A missão do pirata
1 Procurando um navio e tripulação
Após abandonar Angelica naquela ilha eu comecei a remar pra Tortuga.- E uma garrafa de rum! Gritei Eu estava bebendo muito rum, estava bêbado, mas o vento estava forte, e acabou derrubando minha garrafa de rum no mar.- Acabou o rum...- Maldição.Como o rum havia acabado, eu remei. Tive que parar em varias ilhas para comer alguma coisa.Depois de 3 semanas em alto mar eu finalmente cheguei em Tortuga.Dentro da taverna encontrei Gibbs.- Gibbs.Ele me ignorou por completo.- Gibbs!Ele se virou assustado.- Jack! Onde você estava? Peguei o rum de sua mão e tomei um pouco.- Estava dando um passeio marítimo.- Gibbs, me deixe ir logo ao assunto. Preciso de um navio e tripulação.
- Tripulação você já tem Jack, agora o navio, precisamos arrumar um.Tomei mais um pouco de rum.- Gibbs, vou ver meu pai, quero ver se ele me arruma um navio.Sai daquele lugar fedorento e fiz meu caminho para Port Royal- Mas Jack, o meu rum!Tomei mais um pouco e quebrei a garrafa no chão- Capitão. Eu disse- Não saia de Tortuga Gibbs.***Cheguei em Port Royal, estava a noite, fui ao único lugar onde meu pai poderia estar. No bar.Fui até a atendente falar com ela.- Boa noite bonequinha, será que não rola eu e você?Ela me deu um tapa na cara.- Adoro mulheres assim.- Vai pedir algo ou vai fazer graça?- Teague Sparrow está aqui?- Se está falando do pirata mal vestido e nojento, ele está na mesa dos fundos.Fui até a mesa de meu pai e me sentei.- Boa noite, papai.- Boa noite Jack- Pai, vou ser direto. Preciso de um navio.- E você quer que eu te arrume um navio para ir atrás do Santo Graal?- Você já bebeu no Santo Graal?- Se já bebi no cálice que Jesus usou na ultima ceia? Jack largue a mão de ser burro, se tivesse bebido nesse cálice eu teria me tornado uma divindade.- Se quer arranjar um navio, vá até aquela mansão no fim da cidade, e peça parar falar com Gordon Locket.No dia seguinte fiz o que meu pai sugeriu.Fui até a sala de Gordon, que era um gordo mimado.- Então senhor Sparrow, quer um navio para que?- Para saquear cidades e queimar pequenas aldeias. Eu disse, dando um sorriso amarelo.- Ficou louco?- Estou brincando gordinho, quero um navio para procurar o Santo Graal.- Para um pirata você é bem sincero.- GUARDAS!Segundos depois aquela sala estava cheia de guardas que queriam me prender, ou mais provavelmente me matar.- Matem esse pirata!- Espera ai gordinho, não podemos conversar? Tomar um pouco de rum quem sabe.- MATEM-NO!Comecei a correr sobre aquela mesa, e pulei para as escadas.- Ei seu gordo, vou roubar seu navio! Eu disse rindoOs guardas estavam subindo as escadas rápido, então eu corri até a janela e disse:- Cavalheiros, vocês vão lembrar desse dia, como o dia em que quase capturaram o capitão Jack Sparrow.Eu pulei da janela e cai em uma carroça com feno, e depois me direcionei até o porto, onde encontrei o navio da compania de Gordon.Como não tinha nenhum segurança por ali, eu desprendi o navio e fui até Tortuga, onde chamei Gibbs.- Capitão, temo que parte da tripulação não possa vir conosco.- E o que vamos fazer agora Gibbs?- Vou chamar algumas pessoas para verem se elas servem para ser piratas.Gibbs foi reunir pessoas para se juntarem a tripulação, eu fui até a cabine ver o que eu encontrava.- Um mapa inutil, um livro inutil e... o que diabos é isso?Peguei uma pequena caixa de ferro que estava trancada.Como não encontrava nada para abrir, peguei minha arma e dei um tiro, o cadeado se quebrou e eu consegui abrir aquilo.Eram folhas e mais folhas, me deparei com o nome"Will Turner"E comecei a ler"William Turner, pirata, dono do Holandês voador, quebrou a maldição de 10 anos no mar e um dia na terra, está vivendo em uma pequena cidade, não muito longe de Port Royal..."O resto estava ilegível- Então quer dizer que o Turner quebrou a maldição...- Mais um pirata para a população nesse caso. E se Elizabeth também quiser, ela virá.- Capitão!Eu escondi rapidamente as coisas e saí da cabine- Diga Gibbs.- Tem umas 30 pessoas ali esperando para falar com você.Arranjei um espaço para sentarmos e conversar.- Próximo. Eu disse.- Olá capitão, sou Henry, sou professor.- Próximo!- Capitão, meu nome é Julio, sirvo o bar de Tortuga.- E você tem rum?- Claro que sim!- Bem vindo a tripulação.Ele foi para o bar, e voltou com 3 barris de rum, subiu direto no navio.As outras 27 pessoas eu recusei, até que chegou na ultima pessoa que era um homem bem vestido.- O senhor quer ser pirata, bem vestido desse jeito?- Na verdade não, mas quero que leve minha filha em segurança para um lugar.Ele me entregou uma lista com o quanto eu ganharia.Arregalei os olhos.- E se ela chegar em segurança sem nenhum de seus homens terem tocado nela, esse valor triplica.- Triplica?!- E onde sua filha está?
- Ela foi na beira do mar, vou trazer ela pra cá.Aquele homem foi em direção a praia.- Gibbs!- Diga capitão.- Chame o Marty, e prepare para irmos para o mar, teremos uma longa viagem pela frente.***Estava tudo pronto, então eu fui até o leme e fomos pro mar.Deixei Gibbs pilotando e fui falar com a filha mimada daquele homem.- Ei bonequinha, quer alguma coisa?- Não me chame de bonequinha seu pirata fedido. E me chame de Julieta.- Majestade Julieta, vossa senhoria necessita de algo para degustar? Perguntei, fazendo reverencia e sendo sarcástico.- Não quero nada de você, vá em bora.- Não se preocupe bonequinha, você vai implorar pela minha companhia, eu e você, na mesma cama. Disse eu, rindo.- Saia!Eu sai da cabine, onde ela estava.- Ei Gibbs!- Fale capitão- Vá para o norte de Port Royal.- Por que capitão?- Vamos nos encontrar com velhos amigos.***
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