A história não contada
24 Diário
Notas iniciais
Havia se passado três semanas, eu havia contado ao Dumbledore sobre a ameaça que era Damon Black Riddle, que Saimon estava morto há quase 10 anos, que fui enganada todo esse tempo. Dumbledore por sua vez, tratou de comunicar o Ministério da Magia que alarmou pra sociedade bruxa que havia mais uma pessoa altamente perigosa sobre nós, vários cartazes foram espalhados e a revelação de que Damon era filho de Voldemort e Bellatrix Lestrange fez com que os bruxos ficassem assustados e impressionados ao mesmo tempo.
Os comércios fechavam mais cedo do que o normal e o Ministério começou a controlar o acesso de todos que entravam e saíam. Os tempos de trevas estava voltando, está...
— Exatamente como era antes. — Sirius dizia ao Harry.
— Vamos pegá-lo, eu prometo querido. — eu disse logo em seguida ao Harry, acariciando seu rosto.
— Eles pagarão pelo o que fizeram... Bellatrix, Voldemort, Damon e todos eles. A Ordem vai superá-los. — falou Sirius esperançoso.
Havia um bom tempo que eu não o via com um brilho nos olhos, um brilho de fé. Da última vez que o vi assim foi quando James estava vivo.
— Sim, venceremos! — falei sorrindo, logo depois de eu dizer isso, Sirius ficou me encarando de modo constrangedor que Harry pode notar, foi então, que ele quebrou o silêncio:
— Como está Grace?
— Bem, ela está animada pra estudar em Hogwarts, Hermione a emprestou um livro sobre a escola, se chama Hogwarts, uma história. As duas se deram muito bem.
— Então deixou Grace estudar em Hogwarts! Vai ser muito bom pra ela...
— Depois do que aconteceu, que eu descobri que havia um impostor entre mim e minha filha todos esses anos, eu decidi que a Grace tinha o direito de ser o que é de verdade, uma bruxa, e aprender a se proteger dessa guerra que está por vir.
— Pessoal! — Tonks apareceu na porta. — O jantar está pronto.
— Já vamos Tonks! — Sirius respondeu.
Harry foi o primeiro a se retirar da sala, quando fui sair logo em seguida Sirius agarrou o meu braço.
— O que está fazendo?
— Depois do jantar, me encontra no meu quarto.
— O que? — me soltei de seus braços.
— Não é o que está pensando, preciso te mostrar uma coisa importante é sobre meu irmão Régulo. Achei um diário, quero sua ajuda.
— Diário?! O que estava escrito?
— Não sei, não consegui ler, está em branco deve ser magia negra, e como sei que você é a boa com feitiços e a mais confiável, achei que poderia me ajudar.
— Sim, é claro, vou ajudá-lo, agora fiquei curiosa... O que o seu irmão escondia naquele diário? Poderíamos pular o jantar!
— Eu bem que gostaria, mas todos iam desconfiar.
— Tem razão, imagina a fofoca Black e Potter sumindo no meio da noite... Iam achar que estávamos transando.
— Não é uma má ideia, depois que terminarmos de descobrir como ler o diário. — ele se aproximou perigosamente, digo, lentamente.
— Você continua um pervertido, vamos pro jantar Black! — sai antes que ele me fizesse mais propostas indecentes e que eu não resistiria.
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