A flor dos Uchihas
11 Capítulo 11 - Informações / Aviso
Notas iniciais
Sakura estava no Hospital quando recebe um recado dizendo que a hokage quer vê ela e Toru em seu escritório imediatamente. Sakura e Toru obedeceram de imediato.
— Que bom que vieram rápido.
— O que houve Hokage-sama? – disse Toru.
— O filho de um Grande fazendeiro está doente e ele pediu ajuda a Konoha. É uma criança de seis anos e nenhum dos médicos encontraram o motivo para a doença do menino. Vocês dois são os melhores médicos da vila e quero que vão até essa fazenda e cuide da criança.
— E quando partimos? – disse Sakura.
— Agora mesmo. Apenas peguem o necessário.
— E só iremos nós dois? – perguntou Toru.
— Sim. No momento todos os nossos Jounins estão em missão e precisamos do Chunins para Proteger a vila.
— Assim estaremos desprotegidos.
— Essa não é uma missão arriscada. Apenas vão socorrer uma criança, descubram o que ela tem e apliquem o remédio o resto deixem por conta dos médicos locais. E Toru, tenho certeza que qualquer problema Sakura resolve afinal eu a treinei muito bem. – Sakura sorriu ao ver que sua mestra tinha confiança em suas habilidades.
— Obrigada sensei.
— Não me decepcione.
— Hai.
— Estão dispensados. – e eles saíram.
— Sakura nos encontramos daqui a uma hora na entrada da vila pode ser?
— Ok. – e cada um foi para a sua casa. Sakura correu e arrumou tudo que precisaria em uma mochila. Os irmãos Uchiha estavam em missão por isso Sakura não pensou em avisa-los pois sua missão seria rápida e quando voltasse eles ainda não teriam chegado. Até porque não queria que eles fossem atrás dela, queria fazer isso sozinha e mostrar pra Tsunade que poderia confiar nela. Não queria decepciona-la.
Encontrou Toru já a esperando nos portões da vila.
— Vamos? – disse Toru.
— Sim. – e foram andando. Era uma longa caminhada mas foram andando devagar. Enquanto andavam conversaram para matar o tempo.
— Sakura, sei que a Hana te chamou para o aniversário dela você vai?
— Ai de mim se não for, acho que Hana me esfola viva.
— Quer que eu busque você em casa?
— Melhor não.
— Entendo. – ficou em silencio alguns minutos e depois disse. – Qual dos dois?
— O que?
— Você está com qual dos irmãos Uchiha?
— Porque está perguntando isso?
— Vejo o jeito que olham pra você. Acho que gostam de você. Os dois.
— Não diga bobagens.
— Falo o que vejo.
— Posso te perguntar uma coisa?
— Claro.
— O que sabe sobre o clã Uchiha?
— Eu não devo falar disso com você. Não quero ter problemas com o Uchihas.
— Por favor. Não somos amigos?
— Essa carinha não vai me convencer.
— Por favor.
— Conto com uma condição.
— Qual?
— Que me dê um beijo.
— Não.
— Então nada feito. Pergunte aos Uchihas.
— Eles não me dirão nada. Parece que isso é um tabu para eles.
— Claro que é, depois de tudo que aconteceu.
— Por favor... – ela pensou por um instante. E se deu por vencida afinal que mal faria apenas um beijo. – Ok, eu topo. Mas primeiro você me conta e depois lhe dou o beijo.
— Certo. – Toru pensou por um momento, ele não queria ter problemas com os irmãos Uchiha então decidiu que contaria apenas alguns fatos ocultando outros. – Mas tem que me prometer que não vai dizer nada a eles e muito menos dizer que eu lhe contei algo.
— Eu prometo. Agora me conte.
— Quando terminarmos a missão.
— Haaaa assim não vale.
— É isso ou nada.
— Ok. Eu não tenho outra opção mesmo.
— Não, você não tem. – ele parou de andar. – Chegamos.
Encontraram a criança e cuidaram dela. Ela tinha uma infecção causada por um vegetal venenoso mas que era inofensivo para um adulto por isso não conseguiam identificar já que ninguém pensava que seria o tal vegetal o causador da doença da criança. Logo o menino estava bem e no dia seguinte puderam voltar a konoha.
Estavam andando até que Sakura resolveu cobrar o que ele lhe prometera.
— E então. Terminamos a missão. Agora me conte. – eles estavam andando há um bom tempo. Toru parou para olhar para Sakura nos olhos.
— Tem certeza que quer saber?
— Sim. Agora que diga. O que aconteceu com os outros Uchiha. Eu sei que eles foram mortos, mas por que? Por quem?
— Os Uchiha foram mortos por um próprio membro do clã. – Sakura arregalou os olhos, quem teria coragem de matar a própria família.
— Quem?
— Não sei. – mentiu.
— Que tipo de monstro faria isso com a própria família. E porque?
— Por poder.
— Poder?
— Sim. O poder do sharingan. Não direi mais nada. Agora quero meu beijo. – Sakura estava aflita. Aquilo era monstruoso. Por isso eles eram assim tão frios. – Vamos Sakura, você prometeu, eu cumpri minha parte. – ele tinha razão.
— Mas você não disse tudo que sabe.
— Disse mais do que devia, agora venha aqui.
— Ok. – ela tinha que cumprir sua parte do trato. Toru se aproximou dela lentamente e selou seus lábios, foi um beijo rápido e Sakura não respondeu apenas um selinho o que era estranho. Ela não gostou e se sentiu uma traidora mas fora o preço que teve que pegar pelo pouco de informação que ele lhe deu, informação essa que os Imãos Uchiha lhe negava.
Toru parou o beijo e soltou seus lábios para beijar-lhe os pescoço.
— Hey, você disse só um beijo.
— Eu lhe dei apenas um selinho por isso quero beijar-lhe o pescoço. – e deu alguns beijos estalados e por ultimo finalizando com um forte chupão. Sakura o empurrou com força.
— Merda. Porque fez isso. – aquilo iria deixar marca. – Você fez de proposito.
— Qual o problema? Por um acaso tem que esconder que nos beijamos?
— Você mesmo disse que foi só um selinho. – ele sorriu.
— Sim, foi apenas isso. Mas não resistir ao seu pescoço alvo. Me desculpe.
— Vamos embora, já está escurecendo e quero chegar em casa antes da meia noite. – Sakura andava distraída, estava pensando no que aconteceu com os Uchihas e em como faria para obter mais informações. Não prestava atenção no caminho.
— SAKURA CUIDADO. – disse Toru e ela acabou tropeçando em um galho e caindo num buraco. – Você está bem?
— Estou. – ela se levantou mais sentiu o tornozelo doer. – Torci o tornozelo. – Toru a ajudou e sair do buraco e só então ela pode ver que tinha ralado os joelhos e estava feio. – Merda.
— Você estava muito distraída. Isso é minha culpa, não devia ter te contado nada daquilo. – ele a ajudou a se sentar no mesmo tronco em que ele tropeçara. – Consegue se cura?
— Gastei muito chakra cuidando do Hiro. – Hiro era o menino que eles foram ajudar.
— Consegue andar?
— Sim. – ela se levantou mas cambaleou. Toru foi até ela e a apoiou. Pegou as gazes em sua bolsa e limpou os ferimentos dela. Sakura envolveu o tornozelo com chakra verde. O resto que tinha. E conseguiu cura-lo o suficiente para andar até konoha. – Vamos.
— Ok. – e andaram. Não se falaram mais depois daquilo até chegaram as portas da vila. Entraram e antes de cada um seguir seu caminho toru disse. – Sakura, me desculpe. Eu não queria te magoar. Você sabe que gosto de você.
— Tudo bem, não estou com raiva. – afinal ele não sabia que ela estava namorando, pensou Sakura. – Agora já esta tarde e quero descansar. — Era tarde e sakura começara a sentir as dores no tornozelo mal cuidado. Pensou em ir para o hospital mas tudo que ela queria era dormir. Foi para casa, se piorasse iria ao hospital no outro dia. Andou pelas ruas do distrito mancando. Estava quase perto de casa.
— Onde estava? – disse Sasuke.
— Numa missão.
— Sozinha?
— Não. Estava com o Toru. – Numa velocidade absurda Sasuke se aproximou dela.
— Vamos entrar. – ele a puxou até a varanda e Sakura sentiu a dor na perna mais forte. Parou. A luz da varanda a iluminou. – QUE PORRA É ESSA NO SEU PESCOÇO?
— Não sei do que está falando. – ela mentiu.
— NÃO ME FAÇA DE IDIOTA GAROTA. VOCÊ SOME COM AQUELE MALDITO E DEPOIS VOLTA COM UMA MARCA DE CHUPÃO. ME DIGA... VOCÊ TRANSOU COM ELE?
— NÃO. — não sabia porque mas lagrimas escorriam de seus olhos.
— ESTÁ MENTINDO.
— Não estou mentindo eu juro. Foi apenas um beijo. – ele a olhou com raiva. Os olhos vermelhos.
— Não acredito em você. – ele estava frio agora. Mudou de furioso para frio.
— Deve acreditar em minha palavra.
— Na palavra da garota que saiu sozinha com um outro homem e o beijou? – Sakura não sabia o que falar. Ele tinha razão mas ela fez isso porque queria saber mais sobre eles.
— Vai fazer o que? Vai me bater por acaso? – ele sorriu. E a prensou contra a parede sem machuca-la.
— Disse uma vez que nunca a machucaria. Não vou bater em você mas quero ter certeza de que não fez sexo com outro.
— Já disse que não. – ele não disse mais nada. Levou sua mão até o short dela e adentrou. A mão dele foi sem hesitar até sua intimidade. Levou dois de seus dedos até a entrada sem penetra-la, tateou até sentir a barreira e depois Tirou sua mão e a soltou, Sakura tremia e chorava.
Quando ele se afastou Sakura não aguentou o peso do próprio corpo, seu tornozelo estava reclamando e ela foi ao chão.
— SASUKE O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO. – Itachi que estava na vila procurando por ela apareceu. – Olhe só pra ela, está ferida. – Sasuke finalmente pareceu perceber o estado da garota a sua frente. Seus olhos voltaram ao normal e ele tentou pega-la no colo.
— SAIA DE PERTO DE MIM. – ela gritou. – NUNCA MAIS CHEGUE PERTO DE MIM. ESTÁ TUDO ACABADO ENTRE NÓS. — ela estava chateada. Ele não confiou em sua palavra.
Itachi veio até ela e a pegou no colo. Sasuke fez menção de segui-los até o quarto.
— Eu não quero ele perto de mim. – Sakura disse baixinho mas ele pode ouvir. Sasuke estava despedaçado. Não disse nada e desapareceu. Itachi a levou para o quarto e a sentou na cama. Foi até o banheiro, pegou água oxigenada e começou a limpar as feridas dela. Depois enfaixou seu tornozelo e quando finalmente terminou o trabalho ele disse:
— Agora você vai me dizer o que aconteceu. – Sakura encolheu. – Não vou explodir como o Sasuke mas não tente mentir pra mim. Estou vendo esse chupão no seu pescoço e quero saber exatamente o que aconteceu. – Sakura ficou em silencio. – Agora...
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— Agora você vai me dizer o que aconteceu. – Sakura encolheu. – Não vou explodir como o Sasuke mas não tente mentir pra mim. Estou vendo esse chupão no seu pescoço e quero saber exatamente o que aconteceu. – Sakura ficou em silencio. – Agora...
— Não quero falar sobre isso. – ela disse ainda com a cabeça baixa.
— Mas você vai. – ele segurou seu queixo a forçando a olha-lo. Estava com os olhos vermelhos e Sakura se encolheu mais se afastando dele. Itachi percebendo que ela estava com medo dele se controlou e seus olhos voltaram ao normal. – Sabe que posso tirar essas informações de você.
— Mas você não vai.
— Não. Quero que você mesma me diga.
— Por favor Niisan.
— Não. Sakura, você nos traiu.
— Não foi isso.
— Para mim um beijo é traição.
— Eu juro. Jamais faria uma coisa dessas. – ela chorava.
— Então me conte o que aconteceu.
— Com uma condição.
— Não acha que está pedindo demais? Até agora estou sendo paciente com você mas se não me contar logo não prometo me segurar.
— Vai me bater? – ela abaixou a cabeça. Itachi não respondeu. – Tudo bem. Foi uma troca.
— Como assim?
— O beijo foi uma troca.
— E o que você trocou?
— Informações.
— Que informação você trocou? – Ele estava ficando nervoso.
— Promete por favor que não vai fazer nada com o Toru? Que não vai machuca-lo.
— Eu devia mata-lo só pelo fato dele ter te beijado, e tortura-lo por ele ter deixado uma marca no pescoço da minha mulher.
— Então não falo mais nada. E pode me espancar que mesmo assim eu não falo e se você tirar essas informações de mim com o sharingan eu juro que vou embora e nunca mais volto.
— Esta sendo imatura.
— Não importa.
— Ok. Prometo não machucar o seu amigo – ele disse amigo com um ódio mortal. – Toru fisicamente.
— Posso confiar?
— Sabe que cumpro minha palavra.
— Certo... As informações foram sobre o clã Uchiha. Mas não foram muito claras. Ele me disse que os Uchihas foram mortos por alguém do seu próprio clã. Eu disse a ele que não pode ser verdade, isso é monstruoso demais. Que tipo de pessoa mataria a própria família. – Itachi estava em silencio. Ele pareceu perturbado.
— Porque você foi perguntar isso a ele?
— Porque vocês não me contam nada.
— Talvez porque isso não seja da sua conta. – ele foi grosso. Itachi nunca era grosso, não com ela. – Eu devia matar aquele maldito.
— Não. Você me prometeu. Não falte com sua palavra. – ele se levantou e foi ate a porta.
— Eu nunca deixei de cumprir o que disse. – ele ia saindo.
— Niisan, esta com raiva de mim?
— Sim.
— Por favor me desculpa. Não quero te magoar.
— Descanse Sakura.
— Não me deixe sozinha. Por favor. – ele não a ouviu e saiu do quarto.
Sakura levantou o mais rápido que pode, iria atrás dele. De tudo que ela podia ter feito magoa-lo era a ultima coisa que ela queria. Não pensou em Sasuke, estava com raiva dele nesse momento. Ao se levantar sentiu o tornozelo doer e foi ao chão fazendo um barulho alto. Itachi entrou correndo no quarto a encontrando no chão perto do cama.
— Por Kami menina, não posso deixar você sozinha um minuto que você apronta. – ele estava frio.
— Queria ir atrás de você. Não quero que fique com raiva de mim. – ele foi até ela e a pegou no colo depois a deitou na cama ia se levantar mas Sakura segurou-o pela camisa. – Fica. – ele não disse nada apenas se deitou na cama ao lado dela. Sakura o abraçou se aninhando em seu peito. Ficaram em silencio até que ela dormiu.
...
— Como ela está? – perguntou Sasuke ao irmão mais velho assim que o mesmo saiu do quarto e foram para a sala.
— Com raiva de você– respondeu o mais velho.
— Você acha que estou errado em sentir raiva?
— Não. Eu também estou com raiva. Nunca precisei me controlar tanto.
— Ela nos traiu.
— Ela não teve culpa. O tal do Toru se aproveitou dela.
— O que quer dizer com isso?
— Ela queria saber mais sobre o clã e eles fizeram uma troca. A informação por um beijo.
— E o que ele disse?
— Disse que alguém do próprio clã os matou.
— Eu vou matar aquele filho duma puta. — Sasuke ia andar para a porta mas Itachi disse.
— Não. Eu vou. Cuide da Sakura. – antes que o irmão pudesse dizer qualquer coisa Itachi sumiu deixando Sasuke pensativo. Itachi era sempre calmo e gentil o que ele iria fazer?
...
Itachi andou pela ruas de Knoha sem ser visto pelos ninjas que estavam de vigia. Andou pelos telhados das casas e prédios sem fazer nenhum ruído até que chegou ao local onde queria. A janela estava fechada mas isso não foi problema para um shinobi como ele. Entrou no quarto e não havia ninguém esperou...
Toru tinha acabado de sair do banho, estava usando uma roupa para dormir e ao entrar no quarto se depara com os olhos vermelho. Olhou diretamente nos olhos e viu seu dono surgir das sombras.
— O que quer aqui Uchiha? – sem que ele se desse conta Itachi estava em sua frente.
— Fique longe da Sakura. Se eu souber que você andou dizendo alguma coisa para ela eu te mato.
— Está com medo que ela descubra a verdade? Que ela saiba que foi você quem matou todos do seu clã. Não fiz nada de mais, ela queria uma informação e eu dei. Você tem sorte que eu não disse toda a história. Isso faria ela te odiar. Mas porque tanta preocupação? ... — silencio. Toru então percebeu, não, ele já sabia, apenas resolveu expressar isso em voz alta. – Haaa que lindo, o monstro gosta da Sakura. vamos ver o que ela vai achar quando descobrir tudo isso. – Itachi ergueu uma mão e a levou para o pescoço de Toru. – Me solta. Não pode me machucar. Eu sou um civil. Se me machucar você vai preso.
— Acha mesmo que eu me importo com isso? – tirou uma kunai e enfiou no braço de toru que gritou alto.
— ASSASSINO. — outra kunai foi de encontro ao seu braço fazendo jorrar sangue pelo quarto. – SOCORRO. — ele tentou correr até a porta mas seu corpo não se mexia. – ALGUÉM ME AJUDA.
— Ninguém virá lhe ajudar.
— SOCORRO...
— Que tal agente se divertir um pouco. – Itachi pegou a kunai e enfiou na barriga de toru que caiu no chão ensanguentado. – Gosta disso? Tem muito mais de onde isso veio. Isso ainda não é nada do que vou fazer com você se você tocar na Sakura de novo.
— Maldito. O que você quer? Vai mata-la depois como fez com sua família? – Toru levou um chute fazendo a ferida sangrar mais. Ele sentia muita dor e por mais que gritasse ninguém vinha ajuda-lo. Viu Itachi fazer selos com as mãos e lhe atirar bolas de fogo. Seu quarto se incendiou assim como as roupas que ele usava. Sentia todo seu corpo queimar e podia até sentir o cheiro de sua carne se queimando.
— HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. POR FAVOR, PARE. EU IMPLORO. EU VOU FICAR LONGE DELA. EU JURO. NÃO VOU DIZER NADA SOBRE OS UCHIHA. HAAAAAAAAAAAAAA — Aquela dor era insuportável. Ele iria morrer. Então de repente o quarto não estava mais em chamas e seu corpo intacto. Não havia feridas, mas o que foi aquilo? Ele tinha sentido a dor. Era real.
— Espero que tenha entendo o recado. – disse Itachi e seus olhos voltaram ao preto habitual. – Se tocar nela ou dizer alguma coisa eu te mato. – E Da mesma forma que entrou ele desapareceu deixando um Toru ofegante e com medo em seu quarto.
...
Itachi voltou para casa e foi direto para o quarto de Sakura. Pensou que Sasuke estaria lá mas não estava. Foi até o quarto do irmão mais novo e o viu deitado na cama olhando para o teto.
— Pensei que iria conversar com a Sakura. – disse Itachi.
— Ela ainda não acordou. Onde estava?
— Fui pedir educadamente ao Toru para ficar longe da dela.
— Sei... Logo você o ninja perfeito se deixando levar por emoções como ciúmes. Você pode ser calmo mas é terrível. Me fala ai você bateu nele?
— Não. Prometi a Sakura que não o machucaria.
— O que você fez então?
— Ele não está machucado... Fisicamente.
— Entendi. – Sasuke deu um sorriso. — A Sakura vai te matar quando souber que você usou o Sharingan no coleguinha dela.
— Ela não vai saber.
— E depois eu é que sou o maluco.
— Sim você é. Você teria espancado um civil. E Eu sou o gênio.
— Tem razão, eu teria. E você é um Imbecil.
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