A fé move montanhas
1 A fé move montanhas - ela teve sua fé testada por ele
Notas iniciais
O convento San Francisco la palmas é uma escola dominical onde aplica as doutrinas religiosas para crianças de toda as idades. Nesse convento mora Jennifer Sulivan uma freira muito gentil e doce que é amada por todas as crianças e invejadas por algumas freiras, mas nem sempre foi assim.... Hoje com trinta e cinco anos de idade ela esconde tudo sobre seu passado. Em um certo dia a madre superior do convento tomou conhecimento do passado da freira e a chamou para ter uma conversa particular em seu escritório:
— Irmã Jennifer poderia se dirigir ao meu escritório por gentileza ?
— Sim, madre, me deixe só eu botar as crianças para dormir.
Após fazer isso, Jennifer se dirigiu a diretoria do convento:
— Com licença — disse Jennifer abrindo a porta vagarosamente
— Pois não, Entre — respondeu a madre com um papel e uma caneta em mãos — Jennifer você sabe que não é permitido mentir aqui no convento ? isso apenas ensina as crianças a mentirem.
— Sim madre eu sei, mas o que a senhora está insinuando com isso ?
— Ouvi comentários sobre o seu suposto passado você poderia me contar ? Mas antes olhe bem para a imagem de São Francisco de Assis e me prometa que não irá mentir para mim sua madre superior ao contar sobre seu passado.
— Está bem madre, eu prometo— disse Jennifer cruzando suas mãos sobres as pernas.
(14 anos atrás)
Eu fazia parte de uma das famílias mais bem sucedidas de Massachusetts, fazia faculdade de pedagogia, tinha tudo em minhas mãos. Minha vida começou a mudar no dia vinte e um de janeiro de dois mil e três, antes eu era uma jovem muito problemática brigava com minha mãe sempre:
— Bom dia minha filha - disse a mãe de Jennifer abrindo a janela de seu quarto.
— Mãe! deixa eu dormir, mas que droga!
— Levanta que já são sete horas da manhã - disse sua mãe puxando a colcha.
Desci com muita raiva como sempre, pois tinha que levantar cedo todos os dias. Meu pai estava sentado em sua poltrona lendo o seu jornal favorito como ele fazia todas as manhãs e a emprega estava lá fazendo a nossa merenda sempre com aquele cheiro de panquecas. Humm!!! era bom demais, até hoje me arrependo de não dizer a ela obrigado por fazer as melhores panquecas do mundo:
— Bom dia minha princesa - disse o pai de Jennifer ao fechar o jornal.
— Bom dia papai - disse Jennifer logo após da um beijo no rosto de seu pai.
— Você está atrasada para a aula minha filha.
— Eu se....
— Ela sempre está atrasada — disse a mãe ininterrompido a fala da filha.
— CALA A BOCA! - Gritou Jennifer logo, após dar um soco na mesa.
— Calar a boca eu ? me respeite que sou sua mãe!
— Minha mãe ? Até pode ser, mas eu não a considero.
— Jennifer não fale isso! - disse seu pai levantando de uma vez da poltrona — Vá para sua faculdade, pois você já está atrasada.
Naquele dia eu peguei meu carro e saí com uma velocidade imensa para a faculdade. Chegando lá eu subi as escadas da faculdade com muito ódio no coração foi quando eu trombei no meio do caminho em um rapaz:
— Presta atenção seu imbecil!
— Uou! Calma a e me desculpa. Prazer me chamo John. Erick John - disse o rapaz estendo a mão para cumprimentar Jennifer.
— Eu não quero saber seu nome! Preste atenção por onde você anda!
Aquele rapaz foi muito gentil comigo e eu fui muito ignorante com ele, mas logo me arrependi do meu tratamento e pedi desculpas a ele:
— Jennifer.
— O que ? - disse John apanhando as coisas dela
— Meu nome é Jennifer e me desculpa pelo jeito que acabei de lhe tratar. Problemas familiares.
— Ah é ? Poxa. Tomara que você resolva logo seus problemas.
— Obrigada.
— Você quer sair comigo ? - perguntou John.
— O QUE!? Não, não tem nem perigo nem te conheço.
— Bom é uma ótima chance de me conhecer agora.
Naquele momento eu sai logo dali, pois não queria mostra minha reação a ele, mas eu abri um sorriso com o jeito palhaço dele que aos poucos me conquistou. Naquele mesmo dia, após o termino da aula eu achei ele novamente no corredor e o mais engraçado é que ele estava brigando com o cadeado do seu armário:
— MAIS QUE CADEADO IDIOTA! MEU DEUS! POR QUE VOCÊ FOI EMPERRAR LOGO AGORA!.
— Oi - disse Jennifer se aproximando de John
— O QUE É ? Ahh me desculpe eu não percebi que era você
— Não tudo bem. Pensando bem eu vou aceitar seu convite, pois estou precisando me distrair mais.
— Opa! que ótimo fico muito feliz, mas me diz uma coisa. Qual é o seu sobrenome ?
— Sulivan.
— O QUE ???? — disse John levando as mãos a cabeça— Você é filha do Sr. e Sra. Sulivan ????
— Sou sim Por que ? Não vai desistir de sair comigo ? eu estou aceitando sair com você por que fui ignorante com sua pessoa.
— Não, que isso jamais é claro irei sair com você.
Escondida de meus pais eu sai com John a noite. Ele me levou para um parque de diversões e me fez sorrir muito, ele me fez se sentir uma criança novamente naquele noite. Eu sai com John varias outras vezes, mas o encontro que me fez se apaixonar por ele mais ainda foi no inverno, nevava muito naquela noite em Boston. Eu e ele estávamos apaixonadas demais não me via sem ele por nada nesse mundo:
— Esse lago é o meu preferido amor - disse John completamente apaixonado por Jennifer.
— É ? Tá fazendo muito frio hoje.... Seus beijo me aqueceriam neste momento sabia ?
— É ? Pois lhe darei o Beijo mais quente desse nosso mundo.
Em questão de minutos o céu ficou limpo e a lua mostrou sua beleza para o mundo. Era uma noite de lua cheia, ela estava completamente radiante no céu aquela noite foi mágica, pois foi onde eu e John fizemos amor pela primeira vez.
O tempo foi passado e minha mãe sempre no meu pé, mas eu não ligava mais, pois estava complementante apaixonada por John a ponto de deixar tudo para viver feliz ao lado dele. Foi quando eu tive a ideia de me casar com ele:
— Meu amor vamos embora para outro país ?
— Não posso amor, pois tenho minha irmã mais nova e não posso deixar ela só - disse John botando a mão no rosto de Jennifer.
Fiz de tudo para convencer John a ir embora comigo, até que fui conversar com a irmã dele:
— Olá Lisa como você está ? E o seu marido onde ela está ? - disse Jennifer cumprimentando Lisa.
— Estou bem Jennifer, o Ricardo está trabalhando.
— Lisa eu queria saber se você autoriza o seu irmão a ir embora para outro país comigo ?
— Claro que sim! Eu amo meu irmão e nunca o vi tão feliz depois que ele começou a namorar com você. Eu já tenho 18 anos e vou ser mãe logo logo! acho que já está mais do que na hora de deixar meu irmão ir embora - logo em seguida ela abriu um sorriso.
Sem pensar duas vezes eu e John largamos tudo, Faculdade, Família, etc... para sermos felizes com uma vida nova em outro país. Escolhemos a Argentina e fomos morar na capital mais bela do mundo. Buenos Aires Chegando lá nos primeiros meses eu fui muito feliz ao lado do meu marido. Eu e John nos casamos no cartório Eva Perón. Com os passar dos meses ele começou a sentir fortes dores de cabeça que duravam dias:
— Amor vamos para o Hospital agora.
— Não meu amor eu estou bem... ai!...
— Erick você está com 5 dias seguidos com essa dor de cabeça - disse Jennifer com um tom de voz preocupante.
Fui pegar os documentos dele quando voltei eu me deparei com ele atirado no chão da sala e logo fiquei maluca. Já no hospital ele fez vários exames e foi diagnosticado com um tumor maligno no cérebro. O médico chegou para mim e disse que só Deus poderia salvar ele:
— Não me diga uma coisa dessa! vocês não são profissionais da medicina ? botam a vida do meu marido em um ser que nem se quer existe.
— Calma moça - disse o médico - Eu vou fazer o possível, mas parece que o tumor atacou dessa vez e as chances dele de sobreviver são quase zero.
Chorei muito naquele dia igual a uma criança perdida de seus pais. Fui para uma praça que havia perto e comprei um sanduíche e me sentei no banco da praça, mas antes da primeira mordida eu olhei para o lado e havia um senhor sentando ao chão e ao lado dele tinha um papelão escrito "Confie em Deus, pois ele é seu único salvador" logo ignorei aquela mensagem, mas algo tocou meu coração e me fez dar aquele sanduíche para o pobre homem que o devorou com uma rapidez, pois tinha muita fome:
— Obrigado moça você é um anjo enviado por Deus - disse o morador de rua agradecendo muito pelo sanduíche recebido — Você matou minha fome.
— De nada meu senhor, me desculpe, mas não creio em Deus e muito menos em seus anjos.
— Ah é ? Eu respeito sua decisão.
— Hã? você não vai me criticar ?
— Não minha jovem, pois ele nos deu o livro arbítrio onde podemos seguir e tomar a decisão que for melhor para nós.
Eu fiquei com o coração mais leve naquele momento, mas mesmo assim ainda me sentia muito triste e com medo de perder o amor da minha vida. Alguns dias depois John entrou em coma profundo e começou a respirar por aparelhos.. ali eu comecei a chorar muito pensei em até ligar para meu pai, pois já iria fazer um ano que fui embora de casa sem dar motivos, mas não liguei.
Quase todos os dias eu conversava com esse senhor e ele me ensinava cada vez mais sobre Deus, me contava o que ele fez por nós, de um diluvio a mandar seu próprio filho para nos salvar. Me lembro que o sonho de minha mãe era se tornar freira, mas esse sonho não foi possível, pois ela deu a luz a mim.
Passaram-se mais meses e eu já estava cansada, sem forças para lutar. Foram noites e noites mau dormidas ao seu lado na esperança dele acordar. Então resolvi descer para uma pequena capela onde tinha uma imagem de São Francisco de Assis, não falei nada apenas chorei mais ainda no pé daquela imagem, logo em seguida fui para a praça conversar com o morador de rua:
— Boa tarde minha jovem.
— Boa tarde meu senhor, pelo visto ainda se encontra aqui.
— Sim, sim esse é meu lugar favorito, pois aqui eu me sinto mais perto de meu pai.
— Sua fé é incrível nesse seu Deus.
— É sim minha jovem. Ah! me lembrei pegue - disse o morador de rua dando um flor para Jennifer.
— Como isso é possível ? essa flor ela não é rara ? Como ?
— Tenha fé minha jovem que ele vai ficar muito bem.
Eu fiquei hipnotizada com a flor, pois era uma Silene tomentosa uma flor que só pode ser encontrada nos penhascos de Gibraltar na Europa. Quando olhei para os lados aquele morador de rua havia sumido:
— Cadê ? para onde esse senhor foi ?
A cada dia que se passava eu ficava com mais medo, não podia fazer nada já estava ficando sem dinheiro e os médicos começaram a tentar me convencer a desligar os aparelhos, mas alguma coisa dentro de mim não deixava fazer isso. Já era noite de natal quando conheci José um menino de sete anos de idade muito simpático que sempre sorria para mim. Cheguei perto dele para conversar:
— Olá rapazinho cadê sua mãezinha ?
— Tá dormindo
— É ?
— Você tem um sorriso muito bonito moça.
— Obrigada rapazinho você é muito gentil.
— Deus fez um trabalho muito bem feito - disse José balançando as suas perninhas com vergonha.
Fiquei muito encantada com aquele garoto. Eu estava só com ele no corredor do hospital e o relógio já marcava meia noite quando perguntei para ele o nome de sua mãe:
— Qual é o nome de sua mãe ?
— Rosário
— Que nome lindo da sua mãezinha. E o seu ?
— É José meu nome é José Mendoza.
— Nome bonito.
— Moça eu tenho que ir por que meu papai me chama - disse José que logo após saiu correndo pelo corredor — Ah! papai me disse que quer sua permissão curar John.
Quando aquele menino falou isso para mim eu fiquei em estado de choque e me tremi toda naquele momento não conseguia me mexer por nada nesse mundo. No dia seguinte fui na recepção do hospital e perguntei por Rosário:
— Aqui tem alguma mulher chamada Rosário ?
— Tem sim moça. Maria Rosário Mendoza
— Ela tem quantos anos ?
— 63 anos e está em coma aqui há 20 anos.
Naquele momento fiquei sem palavra e saí do hospital e mais uma vez fui para a praça atrás daquele morador de rua que me falou tanto de Deus, mas eu não o encontrei em lugar nenhum:
— Cadê você ? por que está acontecendo tudo isso comigo ? por que ?
Já ao cair da noite eu cheguei no hospital e fui direto para a capela. Chegando lá havia uma mulher toda de preto em pé olhando para a imagem de São Francisco. ela se virou aos pouco e eu logo percebi que era minha mãe:
— Mãe ? - disse Jennifer espantada — Como a senhora me achou ? Se veio atrás de confusão eu não estou com cabeça para isso.
— Não minha filha eu não vim atrás de confusão eu vim atrás de seu perdão. Me desculpa por ter sido a melhor mãe do mundo para você.
Eu estava tão triste e sem chão que perguntei logo por papai:
— Cadê meu pai!!!? - disse Jennifer com os olhos cheios de lágrimas
— Infelizmente minha filha seu pai faleceu dois meses depois que você fugiu de casa, ele teve um infarto fulminante ao sair do banho.
Quando minha mãe falou aquilo meu chão simplesmente sumiu, meu mundo acabou, a minha vida ainda fazia sentindo, pois eu ainda tinha John. Cai de joelho no chão e comecei a chorar, pois não cheguei a me despedi de meu pai. Uma pessoa que sempre me apoiou em todos os momentos de minha vida. Levantei e dei um abraço bem forte em minha mãe naquela noite implorando o seu o perdão por ter sido uma filha ignorante e rude com ela:
— Perdão! Me perdoa mamãe! eu estou com tando medo.
— Sim minha filha eu lhe perdoo por tudo. Eu sempre te amei no fundo do meu coração, mas mesmo assim fui cega, pois lhe culpei sempre por não poder me tornar um freira.
Contei tudo para minha mãe sobre o que eu e John estávamos passando e perguntei para ela como me encontrou:
— Mãe como a senhora soube da minha localização ?
— Meu anjo dois dias depois da morte de seu pai eu encontrei um bilhete no terno dele dizendo:
"Meu amor hoje eu achei a localização de nossa querida filha, mas um homem muito bem aparente e muito bem vestido me disse que ela estaria nesse endereço que deixo anotado nesse papel. Já estou ficando cansado e meu peito doí, mas não quero incomodar apenas quero que você e ela sejam como deveriam ser mãe e filha"
— Nossa mamãe ela já estava doente, só não queria dizer.
Depois do meu reencontro com minha mãe eu comecei a pensar diferente sobre Deus, comecei a acreditar nele, comecei a ter fé. No dia seguinte estava sentada no banco da praça já sem esperanças em relação ao John então abaixei minha cabeça e conversei com Deus:
— Deus! Se você existe mesmo. Prove e cure o meu marido que lhe prometo que serei fiel a ti eternamente.
Naquele mesmo instante veio um homem desconhecido em minha direção e me entregou um papel. Curiosa perguntei a ele:
— O que é isso ?
— Não sei moça, apenas mandaram eu entregar a você.
Logo abri o papel e nele estava escrito:
"Tenha fé em mim, pois eu sou a verdade e a vida. Você não vai ao pai sem passar por mim."
Ass: Onipresente
Fiquei espantada mais uma vez, mas procurei manter a calma e fui para o quarto do meu marido onde passei o resto do dia ao lado da cama. Ao cair da noite eu botei minha cabeça em suas pernas e olhei para a janela onde vi a mesma lua cheia e encantadora daquela noite romântica de inverno, logo em seguida cai no sono. Já no dia seguinte eu acordei com aquele sentimento gostoso na minha cabeça pensei até que fosse minha mãe, mas não era:
— John!? - disse Jennifer espantada, mas logo em seguida explodiu de alegria e felicidade — John!!!! meu amor!!! você acordou!!! você acordou!!!!
Sai no corredor chamando os médicos que logo em seguida adentraram no quarto de John e ficaram espantando com aquilo:
— Meu Deus... isso é uma milagre.... Impossível.
— Mas... Mas como ? ele já estava...
Fizeram todos os tipos de exames no meu marido e não acharam nada, simplesmente nada. Dois dias depois ele recebeu alta. Antes de sair do quarto para ir embora eu fui a janela para vê se via aquele senhor e me surpreendi quando eu vi ele vestido com um terno branco e acenando para a janela do hospital com um sorriso resplandecedor:
— Obrigada - disse Jennifer abrindo um sorriso e descendo uma lágrima de seu olho esquerdo
Minha mãe arcou com resto das despesas do hospital e voltou para os EUA. Quanto a mim eu fui viver minha vida ao lado de quem eu sempre amei. Tive John ao meu lado durante três anos, amei muito ele. No dia quinze de março de dois mil e quatro o meu marido foi dormir e não acordou mais... a sua morte ficou como causa desconhecida. Ele foi enterrado ao lado de papai no cemitério nacional de Massachusetts. Chovia muito nesse dia:
— Ele foi um ótimo marido nesse três anos.
— Sinto muito por essa perda meu anjo - disse a mãe de Jennifer
— Eu falhei com Deus mamãe pedi para ele a cura de meu marido que em troca seria sua serva fiel aonde ele estivesse iria adora-ló, mas não fiz isso.
— Não diga uma coisa dessas meu anjo você não falhou com Deus isso foi apenas coisas do destino.
— John se foi, mas ele deixou um presente em meu ventre mamãe. Estou grávida.
Tive uma linda menina saudável e em quatro de outubro eu vim a me tornar feira. Minha mãe a senhora Lourdes Baker Sulivan cuidou de minha amada filha. Hoje com 11 anos, Emily é um estudante desse convento uma das alunas mais amáveis e doce.
(Atualmente)
— Que história irmã Jennifer - disse a madre com os olhos e o coração cheios de emoção — Mas infelizmente você já sabe as regras do convento... terei de afasta-lá permanentemente.
— Tudo bem madre, mas mesmo assim continuarei servindo a Deus sobre todas as coisas.
A História de Jennifer Sulivan virou caso no vaticano, pois ela presenciou Deus. Hoje ela é professora de ensino religioso e mora com sua filha em um simples apartamento em Boston. Todos os ano na data em seu marido e seu pai foram enterrados, ela vai ao tumulo e chora a perda dos dois maiores amores de sua vida.
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