A fantasia de um mundo

11 Poder das gemas


Notas iniciais
Oi amores, não tenho muito a comentar sobre esse capítulo, de qualquer jeito, espero que gostem

Os dias tem sidos bem chatos, sem nada pra fazer, sem monstros pra matar, realmente entediante, estou deitado em uma rede que compramos e pendurei na árvore, o Ric está em uma do meu lado, as meninas estão na cabana fazendo o almoço.

–Ei, Ric.

–Fala.

–Você não acha que estamos muito parados, tipo, sem nos aventurar.

–É, vamos caçar um pouco.

–Tá, vou lá avisar as meninas.

–Traz o Alemão e o Spike com a gente.

–Ok.

Entro na cabana.

–Meninas, eu e o Ric vamos caçar um pouco, não nos esperem.

–Hm, aonde vão?

–Ah, só se divertir por ai Sayuri, fica tranquila.

–Hmpf, tá.

–Sabe que horas vocês voltam?

–Que horas são agora?

–13:45

–Ok, umas 15:00 a gente ta de volta.

–Tudo bem.

–Ei, Alemão, chama o Spike e vai la fora.

–Não quero, tô com preguiça-miau.

–Vai logo.

–Tá tá-miau.

Saio da cabana.

–Pronto Ric, o Alemão e o Spike já vem.

–Tá, vamos se preparar pra ir.

Então começamos a pegar nossas armas e uma mochila.

–AH NÃO!!!

–Que foi Fred?

–A gema do Gunt, esquecemos lá!

–Não cara, tá aqui comigo.

–Ah, que alívio, tive um mine ataque cardíaco.

–Vamos-miau?

–Rawn!

–Ah, chegaram?

–Sim, vamos-miau.

–Rawn rawn.

–Tá, vamos, pegou tudo Ric?

–Sim, tudo ok!

Então fomos andar pela floresta, só nós e nossos animais, deu uma nostalgia se quando apenas eu e ele estávamos nos aventurando, enquanto andávamos pela floresta vimos alguém gritando e fomos correndo de onde o grito veio.

–Tem alguém ai?

–A-a-aqui, p-por favor m-me ajudem.

Tinha um cara de óculos escuros com dois martelos de madeira atrás das costas jogado no chão.

–Não pode ser, será que ele está vivo?

–Conhece ele Ric?

–Sim... Vamos levar ele pro acampamento.

Levantamos ele e o levamos ao acampamento, o Ric vai me explicando quem era pelo caminho, não sei porque nossos animais sempre ficam atrás conversando.

–Lembra que eu falei que nós tínhamos mais dois amigos?

–Sim.

–Então, esse é o Matheus.

–Acho que lembro.

Ouço um barulho no mato.

–Ric, cuidado.

–Você também ouviu?

–Sim.

Então deixo o corpo dele no chão e pego minhas espadas.

–Quem está ai?

Então sai uma gangue de ogros, orcs e gnomos.

–Nos de esse ladrão!

–Ric, sabe do que eles estão falando?

–Não faço a menor idéia.

–Nós queremos esse ladrãozinho ai deitado no chão.

–Ah sim.

–Oh, claro.

–Vão entregar?

–Err...

–Não.

–Ok, se arrependerão disso.

Então todos começam a vir pra cima da gente, começamos a lutar, eles vinham em muitos, não iriamos aguentar muito tempo.

–Ric! Abaixa.

Ric se abaixa eu coloco minhas costas nas costas dele e mato um ogro que o ia atacar por trás.

–Valeu.

Mas então um goblin arqueiro acerta nossos joelhos, fazendo-nos cair, então começam a nos bater e chutar.

–Ei, a-as gemas, precionem elas no peito.

–M-Matheus?

–Como a-assim?

–Apenas façam!

Então eu e o Ric conseguimos pegar nossas gemas e pressionamos sobre nossos peitos, então parece que ela está se fundindo com nossos corpos.

–AHHHHHH!

–URGH!

Então eles começaram a se afastar e nós continuamos gritando.

–E-ei, vocês ai, vão chamar ajuda.

–O-ok-miau.

–R-rawn.

Então minhas costas começam a doer, e algo começa a crescer lá.

–F-Fred, têm alguma coisa nas suas costas!

Então eu percebo que o Ric estava sangrando sem nenhum lugar para sair sangue.

–R-Ric, você tá sangrando!

Então minha camiseta rasga e nascem assas em mim, uma preta e uma branca, e o Ric fica com um tipo de balas de sangue flutuando envolta dele.

–O-o que tá acontecendo com a gente Ric.

–Não sei, mas me sinto muito poderoso, ao mesmo meu sangue ferve.

–Sinto a mesma coisa.

Então começamos a levantar.

–Não importa, vamos apenas acabar com eles.

–Sim.

Então eu levanto voo, ficando pouco a cima do chão.

–E-eita porra.

–Fred, você ta vooando cara!

–É, não sei como estou fazendo isso.

–Vamos rapazes, peguem eles!

Então as balas envolta do Ric foram atingindo as pessoas e voltando a rodear o Ric, e quando uma flecha ia na sua direção o sangue se juntava e não deixava ela passar, então fui atacar, minha velocidade estava extrema, eu quase não conseguia controlar, também percebi que quando eles tocavam na minha asa, dependendo da cor, a preta eles ficavam pretos e queimavam até virar pó, na branca eles começavam a ficar brancos e virar uma pena, depois de acabarmos com todos as gemas sairam do nosso corpo, e ficamos normais de novo.

–Mano, o que foi aquilo.

–Cara, que sinistro.

–Fusão de gema.

–Matheus, você acordou!

–Sim, a quanto tempo, Fred, Ricardo.

–Sim, faz uns dez anos.

–Você tá, muito ferido, venha, vamos te levar ao acampamento.

–Acho melhor esperarmos, pedi aos seus mascotes que trouxessem ajuda, podemos nos desencontrar.

–Ah, tudo bem então.

–Eu vou pegar lá na minha bolsa algo pra gente comer, e ver se acho uns medicamentos.

–Ok.

–Ei, Matheus.

–Fala.

–O que aconteceu com você?

–Como assim?

–Por que você estava desmaiado e eles te chamaram de ladrão?

–Ah sim, eu fui pegar esses óculos que eles tinham roubado de mim.

–O que tem de tão especial nos seus óculos?

–Você não lembra?

–Eu perdi a memória, já recuperei, mas tem coisas que realmente esqueci.

–Nós cinco, eu, você, Ricardo, Yuri e a Sayuri, nós ganhamos uma chave, um cadeado e um óculos pra revelar uma porta, partimos para cada um de nós proteger um pedaço.

–...

–Cheguei, aqui a comida e algumas bandagens.

–Ric, ele tava contando um negócio, espera ai.

–Tá.

–Continuando, eu fiquei com os óculos, repartimos a chave ao meio e demos um pedaço pra você e outro pra Sayuri, o cadeado a mesma coisa, um pedaço pro Ricardo e um pro Yuri.

–Ah sim, eu tinha esquecido completamente, meu pedaço tá ali na minha bolsa.

–Mas e minha chave? Onde foi parar?

–Ta comigo também Fred, eu achei no chão no dia que a vila foi queimada e guardei, vou pegar lá.

–Ok, mas Matheus, onde essa tal porta dá?

–Estou tentando descobrir isso faz um tempo.

–Entendo, mas e esse Yuri? Onde ele tá?

–Ah, a gente tem se aventurado junto, mas nos separamos para procurar a porta, amanhã vamos nos encontrar na frente do palácio abandonado aqui perto.

–Hm, bem porque não nos unimos? Eu também estou com um grupo.

–Ótima idéia, amanhã vamos formar a equipe toda.

–Certo Mat.

–Mat?

–Desculpa, posso te chamar assim?

–Claro.

–Ah é, ia te falar antes mas acabei esquecendo, tem neve na sua cara.

Ele passa a mão na cara mas não sai.

–Você é pálido assim mesmo?

–É uma característica minha mesmo.

–Aqui Fred, sua chave.

–Em forma de colar?

–As partes da chave e do cadeado estão em forma de colar.

–Entendo.

Então deitamos os três na grama e começamos a conversar até as meninas chegarem, nós explicamos tudo pra elas e voltamos ao acampamento, eu dormi um pouco e tive o mesmo sonho, mas dessa vez haviam pessoas deitadas em sua volta, pareciam estar mortas, pareciam seus companheiros.

–Ei Mat, como você sabia sobre as gemas?

–Eu li nos livros do castelo abandonado.

–Hm, entendo, mas como sabia que tinhamos gemas?

–Eu vi elas enquanto vocês lutavam, depois quero que me contem como derrotaram dois senhores do caos em.

–Ha, pode deixar.

Será que esse castelo pode ter respostas sobre meu sonho?

Notas finais
Vou colocar bastante gente nova, pra não ficar muito monótono, bem, tanto faz, até o próximo capítulo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.