Hoje irei a casa de Melane. Então acordei bem cedo pra que minha mãe não me visse, mas acho que não adiantou, no memento em que descia a escada já a vi preparando o meu café da manhã.

—O que você faz tão cedo acordada Jessica.

—Eu vou ir a um lugar e, não queria acordar tarde demais.

—Mas, que lugar é esse?

—A um lugar que você conhece. Disse com uma voz de sarcasmo, mas minha mãe com uma expressão de achar que estou enganando a ela , pegou em minha mão, e me disse com muita cautela.

—Pode falar, você sabe que eu não vou brigar com você se disser que vai a casa da Melane. Nesse momento fiquei confusa e, retirei a mão dela sobre a minha, caminhei até a geladeira. E virei para ela.

—Mas mãe, eu achei que você iria ficar brava, não vai me dizer que mudou de ideia e, que agora você gosta dela.

—Não. Mas, acho que não devo ficar te prendendo aqui afinal na outra semana já terá dezoito anos. E virei de volta, para regar a garrafa de água.

—Então, você quis dizer que deixa eu ir? .Minha mãe com uma voz de que não gostou, mas não criticou.

—Tá, mas volte dentro do horário combinado. Peguei minha bolsa, e sai correndo para a porta.

—Tchau mãe ....

Por algum momento achei que estava tranquila, mas ouvi uma voz atrás de mim.

—Ei espera e, meu beijo. Minha mãe só me fazia me sentir como se fosse criança ainda.

Estava perto da casa de Melane, quando passei ao lado de um beco, ouvi um grito, parei para ver o que era, mas não avia nada nem corpo, animal, ou algo assim . Depois de um tempo, continuei a caminhar ,mas aquele grito não me saia da cabeça e me viam perguntas do tipo " O que avia acontecido ali, Quem estava gritando ", perguntas com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

Cheguei a casa de Melane, toquei a campainha, mas ninguém atendeu, então resolvi ir para o jardim, olhei para janela de Melane e vi a luz acesa, mas por que ela não me atendia, ouvi um grito dela. Não pensei nem duas vezes para achar algo que quebra-se a porta, comecei a olhar para os lados e acabei achando uma madeira perto da caixa de ferramenta do pai de Melane, comecei a bater na maçaneta da porta dos fundos.

Consegui abrir a porta depois de alguns segundos, com a madeira levanta olhei para os lados para ver se não avia ninguém na casa, na ponta de escada ouvi o grito Melane e fui direto para o quarto dela, quando abri a porta a imagem que tive não foi uma das melhores, ali eu percebi que havia perdido a minha melhor amiga, ela estava com ele, Harry meu namorado ou devo dizer ex-namorado, o que eu estava vendo era a traição de que não posso confiar em ninguém, deixei a madeira cair junto com minha primeira lágrima. Sai correndo e Melane atrás de mim pedindo desculpas, ela me pegou no braço dizendo.

—Me escuta, por favor eu não queria que você soubesse desse jeito.

—E de que jeito, depois que tomasse muitas outras ......

—Não, eu estou muito envergonhada do que fiz ele disse que iria terminar com você eu juro, eu não sabia que ele era seu namora.

—A então achou errado, e o plano seu era esse ficar com meu ex-namorado e depois me consola fingindo que não sabia de nada, me poupe de detalhes vocês dois se merecem, muito obrigado por ser a pior amiga da vida.

—Não faz isso Jessica, por favor me perdoa eu tentei ser alguém melhor eu juro, eu não queria fazer isso com você. Olhei para ela com lágrimas nos olhos, com desprezo no olhar e dó, pois não queria perder minha única amiga, era uma perda que iria me fazer falta, mas preciso ser forte e não deixar que me abalem desse jeito.

—Você deveria ter pensado antes de ter feito.

Virei as costas e, fui embora pelo mesmo caminho. Quando passava de novo por aquele beco ouvi outro grito, mas era diferente parecia familiar, então resolvi entrar no beco, a cada vez que tentava ir enfrente me afundava a cada vez mais, cheguei em uma parte que não avia saída e, tive que voltar não avia mais nada lá, quando voltei para atrás começou aparecer algumas pessoas estranhas, fiquei com medo pois não sabia quem era aquelas pessoas, não conseguia ver o rosto delas pois estavam com a cabeça abaixada.

Eu gritava por socorro, mas ninguém me ouvia, estava desesperada não sabia o que fazer nem para onde correr será que ninguém avia ouvido eu pedir socorro, desesperada tentava achar algo que pudesse apunhalá-los pela cabeça, mas não achei nada, por um momento achei que estava morta, mas um homem apareceu atrás arrancando a cabeça, sem que pudesse andar perdi a consciência e acabei desmaiando.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.