Notas iniciais
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Eu estava em um campo havia rosas vermelhas espalhadas por todo lado, me olhei, eu usava um lindo vestido de noiva, Caio estava lá montado em um alazão com um lindo sorriso, ele usava roupas de pomposas, ele ergueu a mão para que eu possa subi, subo ele começar a cavalgar em direção da floresta, eu estava com medo ele corria cada vez mais rápido.

— Caio vamos cai! – Eu tento a visá-lo, mas não adianta ele correr mais rápido. Paramos de frente a um castelo, ele descer e me ajuda a descer.

— A onde vamos? – Pergunto, mas ele a penas me puxa para dentro do castelo.

Subimos uma escada paramos de frente a uma porta.

— O que tem aí? – Pergunto aflita, mas ele apenas me puxa para dentro.

O quarto era escuro a única coisa que dava para ver era um espelho enorme, havia ouro ao seu a redor o espelho me fez estremecer de medo.

— Quero sai daqui. – Eu disse, mas Caio me puxou para frente do espelho.

A menina que se refletia ali se parecia muito comigo a diferença era que ao contrário do meu vestido branco ela estava com um preto e suas mãos estavam sujas de sangue, olhei a procurar de Caio, mas ele estava no chão ensanguentado, voltei meus olhos para o espelho ao lado da menina estava com o lindo rapaz da floresta.

— Dominique! – Uma voz me chamou, abri os olhos e era Caio pendurado em minha janela.

— Vamos fugir? – Ele diz com um lindo sorriso.

Lembro-me do sonho, ele estava morto, eu não podia vê-lo morto, senti o desespero me toma.

— Não! – Seco as lágrimas e corro para janela.

— O que foi?! – Ele fala assustado.

— Vá embora, por favor! – Imporei.

— Dominique! – Caio entra e me abraça.

— Não quero vê-lo morto. – O pensamento me faz agarrá-lo com mais força.

— Calma. – Ele me aperta, posso ouvi seu coração acelerado.

— Não, posso suportar.

— Não vou morre. – Ele me puxou para um beijo. – Vou protegê-la.

— Me promete que não fará nada. – Falei zangada. – Irá casar e ter filhos irá viver o máximo que puder.

— Não diga isso, não posso suporta me imagina com outra pessoa que não seja você.

— É insano imagina que posamos enganar a rainha.

— Eu tenho um plano. – Ele sorri.

— Não importa, não vai dar certo. – Falei irritada.

— Por que diz isso?

— Por que nunca enganaram a rainha antes.

— Ela nunca tentou mata alguém que amo. – Caio me olha com tanta ternura que eu me aproximei para beijá-lo.

Ouvi alguém bater à porta.

— Saia. – Eu empurrei Caio.

— Dominique filha! – A voz do meu pai me fez treme de medo.

— Ele vai ter mata.

— Calma. – Caio pula a janela rapidamente.

Abro a porta, meu pai me olha como se suspeitasse de algo.

— Como está? – Ele diz entrando no quarto.

— Bem. – Digo enquanto ele se senta na minha cama.

— Sente-se. – Ele diz.

— O que aconteceu?

— Lembra quando tinha sete anos e você caiu do cavalo?

— Sim.

— Lembra que passou dias na cama.

— Lembro. – Digo sem endente a onde ele queria chegar.

— Lembra o que disse quando melhorou.

— Não.

— Você se levantou olhou para mim muito seria e disse "quero ver ele me derruba de novo". – Sua mãe proibiu, mas durante a noite você subiu no cavalo.

— Eu era teimosa.

— Quero que continue sendo, quero que persista para fica viva, quero que não desista no primeiro tombo, quero que seja forte.

— Não posso, quando subi no cavalo, só eu ia me machuca se desse errado, mas se eu errar agora, vocês pagará com a vida.

— Eu não me importo.

— Eu sim.

— Às vezes me lembro, da menina que queria ser pirata, que era cheia de vida, e que sorria sem motivo, uma menina que não tinha uma espada apontada para cabeça.

— Ah papai. – Eu o abraço.

— Nada que eu faça, pode muda isso, mas você pode. – Ele segura a minha mão. – Fuja!

— Não. – Eu beijo sua bochecha. – Não posso.

— Me escuta. – Ele me olha nos olhos.

— Fale.

— Você não pode morre!

— Pai...

— Você não pode! O que seria de mim? Olha para mim! – Ele se levanta. – Um velho que não sabe de nada que não faz nada.

— Você cuidou de mim, por tanto tempo, não me peça para não fazer o mesmo.

— Eu que tenho que cuida de você.

— É melhor paramos por aqui, não temos possibilidade de mudar o destino.

— Eu vou conversa com a rainha. – Meu pai se levantou seu olhar determinado me fez treme.

— Pai!

— Ela irá me ouvir, sei que irá.

— Só vai consegui que ela te mate.

— Que seja, prefiro morre ao vê-la caminha para morte diante dos meus olhos.

— Não diga isso!

— Ninguém vai morrer aqui! – Minha mãe entra chorando.

Eu realmente queria acredita nela, acho que ela também.

Os minutos se passavam, mas minha mãe não dizia nada meu pai me olhava, o silêncio estava me matando, até que escuto uma voz...

"Venha até o lago" À voz soa suave e bem de perto com se alguém sussurrasse em meus ouvidos.

— Vou ao lago. – Digo, meus pais me olham espantados, mas não dizem nada.

E a coisa com olhos de cobra me esperava no lago.

— Tive um imprevisto, é melhor irmos logo! – Ele disse sem espera eu abri a boca.

— Sim é melhor. – Falei, e ele ergue a mão, eu coloco minha mão sobre a dele.

Estávamos no palácio, mas não era tão belo quanto antes.

— Por favor! Por favor! – Alguém suplicava.

— Você merecer. – Uma voz fria e perversa diz. Escuto um grito de dor.

— O que foi isso? – Eu digo indo ao encontro da voz.

— Não se mecha! – Ele me segura.

— Mas...

— Me escute!

Uma mulher entra seus cabelos negros é a única coisa que vejo, eu percebo que ela segura uma espada suja de sangue.

— Alteza! – Diz uma mulher de cabelos brancos.

— O que quer? – A voz da mulher era fria, eu me surpreendi quando ela se vira.

— Sou eu?! –A coisa pega em minha mão, e estávamos de novo no lago.

— O que foi que...

— Estávamos no seu futuro. – Ele diz com maior naturalidade.

— Não pode ser!

— Suas escolhas te levarão para lá.

— Eu vou ser a rainha.

— Sim.

— Mas...

— Você vai derramar muito sangue inocente, por querer vingança.

— Mas vingança de que?

— Só posso ter disse uma coisa. "Nada que for feito por ódio vai ser recompensado".

— Mas eu nunca faria mal alguém.

— Nem se machucasse quem você ama?

— Eu...

— Não se preocupe o seu segredo estar guardado. – Ele disse ser virou para ir embora.

— Espere...

— Sim?

— Que coisa você é?

—Tudo será esclarecido em breve.

— Mas...

— Só precisa saber que eu voltarei antes do seu último baile.

— No castelo?

— Aonde mais? – Ele disse desaparecendo.

Olhei para onde ele desapareceu não pude deixa de ir até lá e procura uma porta. Minha mãe sempre disse que magia existe, porém só as pessoas do mal usam.

Não queria volta para casa então me virei e entrei na floresta.

֎


Eu me segurava numa árvore enquanto dois idiotas de cabelos negros e olhos castanhos riam de mim por ter caído em sua armadilha, se eu me soltasse cairia em um buraco fundo e me machucaria muito.

— Reno me deixa sai!

— Não Domi! – Ele ri olhou para seu irmão gêmeo que parece pensar no meu caso, os irmãos Rudolf eram acima de ladrões dois bobos.

— Vai Rafi, eu posso me machuca!

— O que acha irmão? – Reno olha para irmão e sorri.

— Não a deixa mais um pouquinho!

— Lembre-se eu vou morrer em menos de uma semana, e os espíritos ficam preso na floresta. – A única coisa que Reno temia era os mortos.

— A solte Rafi! Não queremos se assombrados pelo resto da nossa vida.

— Você irá morrer mesmo? – Rafi diz enquanto me solta.

— Daqui a cinco dias estarei oficialmente morta.

— Por que não foge? – Reno diz encostando-se a uma árvore.

— Ela os mataria.

— Sua família? – Por um momento ele parecer fica triste.

— Sim.

— Se resolver fugir pode nos procurar. – Rafi diz com sinceridade nos olhos.

— Está louco Rafi, todos vão nos procurar e nos mata como traidores! – Reno diz bravo.

— Já somos caçados como traidores. – Rafi diz revirando os olhos.

— Obrigada Rafi por sua gentileza. – Olhei para o Reno e me curvei. – E a sua também Reno.

— Não o escute, temos você como uma irmãzinha. – Rafi diz bagunçando meu cabelo

— É verdade, se quiser fugi estamos prontos é só corre na direção da floresta. – Reno diz e dessa vez com firmeza nos olhos.

— Só me arrependo de nunca te saído daqui ir além dos portões, é isso que me irrita.

— Podemos ir é só...

Rafi não terminou de fala, mais eu sabia o que ele iria dizer "Abandonar tudo".

— Não posso.

Passamos o resto da tarde, lutando com espada, não gostava muito de luta com Reno ele era muito violento, já Rafi era gracioso e um ótimo oponente já que não ficava fazendo gracinha com o fato de eu ser mulher.

Eu e Rafi nos sentamos de frente ao lago, Reno ficou na árvore para vigiar.

— Podemos leva seus pais.

— Rafi não comece!

— Me lembro de uma pirralha de 12 anos que queria desafia dois ladrões em um duelo.

— Queria não! Eu os desafiei!

— E não desistiu até devolvemos sua boneca remendada.

— E se eu lutar o que vai muda? No fim ela ganha, ela sempre ganha não é?

— Até hoje eu e Reno estamos livres.

— Sorte.

— Esperteza.

— Da minha parte! – Reno grita.

— Quem foi que nos fez ser preso por que se envolveu com a mulher de um conde. – Rafi grita.

— Ela era linda.

— Ele sempre nos entrega por um rabo de saia.

— Olha quem fala, não fui eu que me apaixonei por uma das esposas do rei Nicolau.

— Não fale de Madeleine! – Rafi fala nervoso.

— Por quê? – Pergunto curiosa.

— Quer sabe sobre a minha história de amor Domi?– Rafi disse tristemente.

— Quer conta? – Ele sorriu.

— Era o dia mais belo do verão, ela estava no jardim. Eu e Reno planejávamos rouba uma joia do rei Nicolau, ela tinha cabelos cacheados e loiros como sol, seus olhos eram negros como a noite, sua pele clara como as nuvens, ela me olhou e sorriu como uma fada, perguntei seu nome mais ela a penas correu para dentro do castelo.

— Por que ela correu?

— O rei não permite que suas mulheres falassem com outros homens. – Vi nos olhos de Rafi que ele não tinha forças para continua a contar a história.

— Tenho que ir já esta tarde depois continue essa história. – Eu disse me levantado.

— Tudo bem. – Ele disse me ajudando a levantar.

— Ei Domi, antes de morre vem aqui? – Reno diz como ser fala-se que eu ia colher flores no jardim e logo voltaria.

— Venho sim. – Eu disse incerta, não queria despedidas.

— E fale para o seu pai que quero fala com ele.

— O que quer com o meu pai?

— O seu pai sabe tudo sobre o castelo, e queremos algo que tem lá dentro.

— O que? – Perguntei curiosa.

— Um espelho. – Reno diz como ser fala-se de uma joia rara.

— Por que um espelho.

— Você já está querendo saber de mais!

— Rafi!

— Não Domi isso não é nada com você.

— E por que vocês acham que meu pai vai rouba a rainha?

— Por que ela está tirando seu maior tesouro, e ele pode fazer o mesmo. Por que não faria? – Reno diz simplesmente como um belo sorriso de esperteza.

— Vocês são loucos! – Eu fiquei cega de raiva e avancei em Reno.

— Segura ela Rafi!

— Não, eu disse que não devia conta para ela.

— Cale-se eu estou me sacrificando para meus pais terem uma vida longa e vocês querem acaba com isso por causa de um maldito espelho!

— Não...

Reno tentou dizer algo mais eu apenas o empurrei.

— Domi! – Rafi grita, mas eu empurro Reno de novo, logo percebo o que Rafi queria dizer Reno cai em um buraco.

Desespero-me por alguns segundos até Reno cai na gargalhada.

— Você é um abestalhado mesmo! – Sai com raiva deixando os dois bobalhões para trais.

De repente escutei um barulho estrondoso que me fez treme, era uma árvore sendo derrubada perto dali corri na direção do barulho. Ao chegar ao barulho vejo uma árvore caída no chão era a minha macieira talvez a única existente em todo reino, uma maçã rola até os meus pés a pego.

— O que faz aqui sozinha? – O soldado me pergunta o reconheci, era o belo rapaz do outro dia.

— Por que estão derrubando essa árvore?

— A rainha odeia maçã.

— Por que se é um fruto delicioso.

— Você ousou comer?!

— Por que não comeria?!

— É o fruto proibido, o nunca percebeu que não é vendido?

— É, mas eu nunca liguei muito para frutas vendidas prefiro as que eu pego. – Eu sei que é uma fruta proibida e adoro mesmo assim.

— A senhorita não é uma dama muito comum, primeiro a encontro dormindo em uma cabana velha e agora andando em uma floresta com ladrões a solta.

— Se comum me irrita, não gosto de ser comum. – Digo sorrindo.

— Mas é perigoso não se uma menina comum. Qual rapaz se casaria com contigo?

— Minha beleza pode deixa qualquer um cego, quem veria defeitos em mim? – Digo sorrido, percebo que alguns dos homens que derrubavam á árvore me olharam naquele momento.

— Talvez sim, mas logo a sua rebeldia os faria acordar desse seu encanto, pôs homem nenhum pode ama uma moça tão abusada. – Ele sorri certo de que tinha me ofendido, mas apenas olhei para ele e sorri.

— Me diga, posso comer essa maçã? – Ele pensa por um momento.

— Claro que não!

— Mas estar tão vermelhinha. – Digo colocando a maçã nos lábios.

— Não teme nada?! – Ele me olha como se me avaliasse.

— O que eu temeria? – Sorri para ele, os homens que estava nos olhando, apareciam se diverti. – O senhor?!

— Muito valente para uma moça. – Ele sorri e olha para os amigos.

— O que devo teme? Sou uma moça e manejo uma espada melhor do que senhor.

— Não acredito em suas palavras.

— Então por que não duelamos?

— Não luto com mulheres. – Ele diz sem jeito.

— Por quê? Tem medo de sai perdendo?

— Abusada! – Ele diz tirando a maçã das minhas mãos.

— Por que todos dizem isso?!

— Porque deve ser verdade! – Ele diz.

— Você é o namorado da rainha? – Pergunto curiosa, mas percebo que não devia te perguntado.

— Como ousa inventa algo assim?! – O homem diz olhando para os soldados que nos olhavam.

— Não inventei nada escutei o senhor dizendo ao um velho. – Como ele ousava me chama de mentirosa?

— Não diga mentiras! – Ele diz bravo me puxando para floresta.

— Me solte! – Digo tentando me soltar.

— Não devia ter falado aquilo

— Como ousa! – Falei o empurrando. – Não me toque nunca mais!

— Não pode fala sobre mim e a rainha perante os súditos.

— Não sabia que era segredo e também não prometi guardá-lo.

— Abusada!

— Pare! Já sei o que pensa de mim.

— Devia mandar cortar sua cabeça! – Ele disse irritado.

— E por que não manda?

— Acha que não sou capaz? – Ele diz furioso.

— Acho que se quiser sim, mas não quer.

— Como poder saber?

— Não faz o tipo tirano.

— Não me conhece.

— Não, como o senhor também não me conhecer, mas já poder deduzir que sou abusada.

— Atrevida! – Ele diz sorrindo.

— Um pouco.

— Nunca aconteceu nada por comer a maçã? – Ele pergunta curioso.

— Nunca provou?

— É proibido!

— Não seja tolo, coma agora!

— Não posso.

— É tão vermelha e docinha.

— A senhorita é do mau? – Ele se afasta, não pude deixa de ri.

— Só falta dizer que sou uma bruxa.

— Deve ser?

— Coitadinho do soldado a moça mau quer que ele morda uma maça. – Digo zombando dele.

— Pare! – Ele diz irritado.

— Se eu fosse uma bruxa o mataria de forma mais divertida.

— Não teria essa chance, estaria morta antes. – Ele tentou parecesse assustador, mas não conseguiu.

— Deve ter muito sangue nas mãos, como se sente? – Digo pensado, sobre o grito de um desconhecido no meu futuro.

— Quando é sua vida que está em jogo, não se importa com os outros.

— E é assim que sobrevivemos? – Perguntei certa da resposta. – Se importando apenas consigo mesmo?

— Não se preocupe, duvido que algum dia, terá que tirar alguma vida. – Ele sorrir.

— Será! O que o medo nos faz? Às vezes acho que sou capaz de tudo, para sobreviver.

— Fala como se estivesse com uma espada sobre ti.

— Talvez tenha!

— Como seu pai a chamou! – Ele disse pensativo, como se realmente precisasse saber.

— O que te importa?

— Me diga! – Ele ordenou.

— Não importa, afinal não irei altera em nada o seu destino.

— Então me deixará curioso?

— Não, logo saberá que sou.

— E quem é você?

— Alguém que não fará nenhuma diferença amanhã.

— Tome! – Ele diz me dando a maçã.

— Não é proibido?

— É só uma maçã na floresta, para uma moça que não fará diferença amanhã, então ninguém precisará saber.

— Corte no meio. – Digo olhando para a espada.

— Não posso!

— Morderei primeiro, se eu não morrer você come?

— Sim. – Ele diz como ser duvida-se e cortou a maçã com um punhal, dei uma mordida, na maçã doce.

— Agora você! –Ele parecer estar confuso, mas morde.

— O que acha?

— É delicioso. – Ele sorri mordendo de novo.

— Eu disse!

— Agora é a moça da floresta, que me fez quebra uma regra da rainha.

— Às vezes é bom quebra regras.

— Não faça mais isso, pode não encontra um soldado tão bom.

— Está bem. – Digo mordendo novamente a maçã.

— Vou voltar para o meu trabalho.

— Obrigada! – Digo e ele sorrir.

— Obrigada, por me expor diante dos meus soldados.

— De nada, se precisar estou a sua disposição. – Digo fazendo uma reverencia a ele.

— Abusada! – Ele diz, se virando para ir embora, mal sabia que logo iríamos se reencontramos e que ele e seus soldados me acompanhariam até aonde tudo irá acaba para mim.

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Sinto uma enorme vontade de ver Caio, revê aquele homem, me fez lembra o sonho, vou até uma árvore perto da enorme casa de Caio e assobio, logo ele aparece na janela com um lindo sorriso que tira o meu fôlego, tenho que admiti, ele é incrível. Caio pula a janela e vem ao meu encontro.

— Está melhor? – Ele pergunta.

— Estou!

— Quase me machuquei pulando a janela do seu quarto.

— Devia ter se machucado, como ousa entra no quarto de uma moça? – Digo rindo.

— Estou tentando salva a vida dela. – Ele diz piscando

— E qual é o plano?

— Está disposta?

— Meu pai me odiaria por não tenta.

— No dia do baile, nós quatro fugimos!

— Eu, você, Elaine e Lúcio.

— O plano?

— Vocês vão momento antes, para o castelo, quero que olhe uma saída terá menos soldados.

— Isso pode dá errado!

— Você duas estão marcadas de qualquer jeito.

— Mas vocês não. – Só de imagina Caio morto meu coração acelerou, uma agonia se apoderou de mim, eu não podia perdê-lo, não queria que ele morresse, mesmo que eu não ficasse com ele, mesmo que ele fosse feliz com outra, só quero ele bem e feliz.

— O que importa, eu não quero vive sem você. – Ele diz segurando a minha cintura e olhando nos meus olhos.

— Não quero você morto. – Digo chorando, ele pega no meu queixo e aproxima seus lábios dos meus e sussurra.

— Morrerei de qualquer maneira, o que quero da vida sem você?

— Poderá casar ter filhos, netos, uma vida perfeita.

— Se não for com você não poderá ser perfeita.

— Por que eu? – Não entendo por que ele me escolheu.

— Queria ter a resposta, queria uma razão, mas não tenho. – Ele diz com seus lindos olhos azuis cheios de lágrimas eu o beijo e de repente nada importar, eu poderia morrer ali mesmo e morreria feliz.

Ele se afasta um pouco e eu sorrir.

— O que foi? – Digo envergonhada.

— É a mais bela de todo o reino.

— Só do reino?!

— Nunca fui aos outros. – Ele diz com um sorriso cínico.

— Com certeza a haverá moças mais belas.

— Não aos meus olhos. – Ele tenta me beija, mas me afasto. O senhor Cody nos olhava.

— Seu pai. – Digo, Caio se vira, para o homem bem-vestido, de cabelos negros, e olhos azuis como de Caio.

— Não devia já está em casa uma hora dessas? – Ele me pergunta, com seu jeito arrogante. Ele realmente não gostava de mim.

— Sim, senhor. – Digo me virando para ir embora, mais Caio segura minha mão e sussurrar.

— Não me respondeu.

— Sim! – Digo sem pensa e vou embora.

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