Notas iniciais
Oii leitores queridos! Sei que demorei, e devo um milhão de desculpas para vocês, é que as aulas voltaram e eu agora to estudando o dia inteiro,e quando chego em casa tenho um milhão de trabalhos pra fazer, ou seja, mal tenho tempo para respirar. Eu não sei quando vou poder postar o próximo capitulo, pra ajudar a criatividade saiu de férias, mas eu prometo me esforçar pra postar pelo menos um capitulo por semana, não abandonem a história, ok? Falei muito, boa leitura!

Era fevereiro e estavamos em uma nova cidade, e eu estava em uma nova escola.

Papai alugara um apartamento no centro, ele estava conosco desta vez, porque andara investigando um caso na cidade.

– descobriu algo?- perguntei ao entrar na cozinha de manhã, era quinta-feira e papai estava tomando café.

– passei a noite inteira pesquisando, não cheguei a nada.

– é o jornal de hoje?- apontei para um jornal dobrado em cima do balcão.

– sim.

Desbobrei o jornal e o abri, logo na primeira pagina, a noticia sobre o caso que papai investigava.

"Desaparecidos.

Desde segunda-feira passada, pessoas tem desaparecido em toda a cidade, Joane Denver, corretora, foi a primeira pessoa a desaparescer, ela foi encontrada dois dias depois, sem se lembrar de quem era, assim como John Wilk, advogado, e Alexia Greene, estudante, os três estão internados no hospital municipal, fora da cidade.

Ainda há duas pessoas desaparescidas, Lori Mathew, professora da pré-escola, e Julliene Richards, assistente social.

Não há informações sobre a investigação."

– estranho.- comentei.

Papai assentiu.

– há alguma ligação entre eles?

– nenhuma, pelo que parece nem se conheciam, vou até a casa de Alexia hoje, falar com seu irmão, e depois até a casa do advogado, falar com sua esposa.

– posso ir junto?- pedi

– quer mesmo ir?

– sim.

– bem, então vamos depois da aula.

– obrigada.- sorri.

Dean entrou bocejando na cozinha, Sam logo atras dele.

– bom dia.- Dean disse enquanto abria a geladeira.

– Cassie, estamos atrasados.- Sam chiou, apontando para o relogio de ponteiro da cozinha.- vamos logo.

– tudo bem, tudo bem.

Peguei duas maçãs na fruteira e joguei uma para Sam, corri para o quarto e peguei minha mochila, logo estavamos na rua, nossa escola era perto o bastante para irmos a pé.

– eu realmente gosto daqui.- observei enquanto mordia a maçã.- não me importaria de passar mais tempo aqui, é legal morar em um apartamento ao inves de um motel nojento.

– eu gosto daqui também.- Sam concordou.

Logo estavamos na escola, Sam correu para a biblioteca para devolver um livro, me dirigi para minha sala, onde me sentei na ultima carteira, eu não fizera amigo algum aqui.

Eu não quero outro Christian na minha vida.

...

Depois da aula, papai nos esperava na porta, com o carro, deixou Sam em casa, Dean estava lá, e pegou a estrada para o campo.

– Alexia morava em uma fazenda com o pai doente e o irmão mais velho, a mãe morreu quando ela nasceu, estudava em casa, mas as vezes ia para a cidade fazer compras, foi em uma dessas saidas que sumiu.

– uau.- foi tudo o que consegui dizer.

Alexia realmente morava no campo, chegamos a fazenda da familia depois de uma extensa paisagem verde, para chegar até a casa, foi preciso subir uma longa escadaria de pedra.

Papai bateu na porta, que foi prontamente aberta, por um rapaz jovem, de olhos azuis e cansados.

– sim?- disse vagamente.

– Robbie Greene? Detetives Morrison e Stele.- mostramos nossos distintivos.

– mas detetives já vieram aqui.

– procedimento padrão.- papai respondeu calmamente.- podemos conversar?

– claro.

Robbie nos deixou entrar, nos apontou um sofa e se sentou em uma poltrona de frente para o sofá.

– certo, como sua irmã estava no dia em que desaparesceu?- papai começou.

– normal, sorridente como sempre, ela foi até meu quarto para pedir uma carona para a cidade, mas eu estava ocupado e disse para ela pegar o onibus, ela disse que tudo bem e foi embora.

– quando se deu conta que ela sumira?- perguntei.

– quando começou a escurecer, eu liguei para seu celular e ela não atendeu, esperei um tempo e então comuniquei a policia.

– Alexia tinha alguém que não gostava dela?

– não, não mesmo, ela mal saia de casa.

Um homem de meia idade entrou na sala, ele vestia pijama e se apoiava nos moveis da sala para conseguir andar.

– papai!- Robbie se levantou.

– bruxaria! Coisa do demonio, levaram minha filhinha, vingança!

– papai, volte para o quarto.- Robbie segurou o pai e o levou de volta para o quarto, voltou alguns minutos depois.- desculpem por isso, ele teve alguns problemas de saude anos atras, não fala nada com nada.

– o que ele teve?- perguntei.

– ninguém sabe.- ele suspirou.- mas alguma pergunta?

– não, já nos ajudou bastante, obrigado.- papai se levantou e eu o segui, saimos da casa e só quando chegamos aos degrais de pedra é que ele falou alguma coisa.- vamos a biblioteca.

– por que?

– quero ver jornais antigos.

Assenti, já escurecia.

– desconfia de algo?- questionei quando chegamos ao carro.

Papai olhou por cima dos ombros, e depois assentiu.

– eu trombei com uma a muitos anos atras, ela me ajudou com algo e eu a deixei a ir, mas ela me avisou que algumas andam em clãs, e que não são boas pessoas.

– do que está falando?

– de bruxas, é disso que estou falando.

Ele entrou no carro seguido por mim, e logo estavamos longe dali.

Notas finais
Gostaram? Eu sei que esse capitulo ficou meio curtinho, me desculpem, como eu disse lá em cima, a criatividade saiu de férias ç.ç Ignorem se tiver algum erro de escrita, eu estou sem o word e as vezes passa algum errinho. Comentem!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.