A filha de Poseidon
1 Emmy
Emmy, como sempre, comia sozinha em uma das mesas de sua escola. Ela estudava na escola mais temida de Long Island, cheia de patricinhas e play boys que sempre à usavam
como saco de pancadas. O dia estava sendo horrível, Laysla, mãe de Emmy, tinha dado um surto denovo quando ela tentara lhe perguntar oque queria no café da manhã.
Bum! — Um estrondo soou atrás dela. Quando Emmy virou-se, sabia que iria morrer. Ela carregava algo que à protegia, sua mãe lhe dissera que seu pai que tinha a
presenteado, mas porque uma espada? Ela nunca a usara, e pretendia nunca usar. Emmy não resolveu oque fazer à tempo, então o monstro agarrou-a e jogou para longe
como se fosse uma bonequinha de pano.
Sua visão embaçou quando um homem-bode chegou perto, salvando-a. A escola explodiu, e foi a última coisa que Emmy viu.
Okay, seu sonho não ajudou muito quanto ao medo. Um homem conversava com uma visão que flutuava, e ele vestia uma bermuda azul e camiseta xadrez.
– Sr. D, ela chegou, nos falamos mais tarde. — O tal de Sr. D acenou, e a visão sumiu.
O homem se virou para ela.
– Emmy, na verdade, eu preferiria ter nomeado-lhe como Emily.
– Quem é você? — Gaguejou Emmy.
– Seu pai, ora, quem mais eu seria ? Neste momento, você está no Acampamento Meio-Sangue, aonde passará boa parte de sua vida.
– Acampamento ? Que Acampamento? Eu não conheço nenhum Acampamento Meio-Sangue. E qual o seu nome?
– Sou Poseidon, querida. — E Poseidon apontou para uma fonte, daonde surgiu uma imagem de Emmy deitada, cheia de curativos, dormindo.
– Minha mãe, ela está bem? — Emmy ainda encarava sua imagem.
– Laysla é forte, cometeu um grande erro, mas sabe se cuidar.
E ela o viu. Cabelos cacheados, olhos escuros, pele morena e um sorriso bobo. Ele conversava com uma menina Loira. Emmy não queria ter que conhecer aquela menina.
– Leo, fique quieto. Não sabemos se ela é realmente irmã de Percy. — A menina Loira falou.
Ele se chama Leo, o mesmo nome que tentou matá-la quando era criança.
Fale com o autor