Notas iniciais
Oiii. Quero agradecer a todos que acompanham e comentam. Seus comentários são muito importantes. Até o próximo capítulo. Abraços

Julie estava feliz pela briga entre as amigas ter terminado bem. A menina gostava de quando a paz reinava. Além disso, ela tinha muito o que falar com as amigas. Queria comentar os desenhos animados que elas gostavam e falar de outras coisas típicas da idade delas.

Elas estavam falando animadamente, quando de repente o ônibus escolar teve que frear de forma repentina. A freada foi tão brusca que muitas crianças bateram nas cadeiras a frente. Algumas que estavam em pé acabaram se batendo, mas sem seriedade.

As crianças maiores e os adolescentes dos ônibus colocaram as cabeças para fora das janelas com objetivo de ver o que havia ocorrido. Alguns até tentaram fotografar e filmar com seus celulares. Se Julie tivesse um celular talvez ela fizesse isso, para depois mostrar para seu pai, porém a menina não tinha celular. Seu pai achava que ela era muito nova.

Julie se espantou com o que viu ao olhar para fora da janela. Viu que a ponte que era necessária para que eles chegassem até a escola tinha caído. Estava tudo derrubado e olhando mais adiante poderia se ver muitos carros de policia e curiosos, que nem os alunos olhando, algo a mais estava ocorrendo.

–Foi por pouco. Se o motorista não tivesse freado a gente tinha caído. – comentou um adolescente perto de Julie e suas amigas. Ao ouvir isso a menina sentiu um pouco de medo, mas tentou o afastar dizendo que tudo havia terminado. Mas não havia.

Quando o motorista já havia dado a ré no ônibus, tentando retornar a estrada principal para depois pegar outro caminho, mesmo que mais longo, para chegar na escola, foi que tudo recomeçou. Os alunos no ônibus ouviram um assobio baixo, mas que depois aumentou. O som se tornou tão forte que quebrou os vidros do ônibus. Para desespero das crianças. Por sorte ninguém se machucou, mas o susto foi grande. Quando o ônibus chegou na escola todos ainda estavam assustados. O dia da profissão tinha perdido um pouco o brilho para Julie e os outros.

A menina também ficou preocupada porque os alunos mais velhos ficavam falando que um super vilão estava na cidade. Julie não sabia se isso era verdade ou se era uma forma dos alunos mais velhos assustarem os menos. Os adolescentes geralmente gostavam de tentar deixar as crianças com medo. Mas mesmo que fosse verdade a menina tentou se acalmar pensando que seu pai era um super herói e não permitiria que ninguém lhe fizesse mal.

*

Ryan estava contente pelo seu feito no dia. Ter derrubado aquela ponte e atacado aquele policiais com toda certeza tinha chamado a atenção de toda cidade para ele. Para o mais novo super vilão da cidade. O vilão não planejava parar por aí. A queda da ponte foi apenas o começo. Foi apenas uma forma de se fazer notar. Pelos jornais sua tática tinha funcionado. Não se falava de outro assunto.

Seu tio lhe ajudaria nos próximos passos... Mas a maior preocupação dele era arrumar um bom nome de vilão, pois Ryan era o seu nome de quando era rejeitado. Ele precisava de um nome agora que era notado e que era um vilão, um super vilão segundo os jornais e a televisão.

Notas finais
Agradeço a todos que leram. Não se esqueçam de me dizer o que acharam. Abraços e até o próximo capítulo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.