A historia de tudo
1 Uma ultima canção
eu acordo com o canto dos pássaros.
eu não sentia o meu corpo e não tinha força para abrir o olho, na verdade eu não queria.
o aperto no meu peito e a confusão na minha cabeça me fazendo perde o foco. eu simplesmente não sei como ser forte o suficiente.
eu sento na minha cama e olho para meu quarto e ele esta uma zona. então um sorriso se mistura com as lágrimas pois lembro da minha mão nitidamente olhando para mim mandando eu limpar o quarto.
eu vou ate o corredor e me viro no espelho e eu sabia que tinha que fazer algo.
eu ainda sentia vida na casa, meu pai pela casa e minha mae sempre me observando, eles sempre comigo, mas isso era apenas no meu coração.
"Klaus vai descer?
hoje vai ser meu primeiro dia de pesca com meu pai e estou muito empolgado, pois isso é algo muito importante para nossa família.
quando chegamos no lago meu pai me chama e me coloca no barco de um jeito tão gentil que parecia que estava me colocando para dormi.
pai por que não pego nada?
ele olha para mim como se não tivesse entendido a pergunta sorri e coloca sua mão na minha testa, eu senti um calor no meu corpo.
filho solto tudo, feche seus olhos, foque ao seu redor, esvazia a sua mente, sinta o seu redor, sinta o lago, as árvores, as aves, o vento sint...
a voz dele foi sumindo da minha mente eu só sentia o barco balançando junto com as ondas, o vento sobre é como se eu estivesse voando com o vento e nadando com os peixes tudo ao mesmo tempo, e como se as árvores dançassem com o vento, eu via a vida tudo conectado tudo sendo apenas um, um sentimento unico, senti a vida a morte."
ainda lembro desse dia foi aonde eu comecei a entender, mais não é por que eu entendia que eu sei como lidar. mais deste daquele dia um nunca mais parei de sentir.
eu desço as escadas.
eu nunca tinha me sentido tão vazio.
os sentimento, o ar, tudo estava pesando mais que uma tonelada. tudo estava me sufocando, os quartos, os corredores, a sala a cozinha. então corro para porta e saio.
mas a parte que mais me sufoca e do lado de fora e assim que saio e como se o tempo parasse.
" eu acordo com minha mae abrindo a porta no meio da madrugada, ela corre ate mim e me abraça quase me sufocando e suas lágrimas caíram sobre mim.
—nick a mamãe te ama, ela te ama mais que tudo.
ela me aperta colocando seu rosto sobre o meu.
—eu te amo, eu queria ficar mais tempo com você, a mamãe não queria ir.
eu vejo ela sair e meu pai na porta esperando, ambos com suas espadas, e seus olhos, eu sabia o significava e mesmo assim eu tinha que ir, mas meu corpo não me obedecia."
—mãe... pai... me desculpem.
em minha frente havia uma árvore e ao seus pés duas covas recém fechadas, por mim.
eu vou ate os túmulos e me ajoelho. e inevitavelmente as lágrimas correm e em seguida a chuva tornado as lágrimas quase imperceptíveis, porem os gritos de arrependimentos soavam como trovões.
—tudo no inicio já sabe que tem um fim, mais o fim é começo de outro fim, isso significa que tudo é apenas ciclos, que se repente a cada recomeço.
" filho tenho algo que quero te ensinar, algo que você precisa saber, um dia sua mae e eu vamos partir e será você quem deve cantar a canção, que vai nos libertar"
— a natureza pura tanto para o bem como para o mal, a grande roda que esmaga todos ouça a minha voz.
"mas pai não quero que você vá, você é meu maior herói."
naquele dia pude ver as lágrimas em seus olhos, eu só queria mudar.
.-eu sou Nikluas, da casa Lucyein dos heynrais, a vida pois a morte, noite após dia e dia após noite, de verão a inverno, tudo esta em ciclos, do amor ao ódio, tudo esta conectado, na existência aos sonhos, todos somos um, no inferno ou no céu, tudo é o ciclo.
eu pego um pedra e corto minha mão e deixo o sangue escorrer.
—não a preço, não há nada, eu deixo a roda, eu liberto do ciclo, em meu sangue ate minha alma eu peço o grande destino os liberte.
então a árvore começa a dar flores como se fossem a primavera e de mim surge fogo e se espalha pela fazendo, mas por não passava não destruía ou queimava, porem purificava e esquentava, o fogo azul Lucyein.
—Er... ola...
eu olho para trás e vejo uma mulher, vestida com vestido longo de branco com o cabelo vermelho como o por do sol a tarde, e uma pele branca e uma aparecia delicada.
—quem é você?
ela olha para mim fixamente.
—eu sou apenas eu mesma... uma ceifadora.
eu me levanto para ela.
—pode me dizer o há trás aqui?
—apenas sua oração, ela mexe com os espíritos, ai vim parar ela.
—eu não posso parar!
—você não me teme?
— eu deveria temer muitas coisas, coisas maiores que eu!
—mas seria sabia me temer.
—então eu sou um tolo.
ela ergue sua espada ate meu pescoço, eu apenas fecho os olhos.
—mais um tolo que não pode morrer.
ela da uma risada.
—eu gostei de você.
ela aproxima seu rosto do meu e me encara.
—quando seus olhos mudarem você será meu, então pode termina.
ela se senta na grama, e a chuva sobre ela.
então eu junto as minha mão como se eu fosse fazer um prece, e deixo fluir, e fogo sobe sobre mim.
"filho o pai te ama, você a melhor coisa que eu tenho, e você e único de muitas formar, não importa com caminho você escolha, só não esqueça quem é você mesmo, seja seu próprio guia."
o sangue subia escrevendo em suas lapides seus nomes, as flores das árvores se espalhando junto com o fogo como uma tempestade.
e seus túmulos se cobrirão por inúmera flores que se ligavam.
adeus Enzo lucyen
Bella Visitorry
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