A irmã do coringa |Port| +16

5 Capitulo 2- Piloto -Part.2


*Amanda on*

—Continuando, foi ai que abagas enlouqueceu, antes eu já tinha ataques de doidera mas era só uma vez por ano, e eu não podia matar ninguém, vc acredita nisso? *finge chorar*

— continua!!!

Eu gritei para ela

—Grossa, mas ok eu estava tendo 3 ataque por semana, oq foi bem...hum como posso disser "ruim" digamos assim, minha vontade de matar estava me matando, nossa que redundância kkk mas vcs n querem saber da minha redundância, continuando a única pessoa que sabia dos meus ataques além dos meus pais adotivos era o policial aquele que eu disse antes, ele queria me ajudar mas eu n deixava pq eu queria mata-lo

— nós já sabemos da historia e o fim dele n precisa relembrar- O soldado que me acompanhava disse

—Mas a plateia n sabe!

—Que plateia só tem nos aqui

—Mas eu vejo eles hahhahhaha, agora continuaaaanndooo eu tirei umas férias pra ver se passava os ataques, mas né que n melhorou, eu n consegui mas aquentar e foi ai que a tamtamtamtaaamm{imagine que é um som de suspense} a "Candy girl" aquela roupa, aquela make, aquelas armas wow q saudade

—Continuando, eu nem sei a onde eu achei essa roupa só sei que eu amava, quando vestia ela eu sentia uma felicidade, meu primeiro crime foi roubar um banco, e matar tds as pessoas de lá com gás toxico, aquilo foi tãaaaaaaoooo bom!!!! Mas continuando eu fui fazendo crimes com mais frequência, tem uma coisa que eu n disse, eu e o Jake ou seja o policial estávamos ficando, eu si que é pedofilia mas sei lá nem sei pq eu fiz isso, continuando eu estava ficando mais próximas do Jake, e minha vontade de mata-lo tbm hhahhaaahahha Desculpa é que eu pensei numa piada, só que vc n entenderia( quem entendeu a referência?) tá vamo lá, numa sexta a noite em que eu tinha enlouquecido quase completamente e resolvi abrir o jogo pro Jake pra ver se ele me ajudava, chequei na casa dele e uma mulher semi nua estava andando na cozinha, senti uma raiva tão grande que tampei a boca dela com a mão, arranquei sua roupa, cortei a barriga dela ao meio, enquanto tentava gritar, fiz um coração com a faca na bochecha dela e com o próprio sangue fia maquiagem nela, e pra terminar eu chequei no rau preguei ela na parede e escrevi do lado tbm com seu próprio sangue "o amor é louco" bons tempos, mas eu tinha outro alvo em mente, e o convidei para um bar do outro lado da cidade e fui com minha moto linda e maravilhosa

—chequei primeiro, e comecei a me preparar para quando ele chegar, quando ele chegou "conversamos" e eu fiz ele e eu irmos para um canto escuro e vazio oq ele n sabia é que eu tinha uma faca na mão, quando ele chegou mais perto para me beijar boom faca na barriga, eu comecei a gritar, "pq vc me traiu? Pq?" e foi ai que ele disse "como assim? V-vc que enfiou uma f-faca em mim" e eu troxa respondi "Eu sei da mulher na sua casa" e a ultima palavra que eu deixei ele falar foi "ela era minha irmã" e com toda a mistura de arrependimento, raiva, tristeza e felicidade. foi ai que eu enlouqueci total perdi todos os sentimentos de vez, eu comecei a rir e tortura-lo abrindo a barriga e fiz tbm uma tatuagem, eu fiz na bochecha dele um coração quebrado, e escrevi do lado "o limite da loucura n existe" e eu tenho uma pergunta como vc me acharam?

—Nós fazemos as perguntas aqui, mocinha

—nss

—Atualmente-

— Mas ela fez uma boa pergunta, Amanda como vcs a pegaram?

—Senhor eu particularmente, prefiro n comentar?

—Amanda n vou repetir como vcs a pegaram? trabalhava na polícia ela n é burra!!

—Ok senhor, achamos restos do material genético dela na cama dele se é que me entende?

—Entendo Amanda, e nós aprovamos seu pedido, Ela vai trabalhar para nós e faça como no esquadrão suicida, mas n deixe o coringa saber como desativar desta vez Amanda.

—Ss senhor.

Continua ou para por aqui?