
Assim nós nos despedimos de todos e Ash e eu caminhamos para minha casa.
Ash: bom May, lembra sobre o que perguntou sobre meu irmão (eu assenti com a cabeça para ele) sabe eu e ele brigávamos muito mesmo ele me odiava por eu ser o bastardo e eu o odiava porque ele tinha toda atenção da minha mãe e de outras pessoas a família, mesmo tendo tudo isso todo santo dia ele me infernizava dizendo que eu não merecia viver porque eu só atrapalhava a vida dele e o casamento da nossa mãe com o pai dele, um dia de muita neve saímos para patinar, ele estava estranho com um semblante realmente estranho eu queria fazer as pazes com ele naquele dia para tentarmos nos dar bem, assim chegamos e patinamos um bom tempo até que ele tirou um estilete do bolso dele e disse que eu iria para o outro mundo para deixar a vida dele mais fácil, aquilo me assustou com uma criança de oito anos poderia ser capaz de tal coisa, ele me atacou e eu o empurrei e ele caiu quebrando o gelo e ficando naquela agua fria, ele se debatia eu fiquei em choque apenas vendo aquilo tudo, até que ele parou de se debater e afundou... Eu o matei May o deixei morrer afogado.
Meu Deus nunca tinha ouvido uma coisa tão assustadora, não estou assustada pelo Ash e sim pelo irmão dele como podia sentir tal ódio sendo que tinha tudo o que Ash não tinha.
Eu: a culpa não foi sua... A culpa não é sua você, não viva achando que é sua culpa porque não é (eu o abracei bem forte) eu devo imaginar como se sente não sinta assim.
Eu senti pingos caindo sobre minha cabeça eu levantei, porém Ash impediu me abraçando, ele estava chorando? Sim estava por isso me abraçou não quer que eu o veja chorando acho que ele esta finalmente botando tudo o que sentia para fora eu comecei a chorar também... Assim paramos de nos abraçar ele limpou suas lagrima e as minhas.
Ash: boba porque esta chorando? (ele limpava com seu polegar).
Eu: porque você também estava...
Ele me beijo delicadamente e eu retribui e depois nos abraçamos novamente.
Eu: Ash, eu te amo...
Ash: se você me ama imagina o que eu sinto por você... May você quer oficializar quero dizer...
Eu: sim eu quero namorar com você (eu sorri para ele).
Ele deu um belo sorriso, e assim ele me levou até minha casa.
Ash: chegamos te vejo na escola amanhã (me dando um beijo de despedida).
Nesse momento Max saiu e nos viu aos beijos e disse.
Max: então é com ele que está saindo, ei cara o que tem na cabeça namorar com essa menina esquisita (ele dizia a Ash).
Eu: Max vai para dentro já esta na hora de pirralhos estarem dormindo (eu dizia aquele mala sem alça).
Ele me mostrou o dedo do meio.
Eu: MAX (eu dizia o repreendendo).
Ash: (rindo) que baixinho bravo esta com TPM? Bom eu já vou indo May te vejo amanha (me dando um selinho).
Assim ele se foi e eu entrei, meu coração esta acelerado estou sorrindo feito idiota até que esse sorriso sumiu quando eu vi a cara do meu pai.
Eu: err o que pai? (eu perguntava meio nervosa).
Norman: quero esse menino aqui amanhã...
Eu: por quê?
Norman: ele é seu namorado, temos que conversar quero conhece-lo (ele dizia realmente serio).
Caroline: seu pai tem razão anjo, temos que conhecer o rapaz e ver se aceitamos esse namoro...
Era o que faltava, eu disse a eles que diria para Ash vir nossa casa amanhã, assim subi as escadas e me joguei na cama, como era bom lembrar dos lábios de
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