A mocinha e o Rebelde.

17 A vingança de Esther.


Sete meses se passaram, era um dia bem calmo e frio, na casa de Esther e Tomoe a garota aninhava seu pequeno bebê, era um garotinho de cabelos pretos como os de Esther (lembrando: a Esther tem cabelo vermelho porque ela pintou, mas a cor natural é preto ,bom, boa leitura) e olhos azuis assim como Tomoe, seu nome Daisuke, a Esther tratava o menino com todo carinho e paciência do mundo, talvez ela amasse seu pequenino mesmo sendo tão fria, já Tomoe não gostava nem de pegar o garotinho.

Tomoe: você nunca larga essa coisa (ele dizia irritado).

Esther: Tomoe não fala assim é o nosso bebê...

Tomoe: por mim eu tacava essa coisa no rio, e ele esta fedendo, eu vou dar uma volta e quando eu voltar vê se desgrude um pouco dele para fazermos sexo ou se não eu faço com outra (ele dizia bem sério e saia).

Takeshita: (descendo as escadas para a sala) meu irmão é tão cruel, me da ele aqui eu troco ele pra você.

Esther: (entregando o pequeno) sabe como eu gostaria de ter conhecido você primeiro.

Takeshita: bom Esther mas convenhamos (dizia trocando o pequeno) desde que o Daisuke nasceu você mudou, esta mais, mais, mais amorosa você é uma assassina de sangue frio ou era meu irmão te admirava por isso e agora passa 24 horas com o bebê e você sabe como é o Tomoe parece que o excitação dele não tem fim (terminando de troca-lo).

Esther: sabe eu, eu me sinto no dever de defender o Daisuke, quero estar perto dele e o ver crescer bem...

Takeshita: (aninhando o bebê) isso se chama amor Esther, olha esse é o verdadeiro amor, o que você sente pelo meu irmão é apenas ilusão, Esther te proponho uma coisa, vamos fugir eu, você e o pequeno aqui, vamos sei lá viver uma vida melhor, seria melhor eu te amo de verdade jamais te trataria como meu irmão te trata.

Esther: não posso ir, não agora preciso humilhar a May pelo o que ela me fez, me bater pelada ela vai me pagar e eu já sei até como e você vai me ajudar não é? (ela perguntava).

Takeshita: eu tenho escolha? Só que quero uma coisa que prometa que vai embora comigo depois que terminar tudo o que tiver pra fazer você tem que prometer!

Esther: eu prometo (o beijando).

Takeshita: eu te amo Esther quero te fazer a mulher mais feliz desse mundo.

Assim Takeshita colocou Daisuke no carrinho e ele e Esther começaram a se beijar, os dois tinham um caso a mais de um mês, Esther parecia realmente gostar dele e de seu filho.

Em quanto isso na casa de May, a garota esperava uma ligação de Ash, pois ele iria busca-la para almoçar na casa de sua mãe, ela se olhava no espelho para ver se a roupa ficava boa, depois de uns minutos seu celular tocou.

May: oi meu amor.

Esther: desde quando você me ama.

May: a é você, olha me deixa em paz Esther mais que (Esther a interrompia).

Esther: seu lindinho esta comigo, seu precioso Ash, sabe eu não sei o que eu faço com ele, sabe ele esta amarrado aqui, eu não sei se o mato esfaqueado ou cremado, qual você prefere?

May: Esther, não Esther não faça nada eu te imploro, por favor Esther (ela começará a chorar).

Esther: não chora olha vem aqui e decidimos se vai ser queimado ou esfaqueado ok (desligando o telefone).

May desligou o telefone e saiu em disparada para casa da garota de cabelos vermelhos, chegando lá e ela encontrou Esther sentada no sofá com uma saco e começou a despejar no chão cinza.

Esther: desculpa May não aguentei esperar, mais ele esta em um lugar melhor com certeza (ela dizia sadicamente).

May: Ash (se ajoelhando no chão e pegando as cinzas) o que fez (ela chorava).

May avia avistado uma faca na mesa de centro e pulou em cima de Esther.

Esther: vai enfia essa faca, vamos ver se é mulher suficiente, vai May faz meu sangue espirrar por todo lado, esse era seu sonho me ver morta, me mata desgraçada se tiver coragem me mata.

May ia esfaqueá-la porém Takeshita a segurou.

Takeshita: pronto, tirei todas fotos, depois disso ela vai ficar um bom tempo no hospital psiquiátrico (ele dizia) o pessoal já esta vindo pra cá.

May: que?

Logo o pessoal do hospital psiquiátrico chegou e antes de chegarem à sala Esther disse para May que estava sendo segurada.

Esther: otária, seu amado esta vivo, isso no chão são cinzas de cachorro...

Assim os médicos pegaram May e Esther se fingiu de coitada.

Esther: graças a Deus vocês chegaram, ela queria me matar sem motivo vocês viram, e até espelhou as cinzas do meu vovô (ela fingia chorar).

May: me soltem é mentira dela (ela se contorcia).

Médico 1: calma, calma não precisa ficar nervosa (ele dizia a May).

Médico 2: pobre menina, que Distúrbio mental será que ela sofre? (ele perguntava ao colega).

Médico 1: provavelmente sociopatia ou psicopatia.

May: ME SOLTEM EU NÃO SOU NADA DISSO ELA QUE É A LOUCA ASSASSINA NÃO SOU EU ME SOLTEM, ME SONTEM (ela esperneava).

Médico 1: ela se contorce demais (segurando ela) aplica um sonífero.

Médico 2: ok, pare de se mexer pro seu bem...

May: NÃO, ME SOLTA, EU NÃO SOU LOUCA NÃ... (adormecendo por causa do sonífero) não sou louca, não sou (desmaiando).

Médico 1: (amarrando os braços e pernas e a colocando na maca) ufa que menina difícil.

Esther: obrigado, vocês salvaram minha vida ela vem me perseguindo há tempos, achei que fosse meu fim (ela chorava de mentira) ela é da família Haruka isso pode facilitar o trabalho de vocês.

Médico 2: sim facilita mesmo, bom se cuide mocinha (ele dizia ajudando o colega a carregar May).

Eles a colocaram no carro e seguiram para o hospital.

On P.O. V de May.

Poxa estou com tontura que lugar é esse, não consigo me mexer, eu estou, estou numa camisa de força, tem alguém entrando, é, é o Ash.

Ash: May (me abraçando) como veio parar em um lugar assim?

Eu: a Esther disse que estava com você, e disse que ia te matar fui lá ela despejou cinzas achei que eram suas e parti pra cima dela, Ash eu não quero ficar aqui estou assustada (comecei a chorar).

Ash: não se preocupe, eu vou vir sempre aqui e vou dar um jeito de tirar daqui, mas May seus pais e seu irmão realmente acreditam que você virou louca, na verdade todos tirando eu e o pessoal que acreditamos em você, bom mas eu vou ter que pensar um plano porém fica calma que eu vou te tirar daqui (ele me abraçava).

May: obrigada (eu chorava descontroladamente).

Logo meus pais e meu irmão entraram, com aquele olhar de pena, com um olhar de acreditarem q eu avia feito algo...

Caroline: minha filha (ela ia me acariciar mais eu neguei).

Eu: vocês não acreditam que eu sou inocente, eu não quero ver vocês, não me visitem me deixem em paz, meus próprios pais acreditam em uma qualquer do que em mim, EU NÃO QUERO VER VOCÊS (eu me virei e dei as costas a eles).

Norman: Caroline vamos ela esta agitada, talvez depois que derem o remédio...

Eu: EU NÃO VOU TOMAR NADA, SAIAM DAQUI EU QUERO SÓ O ASH AQUI (eu dizia super irritada).

Assim eles saíram, e apenas Ash ficou.

Ash: (me abraçando por trais) sei o quanto deve doer seus pais não acreditarem, mas pega leve.

Eu: (chorando) mas porque não acreditam em mim eu sou a filha deles.

Ash: a Esther é uma psicopata e a melhor coisa que um psicopata sabe fazer é enganar as pessoas é um dom que eles tem (ele me explicava acariciando meus cabelos) May olha não tome os remédios que te derem podem fazer mal a você já que você não tem nada, se precisar seja agressiva pra afugentar eles...

Logo uma mulher entrou e disse que a visita avia acabado, ele me deu um beijo e se despediu, logo essa mesma mulher veio até mim.

Mulher: eu sou a enfermeira Dany, bom é hora do seu remédio (ela dizia toda doce e gentil).

Eu: não quero tomar, por favor, eu sou normal não quero tomar remédio nem um (eu me ajoelhei) por favor eu não quero tomar então não me force a tomar (eu dizia chorando).

Enf. Dany: bom é que esse é meu dever, eu sou nova aqui e bom você precisa tomar eu não quero ser despedida...

May: tem um vaso de flores aqui, jogue os comprimidos ali e não vai ter problemas, por favor Dany eu não sou psicopata armaram para mim (eu dizia a ela).

Enf. Dany: (jogando os comprimidos e os cobrindo com a terra) não sei se eu deveria fazer isso.

Eu: pode confiar em mim (eu sorri para ela) Dany será que pode me tirar da camisa de força, isso é apertado.

Enf. Dany: (tirando) eu não devia fazer isso.

Eu: pode ficar calma, se alguém perguntar diz que eu estou bem e que não estou agressiva (eu mexia meus braços) obrigada (me deitando na cama) esse vai ser nosso segredo.

Enf. Dany: tá bom, com licença preciso ver outros pacientes (ela se retirava).

Ela era um pouco medrosa, porém me parecia confiável, ela era loira dos olhos azuis e tinha minha altura, era bem branca parecia ser albina, eu estava deitada pensando o que Ash iria fazer, a Esther realmente me odeia, mas fico pensando, se ela é uma psicopata como pode amar tanto o filho? Penso realmente se ela é uma psicopata, poxa estou ficando com sono é melhor eu dormir talvez eu esqueça um pouco desse lugar horrível, logo eu adormeci.

Off P.O.V de May.

Em quanto isso na casa de Brock, ele, Ash e mais um garoto chamado Steve que era da cor de Brock e dos cabelos meio loiros, planejavam sobre como tirariam May do Hospital psiquiátrico.

Steve: tirar é fácil, bom e depois temos que esconde-la, e bom e tem um único jeito de que possamos fazer com que não procurem ela, o plano é esse (ele contava todo plano) o que acharam?

Ash: Acho que esta perfeito, amanhã mesmo volto na clinica e falo com ela, obrigado...

Brock: obrigado por nos ajudar Steve (ele agradecia Brock).

Steve: parceiro do Brock é meu parceiro também claro que eu iria ajudar.

Ash: amanhã colocamos em pratica.

Continua.