A jornada

1 Era uma vez


Era uma vez uma mulher muito linda chamada Anaís, com cabelos negros e olhos verdes que eram de hipnotizar qualquer ser, pele negra e muito pobre que sempre estava procurando uma maneira de ganhar dinheiro, apesar disso era muito linda e tinha singelos traços de nobreza expresso no seu rosto doente, então, confiando nos boatos que já existirá um grande rei do reino de Palece que no qual seu poder era transformação, porem mesmo com tanta grandiosidade foi morto em batalha por rebeldia e ganancia de seu exército que tinham sido iludidos pelos seus inimigos de Trent um reino assustador que a até os próprios deuses não gostavam de passar por lá e dizem que o rei, um ser assustador com rosto rígido, sempre de vestes pretas de couro, com capa e botas mas mesmo assim sem coroa, tinha realizado um pacto com o diabo, mas não deu em nada além de miséria, guerra e fome, então depois que a desgraça passará foi descoberto que o rei, cujo qual o nome não se sabia o nome, tinha tido uma filha com Raísa mulher bonita de olhos azuis, coração carinhoso e a rainha da natureza, mas também conhecida como de bondade em pessoa, que morreu de uma doença incurável feita por uma bruxa das bruxas que diziam ser tão má que já havia enganado próprio demônio, antes da criança nascer, mas por conta da sua bondade, os deuses colocaram a criança no corpo de uma vaca para que pudesse nascer e ser forte conseguindo o que sua mãe jamais conseguiu, justiça, paz e saúde mundial, assim confiaram na criança poderes que misturados com outros poderes e metal formaram um amuleto com poderes extraordinários e só poderia ser tocado por pessoas que tem o sangue puro, mas só conseguia controlar a joia os parentes dela, que no caso seria com a forma de estrela de 7 pontas, sendo cada ponta um poder, mas os poderes eram diferentes para cada parente, a joia foi, com a ajuda de duendes ferreiros revestida de ouro e estes lançaram um feitiço para proteção da pedra assim não seria possível que um não-membro da família o destruísse. Mas antes do nascer da criança o rei deu a vaca para um humilde vilarejo, pois não queria que fosse morta pelas forças inimigas, escondido por um feiticeiro que ao ver tanto mal no reino Palece resolveu fazer um lugar para injustiçados, puros e frágeis membros da sociedade morar, lá a criança cresceu e foi cuidada pelo espirito de sua mãe, assim ajoia foi amarrada no pescoço do animal, então dizem que até os 8 anos uma senhora do vilarejo cuidou dela como filha, mas morreu antes de completar o nono ano de adoção a criança, mas mesmo jovem, a menina conseguiu se virar primeiro começou a vender leite de sua vaquinha, mas quando o animal não podia dar mais leite vendeu seu amuleto, pois tinha os mesmos traços de sua mãe em relação há animais, sem saber do erro que cometerá, no entanto ficou com o cordão, pois nele tinha iniciais sendo muito uteis caso procure seus pais.

Anais então prepara sua mala com muita comida, mas pouco dinheiro, sabia que não seria fácil e leva consigo uma corrente, que era a única lembrança de sua mãe Laís, para que ela os espíritos de sua mãe a protegessem, não sabendo para qual lado ir desnorteada, foi pelo deserto, andando a procura de um lugar barato para se alojar, o calor era extremo dava a impressão que caso deixasse um ovo no chão de areia ele iria fritar, ou seja, bebeu muita agua para não desidratar e vestiu roupas muito grossas para não ser queimada pelos raios de luz brilhante do Sol, a sua sorte era que havia encontrado um minúsculo vilarejo, criado as margens de um rio, mas como ninguém tem tanta sorte assim o rio estava seco por maldição de um reizinho ditador que por não ter seus impostos pagos pelo preço abusivo, mas mesmo assim o povo era bom e carinhoso com os viajantes, deram a ela lar e um pouco de sua miserável comida que ela não pode aceitar sabendo que não poderiam plantar nada no local.

Ingredientes:

—-Pedra da verdade

—-Sino das trevas

—-Agulha do poder

Se sentindo indignada pela miséria e desgraça daquele povo, Anais foi ver se não tinha algum modo de retirar a maldição, segundo uma velha e sabia conselheira era necessário fazer uma poção, mas os 3 ingredientes eram raros e complicados de se conseguir, alguns homens fortes já tinham ido a procura destes, porém nunca mais voltaram, mas não foi isso que barrou ela de ir, então para sua jornada alguns membros do vilarejo deram a ela comida, agua e um pouquíssimo dinheiro.

Quando ia começar a sua jornada uma pequena menina pediu para ir com ela, obviamente disse não, mas não foi isso que a fez para de insistir, a menina tinha uns 12 anos, mesmo negra seu cabelo era branco prateado como a lua, e se chamava Cintia não tinha pai, nem mãe ambos, seu pai morreu em batalha com um dragão e sua mãe morreu quando a criança nasceu. Ao saber da triste história da menina resolveu adota-la e leva-la com sigo, fazendo-a prometer que obedeceria sem perguntar principalmente se for em casos de vida ou morte, logicamente aceitou percebendo que a moça não iria prejudica-la.

Claramente não sabiam como iriam começar, mas seguiram em frente sem rumo, depois de muito tempo quando estava no final da tarde e o sol em conjunto das nuvens faziam uma verdadeira pintura abstrata, elas encontraram uma casa assustadora no meio do nada, vendendo muitas velharias e comida, mas o mais curioso era que a casa estava vendendo, mesmo com aquele pó que fazia você espirrar até a quilômetros de distância, sendo considerada sua única esperança entraram e logo perguntaram a respeito dos ingredientes, porem ninguém realmente estava dando atenção percebendo isso foram ao balconista e questionaram com medo, já que a aparência deste não era das melhores, velho com roupas grossas, barba cinza, e um odor horrível de humilhar camelos, o homem então contou uma lenda que podia jurar pela vida de sua mãe que era verdade.