A garota que mora ao lado

3 O aniversário parte 2


Eu não tinha como responde aquilo, como eu poderia dizer que nunca ganhara um? Mas também não queria deixa-lá falando sozinha, eu estava numa encruzilhada que não possuía cominho certo, enquanto eu me encontrava amargurada com os meus próprios pensamentos ouso ela pergunta: — Você sabe fala?

— Sei — repondo meio preciosa num tom quase inaudível.

— Então poderia me dizer o seu nome? — pergunta Sófia.

— Eu não tenho um nome — repondo abaixando a cabeça — os meu avôs dizem que eu não mereço um.

— É claro que merece um nome até os meus ursinhos de pelúcia tem um, por que você mereceria? — pergunta ela.

— Serio que eu posso ter um? — pergunto.

— Claro que pode e eu até já sei qual pode ser — disse Sófia empolgada — a parti de hoje você vai ser chama Clara.

— Gostei, mas por que esse nome? — pergunto, aquele sem duvida foi a lembrança mais preciosa da minha infância ainda riu muito ao lembra o motivo que Sófia me dera esse nome.

— Porque era o nome do meu ursinho de pelúcia preferido que eu acabei perdendo na mudança — responde ela dando de ombros me fazendo inutilmente tenta segura o riso por aquela resposta — ei não ria eu adorava aquele ursinho.

— Eu percebi e eu estou muito feliz por isso — digo sorriso — e isso eu até posso clássica isso como o meu primeiro presente, e eu gostaria de continua essa conversa, mas você tem que ir.

— Por quê? — pergunta Sófia.

— Eu tenho que arruma a casa antes dos meus avôs voltarem — respondo olhando para porta como se eles fossem abri-lá a qualquer momento.

— Eu posso ajuda — disse ela.

— Não precisa eu já fiz isso antes é como uma brincadeira pra mim — respondo o que não era mentira já tinha muitas coisas que eu não podia fazer na época e brinca era uma delas por isso arruma a casa dos meus avôs se tonou a minha segunda brincadeira preferida a primeira eu já mencionei — mas você tem que ir agora.

— Eu vou te ver amanhã? — pergunta Sófia.

— Não aqui embaixo — respondo olhando rapidamente para a porta.

— Então aonde? — pergunta a garota.

— Sabe a janelinha do sótão? — pergunto.

— Sim sei por que? — pergunta Sófia.

— Você pode me ver por ali agora vá eu não posso demora para arruma isso tudo — digo a guiando de volta para a janela com a sua bola — cuidado com os vidros.

— Digo o mesmo cuidado e me desculpe pela janela quebrada — disse ela já fora da casa.

— Não precisa se desculpa isso me fez te conhece — respondo com um sorriso meio sem jeito.

— Mas você esta encrencada, né? — pergunta Sófia.

— Eu sempre estou encrencada isso é só um probleminha a mais — digo a vendo ser afasta com isso não demoro a apanha os cacos de vidro me cortando um pouco a fazer isso o que era ótimo, assim eu teria uma explicação para eu ter pegado os curativos sem a autorização, quando termino de panha-los começo a fazer o restos dos meus deveres que por algum milagre conseguira termina-los antes que os meus avôs chegassem.

Não posso dizer que eles não notaram a janela quebrada, pois notaram o que acabou causando o meu castigo mais severo dês de então, eles não queriam nem ouvi a minha explicação, na verdade eles não queriam ouvi nada de mim, nem se que os mês gemidos de dor enquanto me batiam até sangra, caso ouvissem me batiam ainda mais forte só parando quando se sentiram satisfeitos me deixando sozinha com apenas um pano velho para limpa as minhas feridas perto do por-do-sol a mãe de Sófia e a própria bateram na porta dos meus avôs para pedirem desculpas pela janela quebrada, não pude ouvi muita coisa, pois estava dolorida de mais para me mante em pé por muito tempo, mas fora o suficiente para sabe que Sófia não falara nada sobre ter me visto para os meus avôs e eu fiquei muito grata por aquilo já que me livrara de ser castigada ainda mais, e não sei se aguentaria aquilo por mais uma vez.

Ainda naquele dia ao cai da noite recebi a minha primeira visita de Sófia que jogara algumas pedras na janela do sótão o que me fizera me levanta com certa dificuldade daquilo que eu chamava de cama para ir vela: — Você esta bem? — pergunta ela.

— Estou — minto não quero preocupa-lá.

— Não foi muito castigada, né? — pergunta Sófia — você sabe pela janela?

— Não, não fui — respondo — só gritaram um pouco comigo.

Isso não era mentira eles gritaram comigo e muito principalmente coisa que acho que criança nenhuma deveria ouvi em nenhum momento, mas não poderia dizer isso: — Por que você mora no sótão? — pergunta ela mudando de assunto.

— Por causa da vista — digo — é linda principalmente no nasce do sol.

— Você pode ver o sol nasce? — pergunta Sófia — ninguém briga com você por isso?

— Não é como se os meus avôs ligassem para o horário que eu vou dormi — respondo com um sorriso — contanto que eu não faça barulho.

— Nossa que legal eu queria que a minha mãe também deixasse — disse ela — mas ela não deixa que eu fique acordada por muito tempo, por fala nisso tenho que ir até amanhã Clara.

— Até Sófia — digo a vendo entra em sua casa sem dúvida aquele foi o melhor dia... Bem pensando um pouco melhor foi o quarto melhor dia da minha vidas e os outros três? Conto depois.

Continua…