A mina de diamantes

Era uma vez um mago muito ganancioso que vivia ao pé de uma montanha em um pequeno vilarejo. Tão ganancioso que passava boa parte de seu tempo transformando pedaços da montanha em diamantes.
Um dia, cansada de tanta ganância sem sentido, a montanha desabou sobre ele, enterrando-o com seus diamantes.
Quando o primeiro diamante foi encontrado, inúmeras pessoas vasculharam a montanha a procura de mais. O que eles não sabiam é que o mago havia protegido sua riqueza, e muitos que entraram lá, nunca mais saíram.
Mas é claro que esta história nunca pararia Thomac.
Classificação 16+
Aventura Mistério Suspense Deathfic
Jeniffer

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Jeniffer


Classificação 16+
Livro concluído
Publicado em 24 de abr. de 2016 19:54
Atualizado em 24 de abr. de 2016 19:54
4307 palavras

Captolina
Sensacional é a única palavra que me vem agora para descrever essa história. " A Mina de Diamantes foge completamente da temática construída e concreta do que é um confidencial fadas.
Começa a ser contada através do ponto de vista de Thomac um ladrão muito meia boca e que começa a ser guiado pela sua ganância e cobiça o que acaba lhe acarretando um destino surpreendente.

O que me levou a recomendá-la foi que, além do desenvolvimento maravilhoso (que nem parece ter sido escrito em uma madrugada) os personagens se encaixam com perfeição e acabam mesclando a temática exótica de terror, suspense e aventura.

"A Mina de Diamantes" me causou extremo desconforto no princípio por abordar uma temática da qual não me afeiçoei. Terror em suma não é algo que eu gosto de ler. Especialmente à noite. Mas, como tudo tem sua exceção, resolvi seguir com a história até o final e teria me culpado se assim não tivesse feito. A história é muito mais do que terror psicológico te passo uma mensagem muito além do que pretendia e faz refletir que muitas vezes a ganância..... Bom, ela tem seus lados positivos e negativos como todos os outros.

A escrita é leve e direta, algo que prezo bastante em uma história. Nada de muitos floreios e o detalharemos na medida certa. Os personagens são desenvolvidos de forma simples e cria características específicas. Freya, por exemplo (e que belo exemplo) imaginei como se fosse uma mulher muitíssimo bonita, mas ainda assim interesseira. Thomac me serviu como um belo andarilho em seu cavalo negro (?) e bom, todos os outros personagens me saíram 100 vezes melhor do que havia imaginado.

Não sei porque hesitei tanto em recomenda-la. Deveria ter feito assim que terminei a leitura, mas fiquei extasiada por tempo demais para poder fazê-la. Espero não ter chegado muito tarde. Se pudesse, recomendaria quantas vezes fosse necessário porque simplesmente adorei lê-lá é espero que você (é, você mesmo que está aqui ainda) também ame tanto quanto eu.

Até a próxima, mocinha.
Lú.